terça-feira, 13 de agosto de 2013

Vitor Proença (CDU) impedido de concorrer em Alcácer do Sal

54 comentários:

  1. E, mais uma vez, o BE a tentar fazer o jeito ao PS!

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    1. o gajo de Beja tambem é geito ao PS?

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    2. Fazer 'geitos' ao PS, parece ser a estratégia do BE.
      Essa é, pelo menos, a conclusão lógica deste processo.

      E uma das provas disso, é que ainda não ouvi uma palavra que fosse, sobre o oportunismo do PS, quando apresenta candidatos com 3 mandatos, ao mesmo órgão, mas colocados em segundo lugar. E não se trata de saber se é legal ou não, mas de saber qual a posição política do BE sobre essas candidaturas.

      Mas também se percebe. O BE anda entretido com os tribunais, porque sabe que o povo já lhe virou as costas e não vai votar em muletas ou cópias. Para isso vota nos originais.

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  2. Uma grande vitória do BE e do PS.

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    1. para essa a malta já deu
      muda de cassete

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    2. Tens razão. Devia ter sido escrito assim: Uma grande vitória do PS e da muleta BE.

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    3. Steven Spielberg está a preparar o próximo filme do Parque Jurássico.
      O argumento vai basear-se na caça aos dinossauros que o BE tem promovido contra os candidatos da CDU.
      O protagonista, é uma muleta que diz que aponta à direita, mas que acerta sempre à esquerda.
      O filme vai ter um jogo de video a acompanhar, para entreter a rapaziada do BE.

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  3. BE/PS de vitória em vitória, até à derrota final!...

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  4. E em tavira, castro marim, guarda? Tenham juízo!

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    1. Também nessas o BE é muleta do PS?

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  5. Claro que não. Só quem não tem argumentos utiliza esta ideia idiota

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  6. Os comunistas é só trapalhadas.
    Vale a conquista do poder pelo poder. Iguais aos outros mas têm a mania da verdade e da honestidade.
    Só não tem é a mania da liberdade. Isso é que a gente gostava de ver

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    1. Deviam proibir a candidatura de políticos sem a "mania da liberdade".

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    2. Sem dúvida que sim.

      Especialmente políticos que aceitam uma linha partidária que nunca condenou frontal e taxativamente as ditaduras mais caninas que a humanidade já conheceu

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    3. Quem pensa por ti (15:43) é o comité central que impingiu a entrada da CME na AdCA, e que está a causar um prejuízo de 4,5 milhões de euros/ano aos eborenses?

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  7. Ainda ninguém explicou porque é que os "dinossauros" só começam a roubar a partir do 3.º mandato.

    Também ainda não percebi porque é que os "dinossauro", com mais de 3 mandatos, não podem ser Presidentes da Câmara, mas podem ser Vereadores da mesma autarquia durante os mandatos que quiserem.

    Também não me explicaram porque nenhum dos "dinossauros", com mais de 3 mandatos, foi até agora condenado e preso?

    E ainda menos me explicaram, porque é que um "dinossauro", com mais de 3 mandatos, pode continuar a ser "dinossauro" na Assembleia da República ou como Ministro de um qualquer governo.

    Mas tenho a certeza que o PS e a bengala têm respostas para isto. Mas devem querer ficar com elas bem guardadinhas, só para eles.

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  8. Sobre o dito espírito da lei, que alguns gostam tanto de invocar, de referir que o juiz do Tribunal de Évora evoca uma pequena frase proferida no Parlamento, em maio de 2005, pelo deputado comunista Abílio Fernandes.

    Segundo o magistrado, no debate na generalidade da Proposta de Lei nº 4/X, o deputado afirmou "expressamente" que "a limitação de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos num determinado município em nada impede que estes venham a assumir tal responsabilidade no município vizinho".

    Argumenta o juiz que nenhum dos outros intervenientes no debate parlamentar [o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira e os deputados Francisco Louçã (BE), Nuno Magalhães (CDS-PP), António Montalvão Machado (PSD), Heloísa Apolónia (PEV), Jorge Coelho (PS), Luís Marques Guedes (PSD), Nuno Teixeira de Melo (CDSPP) e Ricardo Rodrigues (PS)] o desmentiram ou afirmaram algo em sentido contrário.

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    1. Mas nessa altura o BE ainda não estava em campanha.

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  9. Ninguém é eleito para "Presidente da Câmara". Os candidatos são eleitos "Presidente da Câmara de Évora", "Presidente da Câmara de Beja", "Presidente da Câmara de Portalegre", e por aí em diante por todo o país...

    Sendo assim, o espírito da lei de limitação de mandatos que eu considero ser sobretudo a redução de barreiras à entrada de novos candidatos, não é comprometido pela candidatura a diferentes municípios, porque não se trata da mesma função política. Um espírito da lei que se fundamente em reduzir as opções de escolha do eleitorado é uma demonstração contra a democracia, porque elimina escolhas pelas pessoas à partida, sem um motivo que lhes diga respeito.

    Acho lamentável a bandalheira política que esta imbecilidade de lei está a provocar nas eleições autárquicas.

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    1. A função política é a mesma, a de presidente de câmara, mas como é exercida em autarquias diferentes, os respectivos cargos políticos são diferentes.

      A interpretação do BE faria sentido se só existisse uma câmara municipal, mas na verdade existem 308 (e 4260 juntas de freguesia) a funcionarem simultaneamente, cada uma com o seu cargo de presidente.

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  10. Só trapalhadas estes comunistas e o desgraçadinho do Bloco de Esquerda é que paga as favas.

    Vale tudo para ganhar e partilhar poder pelos amigos politicos

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    1. "o desgraçadinho do Bloco de Esquerda"?
      Mas isso é maneira de tratar os amigos?

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  11. Se pensas que pensas, pensas mal! Quem pensa por ti é o Comité Central.

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    1. O "Comité Central" é aquele que impingiu a entrega das águas da CME às Águas de Portugal e que está a causar um prejuízo anual de 4,5 milhões de euros ao eborenses?

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  12. Foi verdade que o PCP deixou cá em Évora 15 milhões de contos para os que viessem pagar?
    (15 milhões contos x 5 aproximadamente 75 milhões de Euros)

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    1. É verdade que a câmara está falida em 2013, e em 2001 não estava!

      É verdade que durante os próximos 20 anos, devido à falência da CME, os eborenses vão ser obrigados a pagar IMPOSTOS MUNICIPAIS e TAXAS no máximo!

      É verdade que, a partir de 2013, a CME nem dinheiro tem para pagar as comparticipações que dão acesso aos fundos comunitários (a desistência da Acrópole XXI e da obra da Variante Nascente, por falta de dinheiro para pagar os terrenos, são disso exemplo)!

      É verdade que 12 anos de gestão desatrosa do PS, nos conduziram a esta situação.

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    2. 15 milhões de contos de dividas a serem pagos em escudos é uma coisa. Outra coisa são 15 milhões serem convertidos em Euros.
      Em 2001 eu ganhava mais 40% do que ganhava em 2008. Por exemplo

      Faz toda a diferença

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    3. A idiotice e a mentira compulsiva (serão efeitos da escola ernestina?) é que faz toda a diferença.

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  13. 15 milhões de contos de dividas a serem pagos em escudos é uma coisa. Outra coisa são 15 milhões serem convertidos em Euros.



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    1. Quando se é incompetente (ou se tem a cabeça cheia de merda) é fácil confundir 5 milhões com 15 milhões.
      Basta acrescentar um 1.

      Além disso as contas eram públicas (e feitas por um conhecido apoiante de 'sua excelência') pelo que as mentiras, por mais repetidas que sejam, nunca se transformarão em verdades.

      E a melhor prova é a falência que hoje existe, e em 2001 não!

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  14. E outra coisa ainda é conviver com dividas em tempo de vacas gordas como o partido comunista foi convivendo por cá.

    Não gosto do PS nem em molho de tomate...mas os comunistas??
    Vai la vai

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    1. A verdade é que a câmara está falida em 2013, e em 2001 não estava!

      A verdade é que durante os próximos 20 anos, devido à falência da CME, os eborenses vão ser obrigados a pagar IMPOSTOS MUNICIPAIS e TAXAS no máximo!

      A verdade é que, a partir de 2013, a CME nem dinheiro tem para pagar as comparticipações que dão acesso aos fundos comunitários (a desistência da Acrópole XXI e da obra da Variante Nascente, por falta de dinheiro para pagar os terrenos, são disso exemplo)!

      A verdade é que 12 anos de gestão do PS, conduziram Évora a esta situação desastrosa.

      "Vacas gordas ou magras", não passam de desculpas esfarrapadas, para esconder a incompetência e o compadrio (Praça de Touros, Silveirinha, etc.) reinante nos últimos 12 anos

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    2. 15 milhões de contos de dividas a serem pagos em escudos é uma coisa. Outra coisa são 15 milhões serem convertidos em Euros.
      Em 2001 eu ganhava mais 40% do que ganhava em 2008. Por exemplo

      Faz toda a diferença

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    3. O que faz toda diferença são os IMPOSTOS MUNCIPAIS no MÁXIMO que os eborenses vão ser obrigados a pagar nos próximos 20 anos, graças ao desastre dos últimos 12 anos.

      Quanto às mentiras repetidas, elas nunca se transformarão em verdade: e a falencia declarada em 2013, e não antes, é a prova disso mesmo.

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  15. Abaixo o Caciquismo

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    1. É PÁ LÁ ESTÁS TU, A CHAMAR NOMES AO MELGÃO!

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  16. Será que a campanha do BE vai ser toda assim? Não têm propostas a fazer?
    Com este tipo de actuação nem pensar em meter um vereador em Évora, o que até podia ser interessante.
    Sinceramente esperava muito mais.
    Valha-lhes S. Bento...

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    1. O Bloco de Esquerda é como aqueles grupos musicais quase desconhecidos contratados para entreter a assistência antes da entrada do grupo principal.
      Eles sabem que não têm hipótese de eleger ninguém e só foram contratados para isto. Para já estão a cumprir o seu papel de entreteiner, antes da entrada em cena do artista principal.

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  17. O BE nem sequer disse mais nada... Os funcionários do PC é que não param de atacar

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    1. Assim está bem. Agora aquela boca de lhes chamares "desgraçadinhos", não ficou nada bem.

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  18. Se pensas que pensas, pensas mal! Quem pensa por ti é o Comité Central.

    Em 2001 a Câmara Municipal não podia usar cheques, se isso não é falência é o que?

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    1. Não só podia usar cheques, como usava.
      E, ao contrário de hoje, não estava técnicamente falida. Como se comprova pela sujeição à troika-PAEL.

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  19. E que fará o BE se os candidatos impugnados se re-candidatarem todos em segundo lugar?
    Diz que é perfeitamente legal, e cala-se?

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  20. O facto é que o BE já levantou a lebre e está provado que a Legislação Portuguesa é uma teia tão complexa e carregada de interesses, que nem os Juízes se entendem.

    E a culpa desta merda são dos deputados.
    Um país deste tem gente desta a mais.

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    1. Só admira é como havia tanta gente a defender que a Lei era claríssima.

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    2. A lei é anti democrática e ainda por cima está mal feita.
      Só o BE é que não tem dúvidas, e marrou, de olhos fechados.
      A lebre voltou-se e mordeu-lhe as canelas.
      A culpa disto tudo é
      - dos partidos quem fizeram e aprovaram a lei;
      - do Presidente da Republica que a promulgou;
      - e do BE que a usou para ganhar votos na secretaria.

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  21. Tribunal de Lisboa rejeita impugnação do Bloco de Esquerda e dá luz verde à candidatura de Fernando Seara.

    «Na sentença, a que o PÚBLICO teve acesso, o tribunal diz não ter dúvidas de que Fernando Seara é inelegível para um quarto mandato em Sintra e que, em função da lei de limitação de mandatos, a questão que se coloca é a de saber se pode ser candidato a outro município, no caso concreto Lisboa.
    Em conformidade com os artigos constitucionais 48º (direito-dever de participação na vida pública), artigo 50º (direito de acesso aos cargos públicos) e artigo 118º (princípio da renovação), o Tribunal decide que não há elementos que permitam concluir "um ambiente de diabolização dos agentes políticos que completam três mandatos consecutivos" e se pretendem recandidatar.»

    Ora aqui está mais assunto para um novo post do ACincoTons.

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  22. Natanael Vinha e Carlos Júlio tenham muita coragem, não se deixem abater...Força rapazes!!!

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  23. A peça que no Diário do Sul de hoje, terça feira, mostra as declarações do candidato Melgão do PS, dizendo que, após recurso da CME ao PAEL por incompetência da gestão socialista que não conseguiu reduzir a dívida herdada da CDU, terá como prioridade a limpeza da cidade para fazer campanha eleitoral, é um atentado aos agentes culturais e desportivos que não recebem os subsídios contratualizados desde 2009, aos fornecedores da CME que têm anos de atrasos nos pagamentos de fornecimentos de bens e serviços e um atentado aos contribuintes eborenses que sofrerão nos bolsos o aumento para o máximo das taxas e impostos em consequência da falência a que PS levou a CME e que obrigou a recorrer ao PAEL. Já chega de PS e de CDU. É a altura de darmos confiança e oportunidade ao PSD e a Paulo Jaleco.

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  24. Os pulhas da rua de avis nunca descansam. Os funcionários estão sedentos e babam-se pela possibilidade que só eles vêem de meterem outra vez as mãos e as fuças no pote.Fazem turnos nos blogues: a arquitecta, o mãozinhas, o rodas baixas, gente que apenas vive do expediente político. Há que fazer pela vida, pois claro. E vai tudo a eito. O que não sabem, inventam. O que sabem calam. E usam a calúnia como método e prática política. São verdadeiros filhos de Staline na baixeza de todos os dias. Não fazem política, caluniam. Não têm um projecto político: só os move o poder pessoal e de grupo, com os fins sempre a justificarem os meios. E os últimos dias em Évora têm mostrado à saciedade que esta gente nunca aprendeu nada e continua a comportar-se como uma seita de "iluminados", imbuídos de um sentido tribal, contra tudo e todos e cujo único programa político é a calúnia e o bota-abaixo. Tudo por meia dúzia de tachos e alguns cargos chorudos. Continuem, que vão bem!!!

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    1. Até sinto pena. É preciso estar muito desesperado para fazer um comentário destes. Há intervenções que se desqualificam a si próprias, mas descer tão baixo impressiona. Os leitores julgarão, os eleitores julgarão a 29 de Setembro.

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  25. Sou subscritor da posição sustentada pelo BE, que defende não ser possível um quarto mandato consecutivo independentemente do concelho ou da freguesia. Nenhum dos argumentos até agora aduzidos, pró ou contra, fundamentam tanto a minha posição quanto um que gostaria de ver debatido e que consiste no distanciamento do quotidiano dos cidadãos, que a prática continuada do poder determina.
    O “gabinete” implica uma visão “macro”, estratégias de fundo, opções muitas vezes salomónicas e se é verdade que tal prática é inevitável, que decorre do poder, da prática do poder, não é menos verdade que com o tempo essa mesma prática se divorcia inapelavelmente das necessidades concretas dos cidadãos. A comunicação entre eleitores e eleitos esmorece, o diálogo deixa de existir, a interacção desaparece, entra-se numa conversa de surdos.
    Não é a cupidez, o compadrio, a troca de “favores”, que esta lei visa atacar, é a estanqueidade dos órgãos de poder.
    A prática continuada do poder afasta os eleitos da rua, esse é o pior dos vícios e será sempre a grelha aplicada, independentemente do local onde esse mesmo poder se exerça, independentemente de quem o detenha. Por isso se fala do país profundo, que só é profundo para não vive nele, para quem não vivencia os seus problemas...
    Há quem diga que o BE funciona como uma muleta do PS, nada mais falso, o BE sempre afirmou a sua singularidade, é um partido com representação parlamentar e com um deputado municipal, poderia falar de inúmeras iniciativas do BE, desde as águas, ao referendo sobre a extinção das freguesias, desde a sua assertividade na recusa do PAEL ao acompanhamento do homicídio ambiental que representam as minas da Boa Fé, mas não é necessário, basta consultar as Actas da AM para constatar a sua coerência e para verificar que nunca abdicou dos seus princípios, que sempre defendeu as suas posições intransigentemente.
    Se o PS está em silêncio, é porque essa é a única estratégia possível depois daquela que foi uma catastrófica gestão do município, quanto menos “ondas” fizer menos rombos sofre nas suas pretensões eleitorais. O mesmo se passa com o PSD, esse sim a verdadeira escora do PS por via do seu vereador, que na prática, dado o número de eleitos, sempre funcionou com o Presidente sombra, aprovando o que convinha com afirmativas abstenções, votando contra questões no mínimo secundárias para a vida do município, aliás, é nisso que o PSD aposta, na eleição de um vereador de “ouro”.
    Quanto à CDU, que encara com toda a justeza a possibilidade de reganhar a Câmara, terá de explicar com límpida clareza porque não escolheu para encabeçar a lista algum dos seus quadros (tem-nos com bastante qualidade) de Évora, porque escolheu o ex presidente da câmara de Montemor, terá também de esclarecer se este renunciou ao mandato ou se apenas o suspendeu. É que faz toda a diferença, um mandato suspenso implica a possibilidade de retorno, pressupõe que a indisponibilidade é transitória, mesmo que seja para promover alguém numa próxima candidatura e assim ganhar espaço político para uma eventual candidatura noutro qualquer município; já uma renúncia é definitiva, (ia dizer irrevogável mas arrependi-me) significa não existirem condições, seja qual for a sua ordem, de se manter num cargo, e aí o local pouco importa, é a disponibilidade que conta, ou se têm condições ou não.
    É no mínimo estranho que se renuncie a um mandato num Concelho que se conhece, cuja evolução foi obra em que participou como figura dominante, para logo a seguir se candidatar ao mesmo órgão num concelho absolutamente problemático, falido, a necessitar de uma gestão bem mais exigente.
    Podem até as pessoas pensar que há um certo “taticismo” nisto e, lembrarem-se do ditado que reza: cesteiro que faz um cesto...
    Saudações democráticas.

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  26. Esta é a minha abordagem enquanto cidadão, afirmo-o para deixar claro que o que aqui afirmo em nada vincula a força política que integro e que como alguns saberão é o Bloco de Esquerda.
    Quero também sublinhar que não é minha intenção pessoalizar o debate, todos os candidatos me merecem a consideração e o respeito devidos a quem tem a coragem de se assumir e dar a cara por ideias e projectos, tem de haver quem o faça, fazem-no eles e isso é digno de louvor.

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  27. O coordenador autárquico bloquista afirmou ontem ao jornal de negócios que não conseguia perceber a base jurídica com que o tribunal lisboeta recusou o pedido de impugnação do BE. Não lemos a sentença. Mas base jurídica é o que não falta.

    A Constituição da República prevê a possibilidade de se limitar a renovação sucessiva de mandatos, que foi consagrada em lei. É óbvio que isso conflitua parcialmente com o próprio princípio constitucional do direito de acesso aos cargos públicos e electivos. Então a lei, e a interpretação dela, deve ser o menos restritiva possível desse direito.

    O problema é que, contra tudo e todos (com a excepção esclarecedora do Movimento Revolução Branca), o BE quer impor a máxima restrição possível do direito dos cidadãos, ao ponto de incluir absurdamente um mandato como presidente de uma autarquia no limite de renovação permitido dos mandatos de qualquer outra, como se, à semelhança do presidente da república, houvesse apenas um município, em vez dos 308 que tem o país.

    É por isso que o BE, na sua interpretação da lei, deixa sempre por esclarecer como é que os mandatos na presidência da câmara de Montemor-o-Novo ou de Sintra afectam a liberdade de escolha dos eleitores eborenses ou lisboetas, ou a isenção e independência do exercício do presidente que estes elegerem.

    Recorde-se ao coordenador autárquico do BE a Constituição da República Portuguesa, Artigo 50º, número 3: "No acesso a cargos electivos a lei só pode estabelecer as inelegibilidades necessárias para garantir a liberdade de escolha dos eleitores e a isenção e independência do exercício dos respectivos cargos".

    Já está claro ou é preciso fazer um desenho?

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