sexta-feira, 15 de março de 2013

O IMAGINÁRIO estreia hoje "O Cerco de Leninegrado"


Uma divertida, comovente e surreal história de duas mulheres: Natália e Priscila respectivamente a amante e viúva de Nestor, um director e encenador de teatro que morreu em circunstâncias misteriosas, enquanto ensaiava O cerco de Leninegrado.
Há mais de 20 anos que estas duas mulheres habitam um velho e abandonado teatro, o Teatro do Fantasma, agora ameaçado de demolição para dar lugar a um gigantesco parque de estacionamento subterrâneo. Desesperadamente as duas excêntricas mulheres tentam dar sentido ao seu passado buscando o manuscrito da peça inacabada onde esperam ver revelado o segredo da estranha morte do encenador… Terá sido acidente, ou assassínio?
O cerco de Leninegrado é uma reflexão subtil sobre o fim das utopias e a morte do ideal socialista versus a ascensão da “gratificante” cultura “fast food”.

No IMAGINÁRIO dias 15/16/20/21/22/23 às 21.45h e 17/24 (domingos) às 16.30h.
Reservas: 962 667 914 ou 266 704 383

6 comentários:

  1. Ideal Socialista??????

    Mas aquilo era algum ideal?? Chegou a ser algum ideal???

    brrruuuu

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  2. Um ideal Socialista nunca pode ser ausência de Liberdade a todos os níveis

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  3. De facto a miséria que eles construiram a leste não pode ser chamada de socialismo. Não pode haver socialismo sem liberdade e sem diversidade de opiniões. O que havia nesses países de capitalismo de estado era simplesmente uma ditadura travestida com o nome do socialismo para melhor enganar o povo.

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  4. Miséria

    Ideal Socialista?
    Onde está ele?
    Resultou onde?
    Onde prospera actualmente?
    Onde prosperou mais exactamente?

    Só gente lunática.
    Mas a sociedade livre e democrática embora carregada de defeitos, perdoa-vos e deixa-vos em paz para delirar à vontade.

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  5. E que tal irem ver o espectáculo???

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  6. Eu fui ver ontem e gostei bastante. É uma critica desapiedada a todas as formas de alienação. À socialista e à do capitalismo "tout court". Às ideias feitas, aos slogans e à linguagem criptada que por cá se conhece como "cassete". Aos "grandes" símbolos que nada significam a não ser para os praticantes de uma e de outra seita. Uma critica igualmente à religiosidade que se exprime na política, como na religião, e que é apenas assente em dogmas. E por cá temos, à esquerda e direita, bons exemplos desta "consciência alienada". Cheia de valores, mas pequenina nos seus "quotidianos de miséria". Ou será "miséria de quotidiano"?

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