sábado, 15 de junho de 2013

Bloco de Esquerda anuncia candidatos a Évora este domingo, às 18 horas


Este domingo pelas 18 horas será a vez do Bloco de Esquerda apresentar as listas para os principais orgãos autárquicos do concelho de Évora. Confirmada está na lista para a Câmara Municipal a jurista Maria Helena Figueiredo, em primeiro lugar, seguida da tradutora Ana Cardoso Pires.  Fonte próxima do Bloco de Esquerda disse também ao acincotons que na lista para a Câmara segue-se Nuno Rosmaninho e Margarida Alegria (3º e 4º lugares) , mas até este momento não conseguimos obter confirmação. O cabeça de lista à assembleia municipal é Bruno Martins e o candidato à nova União das Freguesias de Évora (São Mamede, Sé e São Pedro, Santo Antão) será José Eliseu Pinto.

2 comentários:

  1. Isto é o BE de Évora a tornar-se Social Democrata e a afastar os anarcas e radicais de esquerda?

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  2. Só uma classe que recusou, como ultraje, a possibilidade de ser avaliada para efeitos de progressão profissional – isto é, uma classe de medíocres reivindicam o direito constitucional de ganharem o mesmo que os competentes – é que se pode permitir a irresponsabilidade e a leviandade de decretar uma greve aos exames nacionais. Nisso são os professores exemplares: transmitem aos alunos o seu próprio exemplo, o exemplo de quem acha que os exames, as avaliações são um incómodo para a paz de um sistema assente na desresponsabilização, na nivelação de todos por baixo, na ausência de estímulo ao mérito e esforço individual.
    Mas a greve dos professores vai muito para lá deles: reflecte o estado de espírito de uma parte do País que não entendeu ou não quer entender o que lhe aconteceu. Deixem-me, então recordar: Portugal faliu. O Portugal das baixas psicológicas, dos direitos adquiridos para sempre, das falcatruas fiscais, das reformas antecipadas, dos subsídios para tudo e mais alguma coisa, dos salários iguais para os que trabalham e os que preguiçam, faliu. Faliu: não é mais sustentável. (…) Se alguém conhece uma alternativa mágica em que se possa ter professores sem crianças, auto-estradas sem carros, reformas sem dinheiro para as pagar, acumulando dívida a 6,7 ou 8% de juros para a geração seguinte pagar, que o diga.

    Miguel Sousa tavares, Expresso 15 Junho 2013

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