quarta-feira, 17 de julho de 2013

PS/Évora só aceita debates depois das candidaturas formalizadas junto do Tribunal competente


"Este é o conteúdo do mail enviado à Colecção B para o debate a que faz referência o Blogue ACincoTons. Ao contrário do que refere a Colecção B, o PS respondeu.

Ex.mo José Alberto Ferreira
Agradecemos o amável convite para o debate.
A Direcção de Campanha informa que apenas analisará este ou outros pedidos de debate após a formalização de todas as candidaturas aos órgãos, isto é, ao Tribunal competente.
Os meus cumprimentos.
Pela Comissão Política Concelhia de Évora do PS
Francisco da Costa"


(recebido via internet)

27 comentários:

  1. Barrabanas e desculpas esfarrapadas para não irem ao confronto...

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  2. As gatas apressadas parem filhos cegos.

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  3. ahahah

    Boa Melgas.
    Entalaste o Pinto fora da lei de Sá!

    Mai nada.

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  4. O PS bem sabe que, se o Melgão abrir a boca em público, lá se vai por água abaixo todo o esforço da propaganda que andam a fazer nos últimos meses para promover o candidato. É que, se alguém ouvir as ideias que homem (não) tem, vão perceber porque foi a quarta escolha.

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  5. Esta resposta não passa de desculpa esfarrapada para protegerem o candidato da vergonha de mostar a sua mediocridade em público. Aposto que o PS não vai aceitar nenhum debate público, qualquer que seja o tema. Nem agora, nem nunca.

    Em primeiro lugar, porque não tem a mínima ideia sobre a forma de sair dos "buraco" que escavou durante 12 anos.
    Em segundo lugar, porque não pode correr o risco de mostrar o candidato principal. Qualquer debate, sobre qualquer tema, revelaria a óbvia mediocridade do cabeça de lista. Por isso tem de estar calado, pois sabem que, se abrir a boca, será um desastre...

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  6. José Ernesto era aquilo a que se chama um bem-falante de discurso escorreito, ainda que, a maior parte das vezes, envolto num rol de fantasias. Como gestor nunca passou de um medíocre.

    Melgão é um medíocre menos: não tem ideias, não tem discurso e não sabe gerir.

    Melgão é como um carro em segunda mão, muito lavadinho, encerado e brilhante, que o dono tenta vender só pelas fotografias. Sabe que não pode correr o risco de uma volta para experiência, pois arrisca-se a que o motor não trabalhe ou as mudanças não engrenem.

    Por isso, e só por isso, recusam o debate.
    Mas quem é compra um carro em segunda mão sem garantia e sem saber se o motor trabalha em condições?

    Este vai ser o dilema do PS: ou mostra o candidato e corre o risco de revelar a sua mediocridade, ou esconde-o e corre o risco de ninguém lhe comprar o carro em segunda mão.

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  7. E precisaram de 1 MÊS para dar esta resposta?
    Ou ela só surgiu porque o tema veio a público e a fuga ao debate estava a provocar danos?

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  8. E que raio de linguagem. "... após a formalização de todas as candidaturas aos órgãos, isto é, ao Tribunal competente". Mas a que órgãos se refere? Aos órgãos autárquicos a que se candidatam as listas ou ao tribunal onde as candidaturas são formalizadas? Se é a este, como parece, porque não se escreve, simplesmente, "... após a formalização de todas as candidaturas junto do Tribunal competente".
    Que raio de confusão. Já estou como o anónimo anterior, um mês para escrever isto?
    Já estava na altura do Francisco Costa começar a abrilhantar mais a redacção e menos o cabelo. Assim fede mal um e outro.

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  9. O rapaz tem uma escrita brilhante. Se calhar é por isso que lhe chamam o brilhantina.

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  10. Falam do presidente Melgão. A verdade é que se trata de uma pessoa que desde os 14 anos trabalha. E isso é uma coisa difícil de entender na política. É mais importante ser um bom orador do que alguém que dedique todo o seu tempo a trabalhar em prol do que acredita ser o melhor para a cidade onde vive. Não está na política porque quer um tacho, está por convicção. E isso infelizmente é algo que não é normalmente visto nos dias de hoje. E de uma coisa tenho a certeza: a maioria das pessoas que pela internet vão falando do senhor, ou não o conhecem ou então apenas falam de má fé.

    Tenho para comigo que sendo eleito para o próximo mandato, podemos estar perante um excelente surpresa para a cidade. Nada de carnavais, apenas muito realismo e honestidade (do antigo vice-presidente nunca poderei ouvir alguém dizer que ficou sem resposta pronta quanto a um pedido, fosse positiva ou negativa). E espero acima de tudo que caso essa vitória se confirme pela primeira vez se entenda que antes de pertencer a qualquer que seja o partido, se é eborense. E com isto digo, espero deixar de haver uma oposição cega e permanente - seja por via dos empregados da câmara ou por via dos vereadores da CDU que não conseguem aprovar «nenhuma» proposta apresentada (tendem à abstenção quando estão de acordo) - e que exista unidade no local de trabalho.

    Évora pode não estar no topo da sua potencialidade, mas não está assim tão má quanto muitos tentam pintar. Existem agora dossiers importantes a tratar e por isso mesmo é preciso alguém que os enfrente prontamente. Como eborense e alguém que foi subindo a pulso na vida, Manuel Melgão saberá o que melhor tem a fazer e, mais, incentivo a muitos que o criticam a falar com o próprio (sem entrar na agressão verbal imediata) durante uns meros cinco minutos. Estou certo que - tal como aconteceu comigo - a vossa opinião mudará no imediato.

    Resta-me agora desejar a maior da sorte a todos os partidos, a todos os candidatos e a todos os eborenses. Seja com quem fôr que nos lidere, que no dia seguinte às eleições haja unidade com todos a trabalhar em prol desta bela cidade.

    Boa sorte Manuel Melgão,
    Boa sorte Carlos Pinto de Sá,
    Boa sorte Maria Helena Figueiredo,
    Boa sorte Paulo Jaleco.

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  11. Melgão faz parte de um executivo que DESTRUIU o concelho ,uma divida de 90 MILHÕES de EUROS,uma cidade Suja,ruas esburacadas,intervençõre CRIMINOSAS no Património(palacio da inquisição e outros),uma cidade deserta ......este é o legado de Melgão e da sua equipa.

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  12. @02:34
    Se o problema do Melgão fosse apenas a falta de dotes oratórios estaríamos nós muito bem. O problema vai muito para além disso.
    Dou um exemplo: em 8 anos de vereador (já nem falo da miséria dos cargos anteriores na Junta de Freguesia e IPJ) alguém conhece uma ideia, uma acção ou uma obra de sua iniciativa? Se conhece que diga, porque eu, confesso, ignoro em absoluto.
    E se, em 8 anos, não lhe ouvimos uma palavra ou uma proposta, como esperar agora que do casulo saia uma bela e eficiente crisálida? Sinceramente, não acredito.

    A meu ver durante 12 anos o PS apresentou um presidente medíocre. Agora, em vez de aprender com os erros, passa de cavalo para burro e apresenta-nos um candidato medíocre menos…

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  13. Paulo Jaleco tem desculpa o jovem gosta mais de beber umas bejecas do que ir a debates.

    Agora o Melgão não entendo,o homem tem medo dos debates?

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  14. Afinal quem ganhou o debate? O Dupond ou o Dupont?

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    1. Quem ganhou não sei.
      Mas quem perdeu já se sabe. Foi o PS e o PSD/CDS. 3-0 é o resultado da derrota por falta de comparência!

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  15. Debates só depois de se saber verdadeiramente quem são os candidatos. É uma questão de cultura e de rigor.
    O Melgão afinal sabe da poda.
    Os comunas até apitam.

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  16. O marionetista Troncho deu ordem de silêncio ao candidato. Ele sabe que cada vez que Melgão abrir a boca em público, revelando a sua total mediocriade e ausência de ideias, serão centenas de votos a menos.
    É por isso, e só por isso, que o vão manter caladinho até ao dia 29 de Setembro.
    O resto é conversa!

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  17. Fazem bem em esconder o candidato. Poupam-no a esforços e poupam-nos ao ridículo dos eborenses perceberem o nível a que chegou o PS de Évora, desde que foi tomado pelos jovens turcos.

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  18. Porque é que são os turcos?

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    1. "Jovens turcos"!
      Será uma alusão a um grupo de “jovens” imberbes, impreparados, incapazes, gananciosos e ávidos de poder, que não olhavam a meios para atingir os seus fins, e que no início do século passado tomaram o poder na Turquia?

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    2. Não sabia. Obrigado ;)

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    3. A chamada “Revolução dos Jovens Turcos” ocorreu em 1908, contra o sultão Abdülhamid II, a quem culpavam pelo estado problemático em que se encontrava o império Otomano.

      A revolução restaurou o parlamento, suspenso pelo sultão em 1878. No entanto, o processo de transformação que se seguiu envolveu grande derramamento de sangue, nomeadamente nas áreas periféricas do império.

      Como consequências da ascensão dos Três Paxás (“jovens turcos”) ao poder registaram-se verdadeiros genocídios - inseridos numa política de homogeneização cultural, limpeza étnica e perseguição político-religiosa ao Cristianismo -, designadamente contra os arménios, assírios e gregos pônticos.

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    4. O primeiro a designar aqui o referido grupo do PS de " jovens turcos" fui eu. Para o bem e para o mal. Sabia bem o que o termo significava e o preço a pagar pela sua utilização.A paternidade do mesmo pertence-me e como sempre assumo-a, assinando com o meu nome. A explicação do seu significado por anónimos diz bem da incapacidade de certas pessoas se identificarem perante o mínimo
      facto.Absolutamente lamentável.

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    5. O que quer dizer?

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    6. Quer dizer, simplesmente, que o Frota não podia deixar que uma boa tirada lhe não fosse creditada. Em suma, quer dizer que continua o mesmo cagão de sempre.

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    7. Deixa o Frota da mão. Achas que ele é o importante na tua vida? Porra: isso é quase dor de corno!

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  19. Esta atitude do PS é no mínimo geradora de questões e de respostas. Cada um terá as suas. Eu tenho para mim que foi uma clara fuga ao debate de um tema que é dos mais sensíveis para uma cidade que tem vivido muito da sua imagem associada ao património, ao turismo, à cultura. Todos sabemos como foi desastrosa a política cultural desta câmara ! O que poderia dizer em sua defesa Manuel Melgão? Em vez disso preferiu combinar uma entrevista com o amigo socialista da Rádio Diana, José Faustino, onde nenhum dos temas sensíveis destes 8 anos em que esteve na CME, foi abordado. Não só se escondeu do público como não houve lugar a contraditório.

    Assim é fácil ser-se candidato o pior é que o eleitorado já não se deixa enganar por desculpas falaciosas. Quem é candidato, e foi assim que Melgão foi apresentado no Jardim do Paço e na Feira de S. João, não pode andar escondido! Na minha opinião o candidato socialista teve medo de enfrentar , mais do que os adversários, os agentes culturais a quem tem negado apoio mas à custa dos quais tem parasitado para se poder candidatar aos prémios da sociedade portuguesa de autores.

    Haja vergonha ou decência para enfrentar a verdade e os agentes culturais que teimam em sobreviver e em não abandonar Évora !

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