segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Propostas do BE/Évora para a Educação



SOMOS POR UM ENSINO PÚBLICO DE QUALIDADE

Chegou o início do ano escolar, um momento especialmente marcante na vida das crianças, dos jovens e das famílias.
Início de nova etapa nas vidas dos mais pequenos e de reencontro de amigos para muitos. Mas é também um momento de preocupação e muitas vezes de angústia para pais e encarregados de educação, confrontados com horários desadequados face aos seus empregos, insuficiência gritante da rede pública do pré-escolar, insuficiência de actividades de tempos livres (ATL) para os filhos.
A tudo isto se somam as dificuldades para tantos em ter dinheiro para comprar manuais escolares, livros e outros materiais escolares, cada vez mais caros.
Este ano, o Governo PSD-CDS tornou mais evidente o ataque à escola pública: são os mega-agrupamentos de escolas, é o aumento de alunos por turma, dificultando o trabalho de alunos e professores, é o despedimento de milhares de professores contratados e o empobrecimento generalizado da Escola Pública ao nível dos recursos materiais e humanos.
Porque defendemos um ensino público de qualidade, participado pela comunidade, também aqui a presença do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Évora pode fazer a diferença.
Com excepção da definição dos currículos e da contratação de professores que é da responsabilidade do Governo, até ao ensino secundário a Autarquia têm um papel importante e cabe no seu quadro de competências a administração da rede escolar. Quer isto dizer que são da sua responsabilidade a administração directa das escolas do 1º ciclo do ensino básico e dos jardins-de-infância que integram a rede pública, as infraestruturas escolares, as cantinas, a gestão dos meios logísticos, a contratação do pessoal não docente e os mecanismos de apoio às actividades escolares e a acção social escolar.
É, portanto, grande a responsabilidade e também a possibilidade de intervenção da Câmara.
Por isso defendemos que a área da edução tem que ser vista para além de um pelouro da vereação. Deve ser uma preocupação de todo o executivo, numa visão transversal, em que as questões do ensino se cruzem com a dimensão social ou com a gestão territorial. Tem que ser vista, para além das paredes dos organismos oficiais ou do Conselho Municipal de Educação.
Ensino público de qualidade é para nós o resultado do trabalho da Câmara para que sejam, definidos planos educativos à escala da freguesia ou da escola, que reforcem a ligação entre escola, famílias e comunidades. É criar uma escola inclusiva, com projectos educativos que privilegiem a participação de todos e o exercício da cidadania.
Ensino público de qualidade para nós é alargar a rede pública do pré-escolar, garantindo o acesso a todas as crianças do concelho, articulando com a rede social.
Porque com a barriga vazia ninguém aprende, ensino público de qualidade é garantir que todas as crianças e jovens têm uma alimentação saudável e suficiente.
É ter o cuidado de dar os apoios sociais aos que mais necessitam sem os diferenciar, eliminando práticas estigmatizantes como são as senhas de refeitório de cores diferentes consoante os escalões de apoio.
É ter uma bolsa de manuais e materiais escolares para aqueles que necessitam.
Ensino público de qualidade é para nós ter espaços e recursos humanos que permitam a permanência de crianças e jovens na Escola em horário pré ou pós escolar, facilitando a vida aos pais trabalhadores, promover as Actividades de Animação e Apoio à Família e as Actividades de Tempo Livre (ATL), directamente ou em parceria com outras entidades, que garantam a possibilidade de frequência por todos e não apenas por aqueles que tem recursos.
Ensino público de qualidade é dotar as escolas dos meios e recursos humanos necessários. É proporcionar a todos o acesso a prática desportiva. É proporcionar a todos o acesso à cultura, levando a música, o teatro, a dança, as artes plásticas à Escola e a Escola ao Teatro, a concertos, aos museus.
É por este ensino de qualidade que pugnaremos e é também aqui que podemos fazer a diferença.

Crónica de Maria Helena Figueiredo , candidata do BE à Câmara de Évora (Diário do Sul - 16 Set.)

13 comentários:

  1. A cãmara contratou Duas Empresas para Varrer e Tapar buracos,numa autêntica Operação de Campanha.

    Quem Paga?.......uma cãmara FALIDA ,nem dinheiro para o papel higiénico têm......

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  2. O artigo no Diario do Sul é com muita dificuldade que se consegue ler,só com a ajuda de lupa........este DS está mesmo ao serviço do PS.

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  3. Mais uma iniciativa da campanha CDU.

    Amanhã, 3ª feira, 17 de Setembro, às 21h, espetáculo musical na sede de campanha da CDU, na Praça do Giraldo.

    A CDU convida músicos, cantores declamadores, públicos atentos, distraídos, exigentes e afins para uma noite de criatividade, imaginação e liberdade.

    Mais informação aqui:

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=549864725079521&set=oa.168840159981398&type=1&theater

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  4. Nada de novo.
    Propaganda. Propaganda. Propaganda.

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  5. A esquerda (alguma) quer é frenesi e festarolas. E tua à conta do erário público.

    Quando é para trabalhar tá carocho.

    Ainda lembro o
    espalhafato que a comunalha (mais uns penduricalhos do Berloque de esquerda) foram fazer à porta da EMBRAER no dia da Inauguração. Não se tratou apenas de uma atitude ridícula e notada por todas as pessoas com dois dedos de cabeça, tratou-se de mostrar na prática aquilo que querem: Capital for de Portugal.
    Empregos do Estado onde ninguém manda e muitos poucos produzem, é que é bom.

    E greves. Greves e boicotes com fartura. É para isso que esta esquerda é que é boa. Festas à conta, greves e boicotes a tudo o que mexa e lhe cheire a capital.

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  6. É por isto que nos batemos, defender os alunos através de uma escola de qualidade. Esta deve ser garantida pelo Estado. E aqui o papel das autarquias é muito importante. Mas tal só é possível se este governo for embora e for substituído por um verdadeiro governo de esquerda.
    Nestas eleições temos que castigar a direita e contribuir para um movimento social que leve a exigência desse governo, quer o PC e o PS queiram ou não justificando a sua indisponibilidade com argumentos que o povo não compreende.

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  7. Bento Anastácio elevado a guru da Figueiredo.
    Tinha piada se nao fosse uma tragédia.
    O que vale é que é possível ser evitada.

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  8. 18:47

    Colocas palavras junto a outras palavras mas não dizes nada. Nem assinas. Dizer mal, citando nomes, e tu não dares a cara - é coisa de somenos. De gente que cada vez conta menos. Sempre a "sumir", seja em votação, seja em credibilidade, seja em seriedade. Camarada, já viste em que te tornaste? Essa sim é a tua tragédia. Já nada te diferencia da direita que, talvez, um dia tenhamos combatido em conjunto. Hoje o teu pensamento e a tua forma de agir É a forma de ser e de agir da direita. Por isso, camarada anónimo,bem te conheço quando andas à caça de votos com o mesmo eleitoralismo dos partidos de direita, quando trazes qualquer candidato, venha de onde venha, que aches que te possa trazer benefícios eleitorais, quando não apresentas ideias diferenciadoras, apenas meia dúzia de frases feitas, e quando, por fim, a campanha que fazes é sobretudo dizeres mal das outras candidaturas, imaginando que tu és a verdade. Mas não há uma verdade. Há muitas verdades. Vais pela negativa, pensando que esse é o caminho do futuro. Pensas mal: esse é o caminho que te levou ao "guetto" em que te encontras e à falta de pontes, laços, redes com a sociedade, seja ao nível local, nacional ou mesmo internacional. Camarada, não vás por aí. Chamar-te desastre seria pouco, mas nem tragédia chega a ser. Apenas algo que nunca foi, nem será. Por isso tantos batem com a porta daquilo a que ainda chamas o "colectivo" quando se apercebem do vazio que reina entre os teus. E mesmo tu que não assinas, tão façanhudo, no dia em que saíres desiludido com os amanhãs que (dessa forma) nunca cantarão e disserem de ti o que hoje dizes e insinuas de outros e te sentires ofendido, tem calma: já ninguém os ouve, as palavras que emitem são apenas sons e o eco que provocam é somente o vazio de uma voz que nunca existiu e mesmo se e quando existiu nunca foi uma voz de liberdade e igualdade. Uma voz cheia de nadas.

    r.t.

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  9. @17:12 Deixa estar, em compensação este A Cinco Tons está mesmo ao serviço do BE. Só reproduz as crónicas da candidata do BE.

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  10. O anónimo das 20:14, que assina r.t., acusa infundada e disparatadamente o anónimo das 18:47 de ser comunista (as referências patetas à terminologia comunista sugerem-no quase explicitamente). Aproveita, por isso, por fazer aquilo mesmo que critica no anterior: eleitoralismo barato, neste caso contra o PCP.

    Tão nojento um anónimo como o outro.

    Nunca me cansarei de repetir. Não sei o que é pior: se o anonimato cobarde se o aproveitamento anónimo e cobarde desses anonimatos.

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  11. @20:35
    Tem toda a razão "se o anonimato cobarde se o aproveitamento anónimo e cobarde desses anonimatos" como se prova ao apresentar-se como anónimo a fazer essa critica.

    assina: Um anónimo a sério

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  12. Pois tenho. Não presumi nem inventei nada, estava lá tudo.

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  13. Eu é que sou o anónimo a sério. Vocês são apenas invenções baratas.

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