terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Alcácer do Sal: queira o PS ou não, Paredes recandidata-se


O presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Pedro Paredes, eleito pelo PS, anunciou hoje que se recandidata ao cargo nas eleições autárquicas deste ano, “com ou sem o apoio” da concelhia socialista.
“Eu vou ser candidato. Se vou ser ou não candidato outra vez do PS, que me apoiou nos dois mandatos anteriores, isso depende da concelhia”, disse à agência Lusa Pedro Paredes, de 59 anos e arquiteto de profissão.
O autarca está a cumprir o seu segundo mandato à frente dos destinos do município de Alcácer do Sal, desta vez já como militante do PS, pois, na primeira vez que se candidatou e ganhou a câmara, foi eleito nas listas socialistas, mas como independente.
Agora, para as eleições autárquicas deste ano, às quais pode concorrer a um terceiro e último mandato àquele concelho alentejano, Pedro Paredes ainda não sabe se vai ou não ter o apoio do PS.
Mas, para Pedro Paredes, a sua candidatura à “corrida” eleitoral autárquica está decidida.
“Porque é que tomo esta posição radical de ‘vou com eles ou sem eles’? Porque, como sempre acontece, em todos os partidos, às vezes as estruturas concelhias têm uma visão um bocadinho mesquinha, de alguma forma pouco de serviço público, nestas coisas da escolha dos candidatos”.

19 comentários:

  1. Ui, e o que Alcácer tem melhorado neste últimos 8 anos?

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  2. Quer dizer com isto que o PCP já ganhou!!!

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  3. O demorado ajuste de contas da Zona Euro.
    21 Janeiro 2013, 23:30 por Nouriel Roubini .
    Os riscos com que a Zona Euro se depara têm vindo a diminuir desde o Verão passado, quando a saída da Grécia parecia iminente e os custos dos empréstimos a Espanha e Itália atingiam novos e insustentáveis picos. No entanto, apesar de as tensões financeiras terem atenuado, as condições económicas da periferia da Zona Euro continuam a ser precárias.

    Vários factores explicam a redução dos riscos. Para começar, o programa de “transacções monetárias definitivas” do Banco Central Europeu tem sido incrivelmente eficaz: os “spreads” das taxas de juro para Espanha e Itália caíram cerca de 250 pontos base, mesmo antes de ter sido gasto um único euro que fosse na compra de obrigações soberanas. A introdução do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), que providencia mais 500 mil milhões de euros para sustentar os bancos e os governos, também ajudou, tal como o reconhecimento por parte dos líderes europeus de que uma união monetária, por si só, é instável e incompleta, sendo necessário que haja uma integração bancária, orçamental, económica e política mais profunda.



    Além disso, e talvez isto tenha sido o mais importante, a atitude da Alemanha face à Zona Euro em geral, e face à Grécia em particular, mudou. Os responsáveis alemães compreendem agora que, dados os amplos vículos comerciais e financeiros, uma Zona Euro desordenada prejudica não só a periferia como também o núcleo. Eles deixaram de fazer declarações públicas acerca de uma possível saída da Grécia da união monetária e apoiaram um terceiro pacote de ajuda ao país. Enquanto Espanha e Itália continuarem vulneráveis, um revés na Grécia poderá levar a um grave efeito de contágio antes das eleições da Alemanha, que decorrem este ano, o que minaria as probabilidades de a chanceler Angela Merkel conseguir mais um mandato. Por isso, a Alemanha continuará, por enquanto, a financiar a Grécia.

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  4. Continuação

    No entanto, a periferia da Zona Euro não demonstra grandes sinais de retoma: o PIB continua a registar uma contracção, devido à austeridade orçamental, à excessiva força do euro, ao forte aperto do crédito mantido pela escassez de capital por parte da banca, bem como à fraca confiança das empresas e dos particulares. Além disso, a recessão na periferia está agora a alastar-se ao núcleo da Zona Euro, com o PIB da França a registar uma contracção e com a própria Alemanha a ver-se afectada, uma vez que o crescimento nos seus dois principais mercados de exportação está a ceder (resto da Zona Euro) ou a abrandar (China e restante Ásia).



    Por outro lado, continuamos a assistir à balcanização da actividade económica, dos sistemas bancários e dos mercados de dívida pública, numa altura em que os investidores estrangeiros abandonam a periferia da Zona Euro para procurarem segurança no centro da mesma. Os níveis de dívida pública e privada são elevados e possivelmente insustentáveis. Ao fim e ao cabo, continua em grande parte por resolver o problema da perda de competitividade, que levou a elevados défices externos, ao mesmo tempo que as tendências demográficas adversas, os fracos ganhos de produtividade e a lenta implementação de reformas estruturais deprimem o potencial crescimento.



    Nos últimos anos, tem havido alguns progressos na periferia da Zona Euro: os défices orçamentais foram reduzidos e alguns países estão já com superávits orçamentais primários (a balança orçamental, excluindo os pagamentos de juros). Da mesma forma, as perdas de competitividade foram em parte revertidas, à medida que os salários deixaram cada vez mais de acompanhar o crescimento da produtividade, o que levou à redução dos custos laborais unitários, além de que estão em marcha algumas reformas estruturais.

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  5. Paredes vai descobrir com quem se reuniu o Serafim no sábado...

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  6. Concelhias, com ideias mesquinhas de serviço publico...então e a sua propria equipa de vereadores e secretarios, a reunir nas costas do PRESIDENTE CONTRA A SI chama-se o QUÊ...sem tirar o seu chefe de gabinete, potencial candidato.

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  7. Ja estava a ver que não havia um politico exemplar de serviço publico, politico exemplar, começando pela sua companheira, para umas coisas tem residencia no Montijo, para outras tem em alcacer, heis o serviço publico

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  8. A situação da cãmara de Évora é MUITO GRAVE........o PS não pode continuar a governar a autarquia ,é preciso uma MUDANÇA e CORAGEM para apurar TUDO o que de errado foi feito nestes 12anos.

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  9. Évora precisa de MUDANÇA.

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  10. Mudança com as sobras dos outros?

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  11. "Sobras dos outros" foi o que cá tivemos durante 12 anos!
    "Sobras dos outros" foi aquele que usou o PS como barriga de aluguer, para dar largas à sua desmedida ambição de poder.
    "Sobras do outros", é aquela desgraça que se senta hà 12 anos numa das cadeiras principais da Praça do Setrório.
    Aquilo é que são sobras. E, por sinal, bem rançosas.

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  12. O PCP quer trazer as sobras de montemor para Évora

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  13. Porque será que os secretários andam nervosos só de imaginar que as "sobras" podem ser candidatas à Câmara de Évora?

    Será por saberem que, se as "sobras" forem candidatas, se acaba a boa-vida à sombra da bananeira?

    Quer-me bem parecer que sim. Pelas reacções destemperadas quer-me parecer que vem aí mudança.

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  14. Évora tem talentos e gente competente para avançar. Jovens com vontade e entusiasmo.

    Não precisa de sobras e autarcas da velha guarda, carregados dos vicios que levaram este país a gastar a endividar se para pagar repuxos, chafarizes ou rotundas.

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  15. onvém não desvalorizar as velhas ideias que colocam o “bem da economia” acima da vida humana
    «Ministro japonês diz que idosos doentes devem “morrer rapidamente” para o bem da economia»

    O que o ministro japonês diz é chocante. Tanto mais que traz à memória um conhecido programa de eliminação de doentes incuráveis, idosos senis, deficientes físicos e doentes mentais, a que chamavam "morte misericordiosa" de doentes incuráveis, implementado na Alemanha a partir de 1939.

    Muito provavelmente o ministro em causa não tenciona criar nenhum programa de extermínio equivalente aos dos nazis, “para o bem da economia”. Mas, estas declarações, devem levar-nos a reflectir até onde podem chegar as políticas que desvalorizam a vida humana dos mais desfavorecidos, em relação aos superiores interesses da economia.

    A propósito, convém não esquecer o que se passa em Portugal, e a sequência de medidas que vêm sendo implementadas nos últimos anos, em que a “economia” prevalece sobre a vida dos doentes. Sobretudo dos doentes das classes mais desfavorecidas, que não têm dinheiro para recorrer à medicina privada.

    Ora reparem:

    Começaram por encerrar Centros de Saúde porque, diziam, era melhor que os doentes fossem transportados em ambulâncias para os hospitais regionais, onde lhes seria proporcionado um tratamento mais especializado e eficaz. Depois, “esquecidos” do argumento invocado, cortaram no transporte em ambulância porque era muito caro ou, sabe-se lá porquê. A seguir aumentaram as “taxas moderadoras” nos hospitais que, em alguns casos, começam a assemelhar-se aos preços de consultas em clínicas privadas. Agora, preparam-se para fazer cortes significativos nos orçamentos dos hospitais regionais. Ora digam lá, se esta sequência de políticas não conduz aos resultados preconizados pelo ministro japonês?







    Sinopse
    No fim do século XIX, em um pequeno vilarejo japonês, o morador que completa 70 anos de idade deve subir ao topo de uma sagrada montanha e aguardar por sua morte. Aquele que se recusa a cumprir a tradição, traz a desonra para sua família. Mas para Orin (Sumiko Sakamoto), uma senhora de 69 anos, procurar uma esposa para o seu filho mais velho, Tatsuhei (Ken Ogata), é mais preocupante do que cumprir a amarga tradição. Vencedor da palma de Ouro no Festival de Cannes em 1983, balada de Narayama é um belo e sensível filme do diretor Shohei Imamura, o primeiro realizador japonês a receber duas Palmas de Ouro no Festival.

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  16. @21:53
    Então diz-nos lá os nomes de um ou dois desses jovens, sem vícios em "repuxos, chafarizes ou rotundas", muito talentosos e competentes e "com vontade e entusiasmo para avançar".

    Vá lá, basta um ou dois!

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  17. Dois jovens talentos, talentosos e sem vícios em obras de repuxos (nem em qualquer outra...), só se forem o brilhantina e o nethanyau

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  18. então e aquele jovem boy que meteu a mão nas facturas de água também não é um talento merecedor de uma nova oportunidade?

    A propósito qual foi o resultado da auditoria às contas da água. Já chegaram a alguma conclusão sobre o montante 'desviado' pelo talentoso jovem?

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  19. Pois compreende-se a sua presistência, na Cãmara tem um salário certo e que já não é pequeno, porque como Arquiteto isso já não acontece, porque é uma profissão que depende da construção civil e esta está também numa espiral recessiva..!

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