sexta-feira, 31 de maio de 2013

Música na pedreira: de hoje a domingo em Viana do Alentejo

6 comentários:

  1. Os tesudos que com o peito aberto às balas aqui apareciam sempre prontos e disponíveis para o comentário arruaceiro e deseducado pura e simplesmente desapareceram. Por acaso o blog ficou mais pobre?

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  2. Na minha opinião não... Espero que o debate possa continuar, mas com nível... ;)

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  3. "....Por acaso o blog ficou mais pobre?"

    Na minha opinião SIM!

    Evidentemente que não concordava com a maior parte dos comentários que por aqui apareciam, mas os moderadores poderiam simplesmente apagar os comentários que excedessem um determinado nível. Optaram por não o fazer, para agora terem o argumento para "fechar de torneira", e poderem livremente e "sem empecilhos" dar asas à sua imaginação, à sua liberdade, e já agora, aos seus odiozinhos de estimação. Enfim... nada que não tivesse já visto!
    Quando num espaço público se deixam de ouvir várias vozes e passa a ouvir-se só uma é evidente para mim que se perdeu algo de valioso.

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  4. Manuel:

    Penso que não está a ver bem a situação: nós não fechámos o blogue aos comentários. Pelo contrário: desde que assine qualquer pessoa pode publicar o que quiser.Mas numa situação de igualdade: se quem escreve "dá" o nome porque é que quem reponde o não pode dar, responsabilizando-se pelo que diz? É jogo frontal e limpo, em que todos são livres de dizerem o que querem e como querem.
    Em cima da mesa esteve essa outra opção de que fala. O apagarmos os comentários de que não gostávamos ou, moderando-os, nem sequer os publicar. Pareceu-nos que haveria, aí sim, maior discricionaridade e que o apagar-se ou não publicar um comentário poderia ter sempre um alto grau de subjectividade.
    Optámos, por isso, manter o blogue aberto a todo o tipo de comentários, sem a nossa interferência, deixando a quem quiser participar toda a liberdade de o fazer. É claro que todos nós - e você também, por certo - tem os seus ódiozinhos de estimação (não conheço santos), mas não é iso que nos faz não respeitar os outros. E à medida que o blogue ia sendo cada vez mais lido (o nível de páginas visitadas diariamente no acincotons ultrapassa em média as 2 mil verificámos) que havia uma campanha concertada (talvez de duas ou três pessoas apenas, é certo) destinada não a debater ou a conversar sobre os vários temas aqui lançados, mas a causar ruído, afastando muito leitores que não estão para aturar o destilar de ódio e de afirmações de puro carácter pessoal. Sabemos que esse tom - até pelo frenesim que se apossa de alguns em vésperas de acto eleitoral - vai durar até às eleições por isso optámos por manter os comentários livres, mas com assinatura. Quando o ambiente estiver mais desanuviado voltamos ao modo antigo. É um caso a ver. Mas até lá fica também a informação de que nestes últimos dias o número de visitantes ao blogue não desceu. Pelo contrário, até subiu.

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  5. Caro Carlos Júlio,
    Discordava, mas respeitava, a vossa opção de aceitar comentários anónimos, mesmo que fossem, como muitos eram, actos de pura cobardia: insultos ad hominem, calúnias, etc. Ou ainda "colonização" dos posts com "comentários" que nada comentavam, mas eram antes puras peças de propaganda anónima, tornando a leitura do blogue - não só dos comentários - pelo menos desagradável, quando não inútil.
    Saúdo a vossa actual opção, que consiste, não em seleccionar os comentários anónimos que podem ou não "passar" - com o inconveniente de se expor a uma inevitável acusação de parcialidade - mas sim e suprimir o anonimato, permitindo a quem quem que esteja pronto a assinar o que escreve, diz ou mesmo profere, exprimir o seu ponto de vista, por mais incómodo que alguns o considerem. Quem assina o que escreve merece respeito e muitas vezes merece resposta: o que é exactamente o oposto dos anónimos.
    Só mais uma nota: é interessante que seja a aproximação do contexto eleitoral que vos leve a julgar necessária a mudança de orientação editorial, o que indica, creio, duas coisas. A primeira, é que as paixões políticas (partidárias ou não) estão longe de estar extintas - o que será bom sinal, quando os comentadores deslizam para a tese do "abandono da política" etc. A segunda, é que as tomadas de posição políticas ou, mais frequentemente ainda, as tomadas de posição sobre a política e os políticos, são maioritariamente feitas sob coberto do anonimato. Como se neste domínio, imperasse uma raiva que só o medo das represálias domina. E diria que Évora é, ou muito me engano, um poço de medo sem fundo.
    Cordialmente,
    JRdS

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  6. Ao que realmente interessa... iniciativa fantástica esta em Viana. Apesar da ideia não ser inédita (já foi experimentada com sucesso em Vila Viçosa), é bastante interessante no sentido de reinventar espaços que perderam a sua funcionalidade. De notar que a "singela" temporada "Saber dos Sons" já vai na sua terceira edição, o que, visto ter participado na primeira, muito me alegra. Um bom exemplo de como trazer a cultura às populações sem grandes anúncios mediáticos.
    Cumprimentos,

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