segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Outra cidade?

Praça do Giraldo, 1974 (foto Carlos Tojo)

1ª parte: aqui

2ª parte:  A "esquerda" contra a "esquerda": uma esquizofrenia eborense.

Portugal acordou em 1976, com as eleições, num estado de fracturação como nunca tinha vivido. Cada fracção com uma ressaca diferente dos três “25 de Abril”. Os partidários, defensores, os cúmplices do antigo regime, os que admitiram e se calaram, o partido negro, afundaram-se num profundo rancor contra o novo regime. No Norte, miseráveis tentativas de padres bombistas e veleidades de desencadeamento de guerra civil, depressa esgotadas pela dispersão das forças e dos motivos. Em Évora, o partido negro era a vítima da “reforma agrária”, das ocupações de herdades (“Roubaram-nos as terras!”, dizia uma figura notável de entre muralhas) e como vítima se via. Latifundiários recrutando ex-comandos das findas guerras coloniais (perdão, “guerra do ultramar”), para se oporem, com armas de guerra, aos grupos de rurais organizados quase militarmente pelo PCP, pequena burguesia comprometida com a máquina salazarista a apanhar chapéus. Capacidade política zero (que esta era a gente que “não fazia política”), desmoronamento social. Reduzidos ao silêncio, os que eu chamo o “partido negro” viveram o “25 de Abril” como uma catástrofe política, decerto, mas sobretudo moral: o fim dum mundo. Outro “25 de Abril” perdido foi o dos comunistas. Para eles, logo a seguir e ainda hoje, as “promessas”, o “sonho” do Abril deles, que era a instauração dum regime de tipo soviético, foram amargamente desmentidos pela realidade dum país que não queria (nem quer) tornar-se um paraíso de tipo cubano, bielorusso ou coreano. O terceiro Abril foi o dos socialistas. Esse vingou: o projecto era acabar com as guerras coloniais e instaurar um regime liberal-democrático. Não, como depressa se verá, social-democrático. Ao colocar “o socialismo no saco” o pai do novo regime, Mário Soares, ia no sentido do possível (e portanto do poder): eleições livres, multipartismo, estado de direito, economia de mercado, liberalismo económico. Para o PS, o 25 de Abril venceu, as promessas foram cumpridas, o essencial preservado (a liberdade).
Os três “25 de Abril” são rigorosamente incompatíveis. Contudo enquanto a oposição entre os saudosismos do antigo regime e os dois outros eram por assim dizer “naturais”, porque se opunham classes e meios sociais com interesses claramente divergentes, numa configuração clássica “direita” (“burguesia”, patronatos, etc.) contra “esquerda” (“classes trabalhadoras”), o antagonismo entre comunistas e socialistas era traumático e permanece insanável: no interior duma certa noção de “esquerda”. Ao nível do país, o que se observou foi uma triangulação, com os pesos de cada sector a variar entre maiorias absolutas (raras) e maiorias relativas bastante instáveis. Tendo o PC perdido mais de metade dos seus votos (em relação a 76), a confrontação ao nível nacional depressa se estabilizou em “esquerda contra direita”.
Évora fez figura de excepção. A predominância comunista não encontra rival de peso à direita (como já disse, uma direita moralmente desfeita, que só nos últimos anos conseguiu uma impiedosa desforra). O inimigo principal é o PS. O PS é para os comunistas o partido da “traição”, e complementarmente, o partido dos “traidores”. O partido que apoiou o principal acto traumático para os comunistas, o “25 de Novembro”, não hesitou em servir-se dos apoios externos e até da CIA, “traiu” e liquidou a reforma agrária, e trai os “ideais socialistas” ao aceitar “meter o socialismo no saco”. E adicionalmente, partido dos “traidores”: todos aqueles que ao fio dos anos foram expulsos, com as seriíssimas razões que se sabe, do PCP, ou que o abandonaram por discordâncias graves e foram aderindo ao PS, são vistos, ainda hoje como os que atraiçoaram “O Partido”. Muito haveria a dizer quanto à influência destes apóstatas da religião soviética e quanto à cultura política e partidária que consigo transportaram para o PS: formados nas escolas “do Partido”, formatados para uma certa cultura organizacional, muitos deles fizeram do PS um PCP sem ideologia fixa, no qual o poder nu e cru se torna a única razão de lutar.
O antropólogo René Girard afirma que as lutas mais mortíferas e mais impiedosas são as lutas fratricidas, movidas pelo desejo mimético. Formulado na base como “o desejo de ter o que o outro tem”, o desejo mimético é mais rigorosamente o “desejo de SER o que o outro é”. Évora não assiste ao desenrolar dum esquema clássico, saudável, de “esquerda contra direita”, em que os ideais são diferentes e os interesse incompatíveis, em que o outro é mesmo Outro. Évora assiste impotente à instalação dum jogo mimético em que cada um dos dois contendores pretende ser o verdadeiro detentor dos valores comuns (liberdade, justiça social, progressismos em geral), acusando o outro de ser falso, mentiroso, de roubar as palavras desvirtuando-as.
Para o PS (o tal que o PCP acusa de todas as traições), o partido comunista não é um partido democrático; concorre às eleições e acata os resultados, porque não tem outro remédio. Para o PS, o PCP não renunciou a nada do que faz a ideologia totalitária comunista, essa mesma de que o seu querido líder cujo centenário agora comemora, foi um parceiro, adepto, colaborador sincero e inebranlável para além da queda dos regimes soviéticos e até ao fim (da sua vida). O PCP, que continua a convidar para os seus congressos tudo o que há de mais notoriamente ditatorial e esgotado (os “países irmãos” e os “partidos irmãos”), não é, para o PS, um parceiro possível de alianças ou coligações. Num certo sentido, o PS considera que o PCP não é de esquerda, as ditaduras não podem ser de esquerda, os inimigos da liberdade são a forma essencial da direita. A “esquerda” são eles, no PS, porque a esquerda é defensora das liberdades e não apenas formais. E ao nível nacional, embora certas fracções socialistas (olha: “soaristas”!) lancem na contenda a ideia duma coligação à esquerda (entenda-se PS+PCP+BE), as correntes dominantes do que quer que o PS se tenha tornado consideram o PCP simplesmente irrelevante (quase tanto como “partido dos Verdes”, essa ficção), por fossilização política irreversível.
Mas o PCP há muito considera que o PS deixou de ser um partido de esquerda, que se diz de esquerda para aplicar políticas de direita, etc.: também ele pensa - aliados? Nunca! Seria perder, como diz Jerónimo, “a sua identidade”. Se assim não fosse, tendo os dois partidos cada um 3 vereadores, não teriam podido cooperar? É o contrário: o quase equilíbrio de forças fez do último mandato um inferno, uma guerra civil simbólica, bloqueando sempre que possível a situação: sujar as mãos cooperando, nunca. 
Enquanto a nível nacional as negociações entre PS e PCP nunca passaram de meras demonstrações de “abertura” para eleitor ver, em Évora o ódio mimético divide a sociedade em dois blocos irredutíveis. 
Não é pois de rivalidade política normal que se trata, mas sim, sublinho, de ódio mimético: “eu é que SOU o que tu dizes que ÉS”. O clima social, cultural, político, ficou totalmente atascado neste dilema. 
Só a emergência duma terceira força (e/ou duma quarta força) poderia separar os contendores, ambos obcecados pelo “outro”. Com esta configuração, Évora não sai das areias movediças em que caíu. Um contra um, parou o tempo. Só pelo menos “dois contra um” (o que pressupõe que haja três), oferece abertura: A+B / C; A+C / B ; B+C / A, etc. Mas essa abertura pressupõe que em vez de princípios intangíveis, quase religiosos e portanto indiscutíveis, os parceiros se orientem em função de objectivos concretos, de projectos comuns, contingentes, definidos de modo pragmático e com alianças variáveis. Segundo opções de base que bem lá no fundo, nem por serem diferentes deveriam ser incompatíveis. 
E creio que os principais estragos causados por este esquema durante os últimos 35 anos consistem em tornar o espaço público irrespirável, instaurando, como escrevi para começar, uma cultura do Medo, onde a maior prudência se impõe quando se trata de se exprimir em público: calcular bem as represálias que uma frase, uma foto, uma participação numa manifestação (cultural, social, política), um “ser visto com”, podem desencadear. Aqui “Tudo o que disser poderá ser utilizado contra si”, é o lema dum espaço que, na impossibilidade de ser de todos, se tornou espaço de ninguém.

José Rodrigues dos Santos,
Évora, 26 de Agosto de 2013.

60 comentários:

  1. Concluindo: é o PCP e o PS que são os únicos responsáveis pelos governos de direita.
    Sendo a esquerda maioritária mas não conseguindo ultrapassar os seus ódios, acabam por se tornar responsáveis por entregar o país, a Câmara e as grandes decisões à direita.
    O que deve o cidadão de esquerda fazer? Votar PS? Votar PCP? Na minha opinião deve abster-se. E castigá-los, assim, por esses ódios ridículos e fratricidas.
    Vão-se todos lixar mais as vossas birrinhas, imbecis do PS e do PCP!

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  2. Quem não é do PCP é contra o PCP.
    Sempre foi assim e sempre assim será.

    mas também eles não valem mesmo a ponta dum chavelho

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    1. E o PS do Francisco brilhantina vale o quê?

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    2. Não conheço o Francisco Brilhantina.
      Mas também te digo, este PS não vale um chavo.

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    3. "Quem não é do PCP é contra o PCP" diz quem não é do PCP.
      Quem é do PCP sabe que não é assim.
      "Dentro do PCP só há uma voz, uma cassete, não há tendências nem opiniões diversas" diz quem não é do PCP porque quem é sabe que nãoo é assim.
      Este é um mito que interessa ao PCP cultivar porque lhe empresta uma imagem de força superior à que de facto tem. Mas interessaa também todos os adversários e opositores políticos do PCP porque assim o isolam, quase o imobizam, no campo do estigma, do medo, do tenebroso.

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    4. Não conheces o Francisco brilhantina não sabes nada da politica eborense e andas a dormir.

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  3. Lamento que viva nessa cidade que descreve. Mas não vive na mesma cidade que eu concerteza... porque na cidade onde eu vivo e habito "FISICAMENTE" todos os dias de dia e de noite, e onde RARAMENTE O VEJO: do jardim das canas, à praça do giraldo, à câmara municipal, ao mercado, ao jardim público,ao infantário do meu filho, da tasquinha de avis, às sessões de cinema da Zorra na Serpa Pinto ou do Cineclube, aos concertos do Pátio, do MolhóBico, da Sociedade Harmonia Eborense, do cafezinho novo do Largo Chão das Covas, ás exposições da Fundação Eugénio de Almeida e do Museu de Évora, do Largo da Zoca e do Café Estrela com os espetáculos, conferências e exposições da Colecção B aos concertos do EboraeMusica e os espectáculos da Associação do Imaginário, dos Contos da associação É Neste País aos petiscos do ArtCafé acompanhados de ranchos e bandas filarmónicas no Pátio do Inatel, dos copos acompanhados de excelente música e muita conversa nos bares da Rua da Moeda, às noites de Verão na esplanada d'o Pátio e do Mói-te... E isto são as minhas escolhas porque as há e pode haver de outro tipo. Em todos estes espaços que habito e vivo, e onde NUNCA O VEJO, há gente de todo o tipo: ricos, pobres, remediados, de mais e menos esquerda e de mais e menos direita, conservadores e liberais, monárquicos e repúblicanos, católicos, ateus, muçulmanos, e mais ou menos budistas; freaks, betinhos, hippies, youppies; médicos, desempregados, enfermeiros, professores, músicos, actores, barmans, reformados, estudantes, antropólogos, comerciantes, psicólogos, funcionários públicos, pintores, escultores, sociólogos, arquitectos, empregados de limpeza....; romenos, galegos, espanhóis, japoneses, marroquinos, franceses, italianos, alemães, e claro está muitos eborenses.
    Nesta cidade que eu habito não reonheço, ou reconheço em muito pouca medida o ambiente de crispação que descreve acima.
    Espero que o problema e o desafasamento não seja geracional: você habita numa das cidades imaginadas de Italo Calvino que já não existe ou só existe num certo discurso livresco fora do quotidiano que são as cidades reais e vividas.

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    1. Coisas, várias. Gostei muito do primeiro post e menos dos comentários (ainda assim, o administrador do blog entendeu destacar um assinado, solitariamente ou um dos poucos que...); quanto ao post do JRdosS, partilhei-o na minha short list chamando-lhe Évora (é onde um homem quiser) porque ele retrata bem o que foi o século XX português (e revejo-me em quase tudo). Agora, que comecei pelo fim, gostei de quase tudo no seu comentário (que surge sob anonimato). E, sinceramente, nem li o segundo post... Pode saber-se quem o assina, ou prefere perder-se na multidão do anonimato e nem por isso?

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    2. Por escolha deliberada, não costumo responder a "anónimos". Mas o seu comentário não é um insulto, e por isso estou tentado em esclarecer duas ou três coisas.
      Escreve:
      "Mas não vive na mesma cidade que eu concerteza... porque na cidade onde eu vivo e habito "FISICAMENTE" todos os dias de dia e de noite, e onde RARAMENTE O VEJO: do jardim das canas, à praça do giraldo, à câmara municipal, ao mercado, ao jardim público,ao infantário do meu filho, da tasquinha de avis, às sessões de cinema da Zorra na Serpa Pinto ou do Cineclube, aos concertos do Pátio, do MolhóBico, da Sociedade Harmonia Eborense, do cafezinho novo do Largo Chão das Covas, ás exposições da Fundação Eugénio de Almeida e do Museu de Évora, do Largo da Zoca e do Café Estrela com os espetáculos, conferências e exposições da Colecção B aos concertos do EboraeMusica e os espectáculos da Associação do Imaginário, dos Contos da associação É Neste País aos petiscos do ArtCafé acompanhados de ranchos e bandas filarmónicas no Pátio do Inatel, dos copos acompanhados de excelente música e muita conversa nos bares da Rua da Moeda, às noites de Verão na esplanada d'o Pátio e do Mói-te... E isto são as minhas escolhas porque as há e pode haver de outro tipo. Em todos estes espaços que habito e vivo, e onde NUNCA O VEJO". Se pusermos de lado (se me permite) as tasquinhas e outros bares, que eu tenho os meus sítios e, conhecendo os que cita, serei pouco assíduo, reconheço, não ignoro e aprecio os sítios de concertos de que fala (Eborae M., Fundação EA, da SHE...). Não me terá escutado ler alguns pobres poemas meus no sítio que muito aprecio do É neste país, sítio e pessoas, na Zorra, onde também me podia ter ouvido dizer alguns dos meus poemas inéditos (que lhe posso dar a conhecer se a sua curiosidade fora até aí) e ir escutar os de grandes poetas, e uma outra vez até cantar, mesmo que isso o tivesse horrorizado, sabe-se lá. Não sou orgulhoso ao ponto de pensar que o ciclo de conferências que coorganizei em colaboração com e a convite da Colecção B (Conversas no Verão) ou da Associação Ex-Quorum (também em S. Vicente - Guerras, Crises), poderiam ter tido o privilégio de o interessarem. Quanto ao Imaginário, cujo trabalho tenho em grande estima, também gostei de espectáculos de teatro acompanhado com um copo, e os da Bruxa, e do Cendrev, e o trabalho do PIM teatro com as crianças, por exemplo, e os palhaços à solta, e... e... Nossa cidade, sim. Mas pense um instante: como é possível que tudo isso exista AINDA? O que faz a nossa cidade para que precisamente TODOS e cada um desses focos de vida cultural possam prosperar (não falo só de subsistir)? E digo-lhe com franqueza e sem procurar a polémica: a cidade tem tolerado, tem mantido num limbo de incerteza quanto ao presente e ao futuro todas essas iniciativas: desde sempre. A única excepção que conheço, por ter uma dotação plurianual programada e garantida são o Cendrev, e o Eborae M., mas admito que a minha informação possa ser insuficiente, e aceito que corrija. E todos os outros? Como é que a cidade os tem tratado? A tal "cidade de cultura"? E falo não só da situação calamitosa a que chegámos nos últimos três anos, mas das últimas três décadas? Pouco original, o que aqui se passa? sim, As autarquias têm a tendência para supor que "se estes se forem embora, outros virão: não faz mal". Erro grave, que nega a dignidade de base aos que produzem e transmitem cultura, e aposta numa geração espontânea, gratuita e que a nada os obriga. Aqui, mantenho foi pior.
      E se não "me vê", é porque quando ando pela minha, pela NOSSA cidade, ando anónimo e silencioso. Mas quando intervenho (mal, na sua opinião, talvez), assumo e assino. Você, ao não assinar, confirma uma das minhas teses principais: o MEDO de existir publicamente, de se expor, já que nem sempre dizemos ou escrevemos coisas geniais e sobretudo... etc.. Assim, "anónimo", fique bem na sua sombra. Era o que eu queria demonstrar.
      JRdS

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    3. 14.52

      Ó amigo: pelo que vejo você conhece todos os roteiros da noite eborense. Será guarda-nocturno? Se não, tira algum tempo para trabalhar ou é só passeio pelas colectividades da moda? Desculpe-me: eu também moro nesta cidade, e a cidade que descreve (que talvez exista, não ponho em dúvida) não é a minha cidade. A minha abre mais cedo e fecha também mais cedo. Até porque o dinheiro não abunda, por estes lados, para grandes ou pequenos desvarios. Mas é bom saber que ainda há gente de posses por estas bandas. Divirta-se enquanto pode. (E a luta de classes, pá?, já deram cabo dela?)

      um funcionário farto de funcionar

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  4. Blá, blá, blá...
    Uma carrada de tretas, falíveis e subjectivas, como nos tem acostumado o autor.

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  5. Portanto, para o autor do post, os crimes que o PS e PSD cometeram desde 2001, não contam para nada.
    Portanto, não interessa comparar a realidade anterior a 2001 com a posterior, e tirar conclusões.
    Portanto, a cisão não é entre políticas e consequências, mas entre "irmãos", iguais, e desavindos.
    Brilhante "historiador"!

    Estes intelectuais desonestos, de pacotilha, estão ao serviço de quem?
    É a gente desta que a universidade está entregue?

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  6. Sobre JRS já percebemos há muito que não conhece a cidade nem os eborenses.
    Desconhece a sua história mais antiga e também a mais recente.
    Por isso não consegue ir além dos lugares comuns, vagos e generalistas, que se leem na imprensa ou ouve nas TV's. E, como vem sendo habitual, pouco do que escreve corresponde àquilo que se viveu ou vive nesta cidade.

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    1. É notável a falta de vergonha destes pára-quedistas, universitários ignorantes e irresponsáveis, a desbobinar referências bibliográficas, mas absolutamente incapazes de ler a realidade.

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  7. Uma boa análise da crispação que, em termos políticos, se vive em Évora, com o PS e o PCP numa luta aberta e sempre fratricida que em nada ajuda ao desenvolvimento da cidade. Claro que existem espaços que todos partilham - mas nem isso: há grupos de teatro que são frequentados apenas por alguns, outros por outros. Espaços onde apenas uns vão e outros só frequentados por outros. A divisão PS/PCP, que podia ser profícua para a cidade, tornou-se num lodaçal de raivas pessoais, pequeninas inimizades, interesses conflituantes e pouco mais. Em vez de ter gerado alguma chispa criadora criou o espaço da calúnia, da mentira e da destruição do outro. Pobre cidade, aqui bem retratada por quem a conhece desde sempre - e que se percebe que não veio apenas ver a bola ou ser candidato a este ou áquele órgão de poder.

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    1. Caro amigo, não confunda diferenças de políticas com 'raivas pessoais'.

      Quando o PS entrega a águas municipais a interesses estranhos a Évora, não há raivas pessoais. Há diferentes concepções dos interesses do concelho. Há quem pugne pelos interesses de Évora e há quem não hesite em traficar e deitar fora a defesa desses interesses...

      Quando o PS se arvora em defensor das 'novas centralidades', não há raivas pessoais sobre isso.
      Há diferentes concepções dos interesses da Cidade. Há quem pugne pelos interesses da cidade e da preservação do seu centro tradicional. E há quem queira servir os interesses da especulação imobiliária, através de expansões urbanísticas inusitadas e que só servem para justificar a especulação (A Silveirinha é um desses exemplos).

      Quando o PS resolver vender edifícios municipais e transferir os serviços para pavilhões alugados no Parque Industrial, não há raivas pessoais.
      Há diferentes concepções do que devia ser a defesa do interesse público (acrescentando património ao património municipal e não alienando esse património para pagar rendas despropositadas) e da importância da CME não dar o exemplo, aos privados e instituições, de abandono do Centro Histórico...

      E podíamos continuar por aí fora, dando exemplos que aquilo que diferencia PS e CDU não são raivas, mas diferentes politicas...
      E são essas politicas que interessaria discutir e não as intrigas e tricas a que este blogue parece gostar de dar voz... Vá lá saber-se porquê?...

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    2. Há crispações sim senhor, basta ver o ódio como o brilhantina escreve no facebook sobre o pcp

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    3. Mas alguém liga ao que diz o Brilhantina?
      Quando o PS chegou ao poder, diziam à boca cheia que iam deitar tudo abaixo, e fazer de novo, com excelência. Despediram os bons funcionários porque alegadamente tinham trabalhado para os comunistas.
      Só conseguiram construir o que lhes foi deixado em herança pelos comunistas.
      Mesmo assim engataram os projectos e as empreitadas.
      Corromperam tudo.
      Nomearam gente incompetente e desonesta para dirigir os serviços municipais. Veja-se o Ruivo, o Brilhantina, os economistas, os juristas, os urbanistas.
      Cada cavadela uma minhoca. Foram postos em tribunal várias vezes, de tanta asneira, prepotência, e ignorância.
      Destruíram os serviços municipais, e levaram a câmara à falência.
      E ainda há quem leia o Brilhantina! À procura de quê?

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    4. Ninguém liga e gosta do brilhantina, mas o homem arrisca-se a ganhar as eleições. E vai continuar a xuxar e a destruir Évora

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    5. o brilhantina é o futuro presidente da camara. o melgão é como toda a gente sabe um testa-de-ferro

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  8. Nas suas lutas AZEDAS e Acidas saiu uma cidade podre e falida,não acordam e continuam no mesmo.....os eborenses com capacidades de gestão fugiram para Lisboa e Porto fartos do SISTEMA POLITICO DAS ESQUERDAS.
    A CIDADE ESTA NO LIMITE,O À PROJECTO OU ENTÃO È O SEU FIM GARANTIDAMENTE!

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    1. Há "lutas azedas" quando o PS entrega a águas municipais a interesses estranhos a Évora?
      Ou há diferentes concepções dos interesses do concelho. Ou há quem pugne pelos interesses de Évora e há quem não hesite em traficar e deitar fora a defesa desses interesses...

      Há "lutas azedas" quando o PS se arvora em defensor das 'novas centralidades'?
      Ou há quem pugne pelos interesses da cidade e da preservação do seu centro tradicional e há quem queira servir os interesses da especulação imobiliária, através de expansões urbanísticas inusitadas e que só servem para justificar a especulação (A Silveirinha é um desses exemplos).

      Há "lutas azedas" quando o PS resolver vender edifícios municipais e transferir os serviços para pavilhões alugados no Parque Industrial?
      Ou há diferentes concepções do que devia ser a defesa do interesse público (acrescentando património ao património municipal e não alienando esse património para pagar rendas exorbitantes e despropositadas) e da importância da CME não dar o exemplo, aos privados e instituições, de abandono do Centro Histórico...

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    2. "Nas suas lutas AZEDAS e Acidas saiu uma cidade podre e falida"
      Mas que idiotice!
      A cidade podre e falida saiu da gestão clamorosamente danosa de dois partidos, PS e PSD, a que o PCP sempre tentou ajudar, apontando as asneiras e as alternativas.
      Quem escreve estas coisas é ignorante e um perfeito idiota, porque acusa, sem saber do que fala.

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  9. Nas suas lutas AZEDAS e Acidas saiu uma cidade podre e falida,não acordam e continuam no mesmo.....os eborenses com capacidades de gestão fugiram para Lisboa e Porto fartos do SISTEMA POLITICO DAS ESQUERDAS.
    A CIDADE ESTA NO LIMITE,O À PROJECTO OU ENTÃO È O SEU FIM GARANTIDAMENTE!

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    1. Há "luta azeda" quando o PS entrega a águas municipais a interesses estranhos a Évora?
      Ou há diferentes concepções dos interesses do concelho. Ou há quem pugne pelos interesses de Évora e há quem não hesite em traficar e deitar fora a defesa desses interesses...

      Há "luta azeda" quando o PS se arvora em defensor das 'novas centralidades'?
      Ou há diferentes concepções dos interesses da Cidade. Ou há quem pugne pelos interesses da cidade e da preservação do seu centro tradicional e há quem queira servir os interesses da especulação imobiliária, através de expansões urbanísticas inusitadas e que só servem para justificar a especulação (A Silveirinha é um desses exemplos).

      Há "luta azeda" quando o PS resolver vender edifícios municipais e transferir os serviços para pavilhões alugados no Parque Industrial?
      Ou há diferentes concepções do que devia ser a defesa do interesse público (acrescentando património ao património municipal e não alienando esse património para pagar rendas exorbitantes e despropositadas) e da importância da CME não dar o exemplo, aos privados e instituições, de abandono do Centro Histórico...

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    2. Alguém pode explicar a um ignorante, que é isso das "novas centralidades"?

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    3. NOVAS CENTRALIDADES era a falácia usada pelo PS para justificar expansões urbanas absurdas que seriam as "novas centralidades" da cidade. Por exemplo: o Complexo da Silveirinha e o novo Hospital junto a Santo Antonico; o Parque de Feiras e Exposições e o Parque Urbano, de um lado e outro do Xarrama, à saída para Beja.

      No fundo falácias para encobrir as verdadeiras intenções: servir os interesses imobiliários, que se infiltraram no PS. Mas, afinal os 20 mil novos habitantes anunciados para chegar a Évora, até 2016, resumiram-se a míseros 77.
      Ou seja: não apareceu gente para comprar os lotes e as casas que eles queriam vender... E lá se foram, água abaixo, as novas centralidades...

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    4. Obrigado pelo esclarecimento.
      De facto estamos feitos, com bandidos a governar o concelho.
      Não admira o estado a que isto chegou.

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  10. Se pensas que pensas, pensas mal. Quem pensa por ti é o comité central!

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    1. E por ti pensa o brilhantina! aquele bocado de gente não deixa ninguém piar

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    2. Fala por ti cagarolas!

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    3. olha, o motorista do brilhantina já pia.
      ou nem a isso chegas e és apenas um colador de cartazes

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    4. ...era assim nos ENDA'S (até fazias camisolas)...velho e estudante do superior, na altura defensor do homem do "pântano", que é onde tu vais parar dentro de um mês...GOOD BYE!!!!

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    5. Endivido-me e rego-me a moet chandon nesse dia! fora com o brilhantina e fora com o seu motorista percebes, prexebes, parechedes, ou praxedes!

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    6. Tão azedos que andam os comunistinhas e outros bostinhas.
      O brilhantina é um gajo importante? E é candidato a que?
      O pântano é onde um comuna quiser que seja.

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  11. Mexeu no vespeiro...

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  12. As manifestações de grupos partidários configuravam, no PREC,a ideia de que algo se passava mal no seio da sociedade alentejana.
    Que o PPD ou o CDS, se abstivessem de se manifestar em Évora e o fizessem amiúde,quase sempre com interrupções dos seus comícios por boicote da rapaziada, era considerado algo normal.(de notar que a polícia da cidade não intervinha, ou se o fazia era em situação de desespero).

    O que não era nada normal era o confronto físico entre manifestantes do PS e do PCP em plenas ruas da cidade.Essa ferida ainda não foi sarada.

    A capacidade de organização do PCP relativamente ao PS era muito superior.
    E que se entende por «capacidade de organização do PCP»??
    Muito simples:O PCP preparava-se a tempo e horas, prevendo o que poderia acontecer, num determinado contexto politico/partidário.As instruções eram claras-Nada de violência, a não ser que o inimigo atacasse primeiro-e os objectivos da luta estavam claramente definidos e consistiam na defesa intransigente da REFORMA AGRÁRIA.

    Que o PS se manifestasse, «coitados»,sem perfil ideológico definido,fruto de utópicas alucinações que os levava umas vezes a fazer o papel da direita,outras a falar em nome da esquerda...«coitados»...estavam muito longe,do que em termos estratégicos «deveria ser a luta dos camponeses , dos trabalhadores e da classe operária».
    Porque mesmo que a maioria dos camaradas não soubessem das práticas de S. Simon, Fourier, Owen,etc,socialistas utópicos que nada sabiam de socialismo cientifico, sabiam o essencial de Marx ou mesmo Lenine, mesmo que o analfabetismo imperasse nas fileiras do PARTIDO.
    Mas que importava agora perder tempo a formar camaradas que dos anos de luta clandestina, enchiam os salões das colectividades por essas freguesias fora...Os que mereciam essa formação iriam passar uns tempos recolhidos em local secreto em plena revolução aberta e transparente.Os outros ficariam nas fileiras da luta que diáriamente era necessário empreender contra a reacção, pela Reforma Agrária,contra capital.

    E o Mário Soares que se cuide, na sua actuação relativa a encontros secretos com o Carlucci e o aparelho da CIA em Portugal e no Alentejo,pelas tascas e festas de sargaços que faziam mover vontades revolucionárias,noseio das cooperativas...

    O PS vingava-se traindo a revolução para uns e solidarizando-se com os camaradas para outros, homens sobretudo, sem orientação política, com a sede a abrir quando abria, porque o tipo que tinha a chave tinha ido ver a família a Almada...

    Quando a GNR pela calada da noite vinha até Évora, chicotear os camaradas que esperavam a libertação de um camarada da Cooperativa X,o PS vangloriava-se do feito,quando não encolhia os ombros, numa vil tristeza,empacotada de hipocrisia...

    E foi assim também que a coisa foi andando e muito mais,muito mais,há por escrever e contar só para que os nossos filhos saibam e decidam o que fazer...

    Hoje não me apetece falar mais nisto,porque acho ter aqui uma pontada de stresse pós tráumático que me obriga a ir apanhar ar,porque a barra foi pesada como dizem os nossos Nacibes que por aí andam...
    Mas um dia volto para a parte mais forte do grande espectáculo,um dia volto...

    Emanuel

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    1. Como se não vos bastasse a gestão danosa dos últimos 12 anos, que o PS e PSD levaram até à presente ruína municipal.

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    2. Não há pior cego do que o que não quer ver.
      Por ignorância, ou por desonestidade.

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  13. Muitos parabéns ao autor por dois artículo que conseguiram, por agora, ressuscitar um morto: a cidade de Évora e os seus habitantes. Pelo menos uma pessoa deu-se ao trabalho de responder com argumentos e isso agradece-se. Mas continua a ser insultante para a inteligência uma pessoa ler que os locais de ócio são aqueles que permitem a discussão política. Não, não devemos desprezar a tímida indignação de uma população adormecida e desnorteada. E muito menos, pelos vistos, devemos provocar os sectores reacionários da sociedade Eborense que se sentem sujeitos activos por ter uma conversa sobre política na tasca da esquina. Não há dúvida que esta gentussa sabe mandar vir como ninguém. Dedicam-se a ser do “social”, pessoal buéda inn tás a ver? Estes degradados sujeitos conformistas e passivos deleitam-se por poder criticar o JrdS por não ir aos sítios do “social” cá de Évora. Têm razão de julgar alguém por aquilo que faz e não por aquilo que é, como outros chicos-espertos do blog. Mas revelam muito sobre a ideia que têm do que é política e a cultura. Até parece que assistir a um concerto, comprar um bilhete po cinema, ou consumir cultura em geral é aquilo que importa. ¿Será que algum dia se vão dar conta do que pode ser uma festa por participação? Festas nas quais nada trabalhou para ninguém, em que todxs fizeram aquilo que por virtude consideraram necessário para chegar a bom porto. Festas nas quais ninguém ficou a noite toda a mamar minis e que depois paga e exige que lhe digam “muito obrigado por ter vindo”. Palhaços. Numa cidade em que os códigos culturais são tão fechados, inegociáveis, conservadores, impõe-se não só a crítica da classe políticas e da sua destruição da cultura popular. É imprescindível uma crítica dos indivíduos construídos desde fora, das pessoas cuja espiritualidade foi destruída há muito tempo, dos sujeitos inúteis que pensam sempre que o ego deles está no centro do mundo. Quem repete o erro não aprende, e quem ainda não se deu conta que a cultura eborense hoje em dia dominante não leva a lado nenhuma só pode mesmo ser cego. Dito isto, ainda bem que há artistas e pessoas que se distinguem pela sua qualidade, na sempre acolhedora cidade de Évora. A esperança de que a cultura opressiva que hoje em dia condiciona a maior parte das relações sociais nesta cidade mude depende em boa parte da sua capacidade para sair do guetto e chegar a sectores esquecidos, que não devem nunca ser desprezados. E não tem nada a ver que saibam escrever ou não, é bem provável até que algumas dessas pessoas ainda guardem algo dos saberes de convivência do Alentejo de outrora. As boas ideias devem ser copiadas, as más não. Eu quero é ver quando é que vou ver esta malta do "social" no campo, a sombra dum chaparro, ser capaz de produzir a mais mínima reflexão metafísica sobre as tragédias irremediáveis da vida humana, como seria a solidão ontológica, o carácter finito da nossas existências e a nada que lhes precede. E desculpem lá este português arranhado e não-conforme com o acordo ortográfico...

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  14. Pouco a pouco começam todos a virar. Depois da decisão do Tribunal Constitucional só sobrará a infâmia do Bloco de Esquerda ter tentado, e continuar a tentar, por todos os meios ao seu alcance, impedir adversários eleitorais de concorrer e fazer a sua campanha. Não discutem política, não discutem projectos, querem ganhar na secretaria.

    Notícia do Público:

    «Tribunal de Loures aceita candidatura de Fernando Costa, depois de o ter considerado “inelegível”»


    «A impugnação da candidatura de Fernando Costa tinha sido pedida pelo BE e aceite pelo tribunal da comarca. Agora, o mesmo tribunal considerou que o social-democrata pode avançar.

    Na decisão, citada pela Lusa, o juiz decide que a Lei de Limitação de Mandatos não se deve aplicar quando se trata de uma candidatura a outro município. "Caso existam os aludidos perigos de desvirtuamento do funcionamento da vida política e da democracia, a sua relevância desaparece ou sofre uma evidente e significativa erosão se estiver em causa um outro município ou freguesia, um outro território”, refere o documento.»

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    1. Quer então dizer que vamos ter o Sasá de Montemor em Évora? Má notícia. Isso quer dizer que o Melgas vai ganhar!

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    2. Isso não interessa nada. Essas notícias são para esquecer e para esconder.
      Como vai ser no próximo dia 5 de Setembro, quando for conhecida a decisão do TC.

      Mas nessa altura vou-me rir
      Ai vou-me rir muito
      Perder-me em doses fatais
      Vão ver o pé de vento que se vai levantar
      comigo a rodopiar...

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  15. PCP sempre tentou ajudar?Se foi assim porque Ernesto teve maioria absoluta e de seguida dois mandatos seguidos?Ainda por cima debaixo de uma valente capa de mentiras,e mesmo assim o pcp não o conseguiu derrubar!
    É bom usar a memoria dos factos!

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    1. A memória dos factos também diz que o PCP venceu 7 eleições autárquicas no concelho de Évora. Umas com maioria absoluta e outras com maioria relativa. Mas pelos vistos essas não contam.
      A derrota do Ernesto em 1997, também bão conta. A história começou em 2001. E, se calhar, atendendo aos últimos indícios, vai ser interrompida no próximo dia 29 de Setembro...

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  16. Familia Lusitanista:


    O PS destruiu o clube do nosso coração,votar PS é trair as nossas raízes de eborenses e lusitanistas.

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    1. Isso não corresponde à verdade. O nosso Lusitano foi destruído por uma direcção irresponsável, presidido por um ambicioso,vaidoso e medíocre Luís Morais Santos, elemento ligado à direita e filho de Fernando Morais Santos, antigo delegado Provincial da Mocidade Portuguesa e homem forte da organização, e que envolveu o clube em negócios de contornos muito pouco claros. Parte da culpa pertence também aos sócios que em Assembleia Geral se deixaram manipular por esse e outros senhores votando a favor duma proposta que os avalizou e procurou destruir e alienar o património do clube em favor da participação deste num projecto imobiliário de que hoje são conhecidas as consequências, aliás já previsíveis. Pertenci à minoria que votou contra e recordo que para levar o projecto em frente houve que promover diversas alterações nos estatutos que a Assembleia também aprovou e estiveram a cargo do advogado Carlos Almeida, conhecida figura do PSD. Sou lusitanista desde os 6 anos de idade e meu pai quando faleceu em 2002 era o sócio nº.5 com 59 anos de filiação.
      Se quer invocar razões para os eborenses não votarem no PS está no seu pleníssimo direito mas essa não colhe e é manipuladora. O destruição do nosso amado Lusitano tem um nome: Luís Morais Santos, e vários rostos que foram os seus acólitos.São os resquícios de quem foi formado nessa «escola de virtudes» que foi a Mocidade Portuguesa.

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    2. Isso não corresponde à verdade. O nosso Lusitano foi destruído por uma direcção irresponsável, presidido por um ambicioso,vaidoso e medíocre Luís Morais Santos, elemento ligado à direita e filho de Fernando Morais Santos, antigo delegado Provincial da Mocidade Portuguesa e homem forte da organização, e que envolveu o clube em negócios de contornos muito pouco claros. Parte da culpa pertence também aos sócios que em Assembleia Geral se deixaram manipular por esse e outros senhores votando a favor duma proposta que os avalizou e procurou destruir e alienar o património do clube em favor da participação deste num projecto imobiliário de que hoje são conhecidas as consequências, aliás já previsíveis. Pertenci à minoria que votou contra e recordo que para levar o projecto em frente houve que promover diversas alterações nos estatutos que a Assembleia também aprovou e estiveram a cargo do advogado Carlos Almeida, conhecida figura do PSD. Sou lusitanista desde os 6 anos de idade e meu pai quando faleceu em 2002 era o sócio nº.5 com 59 anos de filiação.
      Se quer invocar razões para os eborenses não votarem no PS está no seu pleníssimo direito mas essa não colhe e é manipuladora. O destruição do nosso amado Lusitano tem um nome: Luís Morais Santos, e vários rostos que foram os seus acólitos.São os resquícios de quem foi formado nessa «escola de virtudes» que foi a Mocidade Portuguesa.

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    3. Isso não corresponde à verdade. O nosso Lusitano foi destruído por uma direcção irresponsável, presidido por um ambicioso,vaidoso e medíocre Luís Morais Santos, elemento ligado à direita e filho de Fernando Morais Santos, antigo delegado Provincial da Mocidade Portuguesa e homem forte da organização, e que envolveu o clube em negócios de contornos muito pouco claros. Parte da culpa pertence também aos sócios que em Assembleia Geral se deixaram manipular por esse e outros senhores votando a favor duma proposta que os avalizou e procurou destruir e alienar o património do clube em favor da participação deste num projecto imobiliário de que hoje são conhecidas as consequências, aliás já previsíveis. Pertenci à minoria que votou contra e recordo que para levar o projecto em frente houve que promover diversas alterações nos estatutos que a Assembleia também aprovou e estiveram a cargo do advogado Carlos Almeida, conhecida figura do PSD. Sou lusitanista desde os 6 anos de idade e meu pai quando faleceu em 2002 era o sócio nº.5 com 59 anos de filiação.
      Se quer invocar razões para os eborenses não votarem no PS está no seu pleníssimo direito mas essa não colhe e é manipuladora. O destruição do nosso amado Lusitano tem um nome: Luís Morais Santos, e vários rostos que foram os seus acólitos.São os resquícios de quem foi formado nessa «escola de virtudes» que foi a Mocidade Portuguesa.

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    4. tal é o desespero... apresentem propostas... assim não vão lá...

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  17. MAIS UM SOCIALISTA, DA ESCOLA PS DE
    ÉVORA APANHADO COM A BOCA NA BOTIJA:

    http://www.noticiasaominuto.com/pais/11310/presidente-de-ipss-acusado-de-usar-indevidamente-verbas-da-institui%C3%A7%C3%A3o#.UhvijNI3uSo


    Évora Presidente de IPSS acusado de usar indevidamente verbas da instituição
    O presidente da Associação para o Desenvolvimento e Bem-Estar Social (ADBES) da Cruz da Picada, José Nascimento, está a ser investigado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Évora na sequência de uma queixa apresentada por dois elementos da direcção que o acusam de usar, em proveito próprio, bens e equipamentos da instituição.

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  18. MAIS UM SOCIALISTA, DA ESCOLA PS DE
    ÉVORA APANHADO COM A BOCA NA BOTIJA:

    http://www.noticiasaominuto.com/pais/11310/presidente-de-ipss-acusado-de-usar-indevidamente-verbas-da-institui%C3%A7%C3%A3o#.UhvijNI3uSo


    Évora Presidente de IPSS acusado de usar indevidamente verbas da instituição
    O presidente da Associação para o Desenvolvimento e Bem-Estar Social (ADBES) da Cruz da Picada, José Nascimento, está a ser investigado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Évora na sequência de uma queixa apresentada por dois elementos da direcção que o acusam de usar, em proveito próprio, bens e equipamentos da instituição.

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    1. Não há comunas ladrões queres ver?

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    2. É verdade.
      Os ladrões vão todos para o PS.
      Porque será?

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    3. Aprendem no PCP e praticam no PS, no PSD e no CDS

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    4. e do Almeida Henriques quando se fala...

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  19. O LUSITANO foi DESTRUIDO por quem pagou a campanha PS.

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  20. Cãmara contrata varias empresas para limpar a cidade,a um mês de Eleições.

    Quem PAGA?

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    1. Paga o Pinto de Sá quando receber as facturas em Outubro!

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  21. O Pinto de Sá, o gajo que enganou os de Montemor, para o lugar do eterno ajudante do Ernesto, o Melgão?

    Ficam bem entregues, sem dúvida

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