sábado, 14 de setembro de 2013

O BE na Câmara: Fazer a diferença, por Maria Helena Figueiredo


O Bloco de Esquerda no executivo da autarquia representa uma possibilidade de real renovação, não só das pessoas, mas também das abordagens políticas da gestão do município.

Esta candidatura conhece bem o concelho, as suas potencialidades e as suas fragilidades, tem uma visão estratégica e um projecto para a cidade e a região; conhece os seus problemas e tem propostas realistas para os solucionar, dentro das contingências orçamentais geradas pelas anteriores gestões camarárias.
Desafiamos a mensagem de que não há solução de gestão camarária fora dos partidos tradicionalmente mais votados na região e não reconhecemos a qualquer desses partidos autoridade para se declararem politicamente mais capazes do que nós.
Tiveram dezenas de anos para restruturarem os serviços camarários e deixaram-nos chegar a um estado de inoperância que não é imputável aos trabalhadores. Temos uma proposta de restruturação e pretendemos discuti-la com os departamentos e os trabalhadores, para garantirmos uma mudança qualitativa efectiva dos serviços prestados à população.
Tiveram dezenas de anos para criarem condições de apoio mútuo com a Universidade e nunca encetaram o diálogo. Pretendemos agarrar o que resta da oportunidade de transformar Évora num polo de valor universitário reconhecido, criar um projecto conjunto com a instituição e aplicar todo o peso nacional e internacional da Câmara de Évora nesse sentido.
Tiveram dezenas de anos para criarem mecanismos de informação transparente e em tempo oportuno aos munícipes e deixaram-nos ser surpreendidos pelo estado calamitoso das contas municipais, quando já a recuperação dos danos se apresentava complicada ou mesmo insustentável. Há muito que as consultas públicas se limitam às exigidas por lei e são cada vez menos divulgadas. Pretendemos que na Câmara se instale o princípio de que a informação ao munícipe é uma prioridade e nunca uma perda de tempo.
Com o Bloco de Esquerda os cidadãos podem contar com transparência nos procedimentos, projectos participados pelos visados, iniciativas nacionais e internacionais para compensar a falta de liquidez a que a Câmara de Évora foi levada pelos sucessivos governos e, sobretudo, pela gestão danosa dos eleitos do PS nos últimos três mandatos.

Maria Helena Figueiredo (candidata do BE à Câmara de Évora)
Diário do Sul (aqui)

7 comentários:

  1. E tu, que como cidadão (na verdade não o deves ser), só sabes dizer uma palavra (tretas)
    Já agora acrescenta qualquer coisinha, que ajude a mudar Évora.

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  2. «Tiveram dezenas de anos para restruturarem os serviços camarários e deixaram-nos chegar a um estado de inoperância...»

    É neste tipo de afirmações que se revela o desconhecimento (e a incapacidade?) da candidata do BE.

    Pelos vistos desconhece uma "reestruturação" feita numa noite de Verão (mais concretamente em agosto de 2004), pela cabeça do Sr. Ernesto e da Sra. Fernanda Ramos, e os efeitos que ela teve na actual inoperância dos serviços da CME.

    E ao lançar indiscriminadamente a merda para a ventoinha, parece também desconhecer o aborto de organização aprovado há um ano, com atribuições e competências dos serviços mal definidas, ou conferidas em duplicado, com a consequente desorganização e desorientação.

    Como parece desconhecer o desequilíbrio funcional que tem vindo a ser introduzido nos últimos 12 anos e que levaram à perda de 16% dos funcionários operacionais (aqueles que fazem a limpeza e manutenção dos espaços públicos) e um crescimento de cerca de 60% dos quadros técnicos, completamente desnecessário e injustificado.

    Mas, depois, não se admire se lhe disserem que está a fazer de muleta da actual gestão desastrosa da CME. É que quem não gosta de ser lobo, não deve vestir-lhe a pele...

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  3. Propaganda barata.
    Mentiras atrás de mentiras.

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  4. O caso do casal Ruivo é exemplar do rigor e da excelência da gestão do PS na Câmara de Évora.
    Ambos apoiantes do PS (o filho chegou a ser figurante em outdoors), cedo se alcandoraram a lugares de relevo na estrutura municipal: ele como chefe de secção, ela como secretária da vereação.

    E foi precisamente na secção de águas que José Ruivo deu o maior desfalque de que há memória na história da cidade!
    É bom lembrar que:
    -O desfalque perpetrado por José Ruivo resultou de um esquema que funcionou durante anos.
    -A fraude não foi detectada pelos serviços municipais (não obstante todas as certificações de excelência que os serviços possuem), antes tendo resultado da denúncia de munícipes.
    -José Ruivo aguardou o resultado do processo disciplinar que lhe foi movido, a exercer funções noutro serviço municipal.
    -Na sequência do processo disciplinar que lhe foi instaurado em Setembro de 2011 José Ruivo foi punido com a pena de desvinculação da função pública (a mais grave) e à devolução de 35 000.00 €.
    -Esta verba representa apenas a uma parte do desfalque, sendo muito provável que no âmbito do processo crime que está a decorrer se venham a apurar valores muito superiores.
    -O pasquim local, subsidiado pelo município, nunca achou que este escândalo tivesse relevância jornalística.

    Convém lembrar ao Sr. Eng. Manuel Melgão que este desfalque minou gravemente a confiança dos cidadãos no município, ...e que no colossal buraco financeiro em que deixa o Município de Évora, está lá o contributo de José Ruivo!

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  5. anónimo das 16:53 não passas de um reles f.d.p. a tentar habituado a chafurdares na merda donde nunca deverias ter saído.

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  6. @20:49
    Sim senhor, grandes argumentos os teus.

    Pelos vistos o desfalque do boy socialista foi inventado pela comunicaçõa social.

    E, pelos vistos, o teu incómodo só existe por ser um dos teus camaradas Socialistas e tu não conseguires apresentar nem um argumentozinho para contrariar o que está escrito....

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