terça-feira, 20 de agosto de 2013

Évora: inaugura esta quarta-feira



Estórias de Pedra
Uma Exposição Venda

Igreja de São Vicente - Évora
de 21 Agosto a 27 de Setembro de 2013
Inauguração: 21/08/2013 - 18horas

esculturas de:
Carlos Dutra
João Sotero
Pedro Fazenda
Susana Piteira

32 comentários:

  1. Grande azáfama vai no jardim publico,dezenas de funcionários da autarquia,varrem,cortam relva,serralheiros no coreto,grande vazos são colocados em frente do busto de cinatti(para o tapar),presidente de cãmara acessores,técnicos da cãmara,o que se passa?

    Manuel Melgão candidato do PS é entrevistado em directo na RTP no jardim.

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  2. Programa de propaganda,pago com o dinheiro dos nossos impostos,são dezenas de funcionários municipais no jardim a preparar o festim socialista.

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  3. Arraial socialista no jardim?

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  4. Uma CÃMARA falida PAGA PROGRAMAS DE TELEVISÃO,A um mês de eleiçôes,vergonhoso.

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  5. É assim a campanha do PS. Comprada com a força do dinheiro e o abuso da posição institucional na autarquia.

    Jardim Público arranjado, entrevista em directo para a televisão. Exactamente num dos dois dias em que se faz o trabalho de campo da sondagem que sai a 23 deste mês...

    Esta gente pensa em tudo. Excepto nos eborenses.

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  6. Quanto irá custar esta 'brincadeira' aos eborenses?

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  7. Quanto vale ter a cidade e o Concelho e até o distrito o dia inteiro na TV por boas razões?

    E porque não aparece nenhum candidato da oposição a criticar? Apenas estes anónimos? Ou são os candidatos anónimos?

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  8. Évora ainda será uma grande Montemor. Parada no tempo que dantes é que era bom e debaixo do jugo comunista! Isso é que não pode deixar de ser.

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    1. Parada no tempo está Évora, há 12 anos.
      E basta comparar o crescimento demográfico dos últimos 20 anos, para tods vermos que assim é:
      1991 a 2001 - + 3500 habitantes
      2001 a 2011 - + 70 habitantes.

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  9. Agora envolta em MAFIAS e Negociatas.

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  10. Porque abafaram o caso Silveirinha?

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    1. Porque se houvesse investigação iria provavelmente ser conhecido o nome de um dos maiorais do PS que beneficiou com a operação.
      Porque iria saber-se como a herdade da Silveirinha foi parar às suas mãos.
      Iria saber-se que foi ele o principal (e talvez único) beneficiado da negociata, que acabou por levar um clube desportivo á falência.
      Iria saber-se como algumas instituições públicas (CME e CCDRA) são manobradas, desarmadas e colocadas ao serviço de interesses particulares...
      E, anturalemente, para que as aparências se mantenham, não podem ser conhecidos os métodos que esta gente utiliza.

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  11. "Hà,no entanto,uma saida,uma alternativa que não é a austeridade-é o combate à causa maior da crise,o combate à corrupção."

    PAULO de MORAIS

    Évora precisa de uma alternativa,a esta governação local.

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  12. E... a escultura em pedra? E a exposição, que era aqui o assunto? E os artistas que tentam dar a conhecer os seus trabalhos? Nada a dizer? Não interessa? E falam os comentaristas de "cultura"? A esquizofrenia dos comentarista (anónimos, claro) é sufocante. Obsessiva, monomaníaca, prefigurando o que seria uma cidade com gente desta no poder. Irra!

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    1. "o que seria uma cidade com gente desta no poder"?

      Se bem me lembro
      - havia subsídios para os produtores culturais locais;
      - havia um programa cultural para animar as noites de Verão;
      - havia grupos de teatro com instalações cedidas e arranjadas pela câmara;
      - havia o Vivá Rua;
      - havia exposições e colóquios no Palácio de D.Manuel;
      - havia o projecto para recuperar o Salão Central;
      - havia dois cinemas
      - havia uma Academia de Música;
      - etc.
      O que é que há agora, oh inteligente?

      Companhias a fechar?
      Enlatados na Praça de Touros?
      Associações falidas?
      Uma cidade morta?

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    2. "com gente desta no poder" a cidade cresceu e desenvolveu-se.
      Agora, depois de 12 anos de 'amigalhaços' no poder a cidade e o concelho estagnaram e a câmara entrou em situação de falência.
      Muita dívida, para tão pouca obra!

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    3. Ah, estes anónimos! Estes "anónimos"!
      Escrevi "com gente desta", sem mais, referindo-me aos comentaristas devidamente anónimos, e este anónimo responde anonimamente referindo-se aos ocupantes do poder na fase anterior, a "defendê-los", etc. Conclusão, o anónimo identificou-se colectivamente como membro da brigada de comentaristas (anónimos), e pela mesma ocasião identificou a brigada anónima, a do tempo dos dinheiros da Europa. A jorros. E não digo que o que está, está bem. Não é esse o assunto.
      Não era preciso tanto, não. Eu referia apenas dois ou três anónimos obcecados, incapazes de comentar o post pelo que ele contém, ou deveria conter, e de se interessar pelas obras dos artistas em causa, ou de comentar (ou criticar) a iniciativa da expo. Também se pode ser contra, claro. Sufocante. Quando deixou de haver comentários anónimos aqui, por decisão dos editores, TODOS os posts tinham ZERO comentários. ZERO! Ah, valentes! Cheios da (sua) razão, os valentes. Anónimos? Nem por isso. JRdS

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    4. É que "isto" parece uma democracia para todos, mas é democracia só para alguns.
      Também no tempo da 'outra senhora', havia democracia para alguns. Quem estava a favor, nunca foi penalizado por falar ou escrever aquilo que lhe ia na alma. Agora é mais ou menos a mesma coisa. Quem mijar fora do penico sujeita-se...

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    5. http://www.youtube.com/watch?v=G1JS5r3BbJ0

      ehehe.

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    6. O assunto preferido desta gente é o "anonimato".
      Rebolam-se e deliciam-se com o formalismo das coisas, estão-se marimbando para a substância.

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    7. Ao "anónimo" das 22:50:
      Sim, senhor. Acho que tem razão: aqui em Évora, manifestar a sua opinião, assinando por baixo, expõe a represálias. É verdade que já assim era no tempo do salazarismo. A prudência impunha o silêncio. Aqui em Évora temos, em tempos de democracia, um esquema porventura mais vicioso ainda. Com uma cidade esquizada entre comunistas e socialistas, qualquer palavra menos banal vai ser escrutinada pelas equipas de vigilantes dos partidos. Ou é um deles que deita o anátema, ou o outro que amaldiçoa. Pior, acontece que sejam os dois campos inimigos viscerais que, duma só voz, insultem, agridam, desqualifiquem o(a) que ousou falar. Logo, o MEDO instala-se, e o desejo de manifestar a sua opinião, legítimo como é, só encontra na sombra do anonimato o parco espaço de expressão. Compreende-se que alguém que quer denunciar práticas ilegítimas, por vezes violentas, de certos indivíduos com poder directo sobre essas pessoas, não assinem. Mas quando se trata de exprimir uma opinião POLÍTICA, ou moral, sobre a situação da cidade, sobre as gestões anteriores, sobre o que se entende que deveria ou poderia ser feito, não é aceitável que o sistema de represálias se ponha a funcionar a pleno regime. A colonização dos posts de blogues por equipas de parasitas da comunicação, que não só fazem copiar colar em quantidade para publicar "comentários" que nada têm que ver com o assunto, a estratégia do cuco, essa colonização, dizia, não é aceitável. Quanto aos insultos, aos ataques pessoais, à tentativa de destruição moral das pessoas, como aqui presenciámos em relação a certos redactores do blogue, quanto a essa empresa de sabotagem anónima da comunicação, temos aqui em Évora um retrato da cidade, uma cidade doente, sufocada pelos ódios partidários, sem espaço público. O que por aí vai de miséria na falta de ideias para os programas autárquicos é o correlato infelizmente bem "natural" da única questão que lhes interessa: a conquista do poder. para quê? Para o poder. E ai de quem não alinha... ou não se cala.
      Assino: JRdS.
      N.B.: A exposição de escultura em pedra inaugura-se hoje às 18:30. Passei por ali enquanto estavam a fazer a montagem. Vi ali peças lindíssimas, que poderiam estar presentes em qualquer grande bienal por essa Europa fora. Évora dentro.

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    8. @08:34
      Informa-te sobre o que se passa na CME, onde reinam os teus amigalhaços, e depois falamos.

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  13. http://www.ionline.pt/artigos/portugal/chefes-grandes-camaras-da-cdu-obrigadas-cortar-mais-60-dos-dirigentes

    "...A partir de 2014 as câmaras municipais vão ter menos funcionários, mas vão ter também menos dirigentes. O governo vai discutir esta semana em Conselho de Ministros a proposta de redução dos dirigentes autárquicos que obriga as autarquias a reduzir em pelo menos 30% os lugares de chefia até ao final de 2013. E entre as que mais têm de cortar estão as principais câmaras da CDU.

    Pelas contas do governo, há 38 câmaras (ver ao lado) que têm de reduzir os cargos de dirigentes municipais – chefes de divisão, directores de departamentos e directores municipais – em pelo menos metade, num total de 388 cargos só nestas câmaras segundo contas do i. E, cruzando o esforço em percentagem com o número de dirigentes actuais, as autarquias CDU são as mais afectadas. Quase metade dos presidentes de câmara do PCP (12 em 28) vão ser obrigados a acabar com pelo menos 50% dos lugares de chefia: cerca de 175 nas 12 câmaras Entre elas estão as câmaras de Almada, que terá de acabar com 62 cargos de dirigentes (67%); Palmela, 23 lugares (64%); Sesimbra, 19 lugares (61%) e Seixal, com uma redução de 67% dos cargos de dirigentes.

    Mas a tesourada na hierarquia dos funcionários públicos camarários afecta também PSD e PS. Os sociais-democratas presidem a 14 autarquias que têm de cortar estes cargos para menos de metade (duas em coligação com o CDS), das 136 a que presidem. A que acrescem ainda 11 câmaras PS (das 132). Mas se o total das que mais reduzem o esforço é idêntico, em termos de lugares a eliminar, PSD e PS têm menos com que se preocupar, uma vez que se trata de câmaras mais pequenas. PSD terá de reduzir cerca de 105 cargos e o PS 108, apenas nestas 38 câmaras.
    Em termos geográficos a concentração é mais evidente. Das 13 autarquias do distrito de Setúbal, nove têm de acabar com pelo menos 50% dos lugares de chefes: sete do PCP, uma do PS e uma de independentes.

    O governo diz que não se trata de despedimentos, mas de extinção de cargos de chefia. Cabe depois a cada autarquia a gestão do mapa de pessoal..."

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  14. A cãmara não tem dinheiro para as associações culturais e desportivos,mas gasta dinheiro a rodos em mão de obra e não só para programas pimbas de televisão,em tempo de eleições VALE TUDO.

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  15. ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS - ÉVORA

    A SONDAGEM DA SIC QUE VAI SER LANÇADA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, 23, DARÁ MAIS UMA VITÓRIA À CDU (SEM MAIORIA ABSOLUTA), SEGUINDO-SE O PS E O PSD/CDS. NÃO PERCAM NO JORNAL DA NOITE.

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    1. Devias ter-te informado que a sondagem ainda não está concluída. Portanto esses são apenas os teus prognósticos.

      Além disso, a única sondagem que interessa é a que vai ser realizada no dia 29 de Setembro. Cá por mim vou ver o Jornal da RTP1.

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    2. E o Bloco de Esquerda?
      Vai enganar outro, que a mim não enganas tu.

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    3. Tão nervosos. mentirosos e iguais a si próprios que estes pcs andam. Devem adivinhar que já ninguém quer o software que andam a vender há décadas.É software e hardware completamente desactualizados.Já nem para a sucata servem.

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    4. Outro cretino a fazer provocações à CDU. O trabalho de campo da sondagem acaba amanhã. Só depois se faz o tratamento dos dados e o apuramento dos resultados. É bem possível que a sondagem dê o PS à frente. A CDU tem que melhorar muito a campanha, aparecer mais. As acções são diárias, esforçadas, mas é preciso ganhar mais visibilidade.

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    5. Não se deixem enganar, a confusão e o desvio das atenções só servem ao PS, por não estarem interessados em que se fale dos problemas do concelho e da sua gestão catastrófica, que levou a CME à falência e o concelho à estagnação.
      A sondagem que vale é no dia 29 de Setembro.

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  16. E se a sondagem der a vantagem ao PS (como parece) lá vêm os funcionários do PC desvalorizá-la, que isso de sondagens é um engano arquitectado pelas forças da burguesia. Mas se os puserem à frente começam logo a salivar de contentamento e aí é verdade, dizem eles, as sondagens são os indicadores da sabedoria popular.Já os conhecemos de ginjeira.

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  17. Agarrados

    Paulo Morais, Professor Universitário

    A Lei de limitação de mandatos nas autarquias é claríssima: quem tenha exercido o cargo de presidente de câmara ou junta durante três mandatos consecutivos não poderá candidatar-se a um novo mandato.
    Mas, apesar da simplicidade da lei, está instalada a confusão porque um conjunto de autarcas em fim de ciclo decidiu ir tentar a sua sorte noutras paragens, depois de doze ou mais anos de exercício presidencial num dado concelho.
    Em consequência desta chico-espertice política, vivemos uma situação insólita. As primárias das autárquicas jogam-se nos tribunais e será no Constitucional que os putativos candidatos se qualificarão para a corrida eleitoral.
    A credibilidade do processo eleitoral está ferida de morte, na sua componente política, mas também jurídica. Nos últimos tempos, alguns tribunais têm impedido candidaturas de quem já atingiu o limite de mandatos, como em Loures ou Beja, enquanto outros tribunais admitem candidatos que estão nas mesmíssimas condições, sejam os casos de Lisboa ou Porto. Não é compreensível que juízes provenientes das mesmas universidades, conhecedores da mesma jurisprudência, interpretem uma Lei clara de forma tão diversa. Estão contaminados por uma discussão pública a que se revelam permeáveis. Valorizam pareceres emitidos por juristas que, sendo simultaneamente políticos, são juízes em causa própria.
    A origem do mal neste processo não está contudo nos Tribunais, mas no Parlamento. Foram os partidos que, tendo declarado que este instrumento legal suscitaria dúvidas, optaram por não clarificar a Lei. Decidiram esgrimir os argumentos que lhes soavam mais convenientes no espaço mediático, mas não lhes chegou a coragem para esclarecer o assunto no local próprio, o Parlamento. Quiseram fingir limitar mandatos, quando no fundo o seu objetivo era prolongá-los.
    Toda esta polémica teve apenas uma vantagem. Veio evidenciar que afinal a dedicação de autarcas como Fernando Seara ou Luís Filipe Menezes não era a Sintra ou a Gaia, mas à função de presidente de câmara, às benesses e à influência política que o cargo representa. Ao fim de tantos anos, agarrados ao poder, esquecem e desprezam um eleitorado que lhes foi fidelíssimo. Caiu-lhes a máscara.

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-morais/agarrados

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