segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Arqueólogos da Universidade de Évora investigam a anta-capela de Pavia


Uma equipa de arqueólogos da Universidade de Évora, dirigida por Leonor Rocha, vai estar até à próxima quarta-feira em trabalhos arqueológicos na mais significativa anta-capela de Portugal, localizada em Pavia.
Aquele monumento funerário pré-histórico, com mais de 5000 anos de idade, foi adaptado a templo católico durante a Idade-Média. Tudo aponta para que durante o domínio árabe também ali tivesse funcionado um espaço de oração. A anta-capela de Pavia, classificado como Monumento Nacional, é agora objeto de investigação arqueológica para identificação da primitiva entrada e respetivo corredor de acesso. Procuram-se, igualmente, elementos que possibilitem uma datação absoluta do monumento e que se possa estabelecer com precisão as diferentes funcionalidades que teve até ao presente. 
Recorde-se que a Anta-Capela de Pavia foi o primeiro monumento megalítico referenciado na bibliografia histórica. Manuel Severim de Faria (séc.XVI), na sua obra “Notícias de Portugal”, já mencionava a anta-capela de S. Dinis ou S. Dionísio, como também é conhecida, e que se localiza no centro histórico da vila alentejana de Pavia. (Informação da UÉ)

16 comentários:

  1. Por aqui preferem escavar na ruínas arqueológicas, já escavadas.
    Porque não escavam e põem a descoberto a ruína do PS/PSD em Évora?
    O cincotons quer mais do mesmo.
    É a quinta coluna. Devia mudar-se para a outra trincheira.

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  2. Porra até este post inócuo dá comentário malicioso... A maledicência eborense para além de ser proverbial é um facto mais do que provado nestas páginas de comentários.

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  3. Já que gostam tanto da lei da limitação de mandatos vejam lá esta obra prima do "Bloco Central"+"Bloco de Esquerda", no Jornal I:


    Limitação de mandatos. Lei foi debatida em "tempo mínimo"
    A lei que agora divide os tribunais foi dada a conhecer aos deputados no dia da votação. Teve15 minutos de debate
    A polémica lei da limitação de mandatos, que está a ser interpretada de forma divergente nos tribunais, foi aprovada no Parlamento a 28 de Julho de 2005 - o último dia antes das férias parlamentares desse ano - e com deputados a pedirem um "tempo mínimo" para debater a proposta em cima da mesa. Esse "tempo mínimo" foi concedido: três minutos a cada grupo parlamentar.

    A lei da limitação de mandato nasce de uma proposta do governo de José Sócrates que é depois negociada no Parlamento entre o PS e o PSD. Quando chega à votação final, em plenário, o documento que está previsto ir a votos já não é o original, mas um texto de substituição apresentado pela comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais (uma prática comum na Assembleia, quando um diploma sofre alterações importantes nas comissões). Acontece que também não foi este texto que foi votado pelos deputados. Isto porque o PS e o PSD acordaram entretanto uma nova proposta - que substitui a anterior e vai a votos no mesmo dia em que é apresentada.

    A confusão é patente no relato da sessão reproduzido no "Diário da Assembleia da República". Marques Guedes, à data líder parlamentar do PSD (actual ministro dos Assuntos Parlamentares) é o primeiro a pedir mais tempo para analisar o que está em discussão. "Sr. Presidente, gostaria de interpelar a Mesa no seguinte sentido: tendo o guião das votações sido elaborado à última hora, não o foi correctamente no sentido de permitir o debate e a votação adequados desta matéria em plenário", diz o então deputado. E prossegue sublinhando que a matéria em debate "não foi votada em comissão", pelo que solicita à Mesa da Assembleia "que conceda um tempo mínimo de debate às bancadas parlamentares em relação às votações que se seguem". Perante a advertência de Jaime Gama de que se deve passar às votações, Marques Guedes insiste, lembrando que "existe uma proposta de substituição ao texto da comissão, apresentada pelo PS e pelo PSD, e que o substitui na íntegra". "Reitero o pedido que fiz ao sr. Presidente no sentido de conceder um tempo mínimo a cada bancada - por exemplo, três minutos - para a realização do debate na especialidade". O pedido é reforçado por Osvaldo Castro, então presidente da comissão de Assuntos Constitucionais (já falecido) - "Tinha pedido a palavra para reiterar o pedido formulado pelo deputado Luís Marques Guedes, porque julgo que se trata de uma lei muito importante e convém que haja o mínimo de esclarecimento".

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    Pouco depois será Bernardino Soares, líder parlamentar do PCP, a lamentar a forma como a lei será aprovada momentos depois: "Resta, ainda, salientar mais dois pontos: um diz respeito ao processo atribulado que leva a estemomento em que se vai votar, finalmente, uma proposta que só há poucos minutos se soube exactamente qual era".

    A versão final levada a votos divide em duas a proposta inicial do governo - que previa a limitação de mandatos também para o primeiro-ministro e para os presidentes dos governos regionais. A limitação respeitante aos titulares de órgãos executivos autárquicos foi isolada no diploma que agora está no centro da polémica, sendo que a redacção do texto sofreu também algumas alterações. O diploma foi aprovado com 159 votos a favor (do PS, PSD e BE), 11 votos contra (do PCP) e 5 abstenções (do CDS e PEV).

    Terminada a votação, não acabou a confusão. O texto ainda haveria de sofrer uma mudança: enquanto a versão aprovada no Parlamento define uma limitação aplicável ao "presidente da câmara" e ao "presidente da junta de freguesia", o texto que é depois publicado em "Diário da República" refere-se a presidente "de" câmara" e "de" junta - o que não será inócuo em termos de interpretação da lei.

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    1. Uma trapalhada vergonhosa a que o BE se associa como autor, e que ainda por cima usa como arma de arremesso.

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  5. O que é que os comentários anteriores têm a ver com a capela de Pavia? Basta de obsessão com as impugnações!

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    1. Parece que ainda não percebeste. O Cinco Tons escreve os post's sobre os temas que entende, A malta comenta e fala sobre aquilo que lhe apetece.
      O 5tons quer falar sobre as ruinas de Pavia. A malta prefere falar sobre as ruínas da CME e do conclho de Évora.
      o 5tons deixou de querer falar sobre as impugnações, vá lá saber-se porquê. Mas a malta tomou-lhe o gosto e quer continuar a falar sobre as impugnações e sobre os impugnadores.
      Se não há sintonia entre a malta e o 5tons, paciência...

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    2. Quem anda obcecado com as impugnações é o BE. Impugnou, reclamou e agora ainda vai recorrer. O que é preciso é que o cabeça de lista da CDU não concorra.

      É perfeitamente compreensível que esta obsessão acabe por dar nisto, neste estendal de comentários à volta do tema.

      Fosse o BE um pouquinho mais democrata e estou convencido que a capela de Pavia poderia descansar com menos ruído.

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    3. Os BE's fazem o mal e a caramunha. E ainda se armam em virgens ofendidas. Ta'queos pariu...

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    4. Ena pá, o portugal dos pequeninos comunistas anda mesmo incomodado com a candidatura do BE. Será que estão à espera de se estatelarem em quatro mãos lá para o final de Setembro?

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    5. Ao contrário. O BE/PS é que está a ver o tiro a sair-lhe pela culatra.

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    6. @15:56
      Ainda ninguém te contou a história da formiguinha e do elefante. Aquela formiga megalómana, pesporrente e super convencida, que julgava que punha o 'elefante' a gemer quando tinham relações sexuais?

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    7. 15:56 O resultado lá para o final de Setembro é incerto. Mas já agora, se o BE não se importa, gostava que fosse a população a decidir.

      A candidatura do BE incomoda. Porque se resume a um miserável pedido de impugnação e porque, se o tribunal eborense não lhe tivesse dado com os pés, a esta hora o principal candidato da CDU estava fora da campanha.

      Isto não é uma conversa de café, em que cada um esgrime os seus argumentos. Houve mesmo uma tentativa miserável do BE de impedir o adversário eleitoral de concorrer.

      E que pelos vistos continua, com o recurso para o Tribunal Constitucional. A candidatura do BE é isto, é esta miséria. De resto, quem poderia incomodar, se nem se nota? O PS agradece. Os eleitores julgarão.

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  6. Parece que o Tribunal de Évora rejeitou a segunda reclamação do Bloco de Esquerda.
    Este, não satisfeito, com as duas negas, vai recorrer para o TC.
    E assim vai, de descrédito em descrédito, até à derrota final.

    Mas, depois, não digam que ninguém os avisou.

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  7. Mau! Uma descoberta arqueológica interessante e estes anormais só "falam" das mesmasm merdas das impugnações e eleições? Há mais vida do que as vossas taras.

    Abelha arqueo

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