segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Jovem de Castro Verde, aluno da Universidade de Évora, vence prémio "Novos Compositores"


Francisco Chaves, aluno da licenciatura em guitarra e da licenciatura em composição na Universidade de Évora é um dos vencedores do Prémio Novos Compositores, concurso promovido pela Orquestra Metropolitana de Lisboa e pelo Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa, destinado a compositores lusófonos ou residentes em países de língua oficial portuguesa.
A peça vencedora, intitulada "Sinfonieta em três andamentos", estreia oficialmente no dia 3 de maio, num concerto da Orquestra Metropolitana de Lisboa, no Auditório da Universidade Nova de Lisboa sob a direção do maestro Nir Kabaretti.
Natural de Castro Verde, Francisco frequenta atualmente a licenciatura em guitarra na Universidade de Évora, sob a orientação do Professor Dejan Ivanovich e, paralelamente, a licenciatura em composição sob a orientação dos Professores Christopher Bochmann e Pedro Amaral.
Francisco Chaves, de 19 anos, começou a tocar guitarra aos onze no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, tendo posteriormente estudado composição com Roberto Perez e frequentado várias "masterclasses" com, entre outros, Marcin Dylla, Margarita Escarpa, Pedro Rodrigues, Denis Azabagic, Carlo Marchione, Leo Brouwer e António Pinho Vargas. Arrecadou, como guitarrista, vários galardões em concursos nacionais.
O outro vencedor, Carlos Filipe Cruz, 28 anos, é licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML). AQUI

3 comentários:

  1. E agora..."toca" a voar mais alto!
    Após a Licenciatura há muito mais mundo à tua espera.

    Em Évora ainda te queimas todo, puto.

    Força.


    Rui M F

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  2. Os nossos "miúdos" enchem-nos de orgulho.
    Temos de lutar por eles.
    Fazem a sua parte com mérito, nós temos de fazer a nossa.

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  3. s Conservatórios Regionais têm feito muito pela formação dos jovens músicos e é graças a eles que muitos têm conseguido encontrar a sua verdadeira vocação e enveredado por um caminho que de outra forma dificilmente seguiriam. É por isso de lamentar que algumas Câmaras do Baixo-Alentejo tenham retirado o seu apoio ao CRBA.


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