segunda-feira, 13 de maio de 2013

REFLEXÕES (2): A PROPÓSITO DAS AUTÁRQUICAS EM ÉVORA


Évora - Capela dos Ossos (pormenor)

Com a Câmara falida e os próximos 20 anos hipotecados por via da assinatura do PAEL (Plano de Apoio à Economia Local) a cidade e o concelho vivem um momento crucial da sua existência. Estar agora a enfatizar erros e culpas dos que já passaram, ou dos poucos que por lá permanecem até que o tempo os arrede, nada adianta. Isso não significa porém que os mesmos devam ser esquecidos nem perdoados. «Os que não se lembram do passado estão condenados a revivê-lo»- disse o filósofo e poeta hispano-americano George Santayana. Há pois que tirar as devidas ilações dos faltas cometidas e seguir em frente tendo em atenção que as mesmas não poderão repetir-se. Mas o Governo da polis não se compadece com interesses mesquinhos nem com ajustes de contas. Até porque a maioria dos cidadãos estão descrentes e desconfiados da bondade de intenções dos políticos que fazem dos partidos trampolim para a notoriedade pessoal e o benefício seu, dos amigos, dos conhecidos e dos correlegionários.
Doravante é necessário que muita coisa mude para que a cidade e o concelho readquiram a pujança de outros tempos. Torna-se imperioso arrepiar caminho. Todavia  o que até agora se deixa antever não augura nada de bom. O actual elenco camarário já não passa de um arremedo, ou de um simulacro  disso mesmo. E a oposição sem garra, nem chama, também quase não dá sinal de existência . Ambas as partes esperam pelas eleições, sabendo-se embora que nada de substancialmente diferente trarão se os protagonistas forem os anunciados e principalmente se os seus acompanhantes e conselheiros forem de segundo plano e não  tiverem uma cultura de cidade, bem mais relevante que a obediência e fidelidade partidária.
Será pois altamente preocupante se, na sua globalidade, os candidatos a disputar o palco municipal vierem movidos pelos vencimentos, prebendas e outras sinecuras  inerentes aos respectivos cargos aliados à visibilidade e exposição pública de que gozarão e não o fizerem, atentas bem entendido as suas naturais inclinações político-ideológicas, com um espírito nobre e de devoção à causa da cidade. Se não se chegarem à frente para servir a cidade e sim para dela se servirem. Parafraseando JFK, se quiserem disponibilizar-se  pensando no que  Évora pode fazer por eles, e não no que eles podem eles fazer por Évora.
Num momento em que, a pouco mais de cinco meses das eleições (ou talvez nem tanto) e dada a gravidade da situação, já se deveriam conhecer programas e propostas de actuação para que se estabelecesse um sério debate, uma reflexão fecunda sobre o que as diversas forças concorrentes e respectivos representantes virão anunciar para inverter o rumo da situação reina o mais profundo dos silêncios. Apenas se conhecem os cabeças- de- lista, num dos casos nem isso sequer, pelo menos  oficialmente. Só lá mais para adiante, mais próximo  do início da campanha, interessa divulgar os outros nomes- argumentam. 
Será mesmo assim? Duvido. Julgo que os eborenses esperam que a campanha não se quede pela maledicência, pela lavagem de roupa suja, pelo endossar recíproco de responsabilidades. Sem que nenhum dos candidatos apresente carisma especial ou perfil de entusiasmar aguardam que seja do resto da equipa que nasça a diferença, pela capacidade de equacionar a realidade da cidade e de avançar com ideias e propostas concretas que permitam a recuperação do seu  estatuto, posto em causa nos últimos anos.
Diz-se que perante o descalabro a que a urbe chegou escasseiam os interessados para completar os respectivos elencos. Que os partidos querem recorrer a independentes, mas que estes, os que o são verdadeiramente, não aceitam integrar equipas submetidas a lógicas exclusivamente partidárias e jogos de interesses e de poder. Se assim acontecer   os eborígenes sem filiação, militância ou simpatia partidárias podem ser colocados na alternativa pouco animadora de primarem pela abstenção ou de votarem branco ou nulo. Ou ainda de votarem a contragosto naquilo que considerarem ser um mal menor. Qualquer das  hipóteses será catastrófica para o futuro da cidade e do concelho.

José Frota

23 comentários:

  1. Hipotecar uma cidade ,devido a GESTÂO ruinosa é CRIME,e num estado democrático quem o fez devia ser JULGADO.

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  2. Então e, perante o cenário de catástrofe que descreve, o que defende o sr. Frota?

    Candidaturas apartidárias?
    Candidatos (in)dependentes de quê, ou de quem?
    Para realizar o quê?

    Ou será que o cenário que descreve, e que tomo por certo, de haver várias recusas para integrar as listas ou de não haver ainda programas com ideias e propostas para discutirmos, resulta precisamente da gestão catastrófica do PS, durante 12 anos?

    E, nestes 12 anos, em que já se realizaram 3 eleições autárquicas, por onde tem andado o sr. Frota, para não se ter apercebido dos sucessivos erros (chamemos-lhe assim, para evitar qualificativos mais adequados, mas que podiam ferir certas susceptibilidades) que conduziram Évora para este beco sem saída?

    Sr. Frota, é que aquilo que agora está à vista de todos e já não pode ser encoberto, é o resultado de 12 anos de incompetências e compadrios diversos que se instalaram na CME. E se quiser exemplos concretos também lhos posso dar.

    Agora, estou quase como dizia outro comentador: QUEM COMEU A CARNE QUE ROA OS OSSOS. E só não estou, definitivamente, com o comentador, porque quem vai sofrer com isso não são os comedores da carne, mas Évora e os eborenses.

    Se calhar, vamos ter de começar a pensar TODOS numa Câmara com um programa de salvação concelhio, onde caibam todos, à excepção dos responsáveis pela catástrofe!...

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  3. Quem é José Frota? Algum guru?

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  4. É! Como o Professor Mambo.

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  5. Boa análise de José Frota. Évora entardece por culpa do poder (seja o que está, seja o que já lambe os beiços pensando que pode estar)cuja visão não vai além de uma linha de horizonte que se esgota na zona do aeródromo. Fraca gente para tão grande terra.

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  6. Será que o Frota afinal não anda a ver de um tachinho mas sim de um tachão? Será que o Frota quer ser cabeça de lista à CME por um partido que, a nível concelhio, vive uma verdadeira crise existencialista?

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  7. O da esquerda na foto deve ser o Eduardo Luciano que se deixou crucificar em nome do partido sem um queixume. O resto é de camaradas seus crucificados em outras ocasiões?

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  8. O Sr. Frota terá TODA a razão se for capaz de nos explicar - como se nós fossemos muito burros - porque SÓ agora viu a luz de um elenco camarário que «já não passa de um arremedo, ou de um simulacro disso mesmo»

    «Arremedo de elenco camarário» é que já nós temos há uns anos a esta parte. Pelo menos desde 2005 ou 2009 (para não ir mais atrás), aquilo que tínhamos era um diletante irresponsável, acompanhado de boys incompetentes e servis, a usar artimanhas e a contar mentiras (a que chamava promessas e compromissos) que sabia não ir cumprir.

    (Então aquela de mandar colocar tapumes - que agora vamos ter de pagar - para justificar um comunicado em que se dizia que as obras do Complexo Desportivo e do Salão Central já tinham começado, é uma perfeita intrujice que devia ter de ser julgada em Tribunal – no mínimo deviam ser-lhe imputados os custos dos tapumes, bem como da sua colocação e remoção)

    Ora, com dizia, já em 2005 e 2009 era «altamente preocupante se, na sua globalidade, os candidatos a disputar o palco municipal vierem movidos pelos vencimentos, prebendas e outras sinecuras inerentes aos respectivos cargos aliados à visibilidade e exposição pública de que gozarão…». Com efeito, segundo me parece, os candidatos que vieram a ser eleitos nesses dois mandatos não pareciam movidos por mais nada que não fossem «os vencimentos, as prebendas, aliados à visibilidade e exposição pública»…

    E, no entanto, não ouvimos o sr. Frota. Ou melhor até ouvimos, mas a tentar precisamente que víssemos o contrário daquilo que já, na altura, víamos claramente.
    (lembra-se caro Frota, daquela sua publicação que anunciava o início da obra do Salão Central para em certo mês de Agosto… Ora diga-nos lá quantos mais anos precisou para perceber que o tinham enganado e usado para fins eleitorais?)

    Estou completamente de acordo consigo quando afirma que não devemos «enfatizar erros e culpas dos que já passaram» ou que a «polis não se compadece com interesses mesquinhos nem com ajustes de contas». Mas isso não significa que não se expliquem as razões que nos levaram a assumir esta ou aquela posição, m determinada fase da vida. Até para ganharmos credibilidade nas propostas que agora se apresentam.

    De qualquer modo, esquecendo passados recentes, quero dizer-lhe que, na generalidade, estou de acordo consigo. E, acredito, ser possível construir uma solução para tirar Évora do pântano em que se encontra. Com todos, á excepção daqueles que apenas se movem por visibilidade mesquinha ou prebendas pessoais. Com as associações patronais e os sindicatos, com os clubes e as colectividades, com as instituições e com os cidadãos, individualmente considerados, mas… também com os partidos.
    Não vai ser fácil, nem vai ser rápido. Por isso não há tempo a perder…



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  9. Será que este senhor Jose Frota é o mesmo que foi conrespondente do expresso no Alentejo?
    Valerá a pena perder uns tempos e folhear as loas que dedicava, nesse jornal, contra o Dr. Abilio, Fernandes a histórias que inventava para atacar os democratas da CDU e os militantes do PCP.
    O sr. Frota escreveu metros de prosa na promoção do Dr. Jose Ernesto, até que os favores pagam-se e lá foi feita uma avença bem choruda ao sr. Frota, mas como a "competencia" era demasiada a Câmara de Évora num apice deitou-o pela porta fora, pois ele ja tinha feito o trabalho sejo que o PS precisava naquela altura.
    O sr. Frota nem os colegas de profissão respeitava, isto de colegas é uma ofensa para os jornalista, pois a profissão do sr. Frota é empregado da Manutenção Militar de Évora..mas como chico esperto k sempre foi e é, tenta passar pelos interva-los da chuva.
    Senhor Jose Frota o minimo que lhe pedimos em nome do futuro de Évora, é que tenha contensão no que diz pois os telhados de vidros são muitos.

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  10. Teria sido melhor e mais isento ter sido correspondente do Avante em Évora?

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  11. Ó analfabeto das 17.27, primeiro vai aprender a escrever e a conhecer o significado dos termos que usas. Com que então o Frota empregado da Manutenção Militar de Évora? Essa é de largar a rir à gargalhada. Deves estar a confundi-lo com o Fernando Emílio. Vê-se bem que não o conheces. E as relações que tinha e continua a ter com os colegas de profissão são absolutamente normais. Inventa mais que vais longe. E que tal se fosses apanhar melões para Alpiarça ?
    Maria José F.

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  12. Bem visto Frota

    Mas o PAEL não é o culpado.
    O PAEL é apenas um empréstimo (a juro razoável tendo em conta o mercado) para pagar dívidas de curto prazo. Uma ajuda a municípios na forca.
    O problema foram as circunstâncias que originaram o PAEL ou a vinda da troika para Portugal.
    Viver acima das possibilidades!
    No fundo a "festa" e o borrobodó dos presidentes de câmara foi geral.

    Particularmente não vejo futuro nisto e muito menos acredito nos interesses que os partidos têm em ganhar mais uns pontos na escalada do poder.
    Sou dos que esfregam o voto em lixivia. Agora mais que nunca.

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  13. @22:24
    Se o PAEL fosse apenas um empréstimo, não vinha grande mal ao mundo.
    O problema é que o PAEL não é apenas um empréstimo qualquer. É um 'empréstimo' tipo 'empréstimo' da troika. Um 'empréstimo' que nos está a levar ao sufoco...
    Uma 'ajuda' que nos está a matar.

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  14. António Gomes13 maio, 2013 22:53

    Penso que continuo a marcar pontos.
    Olhem como a clarividência, após o meu comentário, de que,os comentários anónimos e anódinos poderiam ser descobertos, a qualidade de outros anónimos (que apesar de tudo são anónimos)começou a ter qualidade.
    Será que há anónimos bons e maus?
    Há consideração.

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  15. Pessoa amiga acaba de me alertar para o facto de um pobre de espírito,mais tipo mentecapto paranóico, ter vindo aqui anunciar não me poder eu intitular de jornalista e ofender aqueles que o são porque a minha profissão é a de empregado da Manutenção Militar de Évora. Quero informar o referido palerma de que eu só tive dois ofícios na vida: jornalista profissional no extinto diário "O Século" entre 1968 e 1976 e correspondente-delegado do semanário Expresso no Alentejo entre 1987 e 2009 e professor do ensino particular entre os ambos os períodos. Se quiser conhecer o meu currículo com mais detalhe em ambos os campos é favor de indicar o local para onde quer lho envie.Portanto você não passa de um rematado ALDABRÃO,de um POLTRÃO ignóbil e canalha, de um VELHACO execrável. E já agora como a minha amiga Maria José lhe respondeu em primeira mão e que me alertou para a sua monumental bojarda também eu lhe pergunto: porque não vai apanhar melões para Alpiarça?

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  16. Quanto à CME, que a 'excelência' socialista levou à falência, apenas digo:
    - Quem comeu a carne que roa os ossos!

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  17. Sugerir aos partidos a divulgação atempada de listas mais completas de candidatos à gestão da Câmara, bem como das linhas mestras dos respectivos programas eleitorais, parece ser do interesse dos eborenses. Mas não é do interesse das máquinas partidárias que dizem representar as pessoas.

    No PSD o que interessa é discutir se concorre em aliança com o CDS-PP ou a solo.
    No PS o que interessa é discutir o mínimo possível porque tudo o que se diga é contra si próprio.
    Na CDU a perspectiva de vitória tolhe os movimentos e aumenta todos os medos.
    No BE a inexistência de uma máquina reconhecida e firme vai permitindo avançar um pouco mais, mas também por isso, avança devarinho e sem saber onde põe os pés.
    Por ora avança a abstenção com a contribuição de todos os partidos em especial dos que mais responsabilidades têm.
    maria i.

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  18. Querem "linhas mestras dos respectivos programas eleitorais"?...

    Mas ainda não perceberam o estado para onde a excelência PS conduziu a câmara de Évora?
    Ainda não perceberam que não há nem “um tostão para mandar cantar um cego”?
    Ainda não perceberam que até para coisas essenciais para o funcionamento da câmara, tais como: betuminoso, herbicida, gasóleo, papel, etc., já não há dinheiro?
    Ainda não perceberam que com o actual nível de receitas a dívida vai continuar a crescer, em especial á Águas do Centro Alentejo?
    Ainda não perceberam que, muito provavelmente, a próxima CME vai ter de despedir funcionários?
    Ainda não perceberam que, devido á situação gravíssima em que se encontra a câmara, ainda há um partido sem candidatos credíveis que aceitem o sacrifício, quanto mais discutir um programa eleitoral?
    Ainda não perceberam que, nos próximo 5 mandatos, pelo menos, haverá uma UNICA LINHA no programa de actividades da CME: PAGAR DÍVIDAS!

    E se, depois de tanta gente andar a dizer e escrever isto, ainda não perceberam, querem que vos faça um desenho?
    Ou preferem continuar a acreditar nas MENTIRAS do ERNESTO?

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  19. @14:50
    Mas as diferentes candidaturas terão que escrever nos seus programas pelo menos essa linha "pagar dividas". Pode mesmo haver quem queira acrescentar "pagar dívidas e despedir funcionários".
    Mas apresentem alguma ideia, porra!
    Ou os programas e as ideias também já são dispensáveis por ter sido repetido até à exaustão que a Câmara está afogada em dívidas.

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  20. @17:32
    Não. As candidaturas vão escrever listas longas e inverosímeis de promessas, porque sabem que, se disserem a verdade, não têm a mínima hipótese de obter votos e ser eleitas. As candidaturas sabem que os eleitores preferem a mentira à verdade. Por isso os programas e as promessas valem NADA!

    E não é preciso ir muito longe para perceber isto. Basta ler os programas eleitorais que foram sufragados por maioria nas sucessivas eleições para nossa autarquia (e não se julgue que Évora é caso único). Vão ver listas extensas e óbvias de mentiras e ilusões. E, no entanto os eleitores votaram nelas.
    Então para que serviram os Programas? Para nada de útil, além de enganar os eleitores (que querem ser enganados) e manter os mentirosos no poleiro.

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  21. @17:32
    Para que interessa o PROGRAMA se aquilo é papel para deitar no lixo?
    Ora diz-nos lá para que serviram os Programas do PS/Ernesto, se aquilo não passava de uma lista longa de mentiras irrealizáveis?
    E isso, por acaso, impediu-o de ser eleito 3 vezes seguidas?
    Então que interessa discutir PROGRAMAS, se as pessoas escolhem por outra qualquer razão, e os PROGRAMAS não os obrigam a nada.

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  22. Encaramos de frente que os programas políticos são tão desnecessários quanto enganadores.
    Que as equipas são escolhidas e eleitas "por uma outra razão qualquer".
    Que os eleitores só servem para votar (enganados ou às cegas) no dia marcado.
    Que "o poleiro" é só para mentirosos.
    E à força de repetir tantas vezes coisas assim, e de fazer alguns desenhos, estaremos prontos para receber "um homem com mão firme", ou uma solução que coloque a democracia no lugar que lhe atribuem, ou seja "passamos bem sem ela". Belo, né?

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  23. @22:33
    Infelizmente, limitei-me a enunciar factos. É a realidade que temos (ou, melhor, que deixamos criar).

    Dou um exemplo:

    Se, em vez de andarem, quase todos, a bajular uma lei absurda como a da limitação de mandatos, tivessem exigido, antes, uma lei que vinculasse os candidatos eleitos aos Programas com que apresentam ao eleitorado, aí seria eu a aplaudir e bater (muitas) palmas!

    Mas não, quando se fala em responsabilizar os eleitos pelos Programas, ai jesus que não pode ser...

    Quando se sugere que, qualquer candidato eleito, que decida ao contrário do que consta no Programa eleitoral, seja imediatamente demitido e convocadas novas eleições, ai jesus, que não pode ser...

    E seria tão fácil fazer essa lei e fazê-la cumprir. Só falta vontade política.
    Por isso, enquanto não houver mudanças não adianta virem falar em Programas. Discuta-se, antes, a cor das gravatas, o feitio dos vestidos ou o tamanho dos bigodes...

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