domingo, 3 de março de 2013

Elias, o sem abrigo do JN, esteve na manif. de Évora com o seu criador Anibal Fernandes e tomou o "peso" aos protestos

Elias, o sem abrigo. in JN

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1 comentário:


  1. A pouco e pouco vão se vendo as maneiras Fascistas que levaram a revolta dos Africanos contra Portugal .

    Eles , os mesmos de sempre lá no Topo adoram ter soluções de escravidão mal paga para solucionarem de forma bárbara o que na idade Média era normal .

    Ele não manda os filhos , enteados , amigos ou próximos fazer o que ele não faz , tal como o outro do BPI , é tudo fácil . Até podem dizer um dia , se os Ronaldos e Mourinhos , etc. são bons porque não sou tambem , aguentamos !

    Só que cada qual é como cada individualmente e enquanto estou aqui a perder tempo com isto , para eles interessa que não se fale da forma criminosa como eles pilham o Estado a cada segundo e levou Portugal para esta podridão besta !


    Jorge

    ( ciclista )






    """

    Salgueiro defende plano de emergência para desempregados.

    Económico com Lusa
    03/03/13 11:00





    Um plano temporário, que pode até implicar ver desempregados com graus académicos na construção civil ou a limpar matas.

    O economista é membro do Conselho Económico e Social e foi ministro das Finanças no governo de Pinto Balsemão, no início dos anos 80. Em entrevista ao Dinheiro Vivo e à TSF, defende que é preciso ocupar quem está desempregado, sem medo de "pôr mãos à obra".

    O desenvimento do emprego passa pela atração de investimento produtivo que "pague salários altos em funções qualificadas", mas entretanto há urgência em trabalhar: "isto não vai absorver a mão-de-obra toda de repente". "O Keynes dizia até - essa frase ficou célebre - ´ponham metade dos desempregados a abrir buracos e a outra metade a tapá-los`. O que interessa é que estejam ocupados".

    Apesar do elevado número de desempregados, João Salgueiro defende que há áreas em que faltam pessoas para trabalhar: "Há falta de pessoas para cuidar dos idosos. Há todos os anos incêndios porque as matas não estão tratadas. É assim tão complicado pôr as pessoas a tratar das matas?".

    Claro que esta não é a opção desejável, acrescenta o economista, mas é preciso ocupar as pessoas até o país recuperar e criar emprego.

    """

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