sexta-feira, 13 de setembro de 2013

VAMOS AO GRÃO!, por J. Andrade Santos


No dia 10 do corrente, foi publicado no vosso blog um artigo da autoria do senhor F.Chalaça que me refere abundantemente no texto.
Gostaria de ter a possibilidade de lhe responder, nas mesmas condições de visibilidade.
Seria possível publicar essa resposta no vosso blog?
JAS

Publica hoje no Diário do Sul o senhor Francisco Chalaça mais um artigo em que pretende pateticamente branquear a responsabilidade do PS na actual situação de falência técnica da Câmara Municipal de Évora, tentando imputá-la à CDU que deixou de nela ter a maioria há perto de 12 anos!
Nesse artigo, algo se me afigura não obstante sensato: escreve o articulista que não pretende eternizar a discussão sobre este assunto, e que será a última vez que abordará a temática da situação financeira da CME na perspectiva da dívida herdada.
Sábias palavras! Com efeito, quanto mais o assunto é debatido, mais se percebe que a iniciativa do senhor Chalaça se virou contra ele, e contra a força política que ele apoia.
Mas, vamos ao grão!
No seu artigo de hoje, o senhor Chalaça afirma fundamentalmente duas coisas: em primeiro lugar, que as Contas de Gerência do Município não são credíveis, e que consequentemente, os números nelas contidos sobre o endividamento camarário não permitem tirar conclusões, e em segundo lugar, que só da auditoria da Arthur Andersen se podem retirar dados fiáveis, e concluir a partir deles com segurança.
Quanto à primeira afirmação, acrescenta o senhor Chalaça que”mais tarde” (…quando?...)”com os mandatos do PS, os Balanços passaram, com rigor, a refletir a situação patrimonial da autarquia”. Mas o facto é que todos os valores que eu citei de endividamento da CME entre 2001 e 2012, foram retirados de Contas de Gerência aprovadas por Assembleias Municipais de maioria PS! Credíveis consequentemente de acordo com o critério do senhor Chalaça. E foram eles:
2001- 37 milhões de Euros
2002 - 38 milhões
2003 - 39 milhões
2004 - 41 milhões
2005 - 42 milhões
2006 - 44 milhões
2007 - 45 milhões
2008 - 49 milhões
2009 - 70 milhões
2010 - 68 milhões
2011- 79 milhões
2012 - 74 milhões
Como se pode verificar, a dívida vai crescendo paulatinamente ao longo do primeiro mandato do PS, de 2002 a 2005. Seria impossível “diluir” mais de 30 milhões de pretensas “dívidas escondidas” do último ano de gestão CDU nas Contas aprovadas em 2003, 2004, 2005 e 2006. Ou seja, tais dívidas só existem na imaginação do senhor Chalaça.
Compreende-se assim a tentativa do senhor Chalaça para lançar a dúvida sobre os números oficiais das Contas de Gerência. Mas alguns segundos de análise lógica dos números bastam para afastar qualquer dúvida, e perceber o que efectivamente se passou.
Não vale a pena perder tempo com o mapa apresentado pelo senhor Chalaça, com origem no relatório de auditoria da Arthur Andersen, mapa esse que mistura alhos com bugalhos, ou seja, dívidas com “responsabilidades assumidas com impacto futuro”, ou “processos em contencioso com pedidos de indemnização financeira”.
Mas vale a pena referir que a tal auditoria foi comprada pela maioria socialista da CME a uma empresa que desbaratou o seu capital de credibilidade, e viria posteriormente por isso mesmo a desaparecer. A dita Arthur Andersen certificou como boas as contas da empresa norte americana  ENRON, que se veio a verificar  ser um caso de polícia, e cujos responsáveis apareceram nos noticiários de todo o Mundo com algemas nos pulsos, a caminho da prisão, por motivo de uma gigantesca fraude !
Não há dúvidas que nos quiseram mesmo tomar por tolinhos !

J. Andrade Santos

27 comentários:

  1. Depois ler este artigo do Mais Évora fiquei sem dúvidas nenhumas sobre de quem é a responsabilidade da situação financeira da CME. Ora leiam:

    «SEPARAR O TRIGO DO JOIO

    A ignóbil mentira sobre a dívida da CME em 2001, engendrada pelo PS com base numa auditoria trapalhona (ou manipulada?), foi desmascarada na praça pública ao comprovar que os valores da dita auditoria não tinham nenhuma correspondência com os números constantes dos Relatórios de Contas da autarquia, quer dos mandatos CDU, quer dos mandatos PS.

    Desmascarada a mentira, começa a surgir uma nova versão, revista e actualizada, da novela da dívida. Segundo os novos "revisores de contas" e outros pescadores de águas turvas, a actual dívida de 74 milhões (a que se esquecem quase sempre de somar os 11 milhões de dívida da Habévora) é constituída por duas partes: uma parte (37 milhões de euros) é dívida da CDU e outra parte (37 milhões de euros) é dívida do PS.

    Pretendem insinuar, os novos "revisores de contas" e outros pescadores de águas turvas, à boleia de um crescente sentimento nacional misto de frustração e oportunismo, que os políticos e os partidos "são todos iguais".

    Ora, é conveniente que se saiba, esta nova versão também não condiz com a realidade dos factos. Com efeito, a dívida que existia em 2001, no valor de 37 milhões de euros, já não existe. Foi paga ou anulada com o património privado da CME, que a gestão CDU incluíu na "pesada herança". E as contas nem são muito difíceis de fazer.

    Logo nos primeiros anos dos mandatos PS foram vendidos os terrenos do PIC (junto à rampa do Seminário), que valiam cerca de 10 milhões de euros. E pouco tempo depois, em 2004, foi entregue à AdCA, vultoso património de infraestruturas de águas e esgotos, que a CME tinha avaliado em cerca de 30 milhões de euros, para efeitos de integração na empresa multimunicipal que esteve para ser criada em 2001. E só nestas duas parcelas, a dívida ficou liquidada e anulada.

    Mas ainda se poderia acrescentar mais uma centena de lotes para instalação de indústrias, serviços ou habitação, também deixados na "pesada herança" e que a gestão PS foi alienando ao longo dos últimos anos. Ou os terrenos da Horta das Figueiras e Bacelo onde vieram a ser construídos os 136 fogos de habitação social. Ou os terrenos onde vieram a ser construídas as escolas básicas do Bacelo e dos Canaviais, todos eles adquiridos em mandatos CDU.

    E ainda se podia falar da receita, em taxas, impostos municipais e compensações, que adviriam da implementação da "Unidade de Execução dos Leões", estimada em 25 milhões de euros, e que a gestão PS tratou de anular, logo em 2002, vá lá saber-se porquê?

    Em suma:

    A dívida CDU foi paga com o valor das receitas provenientes do património privado da CME, que a gestão CDU deixou na autarquia em 2001.

    A actual dívida de 85 milhões de euros (74 milhões da CME + 11 milhões da Habévora) é da exclusiva responsabilidade de quem governa a autarquia desde 2001.

    Em 2001, a CDU indicou as receitas que tencionava utilizar para pagar a dívida. O que se espera agora do PS é que diga aos eborenses onde e como tenciona obter as receitas para pagar a dívida de 85 milhões de euros. À custa do património adquirido nos últimos 12 anos, não é certamente.

    Se não o fizer até ao próximo dia 29 de Setembro, cabe aos eleitores a responsabilidade de separar o trigo do joio, no momento em que depositarem o voto na urna.»

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  2. Essa do património da CDU deixado, para pagar as dívidas só pode ser anedota, o que deixaram foram calotes de 14 milhões de contos o resto é a tentativa de tapar o sol com uma peneira.
    A auditoria, não só o relatório, onde estão identificadas todas as faturas por pagar e todos os créditos de terceiros sobre a CME, são do conhecimento dos vereadores, de então, da CDU. A consulta às atas das reuniões da CME, do 1ª ano de mandato do Zé Ernesto, comprova o número de faturas e o montante da despesa, que foi levada ao conhecimento dos vereadores e que não entrou no encerramento de contas de 2001. Muitas dessas faturas foram pagas ao longo de 2002 e, obviamente, não se refletiram na divida (apurada em 31/12/2002), a CDU sabe isto, o Andrade tinha obrigação de saber, qualquer municipe pode solicitar a consulta dos documentos. Tudo o resto que o Andrade escreve se não é pura ignorância é uma tentativa de atirar aos eborenses areia para os olhos.
    No dia 29 os eborenses mais uma vez, como ao longo dos últimos anos, (em eleições autárquicas e legislativas)irão demonstrar que não se deixam enganar pela mentira e pela, forma como alguns os pretendem fazer passar por tolos.

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  3. Ernesto e Melgão desbarataram os dinheiros públicos.


    Eborenses é este Incompetente que quereis para Liderar o concelho?

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  4. Andrade Santos - um dos maiores snobes arrogantes da nossa cidade. Um papa-almoços.

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  5. outra vez a historia da divida? porra que é demais! casa um que tires as suas conclusões..

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  6. @13 Setembro, 2013 12:39
    Aos factos e números apresentados respondeste NADA. Só paleio da treta e conversa dilatória.

    Mas até te compreendo. Não é fácil contrapor argumentos contra NÚMEROS e FACTOS tão tão concretos e evidentes.
    O PS/Évora transformou-se num partido que faz da intrujice e da mentira a sua arma política. No resto, é apenas um rotundo fracasso estratégico e falência financeira e organizativa.

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  7. ESTOU FARTO DE OUVIR FALAR DA MERDA DA DÍVIDA!
    FORAM OS 2 PARTIDOS OS RESPONSÁVEIS!

    AGORA TRATAM OS ELEITORES COMO SE FOSSEM ATRASADOS E CADA UM SACODE A ÁGUA DO CAPOTE!

    O QUE EU QUERO SABER É O SEGUINTE: COMO VAMOS SAIR DAQUI?
    QUE IDEIAS TÊM VOSSAS INCELÊNCIAS?
    TÊM SOLUÇÕES? OU SÓ TÊM ACUSAÇÕES MÚTUAS?

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  8. NEM MAIS:

    «A actual dívida de 85 milhões de euros (74 milhões da CME + 11 milhões da Habévora) é da exclusiva responsabilidade de quem governa a autarquia desde 2001.

    Em 2001, a CDU indicou as receitas que tencionava utilizar para pagar a dívida. O que se espera agora do PS é que diga aos eborenses onde e como tenciona obter as receitas para pagar a dívida de 85 milhões de euros. À custa do património adquirido nos últimos 12 anos, não é certamente.

    Se não o fizer até ao próximo dia 29 de Setembro, cabe aos eleitores a responsabilidade de separar o trigo do joio, no momento em que depositarem o voto na urna.»

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  9. @13:56
    Foram os dois responsáveis pela dívida, mas:

    - um deixou património suficiente para pagar a dívida (que aliás já foi vendido e cedido nos últimos 12 anos - ver acima a discriminação)

    - ou outro, depois de vender o património que recebeu não só não pagou a dívida como vai deixar 85 milhões de euros de dívida.

    Agora ao menos que nos digam com que receitas tencionam pagar a dívida, se venderam o que havia e não adquiriam qualquer património em 12 anos, sendo obrigados a andar com os serviços em pavilhões alugados.

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  10. O patetinha das 13:49 repete disparates completamente desacreditados sem fazer a mínima ideia da barbaridade que diz. Então a suposta dívida era de 70 milhões em 31 de Dez de 2001 e passou para 38 milhões em 31 de Dez de 2002? Num só ano, a Câmara PS pagou 32 milhões de euros de dívida? Mesmo que esse delírio fosse possível, como é que o balanço das despesas e receitas nas contas anuais socialistas não acusa nada?
    A resposta é muito simples. No final de 2001 a dívida era de 37 milhões, tal como foi reconhecido e aprovado pelos próprios socialistas.
    O resto são delírios e desculpas muito esfarrapadas de maus pagadores.

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  11. Tenho uma tia de idade avançada, já meio patareca, mas que volta não volta acerta forte e feio quando se metem com ela. A filha, Zulmira, é assim para o psicadélico, mete uns chazitos de vez em quando e alterna o passo acelerado com o slow motion meio alucinado. A prima, só para irritar a minha velha tia, diz que é comunista e não perde uma manifestação ou acção de protesto
    - Vou a uma acção de campanha da CDU
    - Assim vestida, toda de negro, e com essa cara de enterro?
    - Estamos em luta e de luto
    - De luto, já? Não tenha pressa, as eleições são só no dia 29!

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  12. Você sabia que em 2001 a CME não usava a contabilidade patrimonial, (POCAL) e que foi por isso, (ineficácia da contabilidade pública) que lhe foi possível omitir os 35 milhões de dívidas a fornecedores?

    Sabia que com a CDU, não existiam "mapas de demonstrações de resultados" ou balanços que expressassem a situação patrimonial
    quer activa (terrenos, viaturas e qualquer outro tipo de imobilizado), quer passiva créditos sobre a autarquia?

    Imagina o que terá sido a dificuldade da Arthur Andersem, para, no meio de tanta desorganização, ter identificado toda a dívida que se encontrava espalhada pelas gavetas dos diversos departamentos?

    Sabia que as contas não eram auditadas e que a CME não possuía um Revisor Oficial de Contas?

    Sabia que na altura não existiam entraves à contração de crédito e que quando era preciso dinheiro o Abilio atravessava a praça e ía ali ao "Banco Ultramarino" buscar mais um milhõesitos de contos?

    Se sabia, tambem sabe porque chegámos onde chegámos, se não sabía pense sobre isto.

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  13. A minha velha tia, mesmo meio patareca, gosta de guardar distância mas, ao mesmo tempo, não perde tempo para umas alfinetadas.
    No regresso de mais uma acção de campanha, a minha prima Zulmira, experimentou uma dessas situações:
    - Zulmira já que tem essa mania de ser comunista, explique-me lá o que aconteceria se o deserto do Saara fosse governado por comunistas?
    - Mãe, não seja aborrecida. Provavelmente, nada
    - No início talvez, mas depois ia começar a faltar areia

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  14. ha.ha.ha, pode estar ligeiramente exagerado mas lá que corresponde à verdade lá isso corresponde.

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  15. O meu voto vai directamente para o Jaleco,é hora de um novo partido ter gestão na autarquia,basta de esquerda caviar!

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  16. @14:58
    Ainda não percebeste que nessa conversa da treta a bota não condiz com a perdigota?

    Ainda não percebeste que, se a dívida fosse de 70 milhões em 2001, não podia ser de 38 milhões em 31 de Dez de 2002?

    Só um louco é que acreditaria que a CME conseguia pagar num ano 32 milhões de euros de dívida. E, se por milagre conseguisse, ainda seria necessário explicar donde vieram as receitas para obter esses 32 milhões de euros. E a resposta vai sempre parar ao mesmo: A CDU deixou património privado na autarquia que dava para pagar a dívida que existia no final de 2001.

    E, hoje, não há património e a dívida (85 milhões) é muito mais do dobro da que a CDU deixou.

    Agora o que tens de explicar a todos nós, é onde a actual gestão da CME tenciona ir buscar as receitas para pagar a actual dívida.
    Essa é a explicação que o PS tem da dar aos eborenses! E, se não for capaz, dia 29 de Setembro vai ter a resposta!

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  17. Nesta história da dívida começa a ficar claro o seguinte:
    - o PS orquestrou uma campanha demagógica, através de uma auditoria trapalhona, para empolar a dívida que existia efectivamente em 2001.
    - ao tentar esconder o gato, deixou o rabo de fora: as contas que o próprio PS apresentou em 2002, 2003 e seguintes.
    - não consegue justificar minimamente como uma dívida de 70 milhões poderia baixar, num só ano 33 milhões, para que no final de 2002 (já num relatório PS) a dívida se situasse em 38 milhões. (donde provieram as receitas?)
    - havia uma quantidade considerável de património privado da CME em 2001: terrenos, lotes, infraestruturas de águas, infraestruturas de esgotos e receitas decorrentes de iniciativas urbanísticas municipais que o PS decidiu interromper, quando tomou posse.
    - as receitas deste património, alienado nos últimos 12 anos, afiguram-se de valor equivalente ao da dívida de 2001.
    - Se a dívida e o valor do património deixado em 2001 forem equivalentes, a actual dívida de 85 milhões é da inteira responsabilidade dos mandatos PS.

    - Se assim for o PS está metido numa embrulhada, pois terá de explicar muito bem aos eborenses duas coisas:
    - desde logo a mentira propalada ao longo de 12 anos
    - em segundo lugar, que receitas pretende utilizar para pagar a dívida que existe na CME e Habévora.

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  18. andas a fumar erva estragada bem arranjado estava o Ernesto se para pagar os calotes da CDU, escondidos em gavetas, usase os miseros tostões e património que lhe deixaram. Todos estamos lembrados que na semana antes das eleições foram transferidos para as juntas os últimos escudos dos depósitos, o que o Zé Ernesto encontrou foram 14 milhões de contos em dívidas e os cofres exauridos.
    Quanto a dia 29, cá te espero.

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  19. Á medida que se começam a conhecer os factos, começa a ficar claro que a história da pretensa dívida de 70 milhões não passa de mais um embuste do partido socialista.

    Com tal gente ao comando da nau, não admira que nos tenham arrastado para um pântano.

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  20. anda por aqui um cretino que, para lançar a confusão, fala da dívida da Habévora:

    «A actual dívida de 85 milhões de euros (74 milhões da CME + 11 milhões da Habévora) é da exclusiva responsabilidade de quem governa a autarquia desde 2001".


    A CDU tem sempre um qualquer andrade disponível para assumir o papel de imbecil de serviço.
    Neste caso concreto quem quiser ficar esclarecido, basta deslocar-se hoje, às 21:00 aos Paços do Concelho, e assistir à Assembleia Municipal que tem como um dos pontos da OT a aprovação das contas consolidadas de 2013.

    Os aldrabões da CDU, andrades e outros, podem então constatar que a divida consolidada em 31/12/2013 é de:

    Dividas a terceiros m.l.p. - 18,4
    Dividas a terceiros c.p. - 57,9

    total da divida consolidada (CME + Empresas Municipais) - 76,3 Milhões de euros.

    Portanto, cambada de ignorantes inúteis, têm oportunidade de se esclarecer, deixem-se de andar a consporcar os fóruns.

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  21. COMUNAS e XUXAS viveram foi bem acima do orçamento.
    Enquanto a Vaca como os comunas sempre do contra (mas gostam de mamar na teta do subsidio do capital) dava leite - mais ou menos até 2001 - foi um fartar de vilanagem. A conta era sempre para pagar mais tarde, como se veio a constatar. Esta história lembra as PPP's Sócratinas, Leva hoje e começa a pagar daqui a 5 anos.


    Depois chegaram os outros XUXAS e não olharam que a economia definhava mas o juro continuava baixo. Irresponsavelmente continuavam a endividar-se cada vez mais.

    AS desgraça tem um nome: COMUNAXUXALHADA.

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  22. Já se percebeu que o PCP geria a câmara como se fosse a festa do Avante. Tudo entre camaradas, e contabilidade manipulada para dar jeito. Auditorias externas era mentira.

    Mas o PS só fez merda e a merda maior foi o negócio das águas.
    Alandroal, Redondo, Reguengos, Mourão está tudo de bem com o novo sistema. A barracada foi Évora. Como é que estes Ernestontos puderam ser tão cretinos?

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  23. Em 2001 havia dívida de 37 milhões e património sificiente para pagar essa dívida (terrenos PIC, Infraestruras águas e esgotos, mais de uma centena de lotes para construção de industrias, serviços e habitações, outros terrenos...)

    Esse património foi vendido e nada foi adquirido em troca.
    E agora onde vão buscar o dinheiro para pagar os 76 milhões da dívida?

    Ainda por cima quando esssa dívida vai crescer 5 milhões/ano só à custa do negócio ruinoso das águas.

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  24. O PS é ruína!
    Tudo aquilo onde pousam acaba na falência.

    A CME não é a excepção. É a regra!

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  25. @18:31

    HABEVORA
    2009 divida (passivo exigível) - 11.792.632 €
    2010 dívida - 11.777.471 €
    2011 dívida - 11.685.845 €

    Fonte: Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2011 e 2012
    (http://www.otoc.pt/pt/noticias/anuario-financeiro-dos-municipios-portugueses-2011-e-2012/)

    Agora diz-nos onde estão os teus dados para todos podermos consultar?

    Ou então explica-nos donde vieram as receitas para pagar os 11 milhões das dívidas de 2011.

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  26. Porra, apanha-se mais depressa um XUXA, que um coxo!

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  27. A sua tia está de facto patareca, ela terá desculpa, o senhor não...

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