terça-feira, 2 de julho de 2013

Passos Coelho diz que não aceita demissão de Portas e quer responsabilizar CDS pelo fim da coligação


Já lhe chamaram "jogada de mestre", mas foi uma saída "airosa" de Passos que vai redundar em nada: tentar responsabilizar Paulo Portas para o fim da coligação. Este governo acabou e o estertor vai-se prolongar por mais alguns dias. O PS, embora diga querer eleições, também está "entalado": vai-lhe competir fazer o Orçamento de Estado e aplicar o plano da troika que ainda falta, uma vez que não há alternativa a uma vitória dos socialistas nas eleições (com eventual e posterior apoio parlamentar do CDS). O que será curioso é - a haver eleições legislativas muito próximas das autárquicas - seguir o percuso das listas conjuntas PSD/CDS em dezenas de autarquias, quando por essa mesma altura os dois partidos vão estar a disputar, também, de forma separada e com acusações mútuas, as eleições gerais. Isto num momento em que a comunicação social noticia que os ministros do CDS estão já a preparar as suas cartas de demissão... Anunciam-se cenas picantes para os próximos capítulos.

2 comentários:

  1. Paulo Portas já namora com o PS,não passamos disto.PS,PSD,CDS,PS,PSD,CDS,esta é a dança de 30 anos.

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  2. para cair já não precisa de EMPURRÃO

    - basta um SOPRO

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