quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

visita às estações emocionais de uma geração


Charles Aznavour inagurou o espaço. E logo se lhe juntaram Georges Brassens, Jacques Brel e Leo Ferré. Sentiu-se então que as emoções, pertenças tão particulares de cada um, são simultaneamente património colectivo, comum aos que estavam ontem à noite noite naquela sala da Sociedade Harmonia e Eborense e de milhões de outros habitantes do resto do mundo. 
Depois da vibrante evocação da musica francesa, José Eliseu Pinto propôs um salto para o mundo anglo saxónico. E desfilaram aí nomes maiores, temas marcantes, notas revisitadas. Foram mais de duas horas de intensas memórias musicais cronologicamente situadas sensivelmente entre 1964 e 1974.  À música escolhida com critérios explicados a cada passo,  foi o convidado da Harmonia juntando comentários, histórias, testemunhos com vista para as realidades de Portugal e do mundo da altura. Sempre senhor de uma apurada sensibilidade.
Freddie Mercury e os Queen,  Xico Buarque, e  Pink Floid soaram nos últimos minutos de um programa estruturado, que sublinhou a confluência das mais pessoais e únicas vivências, com as de colectivos próximos e distantes. No final, as cerca de 40 pessoas presentes aplaudiram com entusiasmo. Um dos mais jovens presentes perguntou em voz alta: E tudo isto antes de eu nascer?  Sim, pode até ser... mas estes são patrimónios garantidos que nos acompanharão por muito mais caminho. Obrigada ZEP por esta colectânea.

12 comentários:

  1. Prof. Pinto de Sá a escolha certa para Évora.........espero que tenha uma Equipa Dinãmica......liberta dos diamantinos.

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  2. Foi uma bonita sessão. Pena o muito fumo na sala que já quase impedia que se pudesse respirar. Rock já não rima com salas a abarrotar de fumo...

    c.

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  3. Está na altura da mudança. Évora precisa de uma equipa de gente empenhada e com vontade de trabalhar em prol da cidade e do concelho.

    Mas não se esperem super-homens nem homens providenciais. O último que cá esteve só nos deixou mentiras, dívidas e ruína.

    - O que Évora precisa é de gente que rejeite o "só eu sei" e o "quero, posso e mando" dos últimos anos.
    - O que Évora precisa é de gente capaz de ouvir as opiniões das colectividades, dos agentes económicos e das populações em geral, antes de decidir.
    - O que Évora precisa é de criar um estilo de trabalho, baseado na PARTICIPAÇÃO e na TRANSPARÊNCIA das decisões.

    O tempo do "amiguismo", despudoradamente anunciado em cartazes, pode ter sido bom para os “amigos da presidência”, mas revelou-se péssimo para a generalidade dos cidadãos, que vão ter de pagar a factura do descalabro da gestão PS.

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  4. SÁ Pinto são sobras

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  5. os funcionários do PCP voltam a atacar

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  6. O idiota não descança!

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  7. O PS levou a câmara de Évora à falência.
    Está na hora da mudança!

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  8. invadem os blogues... é agit-prop comunista primária, mas funciona.
    Para eles não há mudança é sempre a mesma coisa

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  9. É preciso acabar com a idiotice que levou Évora à falência.
    ESTÁ NA HORA DA MUDANÇA!

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  10. Obrigado, Dores. Nada de especial teria acontecido se os amigos não tivessem comparecido, generosamente, para recolher o que ali se propunha para a partilha. Vocês fizeram a noite de ontem, abrigando pacientemente o jorro emocional que sempre está associado a estes balanços de vida. Pois é disso que se trata, de facto. Se não tivesse havido ninguém, verdadeiramente cúmplice, do outro lado da sala – afinal o lado é o mesmo – tudo não teria passado de uma sensaboria incongruente (porventura piegas) de um tipo a debitar sinais num código ininteligível para os demais. Em boa hora não foi o que se passou e, por isso, vos estou muito grato.

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  11. O Zé Ernesto muda do PC para o PS e passa a diabo. O Zep salta do PS para o PC e passa a Deus. É apenas isto! Velhos que não vivem sem mamar... RUA!

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  12. Se o ZEP passa do PS para o PC - probabilidade de 1 em 1.000.000 ou mais - independentemente dos partidos, preconiza uma grande revolução ideológica, do género, durande a guerra fria, saiu do Ocidente para Leste por sua livre iniciativa e pela porta natural.

    Já o Ernesto teve que pular o muro da vergonha e sujeitar-se a que o seu nome fosse enlameado pelos propagandistas do Leste.

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