quarta-feira, 10 de abril de 2013

O pessoal do festival da carica em tempo de guerra

Os oficiais norte-coreanos podem ser facilmente vencidos por um iman gigante escreve-se no facebook. E se em vez de andarem a "brincar" às guerras se entretessem a jogar à carica com o Bernardino Soares que há uns tempos disse ter "dúvidas de que a Coreia do Norte não seja uma democracia"?

23 comentários:

  1. gosto da cena das caricas mas não menos do "se se entretessem..."

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  2. O Bernardino Soares pode ter a Coreia do Norte como exemplo de democracia, mas de certeza a maioria dos Portugueses preferem não experimentar e é por isso que o PC não passa dos 10% mesmo em tempo de crise.
    É uma lástima que o Avante e o chamado Conselho Português para a Paz e a Cooperação estejam a apoiar o Jovem Líder Kim (o 3º da lista na monarquia comunista coreana) nesta sua irresponsabilidade, desafiando a votação quase unânime da ONU (com execepção do Irão, Venezuela e Cuba.)

    N Korea leadership 'looks comical but is deadly serious'
    http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-22088274

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  3. Um imperialismo colectivo hegemonizado pelos EUA substituiu o imperialismo, responsável pelas guerras mundiais do século XX.

    O pólo (e motor) desse novo imperialismo situa-se nos EUA e é ele que, pela sua agressividade e irracionalidade, configura uma ameaça à humanidade.

    Hoje são os intelectuais progressistas dos EUA os primeiros a denunciar esse perigo que, pelo funcionamento do sistema e a sua tendência exterminista, pode conduzir à extinção da vida na Terra.

    Cito entre outros Noam Chomsky, James Petras, Ramsey Clark e o falecido Howard Zinn.

    Em entrevista recente à emissora de televisão Russia Today, de Moscovo, o cineasta Oliver Stone e o historiador Peter Kuznik definiram Barack Obama como "lobo disfarçado de cordeiro".

    Para Oliver Stone, os EUA são actualmente um Estado Orwelliano. Obama "pegou em todas as mudanças de Bush, introduziu-as no sistema e codificou-as".

    Perante uma crise estrutural para a qual não encontra soluções no âmbito da lógica do capital, o imperialismo estado-unidense optou por uma política externa neofascista, promovendo guerras ditas “preventivas” contra povos do Terceiro Mundo para saquear os seus recursos naturais.

    Crimes abjectos foram cometidos no Iraque, no Afeganistão, na Líbia. Tribos da Somália e do Iémen são bombardeadas com frequência em guerras não declaradas. A Intervenção militar no Uganda inseriu-se nos planos do Africa Comand que se propõe instalar naquele Continente um exército permanente de 100 mil homens.

    No Iraque, na Síria e no Afeganistão, os EUA criaram "esquadrões da morte" inspirados no modelo salvadorenho para assassinar "inimigos" cujos nomes constam de listas elaboradas pela inteligência militar (Chossudovsky, Global Research,4/1/13)

    A operação terrorista que visa impor à Síria um governo fantoche está em marcha. O objectivo seguinte será o Irão, único país muçulmano cujo governo não se submete aos ultimatos de Washington. Mas a China é já apresentada como o grande obstáculo à dominação planetária dos EUA. Dois terços do poder aeronaval dos EUA foram concentrados no Extremo Oriente e aquele país está cercado por uma rede de bases militares norte-americanas.

    Na reformulação da estratégia do Pentágono, os drones – aviões sem piloto – substituíram os bombardeiros tradicionais. Os melhores pilotos da USAF, instalados diante de máquinas sofisticadas em bases dos EUA, comandam os ataques criminosos desses engenhos contra aldeias do Paquistão e do Afeganistão. É o próprio presidente Obama quem selecciona em listas que lhe são entregues os inimigos a serem abatidos, supostamente da Al Qaeda ou Talibans. Milhares de camponeses têm sido assassinados pelos drones nessas acções criminosas. O Pentágono lamenta, mas conclui que se trata de "danos colaterais inevitáveis"....

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  4. ...Centenas de bases militares dos EUA, instaladas em mais de quinze países, são prova indesmentível da estratégia exterminista do Pentágono.

    Um número record de suicídios nas Forças Armadas no ano passado foi interpretado por influentes media como manifestação do mal-estar crescente nelas implantado.

    No plano interno os EUA actuam já – a expressão é de Michel Chossudovsky – como um Estado totalitário e policial de fachada democrática.

    A Base Militar de Guantánamo permanece aberta como centro de tortura de presos.

    Invocando o Espionage Act, a Administração Obama encarcerou sem as levar a tribunal mais cidadãos do que qualquer das anteriores.

    O actual governo, segundo Peter Kuznick, intercepta diariamente 1.700.000 mensagens privadas entre emails e chamadas telefónicas. Aproximadamente um milhão de pessoas "com habilitação de segurança máxima" garantem o funcionamento desse aparelho secreto de espionagem.

    Em 1946, as quatro potências ocidentais que haviam destruído o III Reich de Hitler julgaram em Nuremberga 22 dos grandes criminosos de guerra nazis e enforcaram onze deles.

    Hoje, transcorridos 66 anos, o presidente dos EUA, responsável pelo cargo que exerce por uma estratégia exterminista e repugnantes crimes contra a Humanidade, é premiado com o Nobel da Paz.

    A Historia ensina-nos que os povos oprimidos e agredidos tardam quase sempre a levantar-se contra a tirania. Mas acabam por se insurgir e destruir os sistemas que a impõem.

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  5. NATO bombardeia afeganistão e mata dezenas de crianças.

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  6. LIBIA está mergulhada em lutas fraticidas.

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  7. Mas se a Coreia do Norte é tão boa, e as condições em Portugal são tão más, porque é que a comunalha não emigra toda para lá? Se for por causa do preço das passagens aéreas, eu contribuo!

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  8. @09:59
    EMIGRAR é o que resta aos portugueses, se não quiserem cair no desemprego e na miséria.
    Graças aos partidos do centrão, que nos desgovernam há mais de 30 anos, Portugal voltou a ser um país de EMIGRANTES.

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  9. Mas não tenho visto ninguém a manifestar vontade de emigrar para a Coreia do Norte!
    Ou para qualquer outro (dos poucos) países com regime comunista!

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  10. Só no ano passado emigraram quase 200 mil portugueses, jovens e licenciados, para os mais diversos recantos do mundo.
    As políticas do centrão estão a liquidar o país e a condenar a juventude ao desterro forçado. Vão ser precisas décadas para recuperarmos dos efeitos desta sangria arrasadora.

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  11. Nestor Kirchner, ex-presidente da Argentina, revelou numa entrevista com o realizador de cinema Oliver Stone para o seu documentário «South of the Border», que o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, estava convencido que a guerra era uma maneira de fazer crescer a economia dos Estados Unidos. O encontro entre ambos os presidentes deu-se numa cimeira em Monterrey, México, em Janeiro de 2004, e a versão do presidente argentino é a seguinte: «Eu disse a Bush que a solução dos problemas neste momento, é um Plano Marshall. E ele discordou. Disse que o Plano Marshall é uma ideia louca dos democratas e que a melhor forma de revitalizar a economia é a guerra. E que os Estados Unidos se têm fortalecido com a guerra»

    Recentemente, Peter Schift, presidente da consultora financeira «Euro Pacific Capital» escreveu um texto delirante amplamente difundido pelas publicações especializadas cujo título diz tudo: Por que não outra Guerra Mundial? Começava o seu artigo sublinhando o consenso entre os economistas de que a Segunda Guerra Mundial permitiu aos Estados Unidos superar a Grande Depressão e que se as guerras do Iraque e do Afeganistão não conseguiram reactivar de maneira durável a economia norte-americana isso deve-se a que «os ditos conflitos são demasiado pequenos para serem economicamente importantes».

    No começo do ano passado a então secretária de Estado Hillary Clinton pronunciou uma frase que não necessita de mais explicações: «Os Estados Unidos reservam-se o direito de atacar, em qualquer lugar do mundo, todo aquele que seja considerado uma ameaça directa á sua segurança nacional”

    Mas, para certos cretinos, os únicos malucos do planeta parecem ser o Kim Il Sung e suas marionetas.

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  12. Metade dos (poucos) portugueses que ainda votam no PCP não fazem a mais pequena ideia do que é viver num regime comunista.
    À medida que se vão apercebendo, mudam imediatamente o sentido de voto!

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  13. Os salazaristas continuam ,quem é do contra é comunista.

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  14. A coreia não é socialista,é FASCISTA.

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  15. @11:19
    E o pior é que certos cretinos são incapazes de ver que, dois dos malucos citados (George W. Bush e Hillary Clinton), causaram mais mortes e destruição neste planeta que milhares de fanáticos de Kim Il Sung.

    Está a Europa e o Mundo a ferro e fogo, à beira de uma convulsão, e os cretinos tentam distrair-nos com embargos e contra-embargos a um pobre e pequeno país do fim do mundo. Entretanto esquecem-se dos loucos e das loucuras que temos à beira da porta.

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  16. @12:45
    Ouça lá você parece não ter outros argumentos se não chamar cretinos a supostos adversários.Quem não alinha com o seu maniqueísmo tem de ser cretino????? Muitos a quem chama cretinos no essencial até podem estar do mesmo lado que você!
    Ou sofre de deformação partidária?

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  17. É verdade que, quem não sabe, não consegue ver.
    Mas há "certos cretinos" que, nem sequer vendo o que lhes acontece à frente do nariz, conseguem ver o que se passa lá do outro lado do mundo.
    Preferem engolir as patranhas que lhes enfiam pelas goelas, olhos, ouvidos, e neurónios. Perderam a capacidade de análise e de raciocínio. São mortos vivos, tele comandados.
    Acreditam que os maus da fita são os comunistas, mas são absolutamente incapazes de ver que as guerras e os roubos são feitos pelo capital, à descarada. Quem lhe rouba o trabalho, o ganha pão, e a vida, é a ganancia, desmesurada, e desumana, do capital.

    Vai estudar Relvas!

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  18. Os comunóides não existem mesmo.

    Chegam ao ridículo de comparar a emigração livre de um país democrático mas ingovernável, com as masmorras de um regime comunista absolutamente canino para o seu povo!

    A liberdade e democracia são umas malucas tão belas, que a sociedade permite que estes perigosos idiotas possam participar activamente.

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  19. vá, vão lá para a Coreia do Norte... antes das eleiçoes, que lá também as há livres e boas...

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  20. @21:07
    à próxima não te esqueças de explicar onde está liberdade de escolha dos 200 mil jovens licenciados portugueses que emigraram, só no ano passado.
    Ou será que há LIBERDADE quando a escolha é entre desemprego cá dentro e um posto de trabalho lá fora?
    Ou será que há LIBERDADE quando a escolha é entre a fome e a miséria em Portugal (para quem não consegue viver à custa dos pais) e a busca de pão e trabalho num país estrangeiro?
    Que raio de liberdade é essa?

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  21. @22:36

    Pergunta a esses jovens - seria a pergunta idiota do século mas enfim - se eles preferem sair assim para ganhar a vida a independencia ou se preferem sair de balsa como o fazem na Ilha cubana do PC ou se preferem pular o muro como os de Berlin ou se não podem fazer nada como os da Coreia do Norte.

    Larga esse foguetório propagandistíco. Os jovens riem-se dessas baboseiras paternlistas e demagógicas

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  22. @07:15
    E que te disse a ti, ó inteligente, que a alternativa é entre morrer na forca ou na cadeira eléctrica?

    Acaso a única alternativa é viver de joelhos sob a pata do Euro e da União Europeia, entregando-lhe de mão beijada os nossos recursos económicos e tornado o povo?

    Porque julgas que países como a Noruega, Suécia ou Finlândia não estão interessados em se ajoelhar perante esta nova tirania do Euro, e que a própria Inglaterra também não aceitou?

    Mas isso era preciso que tu tivesse cabeça para pensar, para além da rábulas que te impingem nas TV’s.

    Os povos têm de ter direito a ser livres de escolher o seu prórpio destino. Sem ameças nem retaliações de nenhuma espécie. O tempos dos imperialismos tem de acabar.

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  23. @10:09

    Viver sob a égide dos comunas como tu gostarias é que nunca.
    Por isso nada melhor do que o povo escolher o seu caminho. E parece-me que não querem comunas

    Sibéria, coreia do Norte o cuba?
    Vai pra lá tu mais o Bernardino.

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