quinta-feira, 4 de julho de 2013

Palavra de político: irrevogável


Com a apresentação do pedido de demissão, que é irrevogável, obedeço à minha consciência e mais não posso fazer.
Paulo Portas, 02 de Julho de 2013

Segundo a TVI, Paulo Portas pode, afinal, manter-se no Governo e assumir a pasta da Economia, em substituição de Álvaro Santos Pereira
12:29 Quinta feira, 4 de Julho de 2013

13 comentários:

  1. Correcção Carlos Júlio: palavra de político de direita corrupto. Não vá novamente pagar o justo pelo pecador. Não são todos iguais. Por exemplo, uns trouxeram e mantêm a troika, outros lutaram e lutam contra ela.

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  2. Atira a merda à ventoinha para cagar todos os políticos.
    O CJ tem consciência da cagada que faz?

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  3. Se calhar, com base numa dúzia de jornalistas troca-tintas e comentadores bajuladores dos poderosos, também podemos começar a meter os jornalistas todos no mesmo saco de trampa.

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  4. O principal responsável por este descalabro é, sem sombra de dúvidas, o eucalipto mor do poço de boliqueime.
    Foi ele com a sua mentalidade de pato bravo, o seu horror a tudo o que é inovação, criatividade, cultura, diferença, que reduziu o país a uma lojeca de vão de escada em que as prateleiras se alugam para expor as inutilidades em saldo.
    Foi ele que se rodeou de Ferreiras do Amaral, de Dias Loureiros e quejandos e que transformou a diversidade paisagística deste país num imenso painel de asfalto, de eucaliptos e de betão.
    Foi ele que acabou com as pescas, com a agricultura, que deu a machadada final na ferrovia, que inundou a administração pública de ineptos com o cartão partidário, que estimulou a peregrina ideia do sucesso económico acima de todas as coisas, foi ele que distribuiu a esmo pelos seus compadres os fundos estruturais, foi ele que desvalorizou a educação, porque é inculto e burro e incapaz de compreender que só a educação e o contraste de ideias e a confrontação ideológica fazem um país avançar, foi ele que apostou na formação tipo linha de montagem porque os formados tem baias teóricas e quem tem essas palas não se mete no que desconhece e quem não se mete no que desconhece não questiona a indigência intelectual do poder.
    Foi ele que promoveu os boys e as girls das juventudes partidárias que vêem a actividade política como um ofício bem remunerado e não como um serviço público.
    foi ele que saiu juntamente com a sua Maria da montra da Lanalgo, com pés de gesso e risca ao lado e assombraram todos aqueles que não pautassem a sua vida por essa imensa e corrupta mediocridade que lhe dava jeito.
    É ele que não sendo capaz de crescer, não sendo capaz de olhar para si sem um estremecimento de desconforto pelo que vê, se escuda na pasmaceira dos abranhos que se sustentam, sustentando a sua imensa, quase cósmica bolha de vaidade.
    Ei-lo então ufano a assistir aos cinco suicídios por dia, à miséria, à fome das crianças e dos velhos, ao desemprego, ao sem sentido do dia a dia, sem comentar, sem agir, sem sequer se incomodar a olhar em volta.
    Ele é o responsável! é ele o anti-midas que tocando o ouro que lhe dão para
    guardar, o transforma em merda.

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    1. Concordo com quase tudo.
      Mas seria conveniente não esquecer que não foi só ele "que acabou com as pescas, com a agricultura, que deu a machadada final na ferrovia..."
      A negociação e assinatura do acordo de Adesão de Portugal à CEE, promovida por Mário Soares, continha todas esas medidas que levaram à destruição da economia portuguesa.

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  5. Quem não quer ser político (isto é o que faz da política e do exercício de cargos políticos a sua profissão, enredado nas estruturas partidárias e nos jogos de poder, que são, desde sempre, a essência da actividade política) que não lhe vista a pele. Nestas questões, o cargo faz o homem. Embora, nalguns casos (geralmente raros) o homem também possa fazer a diferença. Mas não se tem visto muito por cá.

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    1. E como seria o mundo sem políticos (e sem política, por supuesto!...)?
      Não seria um regime parecido com um que cá tivemos por cá durante 28 anos, em que uns políticos (que fingiam não o ser) metiam outros na cadeia, por serem políticos?

      Ora deixem-se de merdas, e tenha a coragem de chamar os nomes aos BOIS!
      Se há vigaristas e corruptos na política (que os há!) que os denunciem, que os julguem, que os condenem e os metam na cadeia. Mas aí está quieto...
      Preferem meter tudo e todos no mesmo saco, precisamente para proteger os políticos corruptos e vigaristas. (e se a protecção não é consciente, é esse o resultado das generalizações)

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  6. Leia bem: politicos profissionais. Os que fazem da política (e da representação) a sua profissão e se sujeitam às escolhas do sobe e desce partidário - onde a fidelidade aos líderes - ou a quem manda - significa ser escolhido para este ou aquele cargo ou ter direito a esta ou aquela sinecura. Porque é que julga que em tempo de escolha de candidatos para eleições nos partidos andam todos em guerra e alvoroço a ver quem fica com os pedaços "de carne" eleitoral mais suculentos (deputados, gabinetes disto e daquilo, presidentes e vereadores...)? Será pelo difícil que é a "arte de governar"?

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    1. Está visto que um mundo sem políticos e sem política seria o ideal.
      E, já agora, também sem advogados (profissionais) e sem jornalistas (profissionais), que não seriam precisos para nada!...

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    2. Exactamente. Sem politicos e sindicalistas profissionais. E em que a comunicação fosse um direito de todos. Acertou. Leva o tacho (que é coisa que deve ser muito sua).

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    3. Exactamente. A comunicação um direito de todos e, naturalmente, sem profissionais. Porque "profissionais" é, evidentemente, sinónimo de "tacho" e de pobreza de espírito (que é coisa que deve ser muito sua).

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  7. Este é que disse tudo:

    http://www.youtube.com/watch?v=ogRd9zy8xMI

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