quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pode uma (Univer)cidade fechar?


(...) Uma Universidade que pode fechar não é em plenitude uma Universidade. Uma Universidade numa cidade património mundial devia nesta época fervilhar de cursos de verão, fazer extensão nos seus magníficos pólos (Estremoz, Monsaraz, Alter e Sines), a atrair gente nova para o espírito científico, a captar o seu público e a dar oxigénio à cidade e à região. Repito. Se os seus dirigentes tomaram esta decisão é porque não podiam certamente tomar outra, mas temo que a Universidade esteja "fechada" muito para além do cerrar das suas portas e serviços em Agosto.
Escreve Carlos Zorrinho aqui

2 comentários:

  1. Carlo Zorrinho faz parte do arco do poder
    Como dizia ontem António Barreto, houve um consenso nos últimos 30 anos(ps/psd/cds) de delapidar talvez 100000 milhões ou mais pela incomptência de politicos além de ignorantes corruptos.
    Porque não te calas Carlos, estes politicos são piores que pedófilos, estes só estragam a vida ás crianças com quem contatam, os politicos mediocres são estragaram a vida a 10,5 milhões de pessoas, mas a paciência vai esgotar

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  2. Caro anónimo das 07:45
    Compreendo o seu desabato e partilho até de alguma da indignação que o seu comentário revela, no entanto, editei aqui as palavras de Carlos Zorrinho por se tratar de alguém que também tem responsabilidades na situação que denuncia.
    A situação da Universidade e da Cidade onde Carlos Zorrinho cresceu é de suspensão (quer dizer, segundo o dicionário, de incerteza, dúvida,hesitação, pausa) como o próprio sabe. Concordo com as suas palavras e por isso as repliquei. Falta sublinhar que nem todos os cidadãos têm o mesmo grau de responsabilidade "no estado a que isto chegou". Recomendemos então, a quem tem maior responsabilidade que retire consequências, proponha alternativas e contribua para alterar as dimensões da realidade que todos lamentamos.

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