sexta-feira, 23 de agosto de 2013

"Bem informados" ou "adivinhos"?


Esta noite, no jornal das 8, a televisão SIC deverá divulgar uma sondagem sobre as eleições autárquicas em Évora. Na altura se saberão os resultados apurados e que aqui no acincotons desconhecemos por completo.
No entanto, alguns comentaristas do blogue têm avançado números da sondagem, dando por adquirido que conhecem já os resultados.
Para depois das 8 horas se poder avaliar qual o grau de "adivinhação" ou de "recurso a fontes credíveis" destes comentaristas publicamos estas "antecipações" de resultados feitas por anónimos aqui no acincotons.
    1. Sondagem SIC confirma:
      Vitória da CDU em Évora, mas sem maioria.
      PS segue a 5 pontos e PSD/CDS a 15 pontos.
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  1. (.... A sondagem da sic que vai ser divulgada esta noite dá um empate técnico entre o PS e a CDU (3-3) com o PSD a eleger um vereador. A diferença entre PS e CDU ainda não é indicativa de qualquer garantia sobre o vencedor das autárquicas, tal como acontecia há 4 anos (vencendo, então, o PS com 4,4% de votos a mais do que a CDU).

12 comentários:

  1. Sinto-me um bocadinho mais aliviado, ainda que não totalmente convencido.
    Mas se calhar vai ser desta!...

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  2. Bem, lá vamos nós contribuir para aumentar as audiências da SIC.

    (E, se for assim, também já percebi porque andam uns "Chalados" candidatos do PS, tão incomodados com os jornalistas, correpondentes locais da imprensa nacional. É que, normalmente, nestas ocasiões, o mensageiro é que 'paga as favas'...)

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  3. Empate? Pensei que com tanta desgraça e ao fim de 12 anos os comunas já tivessem isto no papo. Empate? Voltem a tentar dentro de 4 anos.

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    1. @16:25
      As rennies devem estar estragadas. Já vês 5 pontos à frente como empate. Se calhar é melhor mudares para Compensan...

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  4. Eu sou como S. Tomé, só acredito quando vir SIC logo à noite.

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  5. É tudo mentira. Com a brilhante campanha feita pelo BE a Maria Helena vai ser a próxima Presidente da Câmara de Évora.

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  6. Já só faltam 2 ou 3 horas para se deslindar o enigma.

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  7. Estou mais descansado.
    Os escribas da SIC é que sabem.
    1
    Assim já vou saber em quem vou votar, para ganhar!
    2
    Assim já os outros escribas, locais, vão saber para quem vão trabalhar no próximo mandato.

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  8. via aventar

    LEI DE LIMITAÇÃO DEMOCRÁTICA
    Isto de serem os tribunais a decidir quem pode ou não candidatar-se tem muito que se lhe diga. Sou frontalmente contra a lei que limita os cidadãos de concorrerem a autarquias por terem desempenhado três mandatos como presidentes. Isto não só é anti-democrático como é de uma ingenuidade quase enternecedora, se não fosse tão grave. À boleia dos justiceiros da “Revolução Branca” – e do seu mentor, em tempos mandatário de um candidato há três décadas no poder, Narciso Miranda – PS e BE vão procurando fazer o papel de cândidos da legalidade. Ora, se a esquerda do PS espera pouco, ainda há quem à esquerda espere mais do BE. Indo por partes: a lei é tão ingénua que acha que só os presidentes podem criar redes de interesses por serem presidentes. É a prova de um desconhecimento profundo de quem elaborou a lei e de quem a aprovou...

    Preocupa-me mais o lado democrático da coisa – ou a falta dele. A ingerência de agentes externos aos partidos na escolha de quem pode ou não candidatar-se ao que quer que seja. Mesmo que sobre eles não paire qualquer suspeita ou prova de que, no desempenho do cargo, lesaram os contribuintes. Em democracia, os partidos e restantes movimentos de cidadãos – sim, que os partidos não são movimentos de extraterrestres, embora alguns o pareçam – têm de ter o direito a escolher quem querem que defenda o seu projecto. Esta lei limita essa possibilidade e é uma ingerência nas escolhas internas de cada partido ou movimento. Depois, cabe ao povo escolher o que quer. Bem, para alguns, ou mal, para outros.
    Ver o PS defender esta lei não é de estranhar. À esquerda, pouca esquerda se espera do PS. Mas vamos ao Bloco e, se quiserem comentar, podem evitar os comentários estilo Calimero e as acusações de sectarismo, que teimam em sacudir para outros telhados. Sejamos objectivos e sérios: o BE não tem qualquer implantação autárquica, falta-lhe militância de base e, acima de tudo, um projecto. As notícias que lemos diariamente sobre o Bloco relativas às Autárquicas deste ano estão apenas relacionadas com as impugnações a listas de outros candidatos. E isto é um sintoma da falta de proximidade do BE em relação ao poder mais próximo dos cidadãos, o local, onde as intervenções do BE são, genericamente, as intervenções que faz a nível nacional.
    Também é verdade que os exemplos passados não favorecem muito o BE, do Zé que fazia falta em Lisboa até Salvaterra de Magos.
    Este Bloco, que considera estar na vanguarda da transparência democrática, é o mesmo que concorre dissimulado pelo menos em Braga e em Coimbra, onde ofereceu 6.000 e 4.000 euros, respectivamente, para as campanhas de “cidadania” em movimento. Esta batota vem de um partido político que acha que não é um partido político, contribuindo para as generalizações abusivas, como se pudesse colocar-se à margem do que é o sistema político, sendo parte integrante dele.
    Parece-me que, ao fim destes anos todos, está na altura de o Bloco perceber que já não é um partido de miúdos. Pode ter atitudes dignas de tal, mas é um partido como outros, mesmo utilizando as @ e os X par@ xcrever. Assumam-se como tal, preocupem-se com vossa democracia interna e deixem a dos outros. O momento é demasiado sério e grave para estas brincadeiras. O adversário é a direita, é ela que tem de ser penalizada nestas eleições. Quem quer palco vai para o teatro.

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    1. morram os dinossauros
      morram pim

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    2. Tanta retórica "intelectual" que desperdício. A questão é politica.
      - A questão da eternização no poder é em primeiro lugar antidemocrática, cria vícios, compadrios, dependências, abuso do poder. etc..., há asneiras irremediáveis de vinte etal anos ou doze anos que não se podem remediar e conduzem a PAEL, com dança das culpas (no caso local).
      - Em segundo lugar é eticamente deplorável, favorece a corrupção, não permite o arejamento dos cargos.
      - Em terceiro lugar tende ao fechamento, os quadros não se renovam.
      Há tantos "artistas" no palco (tacho) há tanto tempo, que de fato os eleitores já estão fartos do "teatro" e por isso não votam ou votam em branco, mas o problema torna-se uma pescadinha de rabo na boca, e como isso agrada aos "artistas".
      Quanto a do povo decidir não queira fazer de toda a gente burra, e então os Isaltinos, Fátimas, Valentins e outros quem lá os colocou ou mais caricato recolocou.

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  9. Confirma-se que estavam BEM INFORMADOS!

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