sábado, 21 de setembro de 2013

Pais de alunos com necessidades especiais estão indignados com falta de professores especializados

(clique na imagem para ler)

Estou indignada e por isso dou a cara!!!
O meu filho tem rosto, nome, voz!!!
Não é todo um número ou uma mera questão administrativa!!!!!
É urgente que se entenda que em causa está a escola inclusiva DE e PARA TODOS!
A causa da INCLUSÃO deve duma vez por todos ser colocada nas agendas informativas deste país!!!!
Atrevo-me a chamá-los à causa conto convosco!!!
Sara Martins (aqui) 

A Sofia entrou na escola em 2009.
A cada ano que tem passado os inícios do ano lectivo foram piorando e a sensação que tinha sempre era de impotência! Via as coisas piorarem mas não sabia o que fazer!
Este ano... não há palavras! 
A minha filha e os 5 colegas que frequentam a unidade são, dentro do actual cenário, os que estão "menos mal".
A unidade de autismo tem 13 alunos para uma professora! 
Há alunos ao abrigo do 3/2008 com CEI sem Prof. de Educação Especial! 
Alunos surdos sem professor e sem tradutores!!
Margarida Rosário (aqui)

Uma professora para seis alunos com necessidades especiais em escola de Évora
Margarida Rosário explicou que esta situação está a fazer com que a sua filha, uma aluna com necessidades especiais, não esteja a ter as terapias a que tem direito.
A mãe de uma aluna com necessidades educativas especiais revelou que a escola de Évora onde está a sua filha e mais cinco alunos com estas necessidades apenas tem uma professora especializada.
Em declarações à TSF, Margarida Rosário explicou que o cenário há quatro anos era bem diferente, uma vez que então existiam duas professores para quatro crianças.
Perante a falta de docentes, Margarida Rosário adiantou que a sua filha não só não tem está a ter «trabalho de um para um na sala» como também estão a faltar «todas as terapias que tem no currículo específico e no plano educativo individual».
«A escola começou e há tempos em que sei que a minha filha está lá e o centro operacional vai brincando com eles, vai tentando trabalhar com eles, mas é impossível», acrescentou.
Apenas com uma professora em horário reduzido por causa dos anos de serviço, Margarida Rosário explicou que mesmo assim esta docente está a fazer muito mais que as 16 horas do seu horário
Margarida Rosário, que sente que a cada ano que passa a situação da sua filha na escola se vai degradando, não teve dúvidas em classificar a situação deste ano como «dramática».
«Não há palavras que digam o que sentimos. De um dia para o outro quase, recuámos 20 anos se as coisas continuarem assim», explicou esta mãe.


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