segunda-feira, 9 de setembro de 2013

SERÁ QUE NOS TOMAM A TODOS POR PARVOS?..., por J. Andrade Santos


No dia 22 de Agosto, li no Diário do Sul um artigo assinado pelo sr. Francisco Chalaça, informando o povo ignaro que a situação de falência da Câmara Municipal de Évora se devia ...à CDU que 12 anos antes, teria deixado uma dívida ainda maior que a actual ! Dias mais tarde, li o mesmo texto no ACINCOTONS (ver aqui), publicado sem assinatura. Achei que a enormidade já estava a circular demasiado, e sem freio, e 
tratei de responder através de artigo enviado ao Diário do Sul, e do qual anexo cópia. Seria possível publicá-lo no vosso blog ?
J.A.S

SERÁ QUE NOS TOMAM A TODOS POR PARVOS?

A Câmara Municipal de Évora vive uma situação financeira como nunca conhecemos.
Serviços e obras paralisados, falta de crédito na praça para qualquer aquisição por muito pequena que seja, apoios financeiros contratados com agentes desportivos e culturais por pagar, dívidas às freguesias, são algumas manifestações desta situação que não escapam à atenção dos eleitores.
Em artigo de opinião publicado no Diário do Sul com a assinatura de Francisco Chalaça e, posteriormente, integralmente transcrito nos blogs mais seguidos em Évora, surge uma “explicação”. A culpa da situação não estaria na gestão que o PS tem feito nestes três últimos mandatos, a culpa é atribuída à CDU que ao deixar a gestão da CME em finais de 2001 teria deixado uma dívida incomensurável, muito superior à actual, e cujos impactos a maioria PS não teria sido capaz de resolver nestes 12 últimos anos !
Perante a enormidade deste insulto à inteligência dos eborenses, fomos à procura dos dados oficiais relativos ao endividamento camarário.
As contas da Câmara Municipal de Évora são elaboradas anualmente pelos serviços camarários, auditadas por um Revisor Oficial de Contas, e depois de passar pela reunião pública da Câmara são enviadas à Assembleia Municipal onde são discutidas no mês de Abril do ano seguinte e, depois de aprovadas, publicadas na página da CME na internet, onde qualquer de nós as pode consultar.
Não se trata portanto de segredos de Estado, nem de produto de ciências ocultas, mas sim de dados obrigatoriamente à disposição dos eleitores. Os números extraídos das contas de gerência que traduzem a evolução do endividamento da CME são os seguintes:

2001 - 37 milhões de Euros
2002 - 38 milhões
2003 - 39 milhões
2004 - 41 milhões
2005 - 42 milhões
2006 - 44 milhões
2007 - 45 milhões
2008 - 49 milhões
2009 - 70 milhões
2010 - 68 milhões
2011 - 79 milhões
2012 - 74 milhões

Segundo a conta de gerência aprovada em 2002, já com a maioria PS na Câmara e na Assembleia Municipal, a dívida total da CME em finais de 2001 era de 37 milhões de Euros.
No primeiro mandato de maioria PS (2002 a 2005) o endividamento foi em média de 40 milhões, subindo para 52 milhões no segundo mandato (2006 a 2009) e para 70 milhões nos três primeiros anos do actual mandato (2010 a 2013). Como as receitas camarárias foram de aproximadamente 44 milhões de Euros anuais neste período, verifica-se que a dívida actual tende para um valor equivalente a dois anos de receitas criando uma situação insustentável e sem paralelo desde a criação do Poder Local democrático após o fim da ditadura fascista.
Consultados os documentos oficiais pertinentes, não se encontrou portanto nas contas que vão do exercício de 2001 ao exercício de 2012 qualquer suporte ou justificação para as afirmações do senhor Chalaça.
Mas se quisermos encontrar as causas do actual “desequilíbrio financeiro estrutural” e da incapacidade de a Câmara dar resposta às suas missões e compromissos, talvez valha a pena procurar em algumas decisões catastróficas da maioria PS, com abstenção benevolente ou por vezes apoio expresso do PSD. 
A adesão à empresa Águas do Centro Alentejo – primeiro passo para a privatização – e a assumpção da responsabilidade de pessoal não docente dos estabelecimentos de ensino do Concelho que fizeram subir os efectivos de pessoal a pagar pela CME para cerca de 1200 trabalhadores, são algumas das mais gravosas. Foram “fretes”feitos pela maioria PS na CME ao governo central, que a Câmara está agora a pagar e apopulação pagará a seguir com língua de palmo.
Resta concluir que, em política, não vale tudo. E que, sobretudo, não vale a pena tomar-nos a todos por parvos.

J. Andrade Santos (publicado originalmente no "Diário do Sul")

28 comentários:

  1. Afinal "eles andem todos por aqui", uns com nome por baixo e outros com carapuça por cima.

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  2. Este sim, é o maior assunto para o debate autárquico. Espero que não se esqueçam dele na vossa lista.

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  3. Quem é o Chalaça?

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  4. Se eles tomam os eborenses por parvos... têm toda a razão em fazê-lo.

    Os eborenses não elegeram o pachachologista gagá? E, depois de se ver e comprovar que o homem não passava de um palerma, incompetente e arrogante, não o reelegeram?

    Os eborenses não viram a sua cidade a afundar-se e degradar-se?
    Os eborenses não acreditaram que o PS era um partido político e não a associação criminosa que verdadeiramente é?

    Então o que são os eborenses? Parvos! Não há outro termo.

    Carvalho

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  5. Os números são estes e não enganam.
    A propaganda PS mente e tem enganado os eborenses nos últimos 12 anos.

    A "pesada herança" é apenas uma das suas muitas mentiras.

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  6. Consta que os acessores andam a entregar cheques a varias instituições.

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  7. No karting a festa foi de arromba ,josé castelo branco e a sua comitiva....dinheiro parece ter aparecido.......empresas contratadas para a varrida em vesperas de eleições....campanhas Évora....Limpa.........dinheiro distribuido a algumas instituições.........trocos pelo menos já têm ..............

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  8. PAEL CHEGOU...........é fartar vilanagem.

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  9. Deviam pôr cópias das contas de gerência da Câmara à porta das assembleias de voto para as pessoas consultarem antes de votar. Mas como isso não é permitido por lei deviam fazer uma exposição, no átrio da Câmara, com esses documentos. Quem quisesse verificava.

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  10. Na verdade, a progressão do endividamento ainda é maior.

    Porque o pertinente texto tem uma gralha no cálculo do endividamento médio dos três primeiros anos do actual mandato: 74 milhões de euros (arredondados) e não 70 milhões.

    1º mandato socialista: endividamento médio de 40 milhões de euros.

    2º mandato socialista: 52 milhões.

    3º mandato socialista: 74 milhões.

    O PS enterrou a Câmara em dívidas. E não fez nada.

    Ou melhor, fez, deu cabo disto tudo, levou a câmara à falência (eufemisticamente, ao "desequilíbrio financeiro estrutural").

    Muito oportuno, Sr. Andrade Santos. É uma pena que não escreva mais, especialmente no Diário do Sul. Ainda hoje recordo o excelente artigo que publicou nesse diário nas autárquicas anteriores.

    A sua qualificada intervenção faz falta. Sobretudo nesta batalha eleitoral de desfecho ainda muito incerto quanto a quem ganha a Câmara.

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  11. E este endividamento da câmara PS é ainda mais gravoso se considerarmos o valor do património municipal que existia em 2001 e que, durante 12 anos, foi sendo alienado, sem ter sido adquirido novo património para o substituir.

    Em 2001 o património privado da CME era superior ao valor da dívida. Agora não, o património privado nao cobre a dívida existente. Por isso a CME está em situação de desiquilibrio financeiro estrutural (falência técnica).

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  12. Camaradas não se preocupem. Em Democracia ganha sempre o candidato que reúne mais votos, o que nem sempre acontece nos regimes comunistas

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  13. Só apresentam os cálculos da gestão ruinosa do PS com a conivência do PSD. E então as contas ruinosas da CDU com a mesma conivência, quiçá colaboração com o PSD não são apresentadas? Senhor AS esconder parte da verdade é igual a esconder a verdade toda. E não se esqueça que por causa da situação em que estava a CME em 2001 que o PS tomou conta da mesma, infelizmente para os munícipes.

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  14. Os leitores podem aperceber-se facilmente da desonestidade intelectual do Sr. Francisco Chalaça, deputado municipal socialista e economista desqualificado, se repararem no seguinte pormenor do seu miserável texto (reproduzido ainda mais miseravelmente pela horda de correlegionários sem escrúpulos).

    Para atribuir delirantemente à herança da CDU uma dívida de 70 milhões de euros (falso, mil vezes falso, monstruosamente falso, era de cerca de 37 milhões!), recorre a uma obscura e conveniente auditoria externa, sem qualquer credibilidade, daquelas feitas à medida de quem paga, encomendada pelo PS e não validada por mais ninguém.

    Mas para dar ideia da grandeza dessa dívida inventada compara com o total das receitas não financeiras desse ano retirado do Relatório e Contas de 2001, documento oficial auditado por revisor de contas e aprovado na câmara e assembleia municipal (então já dominadas pelo PS).

    Sendo assim, porque não consulta directamente, nesse mesmo Relatório e Contas 2001, qual era o verdadeiro valor do endividamento (bruto e líquido) da Câmara de Évora no final de 2001?

    É porque tem medo que se revele, que se evidencie, que se clarifique, que se demonstre que o endividamento da Câmara, no final de 2001, era perto de metade do que afirma (cerca de 37 milhões de euros, em vez dos imaginários 70 milhões)?

    Veja-se a coerência argumentativa (melhor dizendo, a desonestidade). Para o total das receitas, o documento oficial de prestação anual de contas da autarquia. Para o total do endividamento, o relatório fabricado da auditoria "socialista".

    Só assim a Câmara PS sobrevive. Com a poluição da mentira, do engano, da manipulação.

    Correr com esta gente é uma medida de higiene público.

    A CDU pode consegui-lo. Não é certo, mas é possível. Há que fazer por isso. No desmascaramento constante da mentira, na afirmação do projecto alternativo.

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  15. A passadeira mesmo em frente da sede de camapanha do PS , está com a calçada toda a sair , tal e qual como se encontra o resto pela cidade de Évora ; E querem faze melhor ??

    Tomem tato na lingua !

    Jorge

    ( ciclista )

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  16. Finalmente no ultimo ano o passivo começou a baixar.

    Mas também não me iludo com as contas do Santos. Sem uma auditoria séria e independente não acredito nesta gente. Além disso o Partido Comunista deixou cá dividas para serem pagas após a sua saída

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  17. @21:33
    Porque nao lês o texto para saberes quem fez as "contas"?
    Ou será que o leste mas o teu CI impede-te de entender que está escrito?

    Já agora ao passivo actual da CME é preciso acrescentar o passivo de 11 milhões da Habévora. Um passivo que não existia em 2001.
    Ou seja:
    - em 2001 o passivo era de 37 milhões. Em 2013 o passivo é de 85 milhões (+48 milhões);
    - sem contar com o património privado da autarquia que entretanto foi vendido ao desbarato.

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  18. assim se vê a brilhante lista da CDU que se propõe governar a camara, tem que ser o sr.andrade santos a salvar a honra do convento e desmascarar as mentiras do sr.chalaça, parece mentira!!!! Com o meu voto deixaram de contar, votaria em andrade santos, nestes ... nem pensar, têem mostrado bem o que não sabem fazer!

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  19. Por que é que o MaisÉvora não publicou esta notícia?
    Dor de cotovelo ou pura incompetência?

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  20. @23:39
    @23:47
    Se andasses atento e estivesses menos ressabiado, poderias ter lido no Mais Évora, em 27 Agosto 2013:

    «Os NÚMEROS não enganam. A propaganda PS, sim!

    Em 2001 (câmara CDU) a dívida era de 37 milhões de euros.

    A partir de 2002, a câmara passou a ser gerida pelo PS.

    Eis a evolução do passivo exigível (a dívida):
    •2002 - 38 milhões de euros
    •2003 - 39 milhões de euros
    •2004 - 41 milhões de euros
    •2005 - 42 milhões de euros
    •2006 - 44 milhões de euros
    •2007 - 45 milhões de euros
    •2008 - 49 milhões de euros
    •2009 - 69 milhões de euros
    •2010 - 68 milhões de euros
    •2011 - 78 milhões de euros
    •2012 - 74 milhões de euros

    Os NÚMEROS não enganam. A propaganda PS, sim!

    27 Agosto, 2013 12:23

    Ora, se a dívida em 2001 fosse efectivamente de 70 milhões de euros, como reclama o PS com base num relatório manipulado, porque razão os números da autarquia não refletem esse valor, nem em 2001 nem nos anos seguintes, durante a gestão PS?

    Essa explicação o PS não a pode dar, pois sabe que não é possível contabilizar em 2001, dívidas que só aconteceram a partir de 2002. Com efeito, só em Dezembro de 2009 (8 anos depois da CDU deixar a presidência da câmara), é que a dívida da CME atingiu os 70 milhões de euros.

    Factos são factos. E, como diz o povo, uma mentira mil vezes repetida nunca se transformará em verdade.»

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  21. Mas não é o mesmo. No acincotons as coisas fiam mais fino e a verdade é mais ampla e abrangente e não tão redutora como no parceiro do lado, que apenas usa os cabrestos para ver dum lado só. Não será?

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  22. MELGÃO, MENTES MAL E NÃO ME ALEGRAS

    No pasquim de propaganda que anda a ser distribuído pelos Correios, o candidato socialista e actual presidente diz que quando o PS chegou à Câmara a dívida apurada era de 14 milhões de contos. Noutra página é reproduzido um gráfico, nojento pela hipocrisia, que indica que ascenderia, a preços atuais, a 90 milhões de euros (na verdade, era de 37 milhões de euros).

    É natural que cidadãos menos informados, apesar de sentirem que a Câmara não faz quase nada, apesar de saberem que não pagou o que devia aos agentes culturais, fiquem baralhados com estes números.

    Nada pois como recorrer aos anuários financeiros dos municípios portugueses, da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, disponíveis on-line no site desta instituição.

    O primeiro anuário que disponibiliza os dados relevantes discriminados para Évora é o de 2006. Neste ano, já no segundo mandato socialista, o passivo exigível (a dívida) tinha aumentado para 43.472.281 euros (Évora estava em 35º lugar neste ranking) e o endividamento líquido (diferença entre as dívidas a pagar e as disponibilidades e dívidas a receber) tinha aumentado para 32.636.142 euros [Anuário 2006, p. 119, q. R25, p. 136, q. R34].

    Em 2007, o passivo exigível da Câmara de Évora era de 45.391.152 euros (33º lugar no ranking) e o endividamento líquido era de 33.008.563 euros [Anuário 2007, p. 105, q. R16; Anuário 2008, p. 155, q. R22].

    Em 2008, o passivo exigível era de 49.463.757 euros (31º no ranking) e o endividamento líquido era de 36.721.941 euros [Anuário 2008, p. 130, q. R12, p. 155, q. R22].

    Em 2009, o passivo exigível era de 69.550.206 euros (23º no ranking) e o endividamento líquido era de 58.718.313 euros [Anuário 2009, p. 151, q. R17, p. 180, q. R30].

    Uma pausa para chamar a atenção de algo que diz muito do PS eborense. Em 2008 a Câmara de Évora já estava à beirinha de entrar para as dez por cento mais endividadas do país. Tudo obrigaria a uma máxima contenção de custos. Mas 2009 era ano de eleições autárquicas. E então a Câmara endividou-se em mais 20.086.449 euros, mais 40,6% que em 2008, e conquistou o desonroso título da oitava que mais aumentou o passivo em relação ao ano anterior [Anuário 2009, p. 153, q. R18].

    Em 2010, o passivo exigível era de 68.329.197 euros (27º no ranking) e o endividamento líquido era de 62.490.906 euros [Anuário 2010, p. 110, q. R17, p. 149, q. R31].

    Em 2011, o passivo exigível era de 78.656.308 euros e o endividamento líquido era de 71.742.765 euros [Anuário 2012, p. 153, q. R40, p. 164, q. R44].

    E, finalmente, em 2012, o passivo exigível da Câmara de Évora era de 74.356.526 euros (17º no ranking das com maior passivo exigível) e o endividamento líquido era de 68.253.821 euros (13º no ranking das com maior endividamento líquido) [Anuário 2012, p. 153, q. R40, p. 164, q. R44].

    (continua)

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  23. (continuação}

    Em resumo, só desde 2006 a 2012, plenamente dentro da gestão socialista, as dívidas da Câmara de Évora (passivo exigível) passaram de cerca de 43 milhões e 500 mil euros para cerca de 74 milhões e 400 mil euros (do 35º para o 17º lugar no ranking das mais endividadas). A dívida líquida, no mesmo período, de 2006 a 2012, sempre com os socialistas, passou de cerca de 32 milhões e 600 mil euros para cerca de 68 milhões e 300 mil euros (do 34º para o 13º lugar no ranking da dívida líquida).

    Mas há mais. A partir do Anuário de 2008, passou a disponibilizar-se não só as dívidas da Câmara como também as de algumas empresas e serviços municipais.

    E se nem sempre estão disponíveis todos os dados, do endividamento total e líquido, da Habevora, da Évora Viva SRU, do SITEE, do Mercado Municipal de Évora, pode contudo avançar-se que o endividamento total da Câmara + Habevora era de 90.342.153 euros e o endividamento líquido de 79.108.786 de euros em 2011 (Anuário 2012, p. 278; não estão disponíveis os dados para as empresas municipais em 2012).

    A quanto ascende, por conseguinte, o endividamento líquido da gestão municipal socialista? A perto de 80 milhões de euros. Talvez mais, visto que, nos anuários, não estava disponível a informação completa de 2012 e nenhuma de 2013.

    Tudo clarinho como água. Qualquer cidadão pode confirmar. Muito fácil de aceder na net.

    A gestão socialista eborense é uma devoradora de fundos. E o mais impressionante de tudo é que se ao menos se endividasse mas fizesse obra, se ao menos beneficiasse os cidadãos do concelho… Mas não, nada. Basta ver os folhetos de propaganda, em que se andam a exibir as realizações de mandatos antigos, algumas das quais garantidas e lançadas pela CDU.

    Como se costuma dizer, mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. A Câmara do PS só não é coxa a trepar pelos rankings da dívida.

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  24. A CDU que mostre isso claramente às pessoas.
    Quando é que começam a fazer campanha?

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  25. vão ler o Diário do Sul de hoje, o Andrade leva cá uma tareia.

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  26. @13:23
    Um arrazoado cheio de mentiras e falsidades não serve para dar tareia em ninguém.
    Mas serve para mostrar a ignorância ou falta de carácter do autor da verborreia.

    Aliás, quem o desmente são as próprias contas da autarquia PS, durante os anos 2002 a 2009. Contas que mostram à evidencia que a alegada dívida de 70 milhões deixada pela CDU não passa de uma ficção da gente mentirosa que comanda o PS de Évora.

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  27. Aguardo a publicação da resposta do Dr. Francisco Chalaça com igual destaque a fim de produzir qualquer outro comentário.

    O PCP também acha que as criticas à Coreia do Norte e à China são mentirosas. Está tudo dito!

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  28. Perguntem à CDU o que aconteceu à sua gestão da Associação das Juntas de Freguesia, com sede na Rua do Fragoso?
    Perguntem à CDU como eram geridos os fundos para pagamentos do "VIVA a RUA"?
    Perguntem à CDU quem a autorizou e ,depois, como foi gerido e acabou, no Parque Industrial, a "Fábrica da Música"... Pior só Partido Socialista na Câmara Municipal? Ainda pior será a Câmara cair nas mãos do PSD local! Mais grave, será a Câmara cair nos braços dos ex-socialistas despeitados, do Bloco de Esquerda!
    Escolham votar nesta gentinhase quiserem, mas depois não se queixem! Não perceben que a única alternativa é tirar, pela abstenção total às urnas de voto,legitimidade a esta gente para nos governar?!

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