domingo, 16 de junho de 2013

Cada qual com os seus figurantes


Nas legislativas o PS trouxe africanos e indianos da Amadora para abrilhantar as bancadas da Praça do Giraldo. Na apresentação das listas autárquicas da CDU ao concelho de Évora, há dias, vieram autocarros da Câmara de Vendas Novas e da Junta de Freguesia de Torre de Coelheiros (vá lá que fica no concelho) com apoiantes para darem um toque de mais "povo" na Praça do Sertório. De onde virão as "tropas" com que o Bloco de Esquerda pretende "encher", nesta tarde de domingo, o Largo São João de Deus? De Salvaterra de Magos?

8 comentários:

  1. São usados meios do erário público??? Carrinhas??? Isto não é um país de gente séria

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  2. Sei de fonte segura que vieram a pé para pagar uma promessa não sei a quem...
    Novos episódios da vida partidária...

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  3. Bento Anastacio16 junho, 2013 22:23

    A malta de Salvaterra ficou na tourada.
    e como não temos a mania das grandesas ficamos só com a "prata da casa"
    abraço Carlos Julio
    Bento

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  4. Ao que parece, só a coligação PSD/PP é séria e não usa o erário publico para estas palhaçadas de delapidação dos nosso impostos em benefício da campanha eleitoral. Afinal, ainda há campanhas sérias, protagonizadas por candidatos sérios e decentes ...

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  5. Só uma classe que recusou, como ultraje, a possibilidade de ser avaliada para efeitos de progressão profissional – isto é, uma classe de medíocres reivindicam o direito constitucional de ganharem o mesmo que os competentes – é que se pode permitir a irresponsabilidade e a leviandade de decretar uma greve aos exames nacionais. Nisso são os professores exemplares: transmitem aos alunos o seu próprio exemplo, o exemplo de quem acha que os exames, as avaliações são um incómodo para a paz de um sistema assente na desresponsabilização, na nivelação de todos por baixo, na ausência de estímulo ao mérito e esforço individual.
    Mas a greve dos professores vai muito para lá deles: reflecte o estado de espírito de uma parte do País que não entendeu ou não quer entender o que lhe aconteceu. Deixem-me, então recordar: Portugal faliu. O Portugal das baixas psicológicas, dos direitos adquiridos para sempre, das falcatruas fiscais, das reformas antecipadas, dos subsídios para tudo e mais alguma coisa, dos salários iguais para os que trabalham e os que preguiçam, faliu. Faliu: não é mais sustentável. (…) Se alguém conhece uma alternativa mágica em que se possa ter professores sem crianças, auto-estradas sem carros, reformas sem dinheiro para as pagar, acumulando dívida a 6,7 ou 8% de juros para a geração seguinte pagar, que o diga.

    Miguel Sousa tavares, Expresso 15 Junho 2013

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  6. Um ponto e vírgula, para pensar. Se bem me lembro alguns dos militantes do PS eram socialistas da Secção da Almirante Reis, em LX. E aqui estariam uns comunistas de Vendas Novas (defraudado que foi o património municipal), diz o post. Ou seja, no *osso* da notícia conclui-se pois que passaram por Évora militantes do PS e do PCP residentes noutros lugares (interessa-nos pouco saber se, para o caso, eles nasceram ou não na Amadora, nas Vendas Novas, em Salvaterra de Magos, nos arredores de Évora ou algures no rectângulo e ilhas - o que até os documentava como portugueses). Como está o post pode ler-se que longe de serem anónimos entre o povo alentejano (outra discussão...) tratavam-se, afinal, dos suspeitos do costume que, a exemplo dos jornais transtaganos do século XIX, continuaram a ser apontados por serem somaticamente africanos e indianos *expatriados*. Por isso, há que arranjar uma gramática + *cosmopolita* à falta de uma palavra melhor (ou inócua: socialistas e comunistas, parece-me bem) porque os tipos não vieram de Luanda, parece-me que não vão encher as paredes da Gulbenkian com as fotografias de Bamako, nem transportaram o exotismo das ruas de Nova Déli e nem faziam parte do elo perdido do Império português de Velha Goa. O *compromisso* de Ernest Gellner deve, a todo o momento, ser por nós lembrado...

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  7. Agora fiquei confuso. Pensava que textos parvos apenas aparecessem apenas nos comentários, mas afinal também surgem em posts! Estiveram 50 a 70 pessoas (eu estive lá) e não houve carrinhas cheias de apoiantes de fora de Évora. Apenas cidadãos empenhados e preocupados por Évora.
    Ao sr. carlos Júlio pergunto "nasceu alentejano..." e parvinho?

    MJ

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  8. MJ

    Onde é que você esteve, com mais 50 a 70 pessoas, só para a gente saber a que é que se está a referir? Acho que leu mal o post, mas isso é lá consigo... "parvinho" todos os dias?

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