segunda-feira, 2 de abril de 2012

Outras formas de fazer política: Primavera Global a 12 de Maio


A Primavera Global PT sairá à rua no dia 12 de Maio de 2012 (12M de 2012), com um programa de acção que será mais tarde divulgado, associando-se ao protesto Global Spring que decidiu fazer de Maio de 2012 o mês dos dias globais de acção.
A Primavera Global PT é composta por cidadãos, activistas, colectivos, movimentos sociais que, em conjunto, de forma pacífica, na sua diversidade e autonomia, querem encontrar soluções e construir novos modelos de organização à escala humana, mais sustentáveis e mais democráticos. E fazem-no descentralizados e autonomamente mas convergentes em vários pontos do país onde este apelo de indignação e mudança se faça sentir.
O 12M de 2012 surge um ano após o 12 de Março de 2011, data histórica para a indignação em Portugal, em que se organizou uma das maiores manifestações da história recente. O 12 de Março de 2011 foi o rastilho de mobilização cidadã que incendiou várias cidades da Europa, sobretudo após o 15 de Maio em Espanha, seguindo também o impulso vindo das revoltas no mundo árabe. O ano de 2011 ficou, depois, marcado pelo dia de protesto mundial de 15 de Outubro. Do Japão ao Brasil, dos EUA à Europa, o chamado movimento d@s Indignad@s saiu à rua, manifestou-se, exigiu ser ouvido. O ano ficou também assinalado pela ocupação de Wall Street, em pleno coração do sistema financeiro global, dando origem ao movimento Occupy. Em paralelo e em concertação, inúmeros colectivos locais, de transição, de bairro ou movimentos sociais tematizados organizavam-se propondo alternativas.
A Primavera Global PT pretende dar voz e visibilidade a todas estas iniciativas e propostas de mudança de um modo de tratar o planeta e as pessoas que está a produzir danos e descontentamento.
A Primavera Global PT realiza a sua próxima reunião aberta no dia 14 de Abril de 2012, pelas 10H00, na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa.

Primavera Global PT

1 comentário:

  1. Isto é como tudo na vida.

    Só convencem o resto do mundo, quando começarem a surgir na prática - na vida real e quotidiana - os modelos democráticos e participativos que preconizam.

    O problema é a vida real e tanto quando se sabe, os utópicos acabavam malucos ou a morrer à fome.
    Na vida real, as pessoas são mas terrenas e práticas.

    ResponderEliminar