quinta-feira, 8 de agosto de 2013

campanha eleitoral virtual



desta vez com maior preponderância, mais presença e consistência a campanha eleitoral para as próximas autárquicas marca presença pelos espaços virtuais das ditas redes sociais; 
é certo que, a maior parte dos sítios se limita a replicar, virtualmente, o vazio que objetivamente cada candidatura apresenta; nota-se, para além da falta de ideias, a ausência de uma estratégia de afirmação dos espaços virtuais - prefiro digitais - de articulação e ligação entre o contacto físico e as diferentes redes sociais digitais; 
é também verdade que existem honrosas excepções, onde é visível a articulação, continuidade e ligação entre os diferentes espaços, mas mesmo nestas e na sua generalidade se nota a falta de ideias que ultrapassem os lugares comuns, as vulgaridades e banalidades tão típicas de uma qualquer campanha; a principal caraterística que atravessa quase todas as campanhas, independentemente da sua cor, feitio ou padrinho/madrinha é mesmo a festa; aproveitando-se a época do ano é ver as festas e romarias e os mimetismos do paulinho das feiras, tão criticado por uns, distribuídos por tudo quanto é freguesia em festa a ser pespegado nas redes, em particular no facebook; 
pena é que no meio da festa e do arraial popular se esqueçam, ou propositadamente se esconda, o vazio das ideias com que se pensa gerir e afirmar o futuro, seja ele qual for - e estas pessoas deviam antecipar um futuro...

Manuel Cabeça (aqui)

6 comentários:

  1. Vazia vai a campanha.
    Vazia de ideias, de vontade, de bom senso, tem estado a gestão da Câmara há já demasiado tempo. Mas o que mais aflige é que tudo parece poder continuar. Não é só vazia a campanha do PS, como diz o Cabeça. Vazias vão as outras campanhas. E não era de esperar que a CDU querendo ser alternativa ao governo desta Câmara se comportasse assim, tão ausente de ideias, de proposta, de brilho. Porque a Câmara ainda é do PS. Se quiserem que deixe de ser têm que ser melhores. No que apresentam, como apresentam, quando apresentam. Assim, vão deixando margem para que muitos se convençam que são todos iguais... e quando são todos iguais ganha o PS.

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  2. O brilhantina Costa é vazio de tudo. Aproveita as festinhas para papar uns almoços e ver se permanece no tacho

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  3. O Manuel Cabeça quer "ideias" e "estratégia"...
    Mas esquece que sem 'pilim' e sem autonomia não há ideias nem estratégia que façam milagres.

    Esquece que, pela mão do seu querido partido, a câmara foi atirada para uma situação de desiqulibrio financeiro estrutural (falência!) e que, por via do PAEL, nos próximos 20 anos, vai estar na mão do ministério das Finanças e das ideias e estratégia que de lá vierem.

    Esquece que o negócio das águas, promovido pelo seu querido partido, acarreta um prejuízo anual de 4,5 milhões de euros para a CME, e que a solução está dependente do Ministério do Ambiente e das ideias e estratégia que de lá vierem.

    Esquece, em suma, que a consequência do desastre de 12 anos de governo municipal do seu querido partido, não é a falta de ideias e estratégia... mas a sua inutilidade.

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  4. Melgão. O testa de ferro.

    A candidatura do Partido Socialista às autárquicas de 2013 em Évora é cada vez mais surpreendente, só escapando o facto aos muito incautos.

    O candidato Francisco da Costa, corrijo, o candidato Manuel Melgão assume uma candidatura com características singulares e inéditas a nível nacional. O PS, um partido histórico e do arco do poder apresenta um testa-de ferro nas eleições.

    O Presidente da Concelhia do PS é verdadeiramente o candidato autárquico do partido. É visível que Costa assume com gosto e sem pudores todo e qualquer protagonismo nas redes sociais.

    Então porque estará um testa-de-ferro a ser utilizado para o efeito? A questão é deveras enigmática, não se percebendo porque não foi Francisco da Costa, a votos, sujeitando-se ao escrutínio dos eborenses. O antigo secretário do José Ernesto é como se sabe um homem sedento de protagonismo, pelo que não se percebe porque não avançou em nome próprio.

    Haverá rabos presos? Haverá surpresas nas contas e informação privilegiada de cariz negativo, para que as ilustres figuras do PS não tenham assumido uma candidatura.

    Évora tem peso no PS nacional e tem militantes com experiência, prestigio e currículos confirmadíssimos: Zorrinho, Capoulas, Serrano, Bravo Nico, Fernanda Ramos, entre outros.

    A população de Évora sabe que estará a votar num testa-de-ferro?

    O Repórter d’ Évora

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  5. É no mínimo estranho que seja o Melgão o candidato mas ainda é mais estranho comportar-se como uma marioneta cujos cordelinhos são puxados por essa figura medíocre que gravita na sombra do ainda presidente. Depois de tanta hesitação e de tanto compasso de espera, eis que o PS apresentou um candidato sombrio, com escassas competências sociais, sobre o qual é dificil conhecer uma ideia política.
    É no mínimo estranho que candidatem Zorrinho a Montemor e Capoulas Santos a Évora, depois de tudo o que disseram sobre Pinto de Sá ser de Montemor.
    É no minimo estranho que recandidatem a pior vereadora da cultura de que há memória, muitos se recordam dos constrangimentos de cada vez que ela interveio em reuniões públicas, da sua incapacidade para dialogar com os agentes culturais ( quem não se lembra da reunião pública de câmara onde a vereadora foi confrontada com os agentes culturais e onde foi acusada de faltar à verdade ?)
    É no mínimo estranho que Manuel Melgão deixe que um pavão se pavoneie à sua custa por onde passe, mesmo nas redes sociais onde a página de Francisco Costa tem mais atividade que a do candidato Melgão...
    O PS em Évora já deu a câmara como perdida só assim se explica tamanho desnorte protagonizado por Melgão e Costa sendo que este último prejudica claramente a imagem do candidato à presidência da autarquia. Quem entregou a câmara a um bando de gaiatos da jota socialista não esperava com toda a certeza alcançar bons resultados.

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  6. O Manel Cabeça é candidato virtual a Arraiolos!

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