segunda-feira, 15 de abril de 2013

Entrada livre no 1º dia da Ovibeja 30 anos homenageia quem nela participa


Tendo em conta que a Ovibeja é feita para as pessoas e pelas pessoas que nela participam e a visitam, a organização decidiu, para a comemoração dos seus 30 anos, dar entrada livre no primeiro dia da feira, 24 de Abril, até às 17h00.
A Comissão organizadora da Ovibeja convida todas as pessoas a associarem-se às iniciativas do primeiro dia, com entrada livre até às 17h00.
Além de muitas outras manifestações culturais, colóquios, concursos, exposições, o primeiro dia da feira conta com dois momentos altos: a inauguração de uma escultura comemorativa dos 30 anos da Ovibeja, da autoria de Margarida Araújo, que acontece às 12h30 com a presença do bejense Carlos Moedas, Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro. A sessão de Abertura da Feira está agendada para as 15h00 com a presença da Ministra da Agricultura, Assunção Cristas, no auditório de NERBE.
A Ovibeja, que se realiza de 24 a 28 de Abril, é organizada pela ACOS – Agricultores do Sul. (Nota de Imprensa)

1 comentário:


  1. À atenção do portuga ex-MRPP Durão Barroso e seus amiguinhos em Portugal(coelho, gaspar ministro da troika e seu apaniguados).
    Há um ditado alentejano quanto mais me baixo ao (Wolfgang Schaube), mais o rabo me aparece


    - Soros: A saída da Alemanha do Euro teria um efeito quase miraculoso para os países do Sul

    George Soros esteve em Barcelona para inaugurar a sede europeia de uma rede de fundações que criou no Velho Continente, e deu uma entrevista ao “El Pais”, em que critica o papel desempenhado pela Alemanha na gestão da crise orçamental europeia.

    Para o investidor, a Zona Euro tem de combater a crise orçamental dos países do Sul com a emissão de obrigações conjuntas europeias. Além de defender a emissão imediata de obrigações conjuntas europeias, a que a Alemanha se opõe, o investidor acredita que a política de austeridade é errada para responder à crise da dívida.

    Por isso, o Soros defende que a Alemanha deve decidir entre abraçar o projecto europeu tal como foi concebido originalmente ou abandonar a moeda única.

    “A Alemanha deve decidir se quer refazer a Zona Euro da forma que estava destinada a ser, o que supõe aceitar as responsabilidades e encargos necessários para avançar nessa direcção, ou bem que deve considerar sair do euro e deixar que o resto dos países criem as obrigações conjuntas europeias e possam combater a crise”, disse ao “El Pais”.

    George Soros defendeu ainda que a saída da Alemanha não iria levantar problemas aos restantes países do Euro. Pelo contrário. “O efeito sobre os países devedores seria quase miraculoso. De repente, converter-se-iam em economias competitivas e a sua dívida diminuiria enormemente, em termos reais, com a depreciação do euro”, afirmou.

    Já a Alemanha, teria de lidar com o peso de uma divisa mais forte do que o euro, retirando-lhe competitividade nos mercados internacionais.

    “O peso do ajuste recairia sobre a Alemanha, que seria capaz de lidar com ele embora com dificuldades, porque de repente os seus mercados ver-se-iam inundados de importações do resto da Europa. Assim, todos os bens alimentares lhes chegariam de Espanha e de Itália e a maioria seria mais barata do que a produzida pela Alemanha. Teria, talvez, certos problemas com o desemprego. E Espanha recuperava-se.”

    Não há alternativa ao fim da austeridade

    O investidor que apostou conhecido por ter apostado contra o Banco de Inglaterra, em 1992, acredita que a Europa não tem alternativa a abandonar as políticas de austeridade e defende que as obrigações conjuntas têm de ser emitidas o quanto antes.

    “Todo o mundo compreende que não se pode reduzir o peso da dívida reduzindo a despesa pública em condições como as actuais”, afirmou. “Uma vez que o indicado do endividamento é uma relação da dívida com o produto interno bruto (PIB), se se reduz a despesa, baixa-se o PIB numa proporção maior e acaba por se agravar o problema. Isto foi percebido em todo o lado, salvo na Zona Euro.”

    Soros defendeu que a Zona Euro precisa “de alterar a política que está a empurrar a Europa para uma depressão de longa duração e a aumentar as diferenças e as divergências de competitividade. Isto está a separar cada vez mais os países devedores e credores, criando uma interacção catastrófica.”

    As obrigações europeias têm de ser emitidas agora, de forma a permitir abandonar as actuais políticas de austeridade que estão a agravar a recessão económica. “A situação continua a deteriorar-se, por isso há que fazer algo mais drástico para alterar a direcção o quanto antes.”

    “Não há alternativa a converter dívida existente em obrigações europeias. Depois, o custo de financiamento cairia e os juros equilibrar-se-iam ou, inclusivamente, registariam um excedente pelo que haveria espaço para os estímulos fiscais. Seria o fim da austeridade.”



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