domingo, 30 de junho de 2013

Évora – O FOLHETIM AUTÁRQUICO: NOVOS EPISÓDIOS DA VIDA PARTIDÁRIA


O folhetim autárquico continua a surpreender-nos com novos e rocambolescos episódios. Já nem as sessões de apresentação dos candidatos decorrem sem surpresas e num cordato e pacífico ambiente a puxarem à exaltação partidária dos escolhidos, bem-venturados entre tantos prosélitos. Agora há factos que decorrem por fora e surpreendem,  como diria o meu avô, «os mais entendidos, os menos avisados e os mais mal intencionados». Em foco, mais que os respectivos cabeças de lista, vieram a estar um Branco ( entre a CDU) e um Branquinho (PSD apoiando o PS), com motivações de natureza diferente, ambos figuras públicas da nossa cidade, pois aqui cresceram, estudaram, desenvolveram as suas carreiras, professaram as suas ideologias e fizeram parte das suas instituições políticas mais relevantes. Irmanados nesse aspecto, muitos outros, como a concepção da vida e a dimensão ética do exercício da cidadania, os separaram e continuam a separam. Por isso as opções agora tomadas, de afrontamento claro aos partidos a que emprestaram o seu nome, têm deixado muita gente perplexa e confusa, com repercussões naturais nos seus militantes, simpatizantes e eleitorado natural.
1.Vejamos em primeiro lugar o caso de Manuel Joaquim Calhau Branco, que foi estudante do Liceu Nacional de Évora até ao 5º.ano tendo depois ingressado na Escola do Magistério Primário. Por esse tempo era muito ligado à Mocidade Portuguesa no âmbito da qual veio a ganhar um concurso organizado a nível provincial sobre política ultramarina e cujo prémio era uma viagem a terras de Vale do Limpopo em Moçambique. Dessa visita escreveria Manuel Branco as suas impressões de grande louvor ao empenho do governo português no desenvolvimento das províncias ultramarinas, no “Olá Amigo”, órgão daquela organização juvenil nacionalista em Évora.
Com a obtenção do curso de professor do ensino primário, Manuel Branco, homem de grande inteligência, não deixou de estudar e adregou concluir sem dificuldades o curso geral dos Liceus.
Seguiu-se à tropa e a Guerra Colonial, cumprida como alferes miliciano, e no decurso da qual recebeu, na Guiné, ferimentos da alguma gravidade. A recuperação foi prolongada dado que o órgão mais afectado foi uma vista. Ganhou então direito ao estatuto de deficiente   das Forças Armadas. Da Delegação em Évora  da respectiva  Associação é  hoje o seu presidente da Direcção. O transe difícil pelo qual passou fê-lo mudar politicamente. Já depois do 25 de Abril aproximou-se do MFA e passou a navegar na orla do PCP sem a ele contudo ter aderido. Com denodo e empenho conseguiu licenciar-se em História e pouco depois seguiu-se o Mestrado em História de Arte. E dedicou-se à investigação sobre múltiplos aspectos dos edifícios mais emblemáticos da história da cidade. Tornou-se companheiro de Túlio Espanca. Quando este morreu Abílio Fernandes chamou-o para seu conselheiro cultural.
Depois de ter passado pela Assembleia Municipal foi eleito para a Câmara de Évora, assumindo com brilho o lugar de vereador da Cultura, ainda na condição de independente. Entretanto veio a ser nomeado director do Boletim de Cultura “ A Cidade de Évora”, que entretanto entrara em 2ª.Série.
Com a perda da Câmara de Évora pelos comunistas voltou para a docência e para o trabalho de investigação onde consolidou prestígio e cimentou o respeito dos seus pares. Foi com base nesse prestígio que foi convidado e aceitou ser o mandatário concelhio da mais débil candidatura da CDU de sempre às eleições de há quatro anos, encabeçada por um quadro do partido, oriundo do Barreiro, o advogado, praticamente desconhecido na cidade, Eduardo Luciano, que ameaçou de muito perto a vitória de José Ernesto d’Oliveira. De facto a oposição ao executivo veio a revelar-se muito fraca e consistente, para além de Luciano se ter incompatibilizado com a sua camarada Jesuína Pereira, ao ponto de cortarem relações pessoais, facto que contribuiu para a má imagem e a falta de coesão do grupo.
Mas as relações entre Manuel Branco e Eduardo Luciano vieram a azedar-se com o decorrer do tempo. O primeiro entregará ao advogado a sua representação em dois assuntos que pretendia querelar na justiça. Luciano terá acabado por não dar seguimento a qualquer deles. Branco acusou-o de «irresponsabilidade e desleixo» e informou o partido de que tomaria posição pública se acaso Eduardo Luciano viesse a integrar a futura candidatura à Câmara Municipal. O partido não cedeu às suas pretensões.
E na própria noite em que Jerónimo de Sousa participava na Praça de Sertório à apresentação dos candidatos Manuel Branco fazia chegar ao “ A cinco tons “ , um comentário, em que afirmava textualmente «... não posso calar-me quando este advogado irresponsável e mentiroso contumaz, se deixou candidatar a um cargo na minha cidade, manchando com a sua presença uma lista que sem ele, tinha todo o meu apoio e creio que condições.» E naturalmente, adianta que apenas votará CDU para a Assembleia Municipal e para a sua Junta de Freguesia.
O PCP não reagiu, mas é evidente que esta posição de Manuel Branco incomodou e, de que maneira, as gentes da Rua de Avis que sabem da influência que ele tem junto dos independentes e do pessoal da cultura, mesmo dos sócios da Associação dos Deficientes das Forças Armadas. Por outro lado penso que Manuel Branco avaliou mal o seu peso na CDU sabendo que as decisões do PCP são para serem acatadas e não para serem discutidas. E esta é uma ruptura cujas consequências são imprevisíveis e cujos danos colaterais Pinto de Sá não poderá controlar.
2. O  segundo episódio é espantoso, é mesmo fabuloso na perfídia do seu engenho. O famigerado cavaquista e neo-liberal Francisco Mira Branquinho, antigo governador civil durante treze anos, ex- dirigente distrital e nacional do PSD, amigo dilecto de Dias Loureiro, vai apoiar a candidatura de Manuel Melgão, tendo participado inclusive no jantar de apresentação da sua candidatura. O seu nome salta para a ribalta no momento mais inesperado, numa altura em que estava dado como politicamente morto embora se recuse a admiti-lo e vem reavivar pela negativa o passado desta figura tão pouco grata à esmagadora maioria dos eborenses.
Por diversas vezes, depois de ter sido arredado do Governo Civil, Mira Branquinho- em declarações prestadas à imprensa regional-Mira Branquinho manifestou o seu desejo de vir a ser candidato à Câmara de Évora pois tinha a certeza que sairia vencedor. Se bem interpreto as coisas, Mira Branquinho terá considerado que o momento de formalizar a sua candidatura tinha chegado até pela dificuldade que o PSD e o CDS , nas actuais circunstâncias políticas sentia em arranjar quem a quisesse protagonizar.
Em suma, Branquinho terá pensado que era o homem certo no momento certo pelo que se terá chegado à frente, mostrando-se disponível para tal. O tiro saiu-lhe pela culatra. O ex-governador civil avaliou mal, porém, o seu peso na distrital onde há pessoas que o responsabilizam pela má imagem do partido na cidade a até a nível distrital e entendem  que o seu passado não foi esquecido». Dois deles inclusive terão manejado na sombra, na altura (sei do que estou a falar), para conseguir o seu afastamento de governador civil.
E declinaram a sua oferta. Esse era um passado do qual há muito se procuram libertar e não queriam vê-lo ressuscitado. Perder por perder, antes apresentando um outro militante, com boa imagem na cidade, sem passado político conhecido mas capaz de gerar simpatia em vez de rejeição.  Ora quem conhece Branquinho- que ainda se considera a figura de referência “laranja” do distrito- sabe que o homem pode levar desaforo para casa mas no caminho vai logo congeminando em como revidar.
Não lhe bastava conceder o seu voto a outro partido, nem levar os seus apaniguados (já poucos, diga-se de passagem, mas que ele continua a pensar que são em barda) a seguirem-lhe as pisadas. Não, havia que  fazer sangue, havia que afrontar as estruturas do Partido na praça pública, ainda que para isso tivesse de se opor  ao amigo Paulo Jaleco, com quem partilhou responsabilidades na condução do Juventude Sport Clube: Jaleco como presidente da Direcção, e Branquinho, presidente quase vitalício da Asssembleia Geral.
Foi assim que através de um intermediário fez chegar ao PS a sua intenção de apoiar publicamente Manuel Melgão em condições a definir pois Mira Branquinho  não dá ponto sem nó.  Negociada e sopesada, a proposta foi aceite. Mira Branquinho justificar-se-á  sempre enfatizando que fez a melhor escolha no sentido de entender que essa é a melhor forma  de impedir o regresso dos comunistas à Praça de Sertório e que esse deve ser o caminho a trilhar no acto de deitar o voto na urna. Como a concelhia socialista irá justificar a aceitação deste apoio a muitos dos seus militantes que não suportam Mira Branquinho e por isso o repudiam por completo, é coisa  a seguir com curiosidade.
Sou de opinião- e o futuro o dirá- que o PS ao aceitar este apoio comprometeu de forma decisiva as suas hipóteses de vitória. O número de votos que Mira Branquinho lhe trará será certamente muito inferior aos que perderá entre militantes, simpatizantes ou independentes. Já se começa a ouvir dizer: «Bem, pela primeira vez obrigam-me a votar nos comunistas». Mas o BE também pode chegar onde nunca pensou, ou seja eleger uma vereadora. Pelo meio parece ficar completamente escaqueirado o PSD.
3. Anote-se à guisa de epílogo o aparecimento  recorrente de António Veladas, em tempo de eleições, para zurzir as estruturas actuais do PSD eborense, partido do qual é militante antigo e com as quotas mais que em dia, a declarar o seu apoio a Carlos Pinto de Sá, e o grito de revolta da jornalista Maria Antónia Zacarias, lançado, no facebook, perguntando que nome se dá a um alegado assessor de imprensa que “sugere” que um  trabalho de reportagem determinado seja entregue a um jornalista diferente do inicialmente indicado?

Aguardemos os próximos episódios que o folhetim segue palpitante.

80 comentários:

  1. Palpitante? A esmagadora maioria da população de Évora (e dos eleitores, claro) está a borrifar-se para este pretenso "folhetim".

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  2. Completamente. De facto, maior ainda que o divórcio entre a população e os políticos é o divórcio entre a população e estes folhetineiros.

    Nada a fazer. A população está, e bem, literalmente a cagar-se, mas o Carlos Júlio e o José Frota masturbam-se com isto.

    Vá, vão-se lá deitar os dois.


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    1. Os dois comentários (oriundos da gente que a gente sabe)são bem a prova de quem anda a alimentar os folhetins rascas....Entre uns e outros venha o diabo e escolha. É tudo a ver se mama.

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  3. 14;49

    Continua a "cagar-te" assim e logo vês o chuto que o eleitorado te dá. Para maus cheiros já bastam os dos 12 anos passados. Que não volte é o cheirete do antigamente pecepista. Isso é estrume que não leva nada. E a 19 de Setembro ainda te arriscate a ficares só com o "pau" (da bandeira) na não.

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  4. Se percebo o que José Frota aqui quer sublinhar é o já conhecido "todos os partidos são iguais".
    Com a novidade que agora também já no PCP se discorda. Sem dizer, no entanto, e na sua opinião, se isso é algo de bom ou mau. Lembre-se que entre jornalistas como o que agora assina, e outros opinadores, era voz corrente até há pouco que no PCP falavam todos a uma só voz, sem direito a discordar ou divergir. Manuel Branco divergiu da opinião oficial e ??? não aconteceu nada e não lhe aconteceu nada.
    Mas se são todos iguais, sem reconhecimento de qualquer vantagem (nem tão pouco a de concordar sempre ou discordar sempre que ocorrer)o que propõem estes Srs. jornalistas? Continuar até à exaustão o hino do terror, da evidência da falta de seriedade, de qualidade, em todos e qualquer um? .. Pode ser uma tarefa que terá de ser assumida por alguns, de facto. Mas não será necessário ir mais além?

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  5. Que chatice para a candidata bloquista. Esta comunicação do Frota não dá para plagiar na crónica do Diário do Sul. Agora vai ter que puxar pelas meninges.

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  6. Ao Anónimo das 18:13
    Tenho-me limitado a seleccionar factos da vida partidária neste período quente das eleições autárquicas e a tecer sobre eles algumas observações na minha qualidade de cidadão eborense.Quanto a outras considerações tenho-as expresso num outro espaço a que chamo de "Reflexões". Quer num caso, quer noutro, assumo o que escrevo, assinando o meu nome e usando da mesmo frontalidade e desassombro que aprendi com outros na profissão que me coube.

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  7. Aos escribas do sistema cabe-lhes transformar a sucessão do poder num folhetim, para divertimento do povo.
    Aos escribas do sistema não lhes interessa identificar os criminosos que se candidatam, os currículos das associações criminosas que lhes dão cobertura, os factos e a verdade.
    Aos escribas do sistema compete-lhes levantar poeira para que o sistema se perpetue.

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  8. Os escribas anónimos do PC andam com o buraquinho tão estreitinho (os da verdade a que a "gente" tem direito, tipo mais évora que apaga tudo o que lhe desagrada e que seja uma crítica ou discórdia a lobby comunista), mas mesmo assim ainda lhes cabe lá uma pragana de trigo como esta do J. Frota...

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  9. A grande novidade em tudo isto ,é o PS aceitar e negociar o Apoio de uma figura da extrema-direita,já sabemos que correm nos bastidores a coligação para o poder central entre o ps e o cds,os"socialistas" querem é o poder, os IDEAIS ea Ética para eles foi RASGADA.

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  10. Os Negócios,a canalhice feita nesta cidade nos últimos anos tem que continuar para esta gente,veja-se hoje a Merda de programa televisivo,entre artistas pimbas e entrevistas a vários candidatos ps.

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  11. Os escribas do sistema têm a missão suprema, de levantar poeira, dividir a esquerda, caluniar o PCP, para que os crimes do Bloco Central continuem.
    Os escribas do sistema têm emprego garantido.

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  12. Dividir a esquerda? Para isso, mais do que o PC e os seus escribas têm feito é díficil. O PC deixou de ser um partido para ser um bando de criminosos e maldizentes. Gente do piorzinho: invejosos, sempre a viverem à custa do sistema (ele são chefes de serviço na Câmara. com avenças de delegados sindicais e mais uma comissãozinha na Junta de Freguesia ou na Assembleia Municipal), desonestos e incompetentes.

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  13. E sobre as negociatas da Silveirinha, envolvendo uma das principais personalidades políticas da terra, não há nada a dizer?
    O senhor Frota não sabe, ou não está interessado em saber?

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  14. Meus caros se um caso Silveirinha fosse investigado o PS NUNCA mais ganhava uma eleição em Évora.

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  15. Quem tem MEDO da investigação,Silveirinha/Lusitano?

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  16. Onde para o dinheiro do negócio:sede do lusitano e campo estrela?

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  17. Onde para a valiosa Biblioteca do Lusitano?

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  18. O que fizeram ao dinheiro da venda do pavilhão "alberto Faustino"?

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  19. Quem ficou com os equipamentos do pavilhão?

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  20. Se houvesse jornalistas em Évora,tinham aqui matéria suficiente para trabalhar.

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    1. Tem razão.
      Em Évora há muita matéria mas nem um jornalista.
      Nem polícia.
      Em Évora só há lacaios.
      São pagos para levantar nuvens de pó.

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    2. De facto, em Évora não há jornalistas. Só bons políticos. E cidadãos honestos. E sindicalistas, então! Há de tudo bom. A culpa é, está visto, dos jornalistas, que recebem menos de metade do ordenado de qualquer caciquezinho de bairro destes que por aí andam, candidatos ou não. Eles são, pois, os culpados, pelas miséria desta terra (que não chega a ser bem uma estaçao, é mais tipo apeadeiro).

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  21. Isto como está, merece sem dúvida um desfecho qualquer do tipo "Ensaio sobre a Lucidez"!
    São de longe as piores autárquicas em Évora, desde que eu me lembro.
    Parece que a falência não é só financeira. É também de ideias e transversal a todas as organizações.


    P.S. Parece-me que finalmente, e ao contrário dos outros partidos, no Bloco levam a coisa mais a sério. Pelo menos há por ali honestidade e nota-se que estão mais ativos e “profissionais”. Goste-se do estilo ou não.

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    1. E que tal um "Ensaio sobre a Cegueira", para ver se consegue ver para lá daquilo que quer ver?

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  22. Se há bom jornalistas,por favor tem matéria bastante para tratar:

    Como foi a falência dos Amadores

    Silveirinha/ Lusitano

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  23. Fundação,Silveirinha,Urbanização da rua dos penedos,Academia de musica,Falência de cooperativas de habitação........por favor senhor jornalistas tem muito que falar.

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  24. Já estou a ver a Primeira Página do Diário do Sul:


    Tudo sobre o ESCÂNDALO Silveirinha /Lusitano.


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  25. A radio diana com um programa Especial,sobre os Negócios Imobiliários em Évora,agora SIM os jornalistas vão-nos Informar.

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  26. A conferência do Prof. Paulo Morais na Biblioteca Publica,não dei conta de um único jornalista.

    O diário do Sul,A defesa e a Radio Diana ,ignoraram o evento.

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  27. Na jantarada do seguro ,aí Sim acotelavam-se ....estou presente

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  28. Que confusão... os jornalistas não são uma profissão liberal, nem detectives por conta própria. Trabalham para orgãos de comunicação social, estão integrados em redacções e fazem os trabalhos que estão agendados. Não vão na rua e lembram-se de escrever sobre isto ou aquilo... Isso são os colaboradores de imprensa ou os cronistas. Os jornalistas cobrem a agenda do dia e fazem serviços marcados. Se vão ao PS e não ao Paulo Morais é porque - bem ou mal - o órgão de comunicação social para que trabalham acha que tem mais interesse cobrir este ou aquele acontecimento e como os recursos são escassos fica sempre muito mais de fora do que aquilo que é "coberto". Não é uma iniciativa pura e simples do jornalista. Num orgão de comunicação social não é bem a vontade dos jornalistas, individualmente considerados, que impera: - é um pouco como um médico - um médico não vai na rua dando consultas a quem passa. Os doentes têm que se inscrever, pertencer a uma estrutura de saúde, há especialidades, há isto e aquilo. É mais complicado do que dizer que o médico deve consultar quem lhe apareça à frente, sem mais. Com o jornalista é o mesmo: rarissimante os jornalistas vão "cobrir" o que querem e quando querem. A estrutura organizacional dos órgãos de comunicação social impõe regras distintas da vontade dos jornalistas - seja qual for o orgão de comunicação social. Se perguntasse à generalidade dos jornalistas profissionais que estavam no lançamento das candidaturas de Manuel Melgão ou Pinto Sá (só para citar estes dois) se estavam ali por vontade própria ou obrigação profissional todos diriam o mesmo: "obrigação profissional, porque fui destacado para este serviço".
    É assim que funcionam os orgãos de comunicação social e não esse sonho idílico de cada qual fazer o que muito bem lhe apetece, tipo detective privado.

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  29. Quem iria dizer que este interessante post do José Frota iria acabar assim numa tertúlia tosca sobre o jornalismo caseiro. Há tanta maneira de desviar a conversa, não é, srs políticos profissionais?... Quando o tema não interessa chuta-se para canto.

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  30. Não conheço orgãos de informação local nesta cidade.

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  31. Diário do sul,a partir de maio ,em média sai 4 a 6 fotos de Melgão,é assim que funcioam os orgãos de comunicação social nesta terra.

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    1. E acha que é a jornalista Maria Antónia Zacarias, que ganha meia dúzia de euros por página, que anda lá a pôr essas fotos? Isso é estratégia da direcção, em que os jornalistas nem são ouvidos. Da mesma direcção que, noutros tempos, lá pôs dezenas de fotos de Ernesto Oliveira ou de Abílio Fernandes: quem assina os cheques é sempre bem vindo... e a foto fica bem em qualquer cantinho, nem que seja a inaugurar um vaso de flores.

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  32. de segunda a sexta-feira,quais os critérios ? è do interesse jornalistico sair diariamente várias fotos do Melgão?

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    1. O que aqui está bem explicito é que o interesse jornalistico é um luxo inacessível.
      Há outros interesses (comerciais, político-partidários, do orgão de comunicação em causa, etc.)que quase sempre e com muito poucas excepções se impõem.
      Que os cidadãos tomem consciência desta evidência... em vez de se dedicarem a atirar para cima dos poucos jornalistas que quase por milagre (ou com pesados custos pessoais) ainda vão sobrevivendo. É quase a mesma coisa q1ue nos dedicarmos a responsabilizar os sindicalistas pelas condições de emprego e desemprego que existem. Haja consciência das realidades.

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  33. Inacessível não direi. Mas dificil, sem dúvida. E confudir os jornalistas com os donos e directores dos jornais é o mesmo que achar que não há diferenças entre bancários e banqueiros. Confusões que servem sempre (e apenas) aos mesmos de sempre.

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  34. Mesmo o Frota, que quererá? Ganhar algum, não será?

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  35. Calculo que não: o PC (a quem o Frota augura uma vitória em Évora) já tem todos os lugares preenchidos e com a perda de lugares nem já para os seus consegue assegurar tachos em profusão (dantes é que era! um partidão!)quanto mais para o Frota que nunca foi candidato a nada. A não ser uma avençazinha. Quem sabe. Ou está reservada para o Veladas?

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  36. COISAS QUE NÃO PREOCUPAM O SOCIALISTA JOSÉ FROTA:


    http://www.youtube.com/watch?v=TmELi5piBns


    Ao min. 21 uma verdadeira vergonha socialista com um professor de filosofia reformado catalogado de historiador, fazendo campanha eleitoral pelo PS com o dinheiro dos nossos impostos (que a CM de Évora pagou para ele aparecer na TVI), sendo candidato à Junta de Freguesia do CH pelo PS, sem ter qualquer ligação atual à CME ou qualquer cargo público que justificasse o seu aparecimento na TV a falar de monumentos e do CH, como se tivesse sido ele o responsável pela elevação de Évora a património da humanidade.
    UMA VERGONHA, É O QUE SE PODE DIZER DO PARTIDO SOCIALISTA EM ÉVORA.

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  37. Há mais coisas que deviam preocupar José Frota e não só.
    Por exemplo, saber as razões porque está a CME (ou seja: todos nós) a pagar indemnizações a um empreiteiro pela construção de uma estrada que não vai ser feita (Variante Nascente, da circular externa da cidade).

    Mas quem é se lembraria de lançar uma empreitada de construção de uma estrada, sem ter adquirido os terrenos necessários?

    Pois alguém da excelentíssima câmara PS lembrou-se disso mesmo.
    Resultado: ao fim de 4 anos, não há terrenos, mas já há pedidos de indemnização para pagar.

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    1. Para questões como esta, não há jornalismo em Évora.

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  38. Adenda ao "post" de José Frota
    Na própria noite da apresentação da lista da CDU candidata à Câmara de Évora enviei a minha posição para o "A cinco tons", mas, minutos antes, enviara-o para o "Mais Évora" donde o gestor o apagou pouco depois; voltou a apagar o mesmo texto que alguém, na mesma noite, "postou" mas mantendo, o gestor, os comentários que lhe pareceram favoráveis às suas posições sobre o assunto.
    Manuel Joaquim Calhau Branco

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    1. Acho muito mal que transforme uma questão do foro privado (que, compreenderá, não me interessa nem interessa ninguém além dos envolvidos) numa questão política. A razão, pressupondo que a tem, vai-a perdendo com este despropósito de converter questões pessoais em questões públicas. Bem faz o seu partido em não se envolver na questão.

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    2. Assim se percebe o culto do teu próprio umbigo, as atitudes prepotentes e machistas, a total incapacidade de te inserires no trabalho colectivo e, neste caso a tentativa de peixeirada no espaço pública com uma questão privada e mal contada. São as persistências da adesão ao fascismo que podem esconder-se mas não desaparecem nunca. A velhice agrava tudo, não é Manel?

      "Por esse tempo era muito ligado à Mocidade Portuguesa no âmbito da qual veio a ganhar um concurso organizado a nível provincial sobre política ultramarina e cujo prémio era uma viagem a terras de Vale do Limpopo em Moçambique. Dessa visita escreveria Manuel Branco as suas impressões de grande louvor ao empenho do governo português no desenvolvimento das províncias ultramarinas, no “Olá Amigo”, órgão daquela organização juvenil nacionalista em Évora."

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    3. 19:11

      pensei eliminar o seu comentário por não estar assinado e pelo tom com que se refere a quem sempre deu a cara publicamente.Mas achei que deixando aqui, preto no branco,aquilo que escreveu, isso definiria melhor aquilo que o anónimo é: um traste que, a coberto do anonimato, usa do maior desplante para com outro ser humano, ainda por cima, estou certo, seu correligionário e que nunca se escondeu por detrás de nenhuma cortina. Se é de matéria como a sua que se fazem os homens e mulheres do seu partido estamos bem conversados. Vá bugiar!

      Carlos Júlio

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    4. Está certo o Carlos Júlio de que se trata de um correlegionário político de Manuel Branco? E como pode estar tão certo? Os "homens e mulheres" militantes do partido em causa não se metem nestas questões pessoais e fazem muito bem. Têm bem consciência do que tem ou não tem sentido e relevância política.

      A provocação do comentário anterior, das 19:11, é evidente.

      Um mínimo de prudência e de rigor jornalístico deveria evitar ao Carlos Júlio, na melhor das hipóteses, tirar conclusões tão precipitadas e categóricas acerca do comentário de alguém que, como reconhece, é completamente anónimo e desconhecido. Na pior das hipóteses, deveria evitar a pequena tentação, típica da hienazinha anti-comunista que carrega dentro de si, de se lançar sobre os cadáveres das provocações que cheiram mal a kilómetros.

      Tenha faro, homem, se não tem decência!

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    5. É nojento o comnetário das 19:11. E pensar que esse partido viveu e lutou na clandestinidade para se ter a liberdade de dizer as coisas frontalmente e agora levam o tempo nos blogues, no facebook (com várias identidades), por todo o lado, anonimamente,a escorrerem fel e a caluniarem tudo e todos sem darem a cara. Os velhos militantes devem-se revolver nas tumbas perante estes politiqueiros de meia tijela, hoje armados em valentões, anonimamente, nas redes sociais como se valessem alguma coisa. Nem uma escorva valem: das suas bocas só sai imundície.E pelo
      que escrevem se vê o que fariam se estivessem no poder: até os seus, por discordarem de algo, são sacrificados na praça pública. O Manuel Branco disse o que entendia dizer, publicamente, sem mais. Quem é agora este anónimo ressabiado que vem fazer afirmações e insinuações desta gravidade (bem diferentes aliás do que o JFrota escreveu)?

      Luis A. Mendes

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    6. Espera-se do moderador deste blogue ponderação e equidistância. Onde ficaram elas, CJ quando expõe a vontade de eliminar um comentário por ser anónimo quando entre mais de 50 comentários, 40 e muitos o são? É preciso não incendiar os ânimos, apesar do calor.

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    7. ó das 19 e 51... tu deves ter um Faro que vai até à Conchichina: claro que se vê logo que o das 19.11 é provocação anti-comunista. Mas quem é não há-de ver isso, se está mesmo ali chapadinho, sobretudo no "trabalho colectivo" e "na persistência à adesão ao fascismo" que como todos sabemos nem pertencem à fraseologia m-l? Provocadores que só querem destruir o "nosso lindo partido", única luz no céu (e Stalin foi a luz que mais intensmente brilhou nesta constelação). Sabem-na toda...

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    8. Caro Luis A. Mendes, das 19:58, é efectivamente nojento o comentário das 19:11. Agora responda-me por favor. O que o leva a crer que se trata de um militante desse "partido que viveu e lutou na clandestinidade para se ter a liberdade de dizer as coisas frontalmente"?

      Sabe, para quem viveu esses tempos, aprendia-se facilmente a distinguir o que se chamava então de provocação. A PIDE publicava comunicados falsos do dito Partido e tinha depois ao seu serviço uma corte de funcionários, jornalistas, apaniguados e comentadores a explorarem o falso acontecimento.

      O que lhe permite tirar conclusões acerca da identidade do autor do comentário? É o tom da escrita? Mas acha porventura que é o tom, a atitude, dos "correlegionários" de Manuel Branco (como lhe chamou alguém, na melhor das hipóteses também sem sentido crítico)?

      Mas afinal o "nojento comentário" merece-lhe alguma credibilidade, nem que seja quanto à identidade ou filiação do autor?

      Já lhe passou pela cabeça que caiu na esparrela da provocação? Que noutros tempos a escolha que nos daria era considerá-lo como o "apaniguado da PIDE" ou o pobre tonto ou idiota útil de serviço?

      Não se ofenda. Não pretendo de maneira nenhuma ofendê-lo. A si, pessoalmente, só lhe diria que aprendesse a ter mais sentido crítico e, sobretudo, que aprendesse a não julgar com provas anónimas.

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    9. Outro - o das 20:08 - que sabe julgar muito bem com provas anónimas. Ainda bem que és só um pobre tonto (não, não tens habilidade para ser o autor da provocação) e não juiz.

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    10. Quem, com base em comentários anónimos, tenta tirar ilações contra terceiros sem apresentar uma única prova do que afirma, venha o comentário assinado de "CJ" detectando pretensos correlegionário, ou de "Luis A. Mendes", falando de um "partido viveu e lutou na clandestinidade" são tão nojentos como os comentários anónimos que criticam.
      No fim de contas navegam na mesmíssima a merda que criticam, do alto da sua pesporrência.

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    11. Só uma pergunta ao Calhau Branco;

      Já apresentou queixou à Ordem do Advogados ou intentou alguma queixa judicial para se ressarcir de eventuais prejuízos?

      Se a resposta for positiva, qual foi o resultado dessas acções?

      Se a resposta for negativa, já lhe terá ocorrido que o método de denúncia utilizado (através de um blog), mais tarde ou mais cedo se virará contra si?

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  39. Todos os dias o Mais Évora elimina comentários - dos mais banais aos mais críticos, desde que "toquem" no PCP ou nos seus testas de ferro. No mais Évora é proibido criticar o PCP ou dizer bem de alguma coisa do PS. É o afunilamento a que temos direito, baseado na censura mais infame. Eu já desisti de lá colocar alguma coisa. Aquilo já só representa os seus autores (que todos sabemos quem são, não é Zé?)

    mm

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  40. Concordo! o que aqui se escreve não interessa à maioria dos eleitores. querem lá eles saber se o branquinho quer agora ou não ser deputado pelo PS apenas porque o PSD o rejeitou.
    A propósito....quem é foi expulso do bigbrother?

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  41. O comportamento do vereador da CDU Eduardo Luciano, durante a cerimónia de entrega da medalha da cidade à FEA no passado dia 29, é uma vergonha, de quem é indigno para receber a confiança dos eleitores eborenses para ser eleito vereador.
    Será por estas e por outras que precisaram de ir buscar um candidato a Montemor e deixaram cair o ultimo cabeça de lista da CDU?

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    1. Dignos de confiança são uns senhores que lançam empreitadas de construção de estradas sem ter o cuidado de adquirir, previamente, os terrenos necessários para as construir.

      Mas, agora, não são os "senhores dignos de confiança" que vão pagar as respectivas indemnizações ao empreiteiro.
      Agora quem paga a factura das indemnizações, somos todos nós, independentemente de termos votado ou não nos tais "senhores dignos de confiança"...

      Puta que pariu esta escumalha que nos desgoverna... Sem ofensa para as senhoras que os pariram.

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    2. Mais caricato, é o dito vereador ter aprovado a atribuição da medalha em reunião pública! Sem comentários!
      Começo a acreditar no Dr Manuel Branco...

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  42. Ofendem-se os cidadãos porque os jornalistas são lacaios do poder. E que não investigam os alegados e flagrantes escândalos, e a gestão danosa, do poder vigente.
    Defendem-se alguns jornalistas que não são eles que decidem qual o conteúdo dos jornais.
    Uns e outros têm razão. Mas ainda não perceberam o óbvio.
    Que a informação pública não é livre, que está censurada.
    Que é parcial, falsa, tendenciosa, anti democrática.
    Que está às ordens do regime fascista, do Bloco Central e do Capital Financeiro, encarregada de promover e de perpetuar o regime de gatunagem.

    Esperemos que os tais jornalistas ganhem consciência cívica, e que se libertem.

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  43. Sr. Frota, quem não sabe do que fala está calado, por isso, cale-se!

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    1. Espera aí que eu vou ali buscar o meu detetor de anónimos, para f.... mais um dos meus ódios de estimação.

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    2. Era o que faltava senhor anónimo das 21.03, mandar-me calar! Quanto tiver coragem para declinar o seu nome e ser um homem frontal, eu sou capaz de lhe contar mais umas histórias.

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  44. A estratégia do PS está bem montada:vale tudo,controla a comunicação social local e agora lança a confusão nos blogues,uma maneira de desviar o Debate sobre os Graves problemas do concelho e da Divida de mais de 80 Milhões de Euros.

    Vamos Debater os problemas do concelho e deixem-se de conversas de caca.

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  45. - Dezenas de milhões de euros no negócio da água... Para onde foram? Quem os meteu ao bolso?

    - O negócio da Praça de Touros, quanto custou aos cidadãos? Que vantagem teve o município? Foi um bom negócio para quem?

    - A venda do património municipal e o aluguer de barracões no Parque Industrial, quanto custou? Foi um bom acto de gestão, ou teria sido melhor se o município tivesse construído um edifício de raiz?

    - O negócio dos terrenos da EMBRAER? Foi um bom acto de gestão ou teria sido preferível construir as fábricas onde já existiam infraestruturas?

    - O Museu do Artesanato foi um bom negócio?

    Em vez de intrigas e maledicência, estas e outras questões valeria a pena discutir.

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    1. Só pelo fato de mandarem a vadiagem e os bêbados funcionários da câmara para o Parque Industrial, já está é bom demais!
      Ah...por vocês a EMBRAER até podia ter ido para os terrenos cedidos e infra estruturados pelos camaradas no Seixal ou Almada...

      Mas porque é que os camaradas trabalhadores que estão metidos na câmara desde sempre não investigam e nos elucidam sobre as negociatas? Andam uma vida inteira no poder local, a fazer exatamente o quê? Só pelo tacho e pelo tráfico de influências?

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    2. Não se percebe. Deram um fato aos trabalhadores que foram para o Parque Industrial? À custa do município?

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    3. A 3 mil euros por mês, durante 10 anos, o Município já pagou 360 mil euros de rendas!
      Considerando teve de fazer obras de adaptação que custaram cerca de 200 mil euros, a CME já gastou no total quase 600 mil euros.

      Com este dinheiro, podia ter construído um edifício novo e, a partir de agora não precisaria de continuar a pagar rendas. E, além disso, teria agora património que podia vender se a isso fosse obrigado.

      Assim, temos apenas um Município falido.

      O aluguer de pavilhões só beneficiou os seus proprietários. E, se não beneficia o interesse público, vá lá saber-se porque tomaram esta decisão...

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  46. Sendo assim, a «vadiagem e os bêbados» que a câmara mandou «para o Parque Industrial», segundo o alarve das @23:03, estão a sair muito caros aos eborenses

    E, mesmo assim, isso não explica a opção de alugar, em vez de construir um edifício próprio. E a Câmara até tinha muito terreno no local.

    Será que a decisão foi motivada por intenção deliberada de benefíciar alguém? Palavra que eu não quero acreditar nisso.

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  47. Deram um fato aos vadios e bêbados para irem para o Parque Industrial? Cá para mim foram comprados numa lojinha de um apaniguadom para pagar mais um favor.

    E agora para o CJ:
    Durante uma semana os comentários anónimos estiveram proibido "até às eleições". Mas como aquilo não dava nada, não dava inclusivamente para destilar um pouco mais de veneno contra os mesmos de sempre, aproveitando os tais comentários anónimos em altura tão "produtiva", eles aí estão de novo, sem que tenha sido mencionado tal em todo o blog. Foram abertos e pronto. Nem uma palavra a desdizer o que tão veementemente tinha sido afirmado. Elucidativo!

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    1. É um fato e pronto.

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    2. O facto dos comentários neste blog terem sido sempre livres de censura - desnudando o que de melhor e pior tem a liberdade-, de durante uma semana terem estado fechados, e agora se apresentarem assim, como aqui se vê, diz muito do que é a opinião publica em Évora.
      Questiona mesmo se merecemos que alguém ofereça a esse público, as horas muitas de trabalho continuado e gratuito que imagino que um blog como este deve exigir. Em troca esta opinião pública responde desta forma.
      Dá que pensar o que devemos pensar dela, que atenção nos merecerá? E que alternativas de comunicação social nos restarão?

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  48. Um passarinho disse-me que grande parte dos comentários anónimos no blog, principalmente os mais provocadores e ordinários, são escritos por alguém ligado ao próprio blog. Mata dois coelhos com uma só cajadada. Dá a ideia que o blog é muito lido e influente e ajuda na sua campanha de espalhar a confusão e a má língua. Têm uma grande escola...

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    1. Terá sido o Manoelinho que te disse? Pelo que julgo saber ele é muito influente por aqui. Pelo menos ao nível dos comentários.

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    2. Epá. O 5 tons não é bem o Mais Évora. Ainda há bocado no Mais Évora me eliminaram um comentário. Tenho uma colecção enorme de comentários no Mais Évora eliminados. Por nada. Só por dizer coisas com que o PC não concorda. Deixá-los estar. São fracotes.

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  49. @11:29
    Também já tinha ouvido essa teoria. Não a um passarinho mas a um passarão. Talvez explique a pressa com que voltaram atrás no bloqueio aos comentários...

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  50. ah, tu dás-te com passarões... compreendi-te.

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  51. Pois dou. E por sinal é um passarão bem próximo de gente que escreve neste blog. Ele lá saberá do que fala.

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