segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Pulido Valente e João Rocha aceites

O Tribunal de Beja considerou elegíveis as candidaturas da CDU e do PS à presidência da Câmara de Beja. O Tribunal Judicial de Beja considerou elegíveis as candidaturas de João Rocha, pela CDU e Jorge Pulido Valente, pelo PS à presidência da Câmara Municipal de Beja, noticia esta manhã a rádio Voz da Planície aqui.

23 comentários:

  1. Afinal o "alerta" do BE não serviu para nada.
    Afinal a interpretação do BE não acolheu junto do juiz.
    E agora é que o tiro no pé vai começar a doer...

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  2. É uma dor suportável, pior seria querer sol na eira e chuva no nabal, nem que para isso se tivessem de catar ventos viessem eles donde viessem.
    A coerência pode ser dolorosa, mas acaba sempre por compensar.

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  3. Uma lei que não permite que um Presidente de Câmara ou de Junta se recanidate em primeiro lugar, mas admite que se candidate em segundo lugar tem algum sentido?
    Uma lei que não permite que um Presidente de Câmara se recandidate, mas permite que os Presidentes dos Governos Regionais, os deputados e os ministros possam renovar os seus mandantos 'ad eternum' tem algum sentido?
    Defender uma lei absurda e sem sentido é corerência?

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  4. António Tavares12 agosto, 2013 14:08

    O termo coerência na boca de bloquistas só pode ser entendido como anedota. A tendência que eles têm para a palhaçada...

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  5. Confirma-se o tiro no pé: Tribunal de Évora rejeitou pedido de impugnação apresentado pelo Bloco de Esquerda, contra Carlos Pinto de Sá.

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  6. O Tribunal de Évora rejeitou o pedido de impugnação da candidatura de Carlos Pinto de Sá (CDU), apresentado pelo Bloco de Esquerda.

    Notícia DianaFM, 12 Agosto 2013

    Qual será a próxima brilhante iniciativa do BE? Impugnar a candidatura do Jara porque tem olhos de carneiro mal morto?

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  7. Dia 29 de Setembro vão perceber a estupidez desta estratégia de colagem ao PS.

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  8. dia 29 de Setembro acontecerá das duas uma:
    Ou volta a ganhar a armadilha do PS com maioria dependente, ou ganhará o PCP com maioria dependente, ou seja, beber do próprio veneno que semeia na oposição, seja em Évora, seja em Lisboa ou na assembleia da República.

    Mais do que nunca aqui em Portugal partilho da ideia: em Politica cá se fazem cá se pagam. Olho por olho dente por dente.

    " Caso ganhem, fazei os comunistas beberem do fel que andam a semear na oposição há 30 e tal anos"

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    1. Quando não se sabe do que se fala, sai disparate pela certa.
      É o teu caso. Nem acertas nas datas, nem sabes como funciona uma Câmara Municipal (que confundes com a Assembleia da República).
      Só assim se percebe os disparates que escreveste.

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    2. Vai ser lindo! A cafila de comunistas a fritar na chapa.

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    3. Quando se governa com transparência e as medidas tomadas forem a favor do interesse público, não existe qualquer problema em ter maioria relativa ou absoluta.
      O problema só existe, quando se governa para os ' amigalhaços' e para os interesses particulares. Mas aí até as maiorias absolutas se tornam pequenas.

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  9. Não acredito que o PCP ganhe, embora mais do que nunca têm oportunidade para isso.
    Particularmente gostaria de os ver na camara (no mínimo UMA vez) com maioria relativa só para ver se fazem o mesmo chinfrim que faziam na oposição ou se agora aparecem tipo corno manso e paninhos de lã.

    PSD e PS devem fazê-los pagar da mesma moeda

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    1. Dos 7 mandatos em que a CDU governou a CME, pelo menos 2 governou em maioria relativa. E não consta que daí tivesse vindo mal ao mundo, nem a Évora.

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  10. Pior do que a candidatura de um dinossauro é outro dinossauro passar para nº 2, como em Elvas e continuar a mandar, porque ninguém acredita que o seu sucessor lhe vá fazer frente. Aqui o PS está caladinho que nem um rato, não lhe interessa mas a pouca vergonha ainda é maior neste caso. Porque nos outros casos ainda podia haver impugnações, recursos, tribunais, neste caso é tudo limpo, limpinho.
    E não é o Seguro que diz que são os campeões da ética? Tenham vergonha na cara. Iguais ou piores que os outros é o que eles são.
    E o bloco, neste caso, tá calado?

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    1. O Bloco está muito caladinho, para não incomodar o PS. Se fosse ao contrário, quantos comunicados já teria feito?

      E não é só em Elvas. Em Évora há também um presidente da Junta PS que se candidata ao mesmo órgão em segundo lugar e o BE está calado.

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  11. O BE está com a direita.
    O BE perdeu na secretaria.
    Quando o BE perde, ganha a esquerda.

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  12. Tribunal da Guarda impede candidatura de Álvaro Amaro

    O Tribunal Judicial da Guarda considerou nesta segunda-feira que o social-democrata Álvaro Amaro, presidente da câmara de Gouveia há três mandatos consecutivos, não reúne condições para ser candidato à autarquia da Guarda nas eleições autárquicas de 29 de Setembro.

    Por requerimento do BE, o candidato foi considerado "inelegível" em função da lei de limitação de mandatos. PSD e CDS, que apoiam a candidatura de Álvaro Amaro à Guarda, já convocaram uma conferência de imprensa para as 18h.

    Em Junho, o mesmo Tribunal tinha recusado analisar a providência cautelar apresentada pelo Movimento Revolução Branca (MRB) contra a candidatura de Álvaro Amaro. O tribunal alegou então que o MRB carecia de "legitimidade processual" por não ser titular do "direito de acção popular reivindicativo". Agora, com o processo eleitoral formalmente aberto e por iniciativa do Bloco, o Tribunal decidir travar a candidatura.

    A decisão judicial agora conhecida é ainda passível de recurso, sob reclamação das partes. Apresentada a reclamação, o tribunal tem apenas três dias para emitir uma nova decisão. Depois disso, resta apenas a resposta final do Tribunal Constitucional que tem dez dias para decidir, o que deve acontecer até ao final deste mês.

    (Público)

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  13. O BE começa a parecer uma barata tonta, tentando justificar-se.

    O que está a acontecer, com decisões contraditórias de diferentes Tribunais, já tinha sido previsto há uns meses atrás, quando se dizia que era desejável que fosse a AR a clarificar a LEI.

    Nessa altura tanto o PS como o BE defendiam que não. A LEI era claríssima, diziam em uníssono.

    Pois a clareza está vista de todos. Tomara que o feitiço não se vire contra os feiticeiros… que não queriam a clarificação da Lei na AR.

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  14. http://www.publico.pt/politica/noticia/tribunal-da-guarda-impede-candidatura-de-alvaro-amaro-1602899

    A história ainda não acabou.

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  15. BE enterra-se nas areias movediças do seu oportunismo


    O absurdo da interpretação bloquista da lei da limitação dos mandatos tem sido abundantemente denunciado e não há necessidade de gastar mais cera com tão ruim defunto.

    Quando a discussão se fazia em abstrato, ou que quando descia ao concreto era sempre para falar dos maus exemplos (como as Fátimas Felgueiras, os Isaltinos, os Valentims Loureiros), o BE, com o oportunismo que o carateriza, fez tudo o que lhe era possível para ficar na fotografia dos paladinos que se aprestavam a pegar na espada da limitação dos mandatos com que supostamente iam combater a corrupção dos dinossauros autárquicos. Não hesitou em declarar, contra todos os outros partidos no parlamento, seja os que votaram a favor, seja os que se abstiveram, seja os que votaram contra, que a lei proibia a candidatura de autarcas que tivessem sido eleitos consecutivamente em três mandatos não só à mesma autarquia como a qualquer outra do país. A coisa daria votos e para o BE, que vive da babugem mediática dos dias, não era preciso mais nada.

    O pior foi quando a questão se pôs na prática. O caso aí apresentou-se de outro modo. E tornou-se incompreensível, por exemplo no nosso concelho, por que raio Carlos Pinto de Sá, o principal candidato da CDU, em perfeita igualdade com os restantes cabeças de lista, e tal como eles candidato pela primeira vez à presidência da câmara de Évora, não havia de poder concorrer se os outros podiam.

    O BE fez lembrar o gaiato que mal sabe dar pontapés na bola e que, para não fazer má figura, quer impedir os melhores de entrar no jogo. A população não compreendeu e muito menos entende que os bloquistas continuem a fazer disto a sua atividade de campanha.

    O BE queria ganhar apoiantes e votos. Mas frustrou expetativas, desiludiu, desagradou, indignou, ofendeu os sentimentos espontâneos de justiça e igualdade, que é porventura o que tem de melhor a população eborense, e perdeu afinal uns e outros.

    Há, quanto a isto, um aspeto que não tem sido suficientemente realçado e que é o que mais assusta na tentativa de impugnação bloquista.

    A qualquer democrata, e mais ainda a um partido que enche tanto a boca com a ética republicana e as causas da cidadania, é de exigir o maior respeito e o máximo cuidado com os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. E é isto que mais impressiona. A assustadora facilidade com que os bloquistas, por egoísmo de grupo, por cálculo e oportunismo eleitoral, se apressavam a espezinhar os direitos de cidadania do cidadão Carlos Pinto de Sá.

    A constituição é claríssima a este respeito. «No acesso a cargos eletivos a lei só pode estabelecer as inelegibilidades necessárias para garantir a liberdade de escolha dos eleitores e a isenção e independência do exercício dos respetivos cargos» (Art. 50º nº 3). O BE nunca conseguiu explicar como é que os três mandatos anteriores de Carlos Pinto de Sá em Montemor-o-Novo põem em causa a liberdade de escolha dos eleitores eborenses (partindo já do princípio que não levariam a ofensa ao ponto de afirmar que comprometem a isenção do seu exercício na presidência).

    As pulsões antidemocráticas do Bloco de Esquerda explicarão porque, na sua cruzada, se fez acompanhar de um movimento de contornos fascizantes. O Movimento Revolução Branca tentou impugnar antes da apresentação da lista da CDU. O Bloco de Esquerda tentou impugnar depois. Ambos queriam impedir Carlos Pinto de Sá de concorrer e fazer campanha. Nenhum mostrou a mais leve hesitação em espezinhar as liberdades e os direitos dos cidadãos.

    O BE impugnou, agora reclama, depois recorre, enfim, esbraceja, estrebucha, e cada vez se enterra mais nas areias movediças do seu oportunismo. Não se gaste mais cera com este defunto. Agora é com o Tribunal Constitucional e com a população a 29 de Setembro.

    Mleonor

    No "Mais Évora"

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  16. O medo com que a "chulagem" do PCP anda do Bloco de Esquerda dá que pensar...

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    1. Medo? Mas onde vês tu o medo?
      Do ponto de vista da CDU, estas impugnações, por parte do BE, é o melhor que lhe podia ter acontecido.

      Clarifica as águas e deixa o BE encostado ao PS, com poucas hipóteses de crescer em número de votos.

      Se eu fosse da CDU, enviava um ramo de flores ao BE, com um bilhete a agradecer.

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  17. O BE tem medo do voto do POVO.

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