sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Debate entre os quatro candidatos à Câmara de Évora esta tarde entre as 16 e as 17,30H na Antena Um




Esta sexta-feira, depois das notícias das 16 horas, a Antena Um vai transmitir em directo aquele que deverá ser o único debate entre os quatro candidatos à Câmara de Évora durante esta campanha eleitoral. O acincotons sabe que esteve prevista pela Rádio Diana a realização de um ciclo de debates colocando frente a frente dois candidatos, mas que a candidatura do PS recusou esta fórmula, considerando que o seu candidato não tinha agenda para estar presente nos três debates previstos, mas disponibilizando-se para um debate a quatro. Terá sido, depois, a Rádio Diana a informar que não tinha espaço na grelha para um debate desta dimensão. Também o Diário do Sul e a Rádio Telefonia do Alentejo deverão entrevistar esta semana  os candidatos, mas cada um, individualmente.
Pelo exposto, este debate da Antena Um, moderado pela jornalista Maria Flor Pedroso, hoje entre as 16 e as 17,30H, deverá ser o único a quatro a realizar-se durante esta campanha. Daí a sua importância para que o eleitorado possa ouvir as propostas de Manuel Melgão (PS), Carlos Pinto Sá (CDU), Paulo Jaleco (PSD) e Maria Helena Figueiredo (BE).
Para "abrir o apetite" o acincotons divulga quatro pequenas entrevistas feitas aos quatro candidatos por alguns jornalistas de Évora (Paulo Nobre, Manuel Luís Mendes, Sérgio Major, Carlos Júlio) durante acções de rua já esta semana, onde todos eles explicam como estão a viver este início de campanha e quais as suas propostas para Évora.






40 comentários:

  1. Quem quiser optar por um discurso de mudança no feminino só tem uma escolha. E é uma boa escolha.

    ResponderEliminar
  2. Parece que o Melgão tb recusou, e com isso inviabilizou, o debate que o CEAI, Centro de Estudos da Avifauna Ibérica, queria promover na Biblioteca Pública com os quatro candidatos.

    ResponderEliminar
  3. Acabei de ouvir as quatro entrevistas, que têm em comum a forma serena como os candidatos respondem às perguntas.

    Mas há, de facto, um abismo entre os candidatos da CDU e do PS.

    O primeiro, Carlos Pinto de Sá, nas críticas e acusações que faz à anterior gestão socialista, tem um discurso muito sólido, fundamentado e indesmentível. Afinal, todos nos lembramos, por exemplo, dos grandes paineis que os socialistas afixaram nas anteriores eleições a anunciar o início a muito breve prazo dos grandes projectos e investimentos prometidos (Salão Central, Estádio, etc.), que supostamente estariam assegurados e em plena fase de arranque, o que não era verdade como todos constatámos.

    O segundo, Manuel Melgão, pelo contrário, nas críticas e acusações que faz à antiga gestão da CDU, baseia-se em invenções, como a da suposta dívida que seria maior que a actual, que não têm nenhuma sustentação e são imediatamente desmentidas, seja pelos próprios documentos camarários apresentados e aprovados pelos socialistas, nas prestações anuais de contas da autarquia, seja muito especialmente pela sensação generalizada de que o concelho regrediu ou, na melhor das hipóteses, estagnou.

    A conversa do candidato socialista de que o concelho progrediu muito sob a gestão socialista, apesar da pesada herança que atribui à antiga gestão CDU, contrasta violentamente com a experiência dos próprios munícipes e é por estes sentida como do domínio da ficção. A credibilidade é nula e os eborenses não parecem dispostos a deixarem-se enganar de novo.

    A forma do discurso é séria nos dois candidatos. Mas o conteúdo só é sério no primeiro.

    ResponderEliminar
  4. A entrevista do Melgão é muito esclarecedora. Assusta que o Presidente da Câmara não tenha a mínima noção da realidade, das necessidades do Concelho nem das responsabilidades de 12 anos de governação socialista da CME.
    Assustadora também é a leitura do jornal de campanha do PS com um conjunto de lugares comuns e vacuidades. Assustador é o capítulo reservado à Cultura, depois de um mandato de asfixia e tentativa de "assassínio" de projectos e agentes venham defender o apoio de projectos que, clara e definitivamente, o PS odeia, boicotou e pretendeu destruir: "BIME, ESCRITA NA PAISAGEM, FIKE, Tocar de Ouvido, Jazz na Cidade, FESTAE, etc" (sic do jornal "avançar évora"

    É curioso - e igualmente assustador - que o Presidente-candidato recupere o lema da campanha de Cavaco Silva em Julho de 1987, que marcou o início de um dos períodos negros da história recente de Portugal.

    ResponderEliminar
  5. Benchmarking entre a gestão do PS e a da CDU

    Benchmarking é um “neologismo” usado pelos economistas para descrever uma técnica que está, inevitavelmente presente nos modelos de decisão económica e que, de forma simplificada, poderá ser classificado como um “processo de comparação do desempenho entre dois ou mais sistemas”.
    É esta a abordagem que vos proponho para que melhor possamos decidir quando no próximo dia 29 formos chamados a fazê-lo:

    Recolha de lixo no Centro Histórico

    Gestão PS
    Com o PS a deposição de lixo no Centro Histórico da Cidade passou a fazer-se no subsolo protegida dos insetos, roedores, cães e outros animais

    Gestão da CDU
    Com a CDU o lixo era colocado em sacos de plástico, abandonados na via pública, à mercê dos animais que rompiam os sacos, espalhando o seu conteúdo e vertendo líquidos que exalavam um cheiro nauseabundo.

    Qualidade e quantidade da água de abastecimento público

    Gestão PS
    A substituição da conduta de adução da albufeira do Monte-Novo à cidade, permitiu resolver um problema de falta de água crónico.

    A substituição de mais de 100 Km de condutas e a construção de 3 novas estações elevatórias contribuíram para a reconhecida melhoria da qualidade da água.

    Foram ainda construídas, nas freguesias rurais, 14 ETARs -(Estações de Tratamento de Águas Residuais)

    Gestão CDU
    Com a CDU, o fornecimento de água aos eborenses, em quantidade e qualidade, era um problema insolúvel. Nos meses de verão era recorrente a falta de água nas torneiras, particularmente nos sítios mais altos da cidade.
    Quando existia água, a sua qualidade deixava muito a desejar, estando na memória de todos os trágicos acontecimentos ocorridos por excesso de alumínio na água fornecida.

    Habitação Social

    Gestão PS
    O PS entregou, nos 12 anos da sua gestão, 468 casas de habitação social, para os mais desfavorecidos.

    Gestão CDU
    A CDU construiu zero casas de habitação social, ao longo dos 25 anos de gestão. (Aqui e em Montemor)

    Escola Pública

    Gestão PS
    Foram requalificadas e melhoradas todas as escolas e cantinas do 1º Ciclo e construídas novas escolas e Centros Escolares (Canaviais, Bacelo, etc, etc).

    Foi criado um banco de livros e manuais escolares para as famílias mais necessitadas.

    Foram asseguradas, em todas as escolas, as atividades extracurriculares das crianças.


    Gestão CDU
    As escolas mantiveram-se como foram herdadas do estado novo, decrépitas e desconfortáveis.

    Não tendo sido construída, pela CDU, uma única escola.

    Os apoios às famílias nunca existiram.

    Apoio aos idosos

    Gestão PS
    Foi criado o "cartão social do munícipe idoso" que, para além doutras regalias na aquisição de bens e serviços, permite aos idosos a obtenção de descontos de 50% na aquisição de medicamentos.

    Gestão CDU
    O apoio aos idosos resumia-se à realização anual de um almoço servido nos, famigerados, barracões do rossio.

    Espaços exteriores públicos

    Gestão PS
    Foi intervencionada, qualificada, embelezada e devolvida aos munícipes, toda a área envolvente da muralha entre as Portas do Raimundo e as Portas da Lagoa, incluindo as zonas públicas da "Urbanização Horta da Porta"

    Gestão CDU
    Todo este espaço estava no completo abandono, com uso, nalguns troços, como parque de estacionamento desqualificado e desqualificante do espaço amuralhado.

    ResponderEliminar
  6. (continuação)
    Espaços de cultura e recreio

    Gestão PS
    Foram desmantelados os pavilhões do rossio de S. Braz.

    Foi requalificada a Arena de Évora e transformada num espaço multiusos

    Teve obras de conservação e requalificação o Teatro Garcia de Resende.

    O Convento dos Remédios foi reconstruido, qualificado e colocado ao serviço da atividade cultural.

    Gestão CDU
    O único espaço com grande capacidade de acolhimento eram os "pavilhões do rossio", de chapa zincada, que envergonhavam qualquer cidade, mesmo as que não são classificadas como Património Mundial.

    O Teatro Garcia de Resende, apresentava problemas de segurança e de desconforto que colocavam em causa a sua utilização.

    O Convento dos Remédios era um espaço totalmente desqualificado cuja única utilidade era servir de depósito de materiais e restos de adereços da Feira de S. João.

    Infraestruturas de suporte à atividade económica

    Gestão PS
    Foi expandido o PITE - Parque Industrial e Tecnológico de Évora.

    Foi criado o Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, que, entre empresas instaladas e candidatas à instalação, já possui 7 empresas.

    Foi criado o Parque de Ciência e Tecnologia que, desde o início do ano, já acolheu a intenção de instalação de uma dezena de empresas (algumas delas com obras já iniciadas), empresas de alto valor tecnológico e de qualificado nível dos empregos a criar.

    Gestão CDU
    A CDU , sempre viu Évora, como a capital da reforma agrária, esse era o grande desígnio para a grande cidade do sul. Aqui se realizavam, para gáudio da classe dirigente comunista, as grandes conferências anuais da reforma agrária.
    Com o fim daquele processo tumultuoso, a CDU não soube e(ou) não quis reposicionar Évora, ostracizou aqueles que a procuraram para investir, alimentou um clima laboral hostil e contrário à captação de investimento e permaneceu parada no tempo.

    Mesmo a 1ª Fase do PITE, foi uma obra iniciada e infraestruturada por privados, posteriormente adquirida pela CME, porque as circunstâncias a isso a obrigaram.

    Muito ficou por falar: - Acessibilidades; Transportes públicos; Ecopista; Inov City; Hortas Públicas, etc, etc.
    Esta é uma análise fatual, que a grande maioria dos eborenses não ignora, mas que, numa altura como a que vivemos, em que é elevada a propensão para balanços, deveremos relembrar, até para evitar de cometermos injustiças para com aqueles que deram o melhor de si próprios em prol do bem comum.

    ResponderEliminar
  7. Diario do Sul a edição de ontem ,foi feita no largo do Rato?


    Numa só página 3Fotos do candidato Melgão e artigo de opinião do Lider Seguro.

    A Subserviência do "jornalismo" eborense.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E ja se queixou a CNE ou também tem o rabo preso? É que é proibida a publicidade a partidos e acções politicas.

      Eliminar
  8. Já para não falar do "vómito" de artigo do municipe monarca.

    ResponderEliminar
  9. @10:48
    Com esse rol de MENTIRAS não vais lá!...

    E vou só às primeiras porque não me apetece perder tempo com as fantasias e mentiras do PS.

    RECOLHA DE LIXO NO CENTRO HISTÓRICO

    Foi a CDU que fez o projecto, lançou o concurso e iniciou as obras de enterramento dos contentores.
    O PS limitou-se a continuar a obra que estava em curso...
    E até andam, há 12 anos, a espalhar que a dívida desta obra é da CDU!
    (vejam lá se se organizam e se entendem, pois não fica nada bem reivindicar obra como sendo exclusivamente PS e colocar a dívida nas contas da CDU!)

    QUALIDADE E QUANTIDADE DA ÁGUA DE ABASTECIMENTO PÚBLICO
    Foi em mandatos CDU que se construiu o sistema da Tratamento de Água do Monte Novo (década de 80) estando, até aí, a Cidade dependente apenas do sistema de Tratamento do Divor. Desde essa data que o abastecimento se fez de forma regular e sem quebras, apesar de, nos períodos de seca a água existente na Albufeira do Monte Novo ser escassa (estava dependente da conclusão da obra do Alqueva e da ligação ao Monte Novo)
    Foi em mandatos CDU que foram construídos dezenas de Reravtórios de água em todos os aglomerados urbanos.
    Foi em mandatos CDU que foram construídas uma dezena de Estações de Tratamento de Água e uma dezena de estações elevatórias que levaram água a todo o concelho.
    Foi em mandatos CDU que o abastecimento de água se alargou às dezenas de bairros clandestinos espalhados á volta da cidade e a todos o aglomerado urbano do concelho.
    Para a questão da quantidade estar resolvida, faltava apenas a construção do ALQUEVA! (ficamos agora a saber que, o PS na CME até construiu o Alqueva)

    Foi em mandatos CDU que foram construídas ETAR’s em Évora e em todas a povoações rurais sedes de freguesia (á excepção da Vendinha).
    Foi em mandatos CDU que a drenagem e tratamento de esgotos se alargou às dezenas de bairros clandestinos espalhados á volta da cidade e a todos o aglomerado urbano do concelho.

    Em 1976, menos de 70% das casas do concelho possuíam redes públicas de águas e esgotos. Em 2001, era, quase 99% as casas do concelho que possuíam essas infra-estruturas públicas.

    Depois de todas estas obras feitas pela CME a água continuava barata e osistema era sustentável.
    Depois das obras feitas pela AdCA, a quem o PS entregou a gestão em alta das águas, a factura da água aumentou cerca de 40% e a dívida da CME à dita empresa atingiu os 36 milhões de euros em 2013. E a cada ano que passa a dívida cresce mais 4,5 milhões de euros.

    E é por estas comparações que no dia 29 os eborenses vão entregar uma guia de marcha ao PS e à sua gestão incompetente e irresponsável.

    ResponderEliminar
  10. não sejas aldrabão com que então foi a CDU que iniciou as obras de enterramento do lixo no Centro Históricos? vai pentear macacos aldrabão.
    A fazer projectos a CDU era boa o problema era executálos, coitados em 25 anos faltou-lhe tempo para iniciarem as obras.
    Com a tua argumentação de merda só estás a dar razão a quem colocou o texto.
    Aproveita que está bom tempo e vai dar banho ao cão.

    ResponderEliminar
  11. ÉVORA NÃO PODE E NÃO VAI PARAR

    votar na CDU é votal ao marasmo ao desinvestimento, ao Viva a Rua para financiamento da festa do Avante, etc, etc.

    ResponderEliminar
  12. @11:27
    Factos, caro secretário, são factos!
    Foi obra projectada, concursada e iniciada pela CDU. Até te digo qual foi o primeiro contentor a ser enterrado em 2001: o contentor junto ao Mercado 1.º de Maio, cuja obra de remodelação também estava em curso (mais uma que foi projecta e iniciada pela CDU).

    Factos, são factos e por muito que o PS minta, não os transforma em verdades.

    (E estes factos até são muito fáceis de comprovar: basta consultar os processos de aprovação e adjudicação das empreitadas.
    Ou seja o PS MENTE, sabe que está a MENTIR e continua a tentar enganar os eborenses com MENTIRAS: as mentiras da PROMESSAS que não sabia como cumprir, e as MENTIRAS da autoria de obras alheias)

    ResponderEliminar
  13. É completamente falso, como certamente tens acesso ao processo na CME verificas, que a elaboração do projeto, concurso lançamento e da empreitada decorreu no 1º ano de mandato do Zé Ernesto. Para lém de terem deixado pouco mais que zero de obra a CDU, qual cuco, quer agora apropiar-se da obra que não é sua. Esta é uma discussão estéril os eborenses sabem exatamente quem efetuou a obra de enterramento do lixo no CH, o resto são só balelas de quem pensou e espalhou aos 4 ventos que estas eleições estavam ganhas, mesmo antes de deputadas, e agora já percebeu que vai voltar a ser derrotado no dia 29, como acontece nos múltimos 12 anos.

    ResponderEliminar
  14. "deputadas" não, "disputadas"

    ResponderEliminar
  15. A mim não me chocam as mentiras dos arruaceiros anónimos que intervêm favoravelmente ao PS, porque desconfio que sejam pobres de espírito que se limitam a debitar ignorantemente as patranhas que lhes venderam na sede e na candidatura do PS.

    O que me impressiona é que estas barbaridades sejam reproduzidas pela boca do cabeça-de-lista à Câmara, que procura dar um ar de pessoa séria, mas que não se priva de lançar as mais monstruosas acusações.

    Como a mentira infame da suposta dívida da CDU, multiplicada para o dobro e exibida doze anos depois para desviar a atenção do aumento brutal de endividamento, esse bem real e devidamente registado e comprovável, sobretudos nos útimos quatro - cinco anos, da responsabilidade da gestão socialista.

    ResponderEliminar
  16. Mas afinal o que é que os socialistas fizeram neste último mandato? Isso é que importa. Este é que está a ser julgado. Os anteriores diziam respeito a eleições anteriores.

    ResponderEliminar
  17. @12:25
    A única coisa que o PS fez no primeiro ano de mandato, a mando do vereador Miguel Lima, foi mandar pintar de verde os contentores e as papeleiras (que também foram fornecidas, no âmbito do mesmo processo concursal, pela mesma empresa).

    E não está em causa o PS ter dado continuidade à obra, mas à tentativa canhestra de usurpar os direitos de autoria, a quem concebeu e iniciou a obra.
    E tem sido assim nesta e noutras:
    o PROCOM, (iniciada pela CDU)
    o MERCADO PRIMEIRO DE MAIO, (iniciado pela CDU)
    os ARRANJOS EXTERIORES DAS MURALHAS (POLIS), (obra adjudicada pela CDU)
    o CONVENTO DOS REMÉDIOS (obra adjudicada pela CDU)

    Tudo obras de que o PS reivindica a autoria, mas cuja dívida atribui à CDU!

    ResponderEliminar
  18. @12:58
    Fizeram MILHARES de COMUNICADOS onde difundem as MENTIRAS de muitos anos.

    ResponderEliminar
  19. Debate nem pensar, os secretários estão a preparar uma desculpa

    ResponderEliminar
  20. Se foi tudo feito e concursado pela CDU então a divida é mesmo desses ranhosos!

    Entendam-se lá faz favor.

    ResponderEliminar
  21. @13:36

    Não é preciso ser muito inteligente. A dívida era de cerca de 37 milhões de euros, tal como indica o próprio relatório e contas de 2001, aprovado pelos socialistas.

    Não mistures as coisas. As obras feitas pela CDU foram pagas ou estão incluídas naquela dívida (na dívida real e não na inventada pelo PS). As concursadas, não. As obras não se pagam antes de se fazer (mesmo que tenham o projecto elaborado e os financiamentos assegurados).

    Quanto à tua educação e a ranhos, vamos ver a que lenços o eleitorado se vai assoar agora.

    ResponderEliminar
  22. @13:36
    Devias saber que a dívida só é contabilizada após o fornecimento do serviço e término do prazo para pagamento da factura. Ou seja uma obra realizada e facturada em 2002, 2003 ou 2004, nunca poderá ser dívida de 2001.

    Mas, admitindo que não seja assim, e à maneira PS, se contabilizem, em 2001, "dividas futuras" (facturadas em 2002, 2003, 2004 etc.) então, para que houvesse coerência contabilística, também seria necessário contabilizar as "receitas futuras", aquelas que a CDU previa e, provavelmente, faria se tivesse sido eleita em 2001. E, se contabilizassem as receitas feitas (por exemplo: terrenos do PIC e mais de uma centena de lotes para construção) e aquelas que o PS resolveu deitar fora (por exemplo: unidade de execução dos Leões), a dívida seria anulada.

    Agora o que não fica nada bem é o PS tentar assumir a autoria de iniciativas que não foram, efectivamente, suas. A isso chama-se USURPAÇÃO DE DIREITOS DE AUTOR.

    ResponderEliminar
  23. Que grande vergonha! O PS parte para o único debate que aceitou nesta campanha sem apresentar o programa eleitoral. Os outros candidatos não podem perder tempo a confrontá-lo com isto, mas seria justo que os ouvintes e eleitores tivessem o facto presente. Bem revelador de quem os respeita e de quem não os respeita.

    ResponderEliminar
  24. Só vejo uma candidatura em condições para tirar Évora do buraco onde o PS a meteu: a candidatura da CDU liderada por Pinto de Sá.

    E digo isto depois de ler o Programa Eleitoral que apresentou aos eborenses.
    Um Programa claro, que identifica com seriedade os problemas e aponta as possíveis soluções, sem tiradas demagógicas nem propostas megalómanas e inexequíveis.
    Um tal programa só podia ter sido escrito por quem conhece profundamente os problemas da autarquia e tem experiência e conhecimentos do que deve ser o seu funcionamento.
    Depois de ler o programa fiquei convencido que a melhor alternativa ao descalabro dos últimos anos está na candidatura da CDU.

    E, a bem dizer, o Progama do PS, já nem me interessa ler. A não ser que se decidam por fazer uma prestação de contas dos seus últimos programas e das dezenas de promessas que não cumpriram.

    Por mim está na hora da mudança!

    ResponderEliminar
  25. Cultura: Coimbra e Évora distinguidas pela Melhor Programação Autárquica de 2011

    Ler mais: http://visao.sapo.pt/cultura-coimbra-e-evora-distinguidas-pela-melhor-programacao-autarquica-de-2011=f648168#ixzz2fRQmwY3A

    Assoem-se a este guardanapo. Para quem diz que a Cultura em Évora, não existe.

    EVORA NÃO VAI PARAR.
    VOTA PS

    ResponderEliminar
  26. A comunalha tem uns argumentos poderosíssimos para justificar a inexistência de obra da CDU.
    Argumentam que a CDU tinha os projectos que o PS executou, mas então o PS também tem os projetos feitos para o parque desportivo e para o salão Central Eborense, se porventura a comunalha ganhasse as eleições, e por milagre absoluto até conseguisse executar aqueles projetos a obra seria do PS?

    Tenham juízo a vossa herança foi uma mão cheia de nada e um cofre cheio de 70 Milhões de euros de dívida. a preços reais 92 Milhões de contos hoje.

    Essa foi a vossa obra e por isso vão voltar a perder as eleições.

    ResponderEliminar
  27. Anónimo das 15:02

    Bem lembrado, em 2010 foi Lisboa que recebeu igual galardão e em 2012 foi Guimarães que foi reconhecida.

    Évora entre as melhores cidades na oferta cultural.

    Porque será que são todas autarquias geridas por gente do PS?

    Coincidências não são certamente.

    Para que Évora continue a liderar a oferta cultural no país é preciso votar MANUEL MELGÃO.

    ResponderEliminar
  28. A CDU vai ganhar as eleições tanto como sempre as ganhou desde o 25 de Abril com o Cunhal, o Carvalhas e o Jerónimo.

    Se pensas que pensas, pensas mal, quem pensa por ti é o comité central.

    ResponderEliminar
  29. Évora tem vindo a sair do buraco em que a CDU o deixou à 12 anos.

    Buraco Financeiro de 14 milhões de contos;

    Ausência de Estratégias de fixação de investimento;

    Um centro Histórico em processo acelerado de desertificação e de desqualificação;

    Acessibilidades num caos, só resolvidas pela construção da variante norte, (quem tinha que se deslocar dos Canaviais, Bacêlo, Corunheiras e Frei Aleixo).

    É ESTA A MARCA DA HERANÇA DA CDU:

    OBRA - ZERO
    DIVIDA - 14 MILHÕES DE CONTOS EM 2001, QUE SERIAM HOJE 92 MILHÕES DE EUROS.

    ResponderEliminar
  30. nem eu já me lembrava.
    A comunalha com as suas mentiras via-me baralhando, mas agora me lembro de ir levar o puto à escola das Pites e a fila de carros começava quase ao portão da escola e ia até às Portas de Aviz.

    Nestes dias que a comunalha vai sendo desmascarada, é que me apercebi do quanto Évora mudou e se tornou em 12 anos de uma "aldeia" numa cidade, isto faz-me lembrar que não podemos voltar a ser governados por um ex-presidente de aldeia.

    ResponderEliminar
  31. ÉVORA NÃO VAI PARAR!
    Porque, no dia 29, vai entregar uma guia de marcha a quem a conduziu ao marasmo em que se encontra.

    ResponderEliminar
  32. «a CDU tinha os projectos que o PS executou...»

    É verdade que a CDU iniciou muitos projectos que o PS executou.
    (e depois acabar esses que receberem... ficou o vazio. De ideias e de capacidade de execução)

    Mas também é verdade que, além dos que deixou, a CDU executou muitíssimos mais projectos.

    Só a título de exemplo:
    - as novas entradas de Beja e Montemor;
    - as variantes (ao parque industrial e muralhas - Sul e Norte) e os novos eixos viários (horta figueiras, Estrada Piscinas,
    - o parque Industrial
    - as zonas industriais da Horta das Figueiras e de Almeirim Sul e Norte,
    - a zona industrial da Azaruja
    - ETAS, Estacões Elevatórias, uma dezena de Reservatórios, centenas de KM de novas rede de abastecimento de água;
    - centenas de Km de redes de esgotos e mais de uma dezena de ETAR’S em todas as povoações (em 2001 apenas faltava a da Vendinha)
    - legalização (com pavimentação e infra-estruturação) de 30 bairros clandestinos,
    .- cedência de milhares de lotes urbanizados a famúilioas para auto.construção.
    - cedência de terrenos onde as cooperativa construíram cerca de 1500 fogos,
    - cedência de terrenos ao INH onde foram construídos cerca de 900 fogos de habitação social.
    - cedência de terrenos a construtores para construção de cerca de 300 fogos a custos controlados.
    - construção pela própria CME de 280 fogos (parte para venda e parte para alugar)
    -…

    ResponderEliminar
  33. @15:27
    Mas a Escola da Pites nâo foi obra PS?

    ResponderEliminar
  34. FLOR PEDROSO: Diga-nos uma razão para votar em si?
    MELGÃO: … comigo e o PS, Évora atrairá mais empresas e criará mais postos de trabalho, blá, blá, blá…

    Interrupção de PINTO DE SÁ:
    «… na última década, com gestão PS, Évora perdeu 1800 postos de trabalho..»

    MELGÃO: «Não sabia que a perda de postos de trabalho tinha a ver com a câmara municipal»...

    E é isto o candidato do PS!

    ResponderEliminar
  35. Portugal perdeu 600.000 empregos em 6 ou 7 anos!

    O camarada Estaline de Montemor, deve ter feito milagres pelo emprego por lá...para se ter despedido pela surra...

    Se há cidade Alentejana á mingua de trabalho e investimento privado, essa cidade é Montemor

    ResponderEliminar
  36. Acabei de ouvir atentamente o debate sobre as autárquicas em Évora que foi transmitido na Antena 1. E, mais uma vez, não houve surpresas. Um debate destes, por norma, não é esclarecedor, mas o que ficámos a saber era o que já sabiamos: PS e PCP - os únicos candidatos com possibilidades de ganharem a câmara - poucas soluções novas têm para a cidade. Embora os dois candidatos tenham pouco brilho nos discursos a força argumentativa esteve do lado de Pinto Sá, ainda que Manuel Melgão (como seria normal) mostre um maior conhecimento dos projectos, da Câmara Municipal de Évora e da própria cidade. O número apresentado por Pinto Sá relativamente ao número de turistas na cidade de Évora prova esse desconhecimento. O ex-presidente da Câmara de Montemor esteve melhor quando falou do tema da água (que conhece bem) ou mesmo da serra de Monfurado.Mas não explicou como é que a Câmara pagaria as dívidas se não recorresse ao PAEL e foi demagógico quando apontou a perda de emprego nos últimos anos em Évora, como se isso tivesse sido uma responsabilidade da Câmara, esquecendo a crise geral (quanto emprego foi criado em Montemor nestes últimos anos?). Manuel Melgão defendeu-se bem quando questionado sobre as verbas da Acropole XXI disse que esse dinheiro tinha sido canalizado para outros projectos e não se perdeu ou quando disse que se houve irregularidades nas obras de restauro da Fundação Eugénio de Almeida foi algo dirimido entre a Fundação e a Direcção Regional de Cultura. Mas, em muitas situações pareceu perdido, apresentando justificações frouxas como a da falta de limpeza da cidade devido à saída de trabalhadores.
    Maria Helena Figueiredo não esteve mal nem bem, mostrando alguma falta de preparação em certas matérias - nomeadamente sobre as eventuais irregularidades nas obras do Palácio da Inquisição (uma coisa são acusações à mesa do café, outras num debate político), mas marcou pontos acerca da falta de planos para o Centro Histórico ou por ter levantado a questão da exploração mineira da Boa Fé.
    Paulo Jaleco esteve ao nível de quem tem estado afastado de todas estas questões e delas apenas tem um conhecimento circunstancial.Não disse grandes asneiras, mas também pouco mais foi além do senso comum corrente. Se for eleito vereador não será dificil fazer o papel de charneira, votando com a força maioritária "para não inviabiizar o funcionamento da Câmara", como alegou, seguindo o exemplo de António Dieb.
    Este debate, como se conclui, soube a pouco. Era bom que houvesse um novo debate que desse continuação a este e que abordasse os temas deixados em aberto. Depois de tantas palavras ficou por saber que projectos concretos cada candidatura tem para Évora; como é que se vão resolver o problema das dívidas a fornecedores (não integralmenbte pagas pelo PAEL); como vão resolver o problema da água e da dívida da água; o que se sabe do desfalque no sector de águas da Câmara; que projectos concretos para o Centro Histórico;que projectos âncora cada candidato tem na manga para apresentar ao eleitorado, seja nos planos cultural, social, económico, etc.
    Mas, como parece que já não vão existir mais debates, cada qual fica com aquilo que lhe pareça mais útil de cada candidato...
    (Já agora: as pequenas entrevistas publicadas pelo a 5 tons pareceram-me mais esclarecedoras do que o debate de hoje pelo que mostram dos candidatos).

    luís bernardes

    ResponderEliminar
  37. A programação cultural da cidade NÃO É DA CÂMARA MUNICIPAL e não é promovida ou apoiada pela gestão municipal PS. A programação premiada não tinha 10% da responsabilidade camarária.

    O Prémio SPA deveria ser atribuído aos Agentes Culturais da Cidade a quem a Câmara PS Ernesto/Melgão/Cláudia Sousa Pereira não pagou nem cumpriu com os compromissos assumidos.

    ResponderEliminar

  38. O MELGÃO NÃO TEM TESÃO!

    ResponderEliminar
  39. vai despindo as calças que logo vês...

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.