quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Évora: música ao vivo no Largo de São Vicente esta noite


Hoje, 18 de Setembro
no Largo de São Vicente, em Évora, às 21,30 H

De México City e Nova Iorque para Évora, este trio traz um som jazzy e bluesy, funky e rocky. Música ao vivo no Largo de São Vicente. Marquem na agenda!

Todd Clouser - voz e guitarra
Hernan Hecht - bateria
Aaron Cruz - baixo

9 comentários:

  1. MELGÂO é Divida ......Obra Zero.

    Anda apressadamente a Varrer a Merda acumulada em 12 anos.

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  2. Fernando Nunes(presidente da Senhora da Saúde/ps),nunca se opôs à fusão de freguesias,vem agora defender o seu contrário,numa manobra eleitoralista e de jeito pessoal,se for eleito será a tempo inteiro.

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  3. O actual Presidente da junta de Freguesia da Senhora da Saúde anda a prometer Mais postos de trabalho na Nova junta(ver folheto do PS),como é possivel numa autarquia Falida,e os acessos congelados na função publica, DEMAGOGIA e caça ao Voto.

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  4. Música? Certamente... Mas os decibéis, quantos ? E o direito dos moradores a terem descanso em suas casas? Não é verdade que a minha liberdade acaba onde começa a do outro?
    A sorte é que pouca gente mora aí... E com "feiras" destas, quem é que quer morar no centro histórico? O barulho dos bares, os bêbados dos estudantes e suas praxes, noite dentro, agora música pela noite dentro, e num dia de semana...?

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  5. Os Cartazes do PCP apresentam as carcaças recauchutadas do marxismo leninismo do costume.

    Só velharia???

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  6. Agradece-se a publicação e consequente debate:

    "Agradece-se a publicação:

    "VEMOS, OUVIMOS E LEMOS: NÃO PODEMOS IGNORAR!

    Já começou a chamada “época de Praxe”. Cortejos em que uns trajam de negro, e outros vão mais ou menos vestidos e pintados de modo inenarrável circulam pela cidade em alta gritaria. A Cidade fica assim a saber que começou o novo ano escolar na sua UniverCidade. É evidente que este anúncio exótico não merece o aplauso, nem sequer o sorriso complacente dos eborenses, alguns dos quais arriscam mesmo a invectiva “vão trabalhar malandros”.
    No entanto, o espectáculo que é oferecido ao público eborense e turistas circunstanciais tem componentes que merecem uma reflexão a quem considera a dignidade da pessoa humana um valor a preservar. Um convite à reflexão deve igualmente ser dirigido a quem defende a liberdade de praxar, nomeadamente quanto à prática usual da praxe, aos seus limites e aos valores de uma sociedade livre que em todas as situações devem ser respeitados.

    Em primeiro lugar o valor da dignidade humana. Um caloiro de 18 anos não pode ser despido do seu nome, da sua personalidade, da sua dignidade pessoal e reduzido a um objecto pintado e manipulado, um “bicho” violentado pelo seu tratador, exibido na praça pública em sessões que se prolongam por várias horas. Os praxadores talvez não tenham consciência que essas práticas foram comuns, em outros contextos, em momentos negros da História recente da Humanidade. Não creio que tenham essa consciência, pois se tal acontecesse sentiriam certamente alguma vergonha e retracção. Mais cedo ou mais tarde a indiferença paga-se cara, vemos, ouvimos e lemos … não podemos ignorar!

    Depois, o valor da liberdade da pessoa humana. O praxado perde a sua liberdade de agir e decidir, é usado, manipulado e exibido publicamente como um objecto. O praxador, um anterior abusado que se tornou abusador perde a sua liberdade quando aceita o novo papel, qual mecanismo automático que controla o indivíduo e o força a actos que aparentemente não praticaria num contexto habitual.

    Finalmente, os valores académicos de uma UniverCidade onde podemos acolher de modo folgazão os novos membros da comunidade, mas que tem por missão criar e transmitir conhecimento no quadro dos valores da liberdade e da dignidade da pessoa humana. Foi assim que a primeira universidade se constituiu como uma associação livre de professores e alunos, o mais possível fora do raio de acção dos poderes que manietavam o espírito e a liberdade das pessoas. Há quase uma década a Universidade de Évora enxotou a praxe para fora do seu perímetro geográfico, mas agora está a oferecer à cidade um espectáculo que por vezes é indecoroso. Carrega em tom negativo a percepção que a Cidade tem da UniverCidade, tom negativo que não é compensado pelo outro momento em que se expõe à Cidade na barraquinha da Feira de S. João.

    (Continua abaixo)

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  7. (Continuação)

    Mais do que indignarmo-nos é preciso agir. Passar culpas e desculpas, e invectivar este ou aquele não é o caminho. Teremos de conjuntamente, alunos, docentes e não-docentes de criar uma cultura universitária com valores de aceitação geral. Teremos de fazer um compromisso, não com o objectivo do fim da praxe mas de alterar os seus termos, as suas práticas negativas e lesivas da liberdade e da dignidade humanas.
    Tal não dispensa a necessidade imediata de uma reprovação geral e imediata destas práticas.

    Esta reprovação deveria em primeiro lugar partir da Associação de Estudantes que representa não só os “doutores” mas também os novos caloiros. Seria importante que os estudantes consensualizassem internamente um novo modo de recepção aos novos alunos. Podemos sempre acolher os caloiros em ambiente alegre e folgazão, mas há que ter respeito por quem aqui chega e está completamente desamparado e desarmado face à nova realidade em que se irá integrar.

    Como docentes está ao nosso alcance levantar a questão nas primeiras aulas (eu faço-o há vários anos). Ao Reitor caberá um papel importante se usar o seu magistério para se dirigir à Academia pedindo respeito pelos valores académicos do respeito pela liberdade e dignidade dos novos membros da comunidade. Está também ao seu alcance não integrar os organizadores destas práticas lamentáveis na dignidade do programa do Dia da Universidade a 1 de Novembro. À Cidade caberá limitar o uso do espaço público à exibição de espectáculos degradantes da pessoa humana. Um novo consenso, um compromisso em torno dos valores académicos é necessário.

    António Heitor Reis
    Escola de Ciências e Tecnologia
    Universidade de Évora"

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  8. No tempo da CDU havia em Agosto o Viva a Rua ou coisa parecida onde concertos não faltavam ao ar livre .

    Veio a tropa do PS e acabou com isso e mais ... parece que agora é a moda em Portugal haver animação nas ruas , mas só Évora anda para trás ... e mais ;

    A Universidade de Évora por regulamento não deixa haver praxes nos recintos da mesma .

    Quem autoriza a podridão descarada mais rasca que se vê todos os dias dentro do Jardim Público ?

    Então os trabalhadores da CME gastam energias para ter aquele espaço bonito e depois uma quantidade de inúteis desgraçam a relva , sujam o espaço PÚBLICO e degradam as vistas com tintas e cheiros por corpos doentes e para não falar na quantidade de loucos universitários que se deitam na relva a curtir a droga que se vende lá dentro ...

    Senhores da CME decretem o fim da podridão em Évora , esses não votam cá , são de outras terras !!!

    Jorge

    ( ciclista )

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  9. No tempo da CDU é que era bom. Era.Para os comunas era muito bom.

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