terça-feira, 1 de outubro de 2013

CRÓNICA DE UMA DERROTA ANUNCIADA


Parafraseando quase na íntegra o título duma obra do genial colombiano Gabriel Garcia Marquez, esta é a crónica de uma derrota anunciada. Estava escrita nos astros desde há  pelo menos um ano quando os bem instalados barões do PS local permitiram, com a mais total das passividades, que os jotinhas do partido tomassem a concelhia e a gerissem a seu belo prazer tentando preservar a todo o custo os lugares que detinham junto do executivo municipal.
Doente e já incapacitado para a função, assoberbado pelos problemas decorrentes da sua má gestão dos destinos da câmara e atormentado pela dívida crescente que ia acumulando perante as Águas do Centro Alentejo e que sugava quase todos os recursos financeiros, José Ernesto d’Oliveira, viu-se abandonado pelas figuras gradas do partido e teve de apoiar-se na incapacidade, voluntarismo oportunista  e falta de experiência dos jovens turcos.
Nestas circunstâncias e sabedor de que deveria abandonar o cargo para permitir que o seu vice-presidente ganhasse visibilidade e pudesse assegurar uma derrota honrosa, José Ernesto foi-se embora desiludido e agastado, direi mesmo agastado com o partido. Já então tinha percebido que o tinham abandonado e ninguém, das figuras maiores da Travessa da Alegria, estava interessado em suceder-lhe.
Dito de outra maneira percebeu que no estado a que havia deixado chegar o município, as principais figuras preferiam que este caísse nas mãos do PCP. Bem insistiu António José Seguro com alguns nomes mas estes escusaram-se. Até que, depois de muito tempo de indecisão e espera, Seguro teve de aceitar a disponibilidade  de Manuel Melgão  que  os jovens turcos haviam forçado, no sentido de assegurar  que o PS não perdesse por falta de comparência, o que seria calamitoso.
Nessa altura já o PCP anunciara a candidatura de Pinto de Sá, ainda que esta dependesse do esclarecimento que havia sido pedido ao Parlamento sobre  se a proibição do exercício de mais de três mandatos se referia ao território ou à função. Perante o clamor levantado pela tentativa de profissionalização do cargo que entretanto se gerara , na Rua de Avis  temeu-se o pior. E o receio mais se alargou quando o BE anunciou ir até onde fosse possível para tentar impedir a consumação desse facto.
Foi esta indecisão sobre se Pinto de Sá poderia ou não ser efectivamente o candidato que despertou na concelhia socialista uma réstea de esperança na disputa da discussão final tanto mais que a sondagem da SIC, conhecida há pouco mais de um mês, apontava para um empate técnico ainda que com ligeira vantagem para o PCP ( eu não gosto de designações que não correspondem à realidade e verdes, em Évora, só conheço os adeptos do Lusitano e do Sporting). Pela rua de Avis perpassaram então algumas nuvens bem cinzentas dado tudo se jogava na credibilidade pessoal de Pinto de Sá. Sem este, o PCP só podia apostar em Eduardo Luciano, um candidato tão mau ou pior que Melgão e contestado por Manuel Calhau Branco que o apelidou de aldrabão, e por Jesuína Pedreira, a única integrante comunista com qualidade da anterior vereação. Daí que o PCP se tenha atirado ao BE em termos pouco muito pouco éticos e democráticos, criticando a sua atitude.
Entretanto se a campanha socialista já era uma coisa desconexa e sem tino tornou-se a partir daí frenética e completamente desmiolada. Manuel Melgão, sempre apagado e pouco à vontade no contacto com as pessoas, deixou-se positivamente cilindrar por Francisco Costa, que tudo controlava, fazia e desfazia, armava e desarmava, com uma arrogância e insolência de arrepiar, parecendo ser ele próprio o candidato. Foi assim que Melgão se viu passeado por todo o sítio e lado, feiras e romarias, festas e festanças, jantares e cerimónias de chacha, com um ar sempre ausente e às vezes desconsolado, no jeito de quem pedia  que o tempo passasse depressa e o tirassem daquele filme.
Francisco Costa que  de tudo tomava conta, dirigia a propaganda comunicacional com o apoio do seu assessor de imprensa o qual dispunha de alguma influência no “Diário do Sul” e contando com o natural e discreto da Rádio Diana, onde José Faustino desde sempre assumiu honestamente a sua filiação partidária. Com a lição bem estudada e desde que as questões não se desviassem da cartilha preparada, Melgão foi-se aguentando nos dois debates a que o deixaram comparecer. Entretanto João Cutileiro, o mandatário distrital, já velho e sem vontade para participar nestes enredos, não se fazia ouvir. E só já muito para o fim e atendendo à solidariedade giesteirense, Henrique Troncho e Francisco Chalaça debitaram uns textos sem chama e pouco incisivos em termos práticos em favor da anterior gestão, numa altura em que os dados já estavam mais que lançados e o Tribunal Constitucional já havia tomado a decisão que avalizava as candidaturas em circunstâncias idênticas às de Pinto de Sá.
Os resultados de domingo vieram a revelar muita coisa. A primeira é de que mais de metade dos eleitores do concelho, cansados da guerrilha entre os dois partidos e por não se reverem em nenhum deles, nem nos outros dois, decidiram ficar em casa, para mais num dia desagradável e chuvoso, dando cumprimento ao que haviam prometido. A abstenção foi a mais elevada em todo o país e superou em três pontos a média nacional.
A segunda foi a de que o voto útil não funcionou, mas sim quem ganhou foi o voto de protesto. Punido pela abstenção o PS foi-o também pelos seus próprios eleitores e simpatizantes. Estima-se em que um terço, pelo menos, destes tenham votado... no PCP. E uns quantos no Bloco de Esquerda.
Terceira e última que Pinto de Sá, pela sua postura serena e tranquila, pelo halo de  competência de que vinha precedido e ainda pela sua simpatia pessoal, conseguiu uma vitória por números tão arrasadores que nem os seus próprios camaradas o aguardariam.
Perante tudo isto, mal avisados  andarão os responsáveis do PCP, locais e nacionais se considerarem esta vitória como um grande feito partidário. Esta é, sim , uma vitória pessoal de Carlos Pinto de Sá que no discurso triunfal  disse, e repetiu, contar com todos e que ninguém será excluído. Que me perdoe, apesar da consideração pessoal que há muito me merece, mas eu não acredito. Não porque duvide das suas intenções mas sim por temer, com fundadas razões, que os estalinistas do aparelho local lho venham a permitir.
Numa situação de maioria absoluta, quer na Câmara quer na Assembleia Municipal, a oposição será sempre encarada como um mero verbo de encher, tida e havida por dispicienda e de contribuição descartável. As sugestões do colectivo partidário serão sempre as que predominarão nada havendo para negociar, procurar consensos ou posições de sintonia. E, quanto à participação ou à aceitação de propostas efectuadas pelos cidadãos, a aceitação será sempre efectuada em função do cartão de militância. Sempre foi assim desde os tempos de Abílio Fernandes.
Esta pode ser, como o já, escrevi uma vitória de Pirro. Se o sectarismo, a arrogância, a sede de vingança e a prepotência não forem travados, a situação poderá dar azo a uma cisão de consequências irreparáveis entre o município e os habitantes e da qual a recuperação será muita longa e dolorosa. Oxalá esteja enganado, para bem da cidade e do concelho.

José Frota

59 comentários:

  1. Mais uma triste crónica dum cronista comprometido e envolvido com a administração que conduziu a Câmara de Évora ao descalabro em que se encontra.

    Ao contrário do que tenta insinuar, o descalabro a que hoje assistimos não começou há seis meses nem há um ano. Começou logo em 2002, com um conjunto de decisões erradas, que se revelaram ruinosas para o futuro da CME e do Concelho. Continuou com a adesão às águas do Centro Alentejo, em 2004, com os resultados que se conhecem. Prosseguiu com uma absurda reestruturação dos serviços municipais em 2004, que se revelou um desastre para o funcionamento da autarquia. Continuou com propostas absurdas na revisões do PDM, a prever expansões habitacionais, quando a bolha do imobiliário já estava preste a rebentar. Prosseguiu com a deslocação de grande parte dos serviços municipais para pavilhões alugados no PITE, dando o sinal de abandono do Centro Histórico às pessoas, aos comerciantes e aos investidores em geral. E por aí fora…

    E o resultado de todos esses erros acumulados deu no que se sabe. Mas o nosso Frota anda preocupado com os “estalinistas”. Ou a lançar elogios a uma das vereadoras mais inúteis e arrogantes que Évora conheceu. Pobre Frota. Ou como diz o povo, pobre do cego que não quer ver.

    Apenas tem razão numa coisa. A dimensão da vitória da CDU ficam muito a dever à capacidade e inteligência de Pinto de Sá.

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  2. "a oposição será sempre encarada como um mero verbo de encher, tida e havida por dispicienda e de contribuição descartável"

    Temos aqui o Toíca II. Um verdadeiro vidente. Tem futuro.


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  3. "Numa situação de maioria absoluta, quer na Câmara quer na Assembleia Municipal"
    Parece-me que o Frota, está mal informado. Pelas minhas contas a CDU não tem maioria absoluta na Assembleia Municipal. Tem 16 representantes (11 eleitos directamente +5 presidentes de junta) contra 17 da oposição: 13 do PS (6 eleitos + 7 presidentes de junta), 3 do PSD/CDS e 1 do BE

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  4. «Os resultados de domingo vieram a revelar muita coisa. A primeira é de que mais de metade dos eleitores do concelho, cansados da guerrilha entre os dois partidos e por não se reverem em nenhum deles, nem nos outros dois, decidiram ficar em casa…»

    Considerar que os eleitores “ficaram em casa” exclusivamente por essas duas razões é estúpido ou, no mínimo, uma interpretação abusiva.
    Os que os resultados de domingo dizem, sem sombra de dúvida, é que a CDU teve mais 2 mil votos do que em 2009 e o PS teve menos cerca de 5 mil votos.
    Os que os resultados de domingo dizem é que a CDU teve quase o dobro dos votos do PS.
    Os que os resultados de domingo dizem é que a esmagadora maioria dos eborenses estavam fartos da governação PS.
    Isso é que os resultados dizem.

    Daqui para a frente, vamos aguardar. Desde logo é preciso que se saiba a real situação da CME. Saber se aquilo que está escrito corresponde à realidade, é fundamental para decidir quais as medidas mais urgentes a tomar.

    Quanto a vitórias de Pirro, julgo que o arrazoado se aplicaria na perfeição às vitórias de Ernesto, e às medidas sectárias e discriminatórias que se seguiram, numa tentativa vã de apagar 25 anos da história de Évora.

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  5. O Frota esqueceu-se a analisar a importância que teve a impugnação do BE, nesta estrondosa vitória de Pinto de Sá.
    Pode ser que o faça para a próxima.

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  6. Os militantes socialistas exigem a demissão de Francisco da Costa!

    "Entretanto se a campanha socialista já era uma coisa desconexa e sem tino tornou-se a partir daí frenética e completamente desmiolada. Manuel Melgão, sempre apagado e pouco à vontade no contacto com as pessoas, deixou-se positivamente cilindrar por Francisco Costa, que tudo controlava, fazia e desfazia, armava e desarmava, com uma arrogância e insolência de arrepiar, parecendo ser ele próprio o candidato. Foi assim que Melgão se viu passeado por todo o sítio e lado, feiras e romarias, festas e festanças, jantares e cerimónias de chacha, com um ar sempre ausente e às vezes desconsolado, no jeito de quem pedia que o tempo passasse depressa e o tirassem daquele filme.
    Francisco Costa que de tudo tomava conta, dirigia a propaganda comunicacional com o apoio do seu assessor de imprensa o qual dispunha de alguma influência no “Diário do Sul” e contando com o natural e discreto da Rádio Diana, onde José Faustino desde sempre assumiu honestamente a sua filiação partidária". Carlos Frota

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  7. Frota

    Na mouche!
    Sintonizo na íntegra.
    É obvio que o PS teve aquilo que merecia, mas quem não merecia esta ditadura absoluta eram os Eborenses.
    Diz o Pinto de Sá que vai governar para todos. Eu digo desde já: É a sua primeira mentira.

    Não sei se o PCP vai dar ou não barraca, mas os estalinistas sempre têm o rei na barriga (são elitistas, snobs e arrogantes) quando estão em maioria absoluta e os únicos que eles conseguem ao menos fingir que ouvem, é o desgraçado Zé do Boné com 70 e tal anos que leva o dias a olhar para quem passa.

    O país está teso e a câmara endividada como estão todas as demais - embora esta esteja bem acima da média. Não estou a ver o PCP fazer muito mais do que melhorar a limpeza e jardinagem - onde a esmagadora maioria dos funcionários é do partido - e animar os agentes culturais com mais algum dinheiro. Talvez mudem o layout da Feira de S. João e tragam o mercado da reforma agrária para outro lugar. Romper com as Aguas do Centro Alentejo? Duvido. Ah...e vão ter que baixar o passivo e a vacas são magras.
    Mas haverá sempre um bode expiatório da praxe para o PCP: o poder central não gosta dos Alentejanos e do Alentejo.

    De resto, não estou a ver artistas como o Luciano ou até mesmo o Pinto de Sá minimizar que seja o grande problema da nossa geração aqui por Évora: desemprego. Atrair investimentos. Mover influências. Facilitar.
    Esta não é definitivamente a praia deles.

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  8. Francisco Costa, o bode expiatório!

    À boa maneira Ernestina aqui se retoma a prática do bode expiatório. É preciso encontrar o culpado das desgraças que caíram do céu no passado domingo. Agora calhou ao Francisco Costa.

    Segundo Frota Melgão não passou de uma marioneta nas mãos de Francisco Costa. Por alguma razão misteriosa esquece-se de nos revelar quem mexia os cordelinhos da marioneta Francisco Costa.

    Quem o levou para secretário da CME. Quem o promoveu e apoiou na candidatura a líder da concelhia PS. Afinal, quem mexia (ou mexe) os cordelinhos de Costa?
    Mas isso Frota não dirá. Tenho a certeza.

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  9. @17:08
    Se já acabaste com as rennies, toma Kompensan, que isso passa...

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  10. Estes “interpretadores” sabem todos muito, depois das coisas acontecerem.
    Esquecem que quem decide é o Povo. E o Povo muitas vezes não está pelos ajustes nem segue as cartilhas dos “interpretadores”.
    Abençoado Povo. Porque se isto fosse decidido por cartilhas de“interpretadores” estávamos lixados com f….

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  11. Na próxima Bienal de marionetas já temos mais uma companhia local para a realizar um espectáculo de excelência: “o assalto dos jovens turcos e o enfadado Melgas ”.
    Só falta saber quem é chefe da companhia.

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  12. "Segundo Frota Melgão não passou de uma marioneta nas mãos de Francisco Costa"

    Quem é o Frota Melgão? Mas que grande salganhada...

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  13. Crónica de um canalha anunciado.

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  14. O novo governo da cidade tem que trabalhar com todos e governar para TODOS,é Tempo de acabar o sectarismo,só assim poderá levar para a frente a dura tarefa de governar o concelho.

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  15. Evora está cansada dos Franciscos Costas,Monarcas,Diamantinos e Branquinhos.

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  16. 17:33
    "Segundo Frota, Melgão não passou de uma marioneta nas mãos de Francisco Costa"

    A falta que uma virgula faz.

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  17. @17:38
    E dos Frotas, e dos Trigos, e dos Rodrigues qualquer coisa, não está farta?...

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  18. Estalinistas falar com todos?

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  19. O nível dos comentários dá para ver o que está instalado.

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  20. Mas este homem, o Frota, não sabe consultar estatísticas, não sabe ler resultados eleitorais? Não sabe fazer contas? Não tem noção dos números? Não sabe o que é uma média e a dispersão em torno de uma média? Não pensa?

    «A abstenção foi a mais elevada em todo o país e superou em três pontos a média nacional.»

    Mas como é que uma abstenção de apenas mais três pontos percentuais (rigorosamente 2,91 pp) que a média nacional poderia ser a mais elevada no país? Onde é que este homem anda para não ter a mais pequena ideia da enorme diversidade das situações concelhias?

    Basta olhar para os três municípios mais populosos, para descobrir logo Lisboa, onde a abstenção foi 4,63 pp maior que em Évora (e 7,54 pp acima da média nacional), ou Sintra, onde a abstenção foi 9,27 pp maior que em Évora (e 12,18 pp acima da média nacional), para constatar logo a barbaridade.

    Eu nunca percebo bem, no caso do Frota, se é o atrevimento da ignorância, a incompetência profissional ou a manipulação descarada.

    O leitor que escolha.

    Quanto a abstenção em Évora, é importante mencionar que, em eleições autárquicas, foi desde finais da década de oitenta sempre superior à média nacional, com exceção das de 2001.

    Em particular, nas duas últimas eleições autárquicas, de 2005 e 2009, ganhas pelos socialistas, a abstenção, além de ser superior, teve uma diferença em relação à média nacional maior do que a registada no passado domingo.

    Nestas eleições autárquicas de 2013 a diferença diminuiu. Évora continua a ter uma abstenção superior à do conjunto do território nacional, mas menor. Isso é que é de registar e valorizar.

    Qual é o interesse desta manobra de diversão, desta mistificação, de mais esta mentira, a de que a abstenção em Évora foi a maior do país, que agora aparece na boca de vários socialistas derrotados?

    E o Frota? Ignorância, incompetência ou manipulação?

    Mais uma vez, o leitor que decida. Não vale a pena perder muito tempo com estes ressabiados.

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  21. As vitórias do PS arruinaram o município, sem proveito publico.
    Mas para o Frota, essas não foram vitórias de Pirro, porque mantiveram os Frotas a navegar, a todo o pano.

    Depois da casa roubada e empenhada, vem o Frota avisar-nos que agora é que é preciso ter cuidado:
    Chegou a ameaça estalinista!
    Esses é que são o maior perigo!

    É um espanto, o descaramento e a desonestidade desta gente.

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  22. Ainda vou ver o Luciano e o Pinto agarrados à enxada para inaugurar uma fábrica aqui em Évora


    atchim!!!

    lolol

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  23. Frota e companhia

    Vamos ter que nos ir habituando aos calimeros de Estaline.
    E agora com maioria absoluta, incham que nem sapos. Sempre foram de outra casta...arrogantes que metem dó. Incapazes de argumentar decentemente a uma critica que lhe fazem. Julgam-se os maiores e os donos da verdade absoluta.

    4 anitos.
    Temos que ter paciência e sangue frio. E cair-lhes em cima assim que se espaldeirarem do escadote. Mereciam o mesmo tratamento que foram dando às oposições durante os 12 anos. Mas as oposições julgo não irem no jogo rasteiro deles.

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  24. Os militantes socialistas exigem a demissão de Francisco da Costa!

    "Entretanto se a campanha socialista já era uma coisa desconexa e sem tino tornou-se a partir daí frenética e completamente desmiolada. Manuel Melgão, sempre apagado e pouco à vontade no contacto com as pessoas, deixou-se positivamente cilindrar por Francisco Costa, que tudo controlava, fazia e desfazia, armava e desarmava, com uma arrogância e insolência de arrepiar, parecendo ser ele próprio o candidato. Foi assim que Melgão se viu passeado por todo o sítio e lado, feiras e romarias, festas e festanças, jantares e cerimónias de chacha, com um ar sempre ausente e às vezes desconsolado, no jeito de quem pedia que o tempo passasse depressa e o tirassem daquele filme.
    Francisco Costa que de tudo tomava conta, dirigia a propaganda comunicacional com o apoio do seu assessor de imprensa o qual dispunha de alguma influência no “Diário do Sul” e contando com o natural e discreto da Rádio Diana, onde José Faustino desde sempre assumiu honestamente a sua filiação partidária". Carlos Frota

    Subscrevo na íntegra esta caracterização da campanha de Manuel Melgão. O homem não foi feito para isto , cada um é para o que nasce e decididamente o contacto com as pessoas não
    é, não foi o seu ponto forte.

    Conhecendo pessoalmente Manuel Melgão, interroguei-me muitas vezes porque razão se deixava manipular por um ser arrogante e pouco educado como Francisco Costa que publicava na sua página do facebook, na primeira pessoa, os contactos que o presidente da Câmara tinha mantido. Em seguida ia à página do Melgão e republicava as mesmas fotografias e publicações.

    Porquê, Manuel Melgão? Porque te deixaste enrolar assim? Porque mantiveste Claudia Pereira quando todos tinham medo que ela abrisse a boca pelas suas afirmações infelizes e incapacidade para lidar com os agentes culturais?

    Porquê Manuel Melgão? Porque mantiveste na Câmara o Natanael que evidenciava uma arrogância imensa no contacto com trabalhadores e munícipes?
    Por último, onde foste desenterrar aquela lista para a Câmara Municipal? Como pretendias ganhar ?

    A uma política desastrosa somou-se a incapacidade para os candidatos do PS catalizarem votos, simpatia, confiança, habilidade para falar com as pessoas. Os eborenses não aguentaram mais e deram um sinal inequívoco de que exigiam uma mudança que afastasse Claudia Pereira, Francisco Costa, Natanael Vinha, Troncho, Capoulas, Monarca Pinheiro e Chalaça. Tantos artigos incendiários no Diário do Sul produziram o efeito contrário nos eleitores que não apreciam injustiças.
    Um nota para a fotografia que acompanha o texto : uns jovens ( turcos ???) levam com umas pasadas de terra para aprenderam que na vida a humildade é uma virtude que foi ensinada aos mais velhos por alguma razão.

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    1. Meu caro, sou eborense desde há 56 anos. estive fora de Évora cerca de 30 anos por motivos profissionais mas mantive o meu ciclo de recenseamento na minha cidade onde nunca faltei a uma eleição (até agora). Gostava de ter paciência ( a palavra adequada é pachorra) para fazer comentários a noticias e alguns "post" mas decidi não comentar politica, sela ela nacional ou autarquica e futebol. Estou a escrever neste apenas para referir que os "jovens turcos",apesar da porcaria que fizeram neste cidade, neste momento foram promovidos ao governo do sr. Costa. Apenas porque fizeram parte da "jota" do partido. Mas é o país que temos...

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  25. @21:14
    Tanta azia...

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  26. Frota deu o tiro de partida. Está aberta a caça aos jovens turcos.

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  27. @21:14
    Está visto que não aprendeste nada com os resultados de domingo, nem o que eles significaram e significam para os eborenses...

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  28. @ 22:05
    Marquem a "montaria" e contém comigo.

    Nunca deixo de parte uma boa caçada

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  29. os turcos já foram caçados no Domimgo!!!

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  30. 21,19 Pegando nos jovens turcos e no clã Fernanda Ramos e no Clã Troncho,dois clãs poderosos no sistema da podridão,queriam que pessoas sérias e trabalhadoras do PS com provas dadas ex...Patinho Serrano Capoulas viessem para o grelhador da murraça,fizeram e bem um manguito a Seguro.
    O ps de Évora tem que começar do zero com novas pessoas e com novas forma de pensar e lutar pela CIDADE,porque destes do passado nem no tapete da porta os EBORENSES OS QUEREM!

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  31. @22:46
    Essa foi a caça dos eborenses e pareceu relativamente pacifica.
    Esta agora parece mais perigosa e, suspeito, vai dar sangue....

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  32. Enquanto os verdadeiros socialistas mantiverem direções locais e nacionais da direita liberal vão pagando as consequências.
    A nível local essa direita esta diretamente ligada a interesses empresariais obscuros.
    Jamais com gente desta o PS terá a confiança do povo de esquerda.
    Não se iludam que o voto nacional foi de protesto contra a direita e não um a favor da esquerda socialista.

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  33. O PS do amiguismo e das negociatas, o PS do Ernesto, da Cláudia, do Jorge Araújo, dos costas e monarcas desta vida) foi brutalmente DERROTADO nestas eleições. O Povo Eborense não merece esta gentinha!

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  34. Porquê, Manuel Melgão?.Como foi possível deixar-se enredar ,como foi possivel ter uma equipa tão fraca?Por exemplo ,para a Assembleia Municipal,quantas e quantos oportunistas lá estão,que nada têm a ver com causa pública,que apenas procuram empregos para os filhos,ou projecção pessoal?E aceitou dar a cara ,assumir uma candidatura,com pessoas deste nível? Nunca deveria ter aceitado tal presente envenenado.Foi ambição?Foi pelo partido?Por Évora não foi.Certamente,conhece-se a si próprio.Não nasceu para Presidente de uma cidade como Évora.E cada um, é o que é.Deu o máximo,mas não foi,nem nunca seria suficiente.Honestidade não basta.Por exemplo,um Presidente de Câmara não pode preocupar-se com as ninharias a que se dedicou nos últimos meses,até pela imagem.É ridículo.Como é possível,quem o assessoria,quem o aconselha ,nunca lho ter dito.Será que foi intencional?Terá que reconhecer que Évora merece ,muito,muito mais.
    Rodeou-se de oportunistas,de gente sem escrúpulos,que apenas defende interesses pessoais.Espero que lhe tenha servido de lição.E ,estou plenamente convicta que os próximos 4 anos nada resolverão .Tudo ficará na mesma.

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  35. @11:18
    «estou plenamente convicta que os próximos 4 anos nada resolverão .Tudo ficará na mesma.»

    Eu se fosse a si não estava assim tão convicta. Pois há muita coisa que vai mudar. E para melhor.

    Desde logo vai ter uma câmara aberta à participação de TODOS os interessados e não apenas ao serviço de grupos de amigos. E não será só isso, ainda que isso não seja coisa pouca...

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  36. "...Desde logo vai ter uma câmara aberta à participação de TODOS os interessados e não apenas ao serviço de grupos de amigos..."

    deixa-me rir lolol

    O PCP...aberto a todos??? pluri opiniões?? vai vender banda da cobra pra outro lado

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  37. Só não vão ocupar novamente o jornal do velho Piçarra porque a Lei não permite...

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  38. Isto parece um hospital de campanha. É só gente a lamber feridas e outros a pedir sangue e cabeças de generais.
    Poupem-nos a mais desgraças. Se não for pedir muito, tratem disso com discrição.

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  39. DIÁLOGO EDIFICANTE, NO FACEBOOK:

    José Frota: Talvez que na minha indecisão em quem votar, a Cláudia possa vir a ser o factor desiquilibrantes… (27/9 às 22:32)

    Cláudia Sousa Pereira: obrigada! Até estou meio embaraçada… (27/9 às 23:00)

    José Frota: Mas é verdade. Tenho muito apreço por si quer pessoal que intelectualmente. E vi-a sempre dar a cara, corajosamente, em situações bem difíceis… (27/9 às 23:06)

    José Rodrigues dos Santos: Concordo! (28/9 às 10:21)


    Ora digam lá se este diálogo não é edificante e bastante esclarecedor sobre estas personagens?

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  40. os gajos dão a cara e assinam... eh eh eh eh... aqui em Évora! São malucos

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  41. Mas quem são estas personagens ? Alguém lhes passa cartão? Alguém está interessado no que dizem/escrevem/pensam ? São três personagens menores da vida eborense que vão eclipsar-se durante 4 anos ou então vão servir de força de bloqueio. Cá estaremos para ver

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  42. 14:03 Frota e JRdS, assinar o que dizem têm-no feito frequentemente (o Frota várias vezes não assina e não engana ninguém). Quanto a dar a cara, a história já é outra. Muitas vezes refugiam-se num conveniente silêncio.

    O que não é de maneira nenhuma verdade é que a vereadora Cláudia Pereira tenha dado sempre a cara: bem me lembro de inúmeras ocasiões em que cobardemente desapareceu, se escondeu atrás das costas do presidente ou do biombo opaco da institucionalidade camarária, aquando da guerra que moveu aos agentes culturais do Concelho.

    Mas o diálogo no facebook, aberto ao público, é de facto edificante do pequeno mundo do poder socialista e dos seus serventuários. Era como se vivessem noutra terra, noutro planeta.

    Estou certo que para vários eborenses a vereadora Cláudia foi o "fator desequilibrante"... para não votar PS!

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  43. A vereadora Cláudia dar a cara? Cumprir responsabilidades e compromissos? Contem coisas novas!

    Foi a grande vitória da noite eleitoral ver essa criatura fora da Câmara!

    quem não trabalhou debaixo das ordens dela não conhece a víbora...

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  44. Exmo Sr. Frota,
    Discordo totalmente. Sou simpatizante do PS, sempre votei PS, mas o descalabro da gestão camarária levou-me a votar CDU e, enquanto me lembrar de tanta incompetência, dos 12 anos de absoluta nulidade em termos de acções que desenvolvessem a cidade, da arrogância e do entreposto comercial de «tachos» em que este PS/Évora se transformou, não voltarei a votar PS. De igual forma, ao contrário do que diz, não reconheço nesta gestão de 12 anos qualquer traço democrático. Não me consta que algum dia tenham ouvido os cidadãos (talvez apenas os detentores de cartão pensem de forma diferente...). Não sei como será a gestão CDU, mas uma coisa lhe garanto: pior do que os 12 anos passados não poderá ser pela simples razão de que é... «IMPOSSÍVEL»!

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  45. Caro anónimo das 21.38 aceito perfeitamente a sua discordância em relação ao que escrevi. Disse de sua justiça sem necessidade de me ofender ou ofender.Só por isso tenho de agradecer.
    Sobre o indivíduo da KGB eborense (o poltrão das 12.55) que desempenha o papel de infiltrado entre os meus amigos virtuais,é merecedor do mais profundo desprezo vindo para aqui transcrever conversas de natureza pessoal. Já eliminei o artista do referido grupo.Metem-me asco os espias da privacidade alheia,os traidores da confiança dos outros.
    Finalmente quero dar a mão à palmatória quanto a uma afirmação que no texto postado se revelou errónea:foi em Sesimbra e não em Évora que se registou a maior abstenção a nível nacional.

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  46. ahahaha a fotografia é linda : Rui Praxedes, Natanael Vinha, Francisco Costa e o inenarrável Nuno Lino a levarem com umas pás de terra. Isto sim foi uma morte anunciada. Por onde andarão que não se ouve um pio ?

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  47. @22:22
    Caro J. Frota,

    sendo "o poltrão das 12.55", agradeço que me tenha avisado que estou ao serviço do KGB pois, até agora, desconhecia. Prometo que vou tentar averiguar porque nunca fui contactado pela organização e, sobretudo, porque nunca recebi os cheques pelos serviços prestados...

    Quanto a ter-me "eliminado" de um "grupo" qualquer que também desconheço, tenho a informá-lo que não me eliminou de grupo nenhum pois tenho cuidado de escolher as pessoas e os grupos com quem convivo. E o senhor não faz parte deles.

    Por fim, quanto a "conversas de natureza pessoal", aconselhava-o a ter mais cuidado com os grupos que escolhe, pois a conversa está acessível na internet, na página de facebook da senhora Cláudia Pereira, a qualquer um e não um grupo restrito de pessoas. Mas isso não é culpa do "poltrão das 12.55, ao serviço do KGB" que até pensou que havia vontade dos intervenientes em que a converseta fosse conhecida e divulgada junto do público da internet, entre os quais se incluiu "o poltrão das 12.55".
    Se a converseta era privada, peço-lhe desculpa e, já agora, peça o senhor ao seu amigo Carlos Júlio que a elimine deste fórum.

    *"o poltrão das 12.55, ao serviço do KGB"

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  48. Esta das conversas privadas em contas abertas ao público tem muita graça. Eu, que certamente não sou amigo, nem de Facebook, da ex-vereadora Cláudia Pereira ou do Frota, também li a conversa, aliás ainda agora acessível (confirmei agora mesmo). Um dos dois, ou ambos, quiseram que a conversa fosse pública. Quando não, tinham outras opções. Se há razão para lamentar-se, Frota enganou-se no(a) destinatário(a). Quanto aos insultos, confirmam os seus diálogos edificantes.

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  49. É verdade. Confirmo. Lá está a converseta, no facebook da Claúdia. Também não sou amigo nem do Frota nem da Cláudia. E não faço parte de nenhum grupo do Facebook.
    O Frota anda mesmo destrambelhado. E então depois de domingo...

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  50. Nos montes de lama que certos “anónimos” têm vindo a derramar nos “comentários” que aliás não comentam nada, antes colonizam o blogue com uma ofensiva de verdadeira guerra de propaganda, surge um encoberto que se vale de umas frases a que teve acesso nno FB para esvaziar a sua cloaca de ressentimentos. Introduzido em fraude na página, o encoberto lê “um diálogo”, que transcreve:
    “José Frota: Talvez que na minha indecisão em quem votar, a Cláudia possa vir a ser o factor desiquilibrantes… (27/9 às 22:32)
    Cláudia Sousa Pereira: obrigada! Até estou meio embaraçada… (27/9 às 23:00)
    José Frota: Mas é verdade. Tenho muito apreço por si quer pessoal que intelectualmente. E vi-a sempre dar a cara, corajosamente, em situações bem difíceis… (27/9 às 23:06)
    José Rodrigues dos Santos: Concordo! (28/9 às 10:21)”

    O encoberto rejubila: “Ora digam lá se este diálogo não é edificante e bastante esclarecedor sobre estas personagens?”

    Pois sejamos claros: Concordo com o JF (que não conheço pessoalmente) quando escreveu “Tenho muito apreço por si quer pessoal quer intelectualmente. E vi-a sempre dar a cara, corajosamente, em situações bem difíceis…”
    A Cláudia Sousa Pereira é uma Amiga, não virtual, não do FB e quejandos, mas da vida real. Uma excelente pessoa, uma excelente Colega investigadora, contribuindo o melhor que pode a projectos comuns, mulher leal, sempre solidária. A Cláudia Sousa Pereira é uma Amiga, e orgulho-me por ela me manifestar também alguma amizade.
    Era o que estava em causa? Está visto.
    Não assumo nenhuma das escolhas eleitorais do senhor JF, nem outros, e não tenho hábito de vir expor as minhas.
    Outra coisa, inteiramente diferente, que não interessa a essa gente reconhecer, são as escolhas políticas da CSP, e algumas das medidas que tomou ou não tomou enquanto vereadora.
    As escolhas políticas, com a adesão à máquina do PS, estão muito, muito longe das minhas. As escolhas políticas, em participar numa aventura que eu via como errada, destinada ao insucesso (“independente” devorada pela máquina), são as dela. Mas nem por isso deixo de considerá-la minha amiga. Apesar de tudo, também podia ser eu a estar errado. O que não nego é a coragem que foi e é necessária para assumir responsabilidades autárquicas numa cidade doente como é Évora, minada pelos ódios partidários, expondo-se às agressões, às más vontades, às sabotagens que aqui se consideram normais: e que poderão também onerar a próxima vereação. A sua acção como vereadora, não me cabe julgá-la: quem sou eu para o fazer, senão no meu voto que felizmente é secreto? Quando a ela, enquanto pessoa, alguém que não conheço diz “E vi-a sempre dar a cara, corajosamente, em situações bem difíceis…”, pois bem, digo: Concordo!
    O encoberto não concorda? Que se lixe. A minha opinião é esta, afirmo-a e o cobarde encoberto terá a sua. Fique com ela.
    E não será no momento em que os eleitores manifestaram claramente que não aprovam a vereação cessante, que eu vou abdicar da estima pessoal que tenho por uma pessoa que se encontra entre quem foi derrotado. A amizade inclui um dever, a lealdade. Mas isto são conversas que os cobardes não entenderão. Nunca. JRdS

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  51. Este blogue está cada vez mais divertido.
    Continuem a destilar a azia, mas tenham cuidado, com as úlceras...

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  52. Tens razão. Isto anda animado por aqui. Já o "mais évora" parece transformado no "Diário da Manhã" do novo regime, assim tipo "Voz do Dono", mesmo antes da Câmara mudar de mãos.

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  53. Há aqui gente com muita falta de sexo. Só pode.

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  54. A partir de agora no "mais évora" quando houver uma ruptura num cano de água a explicação não será "demora dos serviços camarários", mas sim " a Câmara tendo em atenção os municípes está a oxigenar a água para lhe aumentar a qualidade"...

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  55. O rennie já esgotou nas farmácias de Évora, mas a AZIA continua por aqui.
    E continuam sem (querer) perceber o que aconteceu, no passado Domingo, e porque os eborenses lhes viraram as costas.

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  56. Para quem quiser ler na página do facebook da vereadora Claudia Pereira, com likes e tudo. Não percebo como é que ainda alguém nega o que é público e documentado com as fotografias dos intervenientes. Não é uma fraude está visivel na página da ainda sr vereadora

    José Frota Talvez que na minha indecisão em quem votar, a Cláudia possa vir a ser o factor desequilibrante...
    27/9 às 22:32 · Gosto · 4

    Claudia Sousa Pereira Obrigada! Até estou meia embaraçada...

    27/9 às 23:00 através de telemóvel · Gosto

    José Frota Mas é verdade. Tenho muito apreço por si quer pessoal quer intelectualmente. E vi-a sempre dar a cara, corajosamente, em situações bem difíceis...

    27/9 às 23:06 · Gosto · 8
    José Rodrigues Dos Santos Concordo!

    28/9 às 10:21 · Gosto · 2
    Antónia Canivete Faço minhas as palavras dos anteriores comentadores. Tudo de bom Cláudia. Um beijo.

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  57. O marido da gorda do bacelo devia parar com a brincadeira porque ainda se pode dar mal.

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