terça-feira, 10 de setembro de 2013

PENSARÃO ELES QUE É POSSÍVEL TAPAR O SOL COM UMA PENEIRA?... por Francisco Chalaça


Pelo respeito que me merece o "a cinco tons", pela pluralidade, isenção, e diversidade de opinião que o blog acolhe, independentemente daquelas que são as posições e o pensamento politico dos seus criadores e, por último, porque fui diretamente visado num texto do Sr. Andrade Santos republicado ontem no vosso blog,após publicação no Diário do Sul, gostaria que publicasse, com igual destaque, um texto resposta, que também fiz publicar no DS.

F.C.

A tentativa da CDU de branquear a sua responsabilidade na atual situação financeira da Câmara Municipal de Évora é uma encenação patética de quem procura fazer dos eborenses parvos. A ancestral sabedoria popular tem uma expressão que se aplica, como uma luva, a esta atitude desesperada daquela força política: “por mais que se esforcem não é possível tapar o sol com uma peneira”.
Vem isto a propósito dum artigo de opinião, publicado no Diário do Sul e republicado aqui no “a cinco tons”, assinado por João Andrade Santos, em que sou diretamente visado, não pretendendo eternizar a discussão sobre este assunto, por entender que o que deve ser debatido é o futuro e não o passado, será a última vez que publicamente abordarei a temática da situação financeira da CME na perspetiva da dívida herdada.
Vamos aos factos, o articulista, partindo dos valores inscritos nos relatórios de contas, dos anos de 2001 a 2012, conclui que a CDU não poderia ter deixado uma dívida a rondar os 70 milhões de euros, ora, ignora, propositadamente o opinador que o valor das dívidas inscritos nas contas em 2001 estavam, como está documentalmente provado, muito abaixo da realidade.
Tendo o senhor Andrade Santos sido vereador da CDU deveria saber que naquele tempo não existia (pasme-se) na CME um registo de faturas em dívida e que as mesmas só eram processadas contabilisticamente no momento do pagamento. De tal forma que a empresa Artur Anderson teve imensa dificuldade para identificar o valor exato da dívida, expresso nas faturas existentes na contabilidade e em muitas outras dispersas pelas “gavetas das secretárias” dos diversos departamentos municipais. Esse registo só mais tarde, com a gestão PS, passou a fazer-se. Convém aqui recordar que, durante os mandatos da CDU, a autarquia não possuía Revisor Oficial de Contas, como hoje acontece.
Portanto, só bem mais tarde, com os mandatos do PS, os Balanços passaram, com rigor a refletir, a situação patrimonial da autarquia.
O conhecimento que o articulista tem, ou não tem, destes fatos leva-me a colocar dois tipos de interrogações:
Tendo sido, o senhor Andrade Santos, vereador durante mandatos de gestão da CDU e mandatos de gestão do PS, a questão que se me coloca é: - se ele desconhecia estes factos, isso é mau, direi mesmo muito mau; Se conhecendo os factos pretende com o seu artigo atirar-nos areia para os olhos, isso é pior, muito pior.
Para que, em definitivo, não fiquem dúvidas sobre este assunto, aqui deixamos um quadro com a dívida da CME, apurada na auditoria externa efetuada pela Artur Andersen, referente a 31/12/2001 (último mandato da CDU) - valores em milhões de euros:


Divida relativa a operações realizadas até 31/12/2001
22.235
Endividamento Bancário e com locação Financeira
22.686
Responsabilidades assumidas com impacto futuro
15.760
Processos em contencioso com pedidos de indemnização financeira
05.457
Total
66.128

Após a conclusão da auditoria, foram ainda identificados um conjunto de débitos, por reclamação dos credores, que atiraram a dívida para valores a rondar os 70 milhões de euros (14 milhões de contos na altura).
Esta é a verdade a que todos os munícipes têm direito e, ao contrário de outros, eu não pretendo fazer deles parvos, até porque eles têm vindo sucessivamente a demonstrar que o não são.

Francisco Chalaça 
Economista

42 comentários:

  1. A candidatura à CME do PSD( Dr Jaleco), anda mal acompanhada.
    O carro de campanha da dita candidatura é conduzido por um individuo de mau carater(vulgo caceteiro), que por não lhe darem a nota a uma cadeira espancou o professor universitário.
    Todavia o mais grave não foi o dito professor ter de fugir, foi o espancamento de um irmão do dito, com dificuldades de locomoção e cujo crime era ter aquele irmão.
    Como pode ser credível uma candidatura á CME que tem nos seus mais diretos colaboradores um energumeno

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  2. Quanto ganhou este Senhor como gestor da EDIA?


    Sabem.........perto de CINCO MIL EUROS.......viva o bloco central.

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  3. Estás tão bem informado sobre as funções que o homem exerceu como o Andrade sobre a situação Financeira da Câmara, nos anos em que foi vereador...

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  4. Se a dívida era de 66,128 milhões de euros, em 2001, por que razão as dívidas apresentadas em contas da administrações PS são de:

    2002 - 38 milhões
    2003 - 39 milhões
    2004 - 41 milhões
    2005 - 42 milhões
    2006 - 44 milhões
    2007 - 45 milhões
    2008 - 49 milhões
    ...

    Isso é que o Chalaça se esqueceu de responder.
    Ou melhor, não se esqueceu. Pois ele bem sabe que a dívida se baseia em facturas reais e não em facturas fictícias (facturas "com impacto futuro")
    Pois se assim fosse também teria de incluir nas contas de 2001 as receitas previstas em 2001, bem como os cerca de 40 milhões de euros do património privado da autarquia que existia em 2001 e foi alienado nos anos seguintes.

    Ou seja: o Chalaça ou é um completo ignorante, ou não passa de um reles trapaceiro na linha do que se conhece a outros dirigentes do PS local.

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  5. não sejas mal criado e já agora não queiras fazer-te de mais burro do que certamente serás.
    As faturas foram processadas e pagas no mesmo momento (na gestão do Zé Ernesto), se fores à Câmara e consultares os mapas de fluxos de caixa de 2002 e 2003 verás lá expressos os pagamentos das faturas em dívida. Repito para ver se a tua burrice te permite perceber o óbvio: AS FATURAS FORAM PAGAS SEM QUE TIVESSEM SIDO CONTABILIZADAS COMO DIVIDA E DESSA FORMA NUNCA CONSTARAM DOS BALANÇOS DE FIM DE EXERCICIO.
    Se ainda não percebeste diz-me onde moras para que eu te vá entregar a explicação com um desenho e a cores.

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  6. «o articulista, partindo dos valores inscritos nos relatórios de contas, dos anos de 2001 a 2012, conclui que a CDU não poderia ter deixado uma dívida a rondar os 70 milhões de euros, ora, ignora, propositadamente o opinador que o valor das dívidas inscritos nas contas em 2001 estavam, como está documentalmente provado, muito abaixo da realidade.»

    Se estivesse abaixo da realidade seria óbvio que a administração PS teria incluído imediatamente as facturas alegadamente «dispersas pelas “gavetas das secretárias”». Ora não o fez nos anos 2002, nem 2003, nem 2004, nem 2005, nem 2006, nem 2007, nem 2008...

    E não o fez por uma simples razão: essas facturas dispersas não existiam e são apenas a mistificação e a mentira da administração PS para iludir papalvos ou ignorantes...

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  7. não o fez porque as pagou,ao longo de 2002, estamos a falar das dividas a fornecedores e não de empréstimos bancários.

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  8. «AS FATURAS FORAM PAGAS SEM QUE TIVESSEM SIDO CONTABILIZADAS COMO DIVIDA E DESSA FORMA NUNCA CONSTARAM DOS BALANÇOS DE FIM DE EXERCICIO.»

    Se as pretensas facturas tivessem sido pagas também teriam de aparecer nos Relatórios de Contas. E nunca apareceram.

    E não só não apareceram, como se provou pelas contas PS, que não existiam em 2001. As ditas facturas «com impacto futuro» SÓ surgiram em 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008.
    Ora as facturas de 2002 e seguintes, nunca podem ser consideradas como dívida de 2001.
    Por isso só em 2009 (após 7 anos de gestão PS) é que a dívida atingiu os tais 70 milhões de euros.

    Em 7 anos o PS duplicou a dívida e desbaratou o património que recebeu.
    Por isso a Câmara não estava em falência técnica e agora, pela primeira vez na sua história, está!

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  9. És mesmo burro, desisto: UMA FATURA PAGA APARECE NO RELATÓRIO DE CONTAS?

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  10. Retirado do Mais Évora.


    A escandalosa auditoria socialista

    Ainda não li o Diário do Sul de hoje, mas admito que o artigo em que o senhor Chalaça tenta justificar-se depois do desmascaramento de Andrade Santos tenha sido bem reproduzido nos comentários dos blogs.

    Assim sendo, gostaria de deixar aqui, de imediato, três apontamentos.

    O primeiro para chamar a atenção de que a pretensa dívida nos finais de 2001, fabricada a pedido dos socialistas - perto do dobro da dívida real de 2001, tal como foi oficialmente reconhecido pela própria Câmara PS e pela Assembleia Municipal de maioria PS no ano subsequente -, tem grossas componentes que não aparecem, nem na dívida oficial do tempo anterior da CDU, nem na dívida oficial do tempo posterior do PS.

    Na verdade, não existe em lado nenhum, salvo instantaneamente nas reclamações do PS, que, não obstante, não a incluiu nos obrigatórios documentos anuais de prestação de contas elaborados posteriormente sob sua responsabilidade.

    O que, se não fosse mentira, além de ser da conveniência do PS, seria uma obrigação e a sua ocultação, desconsideração e não inclusão uma gravíssima ilegalidade.

    Cerca de metade da dívida atribuída pelo PS à herança da CDU só existe no momento de transição da Câmara da CDU para o PS. Nos registos oficiais, antes não havia, depois continua a não haver. Muito conveniente.

    É por isso que, quando se refere ao total das receitas não financeiras, o desqualificado economista recorre ao Relatório e Contas de 2001 (aprovado em 2002, já no tempo do PS), mas quando se refere ao total do endividamento ignora os montantes desse mesmo Relatório e refugia-se nos números da auditoria forjada.

    E isto leva-nos ao segundo apontamento. O que é inegável, que nada tem de alegado, inventado ou fabricado, é a evolução da dívida oficialmente registada e reconhecida, que pode ser constatada nos relatórios e contas anuais da autarquia (reproduzida nos anuários financeiros dos municípios portugueses, consultáveis on-line muito facilmente no site da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas). Essa real, comprovada e indesmentível evolução é, em números arredondados, a mencionada no artigo de Andrade Santos.

    Não será de mais realçar que, desde o último balanço oficial antes das anteriores eleições autárquicas (final de 2008) até ao último balanço oficial antes das próximas eleições de 29 de Setembro (final de 2012), sem contar com o endividamento das empresas municipais (particularmente da Habévora), o endividamento bruto da Câmara de Évora passou de 49,5 milhões para 74,4 milhões de euros e o endividamento líquido passou de 36,7 milhões para 68,3 milhões de euros. Neste quadriénio, a Câmara de Évora teve o maior aumento de dívida da sua história. Claro que, sobre isto, o Sr. Chalaça, seja no primeiro seja no segundo artigo, guarda um comprometido e ensurdecedor silêncio.

    Tal como guardou prudentemente no primeiro artigo outro revelador e sintomático silêncio sobre a identidade da empresa que realizou a auditoria encomendada pelo PS, o que não terá deixado de intrigar alguns leitores, e nos leva ao terceiro apontamento.

    (continua)

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  11. joaquim palminha silva10 setembro, 2013 17:59

    O problema grave é que eu, como de resto muitos munícipes,já não sabemos em quem acreditar, dado que cada formação política manipula as contas de acordo com o seu interesse... Como o Tribunal de Contas de não baixa a miudezas municipais, ficamos todos na dúvida...
    Mas uma coisa é certa, atiram pedras aos telhados de vidro uns dos outros!
    Pobre cidade, mesquinha gente! Que desgraça tão grande, ter de assistir sem alternativa a cenas destas!
    E para "melhorar" tudo, vem canditato do PSD, grande entusiasta de "desportos" "violentos" com caceteiros e deliquentes na sua comitiva; tudo "melhora" um pouco com o Bloco de Esquerda,fazendo propaganda através da denúncia aos tribunais dos candidatos repetentes dos outros partidos... Enfim esta gente gosta mesmo de Évora! Esta gente está mesmo disposta a "salvar" a cidade!

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  12. (continuação)

    Só agora, no segundo artigo, com os resíduos da sua abalada credibilidade em risco de extinção definitiva, sente-se na necessidade de adicionar alguns pormenores, entre os quais - pasme-se (para usar também esta chalaça) - o protelado nome da empresa.

    E qual foi ela? A Arthur Andersen (com a grafia correcta), a famosa empresa de auditoria que deu cobertura às práticas sistemáticas de fraude contabilística da Enron, uma grande empresa de energia sediada no Texas, e que foi por conseguinte arrastada pelo celebérrimo escândalo Enron, até então o maior escândalo financeiro e a maior bancarrota da história dos EUA, mas considerado simultaneamente na altura a maior falha de auditoria da história.

    Pouco depois da encomenda socialista, a Arthur Andersen foi envolvida no escândalo, condenada por obstrução à justiça, completamente descredibilizada e, na prática, dissolvida.

    Compreendem agora os leitores porque só à segunda, a contragosto, essa Chalaça de economista revelou o nome da defunta empresa.

    O PS é tão escandaloso, que ao escândalo da sua gestão, ao escândalo do seu endividamento, ao escândalo das suas mentiras, ainda conseguiu associar o escândalo da auditoria encomendada à empresa envolvida no maior escândalo de auditorias financeiras da história.

    Escandalizemo-nos, pois. E acabemos com os escândalos a 29 de Setembro.

    Mleonor

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  13. @17:45
    Como é que se consegue pagar quase 40 milhões de euros em facturas que apareceram "escondidas em gavetas" sem que isso conste dos Relatórios de Contas?

    E que trafulhices e quantas gavetas seriam necessárias para esconder da contabilidade autárquica todas essas facturas?

    E como é que nem uma queixa crime, ou um simples processo disciplinar, foi levantado contra os autores de tais trafulhices?

    Só gente mentecapta como estes pêesses, conseguem congeminar um tal embuste e pensar que somos todos parvos para acreditar nele.

    Não admira que, com tal gente a dirigir a autarquia, esta tenha sido atirada para charco em que se encontra. E nós a pagar!...

    Felizmente que no próximo dia 29 é a minha vez de apresentar a guia de marcha (a minha factura) a esses senhores.

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  14. O Sr. Palminha, se não quiser ficar instalado no conforto das suas dúvidas, tem fácil remédio. Os relatórios e contas anuais da CM Évora são de consulta pública. Se não quiser sair de casa pode consultar os anuários financeiros dos municípios portugueses, em

    http://www.otoc.pt/pt/a-ordem/publicacoes/anuario-financeiro-dos-municipios-portugueses/

    A CDU não manipula as contas! Isso é uma acusação gratuita e cobarde.

    A ignorância não é desculpa. A informação está ao alcance de todos.

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  15. @17:55
    Depois desse comentário disseste tudo sobre a tua ignorância.

    E sem quereres, disseste muito mais. Disseste que é dessa incompetência que nasce a situação de falência em que se encontra a autarquia.

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  16. 12 anos depois, São Abílio continua a ter a responsabilidade de tudo o que se passa em Évora.
    Veio São José Ernesto, são Melgão, mas de nada valeu. O que São Abílio fez perdura para além de tudo o mais (para o melhor e para o pior). Pena é que os últimos santos não assumam responsabilidade de coisa nenhuma. E pior que isso, que os eleitores vão de novo votar nestes novos santos que de tão imaculados, nada fazem mesmo... a não ser preocupar-se que outros santos existam.

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  17. 12 anos depois, São Abílio continua a ter a responsabilidade de tudo o que se passa em Évora.
    Veio São José Ernesto, são Melgão, mas de nada valeu. O que São Abílio fez perdura para além de tudo o mais (para o melhor e para o pior). Pena é que os últimos santos não assumam responsabilidade de coisa nenhuma. E pior que isso, que os eleitores vão de novo votar nestes novos santos que de tão imaculados, nada fazem mesmo... a não ser preocupar-se que outros santos existam.

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  18. Os Relatórios de Contas, visados por Técnico Oficial de Contas, e aprovados pelos diversos órgãos autárquicos são claros:

    - A dívida em 2001 (aprovada em 2002, já com maioria PS) era de 37 milhões de euros.

    - Só em 2009, após 7 anos de gestão PS, é que a dívida atingiu os 70 milhões de euros.

    - O Relatório de auditoria influenciado pelo Dr. Ernesto, é uma aldrabice, pois soma a dívida que efectivamente existia em 2001, com uma dívida fictícia que só haveria de se concretizar (e facturar!) em anos seguintes. E é neste exercício de trafulha, ignorando as mais elementares regras da contabilidade pública, que se baseiam os pêesses de Évora.
    Dito por miúdos: para estes pêesses de Évora as obras aprovadas e iniciadas em mandatos CDU, e que administração PS concluiu, são obras PS mas a dívida é da CDU! E como é óbvio essa contabilidade não passa de uma trafulhice. A trafulhice que há 12 anos o PS/Évora vem sustentando para enganar os eleitores eborenses.

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  19. A dívida, segundo o PS, no final de 2001 era de cerca de 70 milhões de euros. Mas no final de 2002 já só era de cerca de 38 milhões. Ah leões! Só num ano, sem que ninguém desse por isso, sem deixar traços no relatório anual de contas desse ano, abateram mais de 30 milhões de euros!

    Até dói, tanta cretinice.

    Mas que não surge agora por acaso, doze anos depois. Porque o PS precisa de uma cortina de fumo para ocultar o gigantesco aumento de dívida, o maior de sempre, dos últimos anos. Esse sim, bem documentado nos relatórios e contas aprovados e divulgados.

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  20. Reitor da Universidade de Évora envia por e-mail o programa dos despedimentos,o tal assinado por:Sócrates......Passos.......Portas,o célebre Memorando da Troika.

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  21. A táctica PS é simples:

    Eles precisam de esconder o estado comatoso em que encontram os serviços municipais, incapazes de assegurar até os serviços mínimos de higiene e limpeza.

    Eles precisam de esconder o buraco de 36 milhões, a que acrescem 6 milhões todos os anos, da entrega das águas à AdCA.

    Eles precisam de camuflar a situação de estagnação e falência para onde arrastaram o município e que irá obrigar os eborenses - cidadãos e empresas - a pagar, durante 20 anos, taxas e impostos no máximo.

    E para isso usam manobras dilatórias e cortinas de fumo.
    Mas, desta vez, estou convencido que os eborenses já não irão nestas cantigas. Desta vez, as mentiras não pegam...

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  22. estes tipos não podem ser tão cretinos como o que deixam transparecer no que escrevem. A prática da CDU de não contabilização das faturas, no momento da receção, não é crime de peculato ou de gestão danosa, é, isso sim, uma má prática, desleixo, incúria e sobretudo incompetência, só possível porque durante os mandatos da CDU, vá lá saber-se porquê, não existia um Revisor Oficial de Contas, como hoje.

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  23. Esses valores não fazem sentido.

    Os processo ainda estavam em contencioso logo é impossível saber quanto é que a CME tinha de pagar. O mais provável é que tenham empolado essa estimativa. Resta saber quando é se pagou em indemnizações relativamente a processos relacionados com a gestão CDU.

    E essa dos compromissos futuros também está muito mal explicada. Que compromissos eram esses?

    Atirar números ao ar é muito fácil.

    Já justificá-los é mais complicado.

    Porque é que o senhor "economista" não prova os valores que apresenta.

    Porque é que não publica esse relatório já que o tem.

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  24. Chalaça é economista?

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  25. O novo Slogan do PS.

    Vota PS,a DIVIDA não pode PARAR.

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  26. @19:12
    Não fica bem a um cretino chamar cretinos a outros.
    Ainda por cima quando se desconhece o papel de um Revisor de Contas.
    Ou quando se acredita que é possível esconder facturas num valor de cerca de 40 milhões de euros (mais de metade do orçamento da CME).
    Ou quando se refere que a haver encobrimento de facturas em montante tão elevado isso não acarreta responsabilidades civis e disciplinares.

    Só não entendo como é que os eborenses entregam a gestão duma autarquia a tais abencerragens...

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  27. O PS, que já afundou o país em dívidas, fez o mesmo na câmara.
    E agora, dizem que não é nada com eles...
    Uns verdadeiros artistas!

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  28. Essa do controlo das facturas é mesmo à partido comunista. Parece que gerem uma Câmara como quem gere as barracas da festa do Avante!

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  29. Só uma questão aos "senhores" do PS:

    Vocês, quando se vêem ao espelho, não têm nojo de ser o que são?

    Não têm vergonha de envergonhar os vossos pais?

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  30. O PCP/PEV ajudou a meter lá o Passos Coelho.
    Os laranjas vão ajudar a meter lá os comunas? Dia 29 vamos saber de que massa é feita esta cidade.

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  31. Melgão, vamos usar esta informação para formatar a estratégia de campanha.

    http://expresso.sapo.pt/portugueses-nao-querem-mais-os-dinossauros=f792152

    Vamos a eles. A vitoria é mais que certa.

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  32. o povo é mais sensato, nesta matéria, que o Tribunal Constitucional.

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  33. O Frota é que tem razão com a história dos novos bugalhões e farrobistas!

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  34. @21:59
    E o Frota pertence ou andou encostado a que seita dessas?

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  35. @21:39
    Qual povo?
    Aquele povo que os impugnadores tudo fizeram para que ele não se pudesse pronunciar pelo voto?
    Aquele povo que os impugnadores quiserem vencer na secretaria, condicionando o voto nos candidatos que o povo entendesse escolher?

    Deixem-se de tretas porque, felizmente, o POVO vai poder pronunciar-se e escolher livremente no próximo dia 29 de Setembro!
    Também aqui em Évora.

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  36. Em 2011 havia dívida, mas também património privado da autarquia.
    O património privado da autarquia era muito superior aos 37 milhões da dívida.

    Agora não. A dívida cresceu para 74 milhões (+ 11 milhões da Habévora) e o património desapareceu, dado ou alienado pelo preço da uva mijona.
    Por isso, a CME está em situação de desequilíbrio financeiro estrutural (falência técnica).
    Por isso os impostos e taxas municipais vão ser cobrados pelo valor máximo durante os próximos 20 anos.
    Tudo isto, graças à gestão incompetente e danosa dos 12 anos de PS.

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  37. À semelhança de outros economistas tristemente famosos (Vitor Constâncio, Vitor Gaspar, ...) também este Chalaça economista não sabe fazer contas!

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  38. Um Economista ???

    Olhe ;

    """
    Portugal recebeu nove milhões de euros por dia durante 25 anos
    10-09-2013 9:27 por Ana Carrilho

    Entre 1986 e 2011, chegaram ao nosso país 81 mil milhões de euros dos fundos europeus.

    10-09-2013 9:27 por Ana Carrilho
    Renascença

    """


    Onde estão ?

    ... Quinta da Marinha ... Quinta do Lago e outras Quintas ...

    Jorge

    ( ciclista )

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  39. «Responsabilidades assumidas com impacto futuro - 15.760 milhões de euros»

    Era preciso um economista xuxa para dar crédito a esta ficção de incluir "dívidas futuras" num presente bem concreto.

    «Processos em contencioso com pedidos de indemnização financeira - 05.457 milhões de euros»

    Era preciso um economista xuxa para dar crédito a esta ficção de incluir estimativas de "indeminizações futuras" num presente bem concreto.


    Mas, seguindo esta mesma lógica, porque não incluiu na contabilidade de 2001 as estimativas das receitas que a gestão PS obteve (ou poderia ter obtido se fosse competente a negociar) nos anos seguintes com:
    - a entrega das infraestruturas de águas e esgotos à empresa AdCA, num valor estimada em 30 milhões de euros
    - a venda dos terrenos do PIC (junto à rampa do seminário) num valor estimada de 10 milhões de euros.
    - a venda de centenas de lotes infraestruturados, para habitação, serviços e industrias, num valor estimado de 8 milhões de euros
    - as taxas, impostos e outros encargos a receber na implementação da zona de expansão dos Leões noa valor de 25 milhões de euros.

    Com todas estas receitas somadas o passivo seria nulo. E isso não convém à narrativa do economista xuxa nem á ficção encenada e propagada durante 12 anos.
    Uma ficção destinada a encobrir o desastre de uma gestão irresponsável e incompetente, que levou a CME a falência e o concelho a estagnação.

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  40. ó cretino é a lógica de qualquer auditoria financeira, independentemente do que cada um diz, o Andrade e o Chalaça, defendendo a sua dama, a inclusão destas rúbricas em qualquer processo de análise financeira é tecnicamente correta. Não fosse tu completamente inútil na discussão das matérias em causa e perceberias isso.

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  41. @14:40
    Só um cretino (ou um secretário tonto) chamaria cretino a outro sem contrapor um único argumento racional.

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  42. Aprender com os mestres:
    « Este é o tempo do insólito,do vigário,da mentira, da falsificação, do cheque sem cobertura, da banha-de cobra.(...)Hoje a verdade não se demora até ser mentira mas uma e outra se convertem mutuamente e são ambas válidas na sua mútua referência, sendo a mentira verdade e ao contrário. Hoje é o tempo dos aventureiros, do medíocre sagaz,da esperteza que é a inteligência da astúcia.Hoje é o tempo do curandeiro, do endireita, do bruxo,do vidente,do profeta, do prestidigitador.(...) Hoje é o tempo da noite para todos os gatos terem a mesma identidade».

    Vergílio Ferreira em "Pensar", pág. 81, 1ª. edição,Bertrand Editora, 1992

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