segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Abre amanhã. A não perder.


12 comentários:


  1. FAZER MELHOR


    porque pior não é possivel


    Manuel Melgão

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    1. Então não é?! Já te esqueceste?
      Ou nesse tempo eras comuna?

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    2. Pior é possível.
      O PC fê-lo.

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    3. No tempo do PC Évora conseguia atrair muita gente fora e crescer como nunca se tinha visto. Só na década de 90 o concelho aumentou 3 mil habitantes.

      No tempo do PS, Évora deixou de ser capaz de atrair gente para o concelho. Resultado: aumentou 70 pessoas.

      Se isto é o MELHOR do PS, então vou ali e já venho...

      Só vejo uma coisa onde os xuxas são imbativeis. Na capacidade para inventar mentiras e acreditar nelas.

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  2. Tribunal de Aveiro considera elegível candidatura de Ribau Esteves

    «Em declarações à agência Lusa, fonte do Bloco de Esquerda adiantou que o partido irá recorrer desta decisão. O BE alegava que Ribau Esteves não podia candidatar-se por ser o actual presidente da Câmara de Ílhavo e, no fim do seu actual mandato, cumprir três mandatos consecutivos à frente dessa autarquia, como presidente de Câmara.

    O juiz que analisou o caso considerou, no entanto, que não permitir que um actual presidente da Câmara de uma qualquer autarquia, onde permaneceu por três mandatos seguidos, se candidatasse a uma outra autarquia teria na sua base uma "interpretação demasiado alargada" do artigo 1.º da Lei n.º 46/2005, sustentando que esta interpretação "lesaria o exercício de um direito fundamental".

    "Se o legislador ordinário tivesse pretendido limitar o exercício do direito de acesso a cargos políticos, com a abrangência alargada defendida pelo impugnante, teria consagrado, de forma expressa e clara, tal limitação, fazendo referência que a mesma reportar-se-ia a toda e qualquer autarquia. E como vimos, isso não aconteceu", lê-se no despacho.»

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  3. Contra o Forrobodó do emprego público para amigos politicos20 agosto, 2013 06:15

    "...A partir de 2014 as câmaras municipais vão ter menos funcionários, mas vão ter também menos dirigentes. O governo vai discutir esta semana em Conselho de Ministros a proposta de redução dos dirigentes autárquicos que obriga as autarquias a reduzir em pelo menos 30% os lugares de chefia até ao final de 2013. E entre as que mais têm de cortar estão as principais câmaras da CDU.
    Pelas contas do governo, há 38 câmaras (ver ao lado) que têm de reduzir os cargos de dirigentes municipais – chefes de divisão, directores de departamentos e directores municipais – em pelo menos metade, num total de 388 cargos só nestas câmaras segundo contas do i. E, cruzando o esforço em percentagem com o número de dirigentes actuais, as autarquias CDU são as mais afectadas. Quase metade dos presidentes de câmara do PCP (12 em 28) vão ser obrigados a acabar com pelo menos 50% dos lugares de chefia: cerca de 175 nas 12 câmaras Entre elas estão as câmaras de Almada, que terá de acabar com 62 cargos de dirigentes (67%); Palmela, 23 lugares (64%); Sesimbra, 19 lugares (61%) e Seixal, com uma redução de 67% dos cargos de dirigentes..."

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    1. Devem fazer como fez o PS na Câmara de Évora. Depois de aumentarem os Directores de Departamento, de 4 para 11, reduziram para os 4 Departamentos que havia em 2001, mas CRIARAM 7 GABINETES cujos CHEFES têm regalias equivalentes a Directores de Departamento. Ou seja ficou tudo na mesma.

      Mas o povo e o Cinco Tons gostam. E como é do PS não tugem nem mugem.

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    2. Lá se foi o paraíso comunista!

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  4. Os números não enganam:
    1991 a 2001 (gestão CDU) - Évora cresceu, atraindo mais de 3000 novos residentes.
    2001 a 2011 (gestão PS) - Évora estagnou, atraindo mais 70 residentes.

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  5. Tanta idiotice. Pegar em números e repeti-los cem vezes não lhes dá verdade. O caro amigo não consegue explicação melhor para o aumento da população de Évora até 2001 do que o facto do PCP dirigir o concelho? A sua explicação é falaciosa: nesse período a população aumentou na GENERALIDADE das cidades portuguesas de média dimensão (tirando Lisboa e Porto) - e não só em Évora. Aumentou nas cidades presididas pelo PS, pelo PSD e, claro, pelo PCP. Aumentaria também nas cidades presididas pelo BE, se ele existisse na altura e tivesse alguma Câmara.Esse aumento populacional, nas cidades - levando a uma desertificação das aldeias e vilas - já vinha de trás e teve alguma expressão nesse período, com a "explosão" do ensino universitário fora de Lisboa e do Porto. Depois, quase todas as cidades começaram a perder população, tirando alguns pólos urbanos junto ao litoral. Foi uma tendência que se verificou em todo o país. Évora não é excepção - apenas um exemplo, como tanto outros.

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    1. Quanto a exemplos, estranho que se tenha esquecido de Beja ou Portalegre, as outras duas capitais de distrito do Alentejo.

      Mas o que está em causa não é a comparação entre cidades, é a comparação entre duas décadas consecutivas da mesma cidade. E aí os números dizem MUITO, pois passamos de uma década de acentuado crescimento demográfico (que, ao contrário do que refere, não aconteceu em algumas outras cidades portuguesas para além de Lisboa e Porto. E já citei duas.) para uma década de estagnação.
      E, recorde-se, foi nesta década de estagnação que assistimos a um dos arautos da 'excelência' a anunciar publicamente previsões de crescimentos de 55 mil para 70 mil habitantes.

      Também por isso, os números dizem muito...

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    2. Caro amigo as razões para o crescimento de Évora foram muitas e variadas.
      Por exemplo:
      - a decisão da CME , em 1991, de comprar o PITE e infra-estruturá-lo, colocando-o à disposição dos investidores, foi uma delas. Em 2001 já lá existiam cerca de 80 empresas que davam trabalho a quase 2 mil pessoas.
      - a decisão da CME de infra-estruturar e ceder outros 150 hectares de lotes para instalação de actividades económicas (para além do PITE): em Almeirim Norte e Sul, Horta das Figueiras e Azaruja, entre outros, foi outra das razões.
      - a decisão de promover a classificação do CH como Património da Humanidade, na origem a um boom de construção de novas unidades hoteleiras e restaurantes, foi outra delas. Só na década em causa foram construídos em Évora 10 novas unidades hoteleiras que deram trabalho a centenas de pessoas.

      Com se vê as razões são muitas e variadas. Mas há outras mais.
      Agora o incómodo por estes factos se terem passado em tempos de gestão CDU são da sua responsabilidade.
      O facto é que os números não enganam. Por vezes as razões que os originam é que são incómodas.

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