terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Custos da não participação

Copiado do Facebook.

Peixes mortos na Barragem do Divor


(Foto de Nuno Veiga/Lusa, publicada no blogue do New York Times)


Milhares de peixes, alguns mortos, têm-se acumulado nas últimas semanas, à superfície da água, junto ao paredão da barragem do Divor, no concelho de Arraiolos (Évora), estando as autoridades a investigar as causas do problema.
A maioria dos peixes “não está a morrer”, mas “está à superfície”, descreveu hoje à Agência Lusa o vereador da Câmara de Arraiolos Francisco Fortio.
“Os peixes estão todos amontoados, à superfície, com a boca fora de água. Mas o certo é que, se os tentarmos apanhar, fogem”, acrescentou.
Escusando-se a avançar uma explicação para o “fenómeno”, o autarca fez questão, contudo, de realçar que a água da barragem não serve para abastecimento público das populações.
A situação foi detetada há cerca de três semanas pela Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor, adiantou o autarca, referindo que já foram informados o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo.
Fonte da GNR confirmou à Lusa que o SEPNA está a acompanhar o “problema” e detetou “algumas centenas de peixes mortos, sobretudo carpas e pimpões”, tendo alertado “há cerca de oito dias” as entidades competentes sobre a matéria.
A Lusa constatou no local que uma grande quantidade de peixes, sobretudo carpas e pimpões, está concentrada na zona do descarregador da barragem.
O vereador da Câmara de Arraiolos disse que “o veterinário municipal tem feito o acompanhamento quase diário do problema” e que o município está a aguardar indicações das autoridades. (LUSA)

40 graus à sombra: mercado mensal de Évora sem policiamento

Pelo que o acincotons sabe a Câmara Municipal de Évora até há poucos dias ainda não tinha regularizado as dívidas à PSP derivadas dos serviços gratificados. O que está a pôr em causa a presença de elementos daquela corporação em variadas situações. O último mercado mensal, por exemplo, realizado na segunda terça-feira de Janeiro, já não teve policiamento. Se as verbas em dívida não forem pagas, o mercado de Fevereiro também ficará sem a presença da PSP, o que está a causar alguma apreensão junto de alguns sectores da cidade. A pergunta é: e se acontece alguma coisa?

Novo mapa judiciário fecha 6 tribunais no Alentejo



A proposta do Governo para o novo mapa judiciário prevê o encerramento, no Alentejo, de 6 tribunais. No distrito de Portalegre, se a proposta for para a frente, vão fechar Avis e Castelo de Vide. Em Évora, Arraiolos e Portel. Em Beja, Almodôvar e e no distrito de Setúbal, Sines. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Jovens ucranianas protestam em Davos contra a cimeira dos ricos



 Sobre este grupo ver AQUI

Paulo Barriga

(clique na imagem para aumentar)

diario do alentejo

(clique na imagem para aumentar)

Colaço Guerreiro

(clique na imagem para aumentar)

MDCH não baixa os braços

(foto "tirada" daqui)

Uma delegação do MDCH (Movimento para a Defesa do Centro Histórico de Évora) foi recebida em audiência na Assembleia da República pela Relatora da petição do movimento em defesa da isenção do IMI no Centro Histórico de Évora. A reunião contou com a presença de Deputados do PSD, PS, CDS e Bloco de Esquerda.
A delegação do MDCH esclareceu que o objeto da referida petição era reclamar o respeito pela Lei e, em concreto, pela deliberação do plenário da A.R. de 10 de março de 2010 que clarificou e simplificou a isenção do IMI aplicável aos imóveis situados em centros históricos classificados Património da Humanidade pela UNESCO, declarando-a universal e automática. Estando as Finanças de Évora a violar tal regulamentação ostensivamente desde dezembro de 2010, o MDCH entende que mais grave que o aspeto financeiro é, para os cidadãos, a constatação de tal sistemática violação da lei e o desrespeito por um órgão de soberania.
Os Deputados presentes manifestaram a sua estranheza pelo facto de esta questão não ter ficado resolvida com a deliberação do plenário da Assembleia da República, considerando que tal obrigava a uma intervenção no sentido de repor a legalidade. Foi comunicado que o Governo não deu ainda resposta ao pedido de esclarecimento feito em setembro de 2011 pela 5.ª Comissão, tendo sido sugerido o eventual contacto com a Secretaria de Estado da Administração Fiscal.
A delegação do MDCH informou que a linha de contactos seguida fora com os eleitos municipais de Évora e, após encaminhamento do processo pela Câmara e Assembleia Municipal para o Parlamento, com os Deputados da Assembleia da República. Foi entregue documentação adicional à Comissão e agradecida a simpatia com que os representantes do movimento foram recebidos.
Notícias entretanto publicadas deram conta de novas diligências do grupo parlamentar do PSD que solicitou ao Governo um rápido esclarecimento desta questão. Os deputados social democratas Pedro Lynce, Cristóvão Crespo e Paulo Batista Santos subscreveram a pergunta dirigida ao Governo, estranhando a não aplicação da legislação pelos serviços locais da administração fiscal tendo em conta a “clareza das decisões da Assembleia da República”.
Estes deputados lembram no seu comunicado que “a classificação de Património Mundial acarreta, para os imóveis inseridos nestes centros históricos, um conjunto de restrições regulamentares que têm por objetivo preservar as suas características particulares, como salvaguarda do interesse patrimonial que lhes está reconhecido”.
Já anteriormente havia sido tornada pública uma iniciativa semelhante do Deputado do PCP João Oliveira que solicitou esclarecimentos ao Ministro das Finanças, sublinhando que esta situação é “não só violadora da lei como gera uma situação de desigualdade entre os cidadãos de Évora e os de outros concelhos abrangidos por classificações idênticas” que têm visto reconhecido aquele benefício fiscal. (Nota de Imprensa do MDCH)

Juntas de Freguesia de Beja "ameaçam" Câmara com manifestação na próxima sexta-feira



Deliberação da Reunião de Freguesias do Concelho de Beja
Considerando o facto da Câmara Municipal de Beja ter informado que não pode efectuar  pagamentos às Freguesias, relativos às verbas do Protocolo de Delegação de Competências,  uma vez que, o Orçamento 2012 foi reprovado;
Considerando que o parecer da ANMP aponta no sentido contrário :
( 2º paragrafo da pag. 8)
"Assim, afigura-se-nos que durante o ano de 2012, e até à aprovação dos novos documentos  previsionais, deve-se continuar a proceder à aplicabilidade adaptada dos documentos previsionais de 2011, pelo que sendo admissível continuar a proceder a transferências de verbas para as freguesias decorrentes de competências delegadas e aos apoios financeiros a outras entidades nos moldes do orçamento de 2011, os mesmos devem ser objecto de redução, na proporção dos cortes ao município de Beja decorrentes desde logo do orçamento de estado para 2012 e da actual conjuntura económico-financeiro redutora das receitas municipais em geral.";
Considerando, que as freguesias continuam a prestar os serviços objecto da delegação de competências, e estão a suportar os custos a eles inerentes;
Considerando, que as freguesias de Salvador e de Santa Maria da Feira, tiveram um aumento significativo da população, as mesmas devem ter o correspondente aumento de verbas no âmbito do Protocolo de transferência de competências, antes da aplicabilidade dos respectivos cortes;
Considerando que as Juntas de Freguesias não têm condições financeiras para suportar os salários dos trabalhadores e as várias despesas inerentes à delegação de competências, sem que a Câmara Municipal de Beja proceda à transferência das verbas devidas;
Considerando que as populações das freguesias de Beja não podem ficar sem os serviços públicos de limpeza de ruas, de gestão das escolas, e dos vários espaços públicos, dos pagamentos de electricidade e água e de todas as tarefas constantes na Delegação de Competências do Município de Beja para as Freguesias;
As Freguesia do Concelho de Beja, reunidas no Edifício das Juntas de Freguesia da Cidade de Beja, no dia 25 de Janeiro de 2012, deliberam:
1. Exigir do Presidente da Câmara Municipal de Beja, pagamento das verbas correspondentes aos Protocolos de Delegação de Competências celebrados com as Freguesias do Concelho, até ao dia 02 de Fevereiro de 2012.
2. Fazer a entrega da presente deliberação ao Presidente da Câmara Municipal de Beja no dia 27 de Janeiro às 10h30.
3. Não havendo cumprimento por parte da Câmara Municipal de Beja, faremos uma manifestação pública na Praça da República em conjunto com eleitos, trabalhadores e população no dia 03 de Fevereiro de 2012.

Évora: espaço do PimTeatro foi vandalizado



o espaço do Pim teatro foi, mais uma vez vandalizado! Desta vez o anexo onde armazenavamos ferramentas, lenha e outras coisas foi incendiado... está completamente destruído... num momento tão difícil das nossas vidas estes «feitos» dão-nos um triste amargo à boca...

Alexandra Espiridião (in Facebook)

Somos a primeira pessoa do plural

Estamos tão perto uns dos outros. Somos contemporâneos, podemos juntar-nos na mesma frase, conjugarmo-nos no mesmo verbo e, no entanto, carregamos um invisível que nos afasta. Ouvimos os vizinhos de cima a arrastarem cadeiras, a atravessarem o corredor com sapatos de salto alto, a sua roupa molhada pinga sobre a nossa roupa a secar; ouvimos a voz dos vizinhos de baixo, dão gargalhadas, a nossa roupa molhada pinga sobre a roupa deles a secar; cheiramos as torradas dos vizinhos do lado, ouvimo-los a chamar o elevador e, no entanto, o nosso maior problema não é apenas não nos reconhecermos na rua. O nosso problema grande é estarmos convencidos que os problemas deles não nos dizem respeito. A nossa tragédia é acharmos que não temos nada a ver com isso.

A nova agricultura alentejana



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

é neste país: contos com cheiro

28 de Janeiro, pelas 11.30h

Com quantos pontos se conta um conto?


Contos com cheiro a África


CLÁUDIA LOPES FIGUEIRA


Cá vos esperamos neste país! :



--
é neste país!Rua da Corredoura nº8, Évora
            266731500      
http://nestepais.wordpress.com/

Por uma vez o governo está a ser coerente


Anibal F/Rute R./JN

Elias, o sem abrigo

Construir espaço público em Évora

"Habitar a cidade. Construir espaço público" é o tema genérico do ciclo de debates que ontem, ao fim da tarde, teve início. E foi por aí que se começou, deixando claro que "As redes de Comunicação" existentes são apenas parte daquele todo. Confirmou-se ainda o peso relevante que a Comunicação Social, nas formas de jornal e rádio, têm no espaço público de Évora. Paralelamente, foi sublinhada a enorme e crescente importância que as novas formas de comunicação sustentadas pela plataforma da internet, assumem nesta construção quotidiana.

Cerca de quarenta pessoas, habitantes de Évora, aceitaram ontem o convite que lhes tinha sido dirigido pelo Departamento de Filosofia e pelo CIDEHUS para reflectirem conjuntamente sobre a cidade que se deseja educadora.O Condestável Café-Bistrô revelou-se acolhedor. O debate foi vivo. As participações diversificadas não ficaram à margem das preocupações que atravessam hoje esta cidade. O exercício foi de cidadania. A todos os que o tornaram possível se dirige o reconhecimento e gratidão da organização.
Na última quinta feira de fevereiro o convite é renovado, desta feita para olhar para a Arte como eventual vanguarda construtiva deste espaço público.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Em Beja: CDU torna a votar contra o Orçamento da Câmara



"A Câmara Municipal de Beja aprovou hoje, com os votos contra da CDU, uma nova proposta de Orçamento Municipal para o ano de 2012. Nesta proposta estavam consideradas a maioria das alterações solicitadas pela oposição, tendo-se mantido o princípio de rigor orçamental e coesão económica e social que tem que reger o exercício do presente ano.
A Câmara Municipal de Beja atravessa uma grave crise financeira resultante, em grande parte, da avultada dívida do mandato anterior, da única e exclusiva responsabilidade da CDU, e por outro lado, da perda de receitas resultantes dos cortes do Estado (mais de 1 milhão e 200 mil euros) e das receitas extraordinárias (mais de 3 milhões de euros), não compreendendo assim porque é que a CDU, a única força política culpada por esta situação insustentável, continua a arranjar formas de dificultar a gestão da autarquia, atrasando a sua recuperação.
Nunca um Orçamento Municipal foi tão amplamente discutido e alterado desde a sua versão inicial, nunca antes em 30 anos terão sido acolhidas tantas propostas da oposição por parte do Executivo, nem nunca antes em 30 anos uma força da oposição adoptou uma postura tão intransigente e destrutiva, com claras intenções e objectivos meramente partidários e eleitorais.
O Executivo da Câmara Municipal de Beja espera, contudo, que a Assembleia Municipal e todas as forças políticas que a constituem viabilizem o Orçamento de modo a que os interesses das pessoas sejam, de uma vez por todas, colocados à frente de quaisquer interesses ou tácticas partidárias ou eleitorais". (nota de imprensa da CMB).


Ou seja: o PS é minoritário na Assembleia Municipal e arrisca-se, por isso, mais uma vez a que o Orçamento para 2012 não seja aprovado naquele órgão. Pelo menos é o que indica este voto contra da CDU na reunião de Câmara. Uma guerra, portanto, para durar, durar, durar...

Hoje em Évora: mais arte a mexer com a gente


Blind date e processos
Um arquitecto-urbanista encontra-se com uma bailarina. Que pode acontecer neste regime de diálogo imprevisível? Desde logo, estamos interessados em que aconteça. Que seja ocasião e desafio para modos de formular pontos de vista, de estabelecer diálogo, de criar refelxivamente em torno dos corpos e dos espaços. Que corpos circulam nos espaços legitimados (e legítimos) das cidades? Que narrativas formam os espaços e os seus regimes de acesso? Que abertura ou fechamento regulam espaços e corpos quando se trate de pensar o público, o privado, o íntimo? Como coabitam os corpos da performance e da teoria num palco comum?
Para qualquer das perguntas, são infindas as variáveis, limitações, indeterminações. Importam-nos respostas? Não mais do que a formulação de perguntas. Conhecem-se os dois convidados? Não, mas isso pode não fazer diferença nenhuma. É o processo, o colocar em acto o diálogo, sem expectativa nem outro programa que não o fazer acontecer desprogramado, a improbabilidade dos modos do diálogo que está em jogo. Que nos coloca em jogo, em risco, que nos desafia.

Republicanos e monárquicos, maçons e católicos: a hora é de agir


Governo propõe fim dos feriados do 5 Outubro e 1 Dezembro

O Governo vai propor aos parceiros sociais a eliminação do 05 de Outubro e do 1.º de Dezembro, da lista de feriados obrigatórios, anunciou hoje o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.
Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, Álvaro Santos Pereira adiantou que o Governo vai propor aos parceiros sociais a eliminação de igual número de feriados religiosos.
As alterações à lista de feriados obrigatórios estabelecida no Código do Trabalho só serão aprovadas em Conselho de Ministros depois de serem discutidas com os parceiros sociais, numa reunião a realizar na próxima semana, referiu o secretário de Estado da Presidência, Luís Marques Guedes. (AQUI).

Só não vê quem não quer: o país está a fechar e ninguém sabe quando voltará a abrir


Há quase ano e meio o João Espinho, meu amigo e talentoso fotógrafo, apoiante bejense do PSD, com lugar na Assembleia Municipal e tudo, publicou esta belíssima foto (da sua autoria) no seu blogue dando conta do triste Portugal socrático onde as escolas com menos de 20 alunos iam fechar. Escrevia nessa altura no bejense Praça da República“(…) o Governo está a identificar com as autarquias as escolas do primeiro ciclo que poderão encerrar, justificando que os estabelecimentos com menos de 20 crianças não apresentam as melhores condições.” Aproveite-se e encerre-se o país.
Foi uma "boa malha", na altura, do João, coincidindo com as tropelias de José Sócrates e denunciando essa verdade de "la palisse" que, depois da escola, fecha a mercearia, acabam os transportes e as aldeias morrem. 
O que não escreverá hoje o João Espinho quando o país está mesmo a encerrar, com centenas de despedimentos diários, meio país a comprar em Espanha, falências em série, recessão, cortes absurdos em "tudo o que mexe" e sem a mínima alternativa de crescimento aqui no Alentejo e no país (olhe-se para Alqueva, aeroporto, pequenas coisas assim...)? - perguntei-me a mim próprio. 
Decidi, por isso, dar uma espreitadela ao Praça da República. Esperava palavras fortes e opiniões desassombradas. Mas não: o Espinho agora dedica-se à História e aos passeios. Um amigo meu costumava dizer: se queres ter alguém da política a dizer coisa com coisa tem que ser na oposição. Quando os seus estão no governo desviam os olhos e assobiam para o lado. Da imagem que cultivam de argutos, críticos, intervenientes, bem depressa passam para a realidade de submissos, tudo aceitando e "engolindo" (não será este o caso, mas outros haverá...) em nome do "partido" (seja ele qual for - o leninismo está mais enraízado do que se pensa).
Concluindo: nem mais, meu caro Watson!, isto está tudo inventado. Menos um político que seja coerente e que diga sempre a mesma coisa. No poder ou na oposição.

ACT: Resposta do João Espinho aqui

Capa do DA de amanhã


Freguesias de Beja tomam posição sobre dívidas da Câmara


14 das 18 freguesias do concelho de Beja, representativas de todas as forças politicas, reuniram-se ontem. O edifício sede das Juntas de Freguesia, em Beja, foi o local escolhido para aquele encontro. Na ordem de trabalhos as transferências de verbas referentes ao protocolo de delegação de competências que a autarquia diz não poder fazer por o Orçamento para 2012 ainda não ter sido aprovado em Assembleia Municipal. Ler mais aqui.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Amanhã, começa em Évora um ambicioso Ciclo de Debates

Veja aqui programa do Ciclo de Debates "Habitar a Cidade. Construir o Espaço Público".
Dores Correia dinamiza, Carlos Júlio modera, pelo menos este primeiro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

POR QUE não PRENDEM ESTA GENTE?



FILHOS DE PUTA

Ligam-me falando reiteradamente na PT
Fazem-me uma pergunta TOLA : qual o rio
não sei quê o PORTO
respondo o Douro

acaba de habilitar-se a um prémio que vai até duzentos euros
ligue para:
60 79 300 24 (Número real, experimente, quem me lê, ligar)
será atendido por uma colega minha que irá pedir-lhe para se identificar
-------------

não ligo
insistem comigo para ligar

ligo mesmo
60 79 300 24

começam por identificar-se:
SOMOS ON TELECOM (qualquer coisa PT) EMPRESA não sei quê POR SONDAGENS
CUSTO DA CHAMADA 2.84 EUROS POR MINUTO
- segue-se o paleio - como se chama
de que número fala; .....

POLÍCIAS - GNR - JUDICIÁRIA o diabo que vos carregue
- será tão difícil localizar e prender esta quadrilha de ladrões?

quantos desgraçados ingénuos estão neste momento a ser esportulados
esmifrados por esta ignominiosa troupe de gatunos?

quantos reformados com pensões de miséria
quantos desempregados ansiosos na esperança de conquistar uns euros

e um estado-de-DIREITO não tem maneira de pôr cobro
a estes assaltos descarados?

não há um polícia, um político, um simples curioso que experimente
ligar este 60 79 300 24 agora mesmo?

será possível alguma sociedade humana
sobreviver a esta IMPUNIDADE?


António Saias (facebook)

Isto é arte!



A guerra, a solidão, a vida, o renascimento, a beleza, a simplicidade, o amor, outra vez a guerra, sempre a vida. A história da Ukrânia em desenhos feitos com areia.

(Cortesia de FC)

Évora: amanhã à noite na Igreja de São Vicente


Leitura de textos sobre cidades.


Dicas de emprego para Cavaco Silva

ELIAS O SEM ABRIGO, DE R. REIMÃO E ANÍBAL F/JN

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Há que tratar os símbolos nacionais como eles merecem

Vox Populi


Então neste blog ainda não há comentários ao último grande escândalo que corre na cidade? Quem foi o técnico selecionado para fazer as avaliações dos imóveis para efeitos de actualização do IMI? Estão sentados? Então aí vai: o eng. Súcia. Esse mesmo! E esta?

Anónimo
23 Janeiro, 2012 16:54

Nunca fiando...

A fotografia circula pela Internet como sendo o posto da GNR em Armação de Pêra. Parece que este hábito de entregar as instalações da GNR à protecção da Prosegur começou já no governo de José Sócrates e que está espalhada pelo país, mas não deixa de ser caricato...
Com os "apertos" económicos a quebra deste contrato seria uma boa medida por onde começar para economizar alguns (muitos) euros ao erário público. Será que a GNR não se sabe proteger a ela própria (ou haverá negócios do hábito nesta contratação da segurança policial a privados)?
Até apetece meter aqui aquela quadra do poeta algarvio António Aleixo: "Pára-raios nas igrejas/É para mostrar aos ateus/Que os crentes por mais que o sejam/Não têm confiança em Deus".
Também a GNR, apesar de toda a prosápia, parece não confiar muito na segurança que apregoa...

Rádio Castrense: 25 anos



A Rádio Castrense, em Castro Verde, foi uma das pioneiras do movimento das rádios livres no Alentejo e há 25 anos que anima toda a região do chamado "Campo Branco". Apostando sempre numa lógica profissional não tem saído imune à crise que o país e a comunicação social, sobretudo, atravessam. Nos últimos anos tem tido uma travessia dificil, mas mantém a mesma ambição: contribuir para informar e divulgar as riquezas culturais, artísticas e sociais da região.
A Rádio Castrense integra uma Cooperativa de Informação e Cultura, a Cortiçol, também com um vasto historial seja no cante alentejano, na viola campaniça ou noutras áreas (e com uma poderosa "antena" na rádio que é o programa Património, um dos mais antigos e mais ouvidos da rádio Castrense).
Pois bem: a Castrense, dirigida actualmente pelo António José Brito, comemora 25 anos na próxima quarta-feira, 25 de Janeiro, e está a programar "uma emissão especial a partir das oito horas, que trará à antena um conjunto alargado de convidados que, durante estas duas décadas e meia, ajudaram a fazer crescer e consolidar uma das estações locais mais emblemáticas do Baixo Alentejo".
Segundo a direcção, "num tempo em que enfrentamos grandes desafios, a Rádio Castrense mantém intacto o seu espírito de iniciativa e inovação, assumindo-se como voz privilegiada da região do chamado Campo Branco, território que engloba os concelhos de Castro Verde, Aljustrel, Almodôvar, Mértola, Ourique e uma boa parte dos concelhos de Beja e Odemira".
A todos os seus responsáveis, trabalhadores e colaboradores da Rádio Castrense os parabéns do acincotons.

domingo, 22 de janeiro de 2012

MANIFESTO ANTI-CAVACO


E POR EXTENSO PELA U.D.P. UNIÃO DE POETAS “DA ESQUERDA A VALER” HUMORISTAS, FUTURISTAS, REVOLUCIONÁRIOS E BOA GENTE E TUDO.

MANIFESTO ANTI-CAVACO

BASTA PUM, BASTA!

Uma geração que consente deixar-se representar por um Professor Aníbal Cavaco Silva é uma geração que nunca o foi. É um coio d´indigentes, d´indignos e de cegos! É uma resma de charlatães alaranjados e de vendidos, e só pode votar e parir abaixo de zero!

Abaixo a geração laranja!

Pôrra pró Cavaco, pôrra! Pim!

Uma geração com um Cavaco Silva a cavalo, é um burro algarvio incompetente!

Uma geração com um Eng. António Guterres à proa é uma canoa em seco!

O Manuel Monteiro é um magano!

O Fernando Nogueira é meio-mangano!

O Anibal Silva saberá gramática, saberá sintaxe, saberá vender gasolina, saberá inglês, saberá tudo, menos dirigir económica e politicamente o País, que é a única coisa que ele quer fazer e nunca o fez bem, nem soube fazer!

O Cavaco pesca tanto de Economia, que até faz quadras à António Aleixo, com as ligas da sua Maria Cavaca!

O Gueterres é um habilidoso!

O Carlos Carvalhas veste-se mal!

O Manuel Monteiro usa ceroulas de malha!

O Paulo Portas especula e inocula os concubinos!

O Cavaco é Aníbal!

O Cavaco é Guterres!

Pôrra, também pró Gueterres, pôrra! Pim!

O Professor Cavaco tem feito uma política para Portugal, que tanto podia ser como a do Fernando Nogueira ou a Maria Cavaca ou a Leonor Beleza, ou o Eng. António, ou a Teresa Patrício Gouveia, ou a Nau Catrineta, ou a cantora Dina do Partido Popular!

E o Cavaco teve claques e maiorias absolutas!

E o Nogueira teve palmas! E o António Guterres agradeceu de mão dada com o Jaime Gama!

O Francisco Louçã é um manganão!!

Não é preciso ir para a Fonte Luminosa vestido de laranja, para se ser uma laranjada!

Não é preciso saber contar pelos dedos, para se ser Professor de Economia, basta fazer contas pelos dedos como o Silva! Basta não ter escrúpulos, nem morais, nem artísticos, nem humanos! Basta andar com as modas europeias, com as políticas comunitárias e com as opiniões de Bruxelas! Basta usar o tal sorrizinho com escuma ao canto dos lábios, basta ser muito penteadinho por um barbeiro de bairro, usar figos algarvios e cócos marroquinos e olhos de Sá-Carneiro mal morto em Camarate! Basta ser Judas! Basta ser Fernando Cavaco Nogueira Silva!

Pôrra pró Cavaco! Pôrra! Pim!

O Professor Aníbal Cavaco Silva nasceu para provar, que nem todos os que governam sabem governar.

O Fernando Nogueira é um autómato extra-terrestre que deita para fora o que os trabalhadores pobres já sabem que vai sair… Mas é preciso que os trabalhadores pobres paguem impostos! Os ricos, não!!

O Nandinho Nogueira é um verso-de-pé-quebrado dele próprio!

O Cavaco em génio nem chega a uma garrafinha de mau-cheiro e em talento o Nogueira é pim, pam, pum!

O Cavaco nu é horroroso!

O Cavaco escuma dos cantos da boca!

Pôrra pró Cavaco, Pôrra! Pim!

O Nogueira é o escárnio da consciência!

Se o Cavaco Silva é Europeu eu quero ser Australiano!

O Vasco Graça Moura é a vergonha da intelectualidade portuguesa!

O Vasco Pulido Valente é a meta da decadência mental!

E ainda há quem não core quando diz que apoia o Cavaco!

E ainda há quem lhe estenda a mão!

E quem lhe lave a roupa, manchada de sumo de laranja, que custa imenso a sair!

E quem tenha dó da gasolineira dos Cavacos!

E ainda há quem esteja indeciso de que se votar no Nogueiro-Cavaco não vale nada, e que não serve para nada, e que nem é inteligente, nem decente e é um voto contra si próprio, que nem chega a zero!

Vocês não sabem quem é a senhora Mariani do Cavaco? Eu vou-lhes contar:

A princípio, por notícias das “Olás”, entrevistas, tempos de antena e outras preparações com as quais nada temos a ver, pensei tratar-se da cantora lírica Francesca De Mariani, italiana, que lhe escreveu várias cartas em italiano, apaixonadíssima por ele quando o viu a dormir na primeira fila do S. Carlos, durante uma récita, há uns anos atrás e a subir a um coqueiro em S. Tomé. Depois de ler todas as “Revistas do coração”, de “Maria” a “Manuel”, da “Dona” ao “Diabo”, do “Crime”, ao “Jornal de Letras e Artes e Ideias”, também não fui capaz de distinguir, porque a lâmpada da minha mezinha de cabeceira é muito fraca, era noite muito escura e só a meio dum pesadelo, aí pela madrugada é que tive um sobressalto e lembro-me de consultar a “Nova Gente”, a “Visão” e “Casa, Jardim e Decoração”. E não é que descubro que a tal Mariani do Cavaco era a sua Vivenda algarvia! Adormeci mais descansado e comecei a sonhar o que seria viver naquele paraíso algarvio, só possível à nova sociedade de novos-ricos, criados pelo cavaquismo.

Sonho que a Maria Cavaco vem descendo uma escada estreitíssima, mas não vem só, traz também o Jacques Chirac, que eu não cheguei a ver, ouvindo apenas uma voz muito conhecida dum apaixonado por experiências nucleares e repressões aos Emigrantes em França. Pouco depois o agente do SIS é que me disse que ele vinha com uma camisola do PS, com um grande coração laranja.

A Maria Cavaco e o Chirac estão sozinhos na Vivenda, e às escuras, dando a entender perfeitamente que estiveram indecentemente a conspirar à beira da piscina, sobre a candidatura do Aníbal, à presidência da República, e o tabú do Aníbal. Depois o Chirac, completamente francês e satisfeito, despede-se e salta pela janela, com grande mágoa da Maria Laranjada borbulhante e lacrimosa. E ainda hoje os pobres turistas algarvios, a GNR, a Guarda-Fiscal, a Guarda Florestal, a PSP, e os agentes do SIS têm ocasião de observar a janela arrombada do primeiro andar da Vivenda Mariani, perto de Boliqueime, na Rua do Touro, (perdão, do Aníbal), por onde se diz que fugiu o célebre político em Portugal e bombista nuclear em Paris.

A Maria que é histérica, começa a chorar desatinadamente nos braços da sua confidente e excelente pau de cabeleira, a famosa tia Anica de Loulé…

… Vêm descendo pla dita estreitíssima escada, varias Marias todas iguais e de cigarros acessos, menos uma que usa óculos, dentes saídos para fora como uma vampira, horrorosamente feia, o que quer dizer que é a deputada Conceição Monteiro.

E seria até uma excelente personificação das bruxas de Goya, se quando falasse não tivesse aquela voz tão fresca e maviosa da ex-secretária de Sá-Carneiro. E reparando nos dois vultos interroga espaçadamente com cadência social-democrata, austeridade e imensa falta de camarate:

“Quem está aí?! E de cigarros apagados?”

- Foi o Freitas do Amaral, foi o Otelo, foi o General Eanes, foi o Mário Tomé, foi o Eng. Carlos Marques, foi o Mário Soares, foi o Álvaro Cunhal, foi o Major Canto e Castro, foi o Pinto Balsemão, foi a viúva do Soares Carneiro, foi o vento… dizem as pobres inocentes “Marias Vão Com As Outras”, varadas de terror pluripartidário… E a Conceição Monteiro que só é horrorosa nos dentes saídos, nos binóculos, nos destroços da avioneta, e em andar sempre a chatear todos os grupos parlamentares, telefona imediatamente para a sede do SIS, em Faro, que é um dó d´alma ouvi-la assim tão sá-carneirista desempregada. Vão todas para a casa de banho, mas eis que, de repente, batem no portão e sem se anunciar nem limpar-se da poeira nortenha, sobe a escada e entra p´lo salão o Eng. Eurico de Melo, que quando era novo fez brejeirices com a menina da alfarroba e da fava-rica algarvia.

Agora completamente nortenho e emendado, revela à dentuças, que sabe por relatórios secretos do ministro Dias Loureiro que há homens que vão com as “Marias Vão Com As Outras”, na Vivenda e que ainda há pouco, fora detectado, por radar, um a saltar pela janela. A Sãozinha Monteiro diz que efectivamente já há tempos que Maria Cavaco vinha dando p´la falta de figos e galinhas no quintal e tão inocentinha, coitada, que naqueles oitenta anos, ainda não teve tempo para descobrir a razão da humanidade estar dividida entre homens e mulheres do PSD e homens e mulheres do PS e de outros partidos. Depois de sérios embaraços do tio Eurico é que ela deu com o atrevimento político e mandou chamar as Marias de há pouco, com os cigarros apagados. Nesta altura, este meu pesadelo policial toma um pedaço de interesse, porque o engenheiro Melo ora parece o Loureiro disfarçado de polícia-sinaleiro, ora um polícia de trânsito com a falta de educação dum agente da polícia de choque, e tão perspicaz que descobre em menos de meio minuto, o que o povinho está farto de saber - que o Cavaco anda a dormir com o Guterres!!!

O pior é que a Maria Silva foi à serra com as indiscrições do Barão do Norte e desata a berrar, a berrar como quem se estava marimbando para tudo aquilo. Esteve mesmo muito perto de se estrear com um par de murros na coroa do Chefe do Grupo da Sueca, no que se mostrou de um atrevimento, de uma insolência e de decisão social-democrata que excedeu todas as expectativas.

Ouve-se uma corneta tocar o Hino da Comunidade Europeia e da França e Maria, sentindo no ruído do escape do avião super-sónico francês, toda a alma tricolor do ser preferido, foi qual passarinha engaiolada, a correr até ao portão da Vivenda Mariani, a gritar desalmadamente pelo seu Jacques. Grita, assobia e rodopia e pia e rasga-se e magoa-se e cai de costas com um acidente, de que já previamente tinha avisado o jornal “O Público” e a bandeira gigante do PSD também cai e os antigos votantes sociais-democratas também caem em si e desatam numa dessas ondas de contestação, abstenção e arrependimento tão enorme e tão monumental, que todos os jornais de Lisboa, Loulé e do Porto, no dia seguinte, foram unânimes naquele êxito político do Engenheiro Eurico de Melo e da Conceição Monteiro.

A única consolação que os ex-votantes decentes tiveram, foi a certeza de que aquilo não se tinha passado na Residência Oficial de S. Bento, mas na Vivenda Mariani em Boliqueime, com uma Maria escavacada e encavacada, que tem chiliques e exageros esquerdistas.

Continue o Sr. Cavaco a mandar governar assim, que ha-de ganhar muito com as cavacas das Caldas e há-de ver que ainda apanha uma estátua de prata laranja por um ourives de Loulé e uma Exposição das maquetas pelo seu monumento erecto por subscrição social-democrata pelo “Povo Livre” a favor das vítimas da sua péssima política de apoio aos Timorenses, e a praça Dr. Francisco Sá-Carneiro mudada em Praça Professor Aníbal Cavaco Silva e com festas da cidade no Centro Cultural de Belém e sabonetes em conta. “Aníbeis Silvas” e pastas Cavacas prós dentes, e graxa Guterres prás botas, e bananas Jardim, e Niveína Durão Barroso, e comprimidos Paulo Mendo, e autoclismos Santanas e Santanas, Santanas, Santanas, Santanas… E limonadas Ferreira do Amaral - Magnésia.

E fique sabendo o Fernando Nogueira que se um dia houver justiça em Portugal, todo o mundo saberá que o autor de “Os Lusíadas” foi a Agustina Bessa Luís, que num rasgo memorável de modéstia só consentiu a glória do seu pseudónimo “A bruxa da Areosa”.

E fique sabendo o Carlos Carvalhas que se todos votassem como eu, haveria tais munições de punhos fechados, de “Esquerda a Valer” e não “A Necessária” que levariam dois séculos a gastar, sem “sair da rotina da esquerda” do Francisco Louçã!

Mas julgais que nisto se resume a política portuguesa? Não! Mil vezes não!

Temos além disto o Jorge Sampaio, que já fez decretos para a Câmara de Lisboa, que deixou de ser a derrota do machão Macário Correia, para poder passar a ser a derrota do Dr. Sampaio, com notas negativas do Professor Rebelo de Sousa.

E as pinoquices do Vasco Pulido Valente passadas no tempo em que “emborcava copos” na Secretaria de Estado da Cultura e no semanário “O Independente”! E as infelicidades de Carlos Pimentinha? E o talento insólito de Urbano Rodrigues! E as gaitadas do Vilhena! E as traduções só para homens do ilustríssimo excelentíssimo senhor António Barreto? E o Frei Hermano da Câmara!

E a Leonor Beleza co-responsável por uma série de contaminações de sangue nos nossos hospitais! E as imbecilidades do Pacheco Pereira! E mais pedantices do Alberto Pimenta! E o Pinto Coelho, o cavaquista do desenho! E alguns jornalistas cavaquistas, socialistas e fascistas d´”O Público”, e da “Capital”, e do “Diário de Notícias”, e d´ “O Diabo”, e d´ “O Dia”, e d´ “O Crime”, e do “Correio da Manhã”, e do “Expresso” e de todos, todos os jornais que não derem sempre notícias sobre a UDP nas primeiras páginas e ainda tempos de antena diários de meia hora na rádio e na TV.

E os Actores de todos os quatro canais de televisão e de todos os teatros pseudo-vanguardistas! Mário Viegas, incluído.

E todos os artistas que andaram a mamar dinheiro de Lisboa Capital Europeia da Cultura de 94 e futuramente da Expo 98 de que nós já desconfiamos! E os Valentins Loureiros do Porto e os palermas de Coimbra que não votarem UDP! E a estupidez do caso das gravuras de Foz Coa e o Dr. José de Figueiredo e oh oh os Mota Pinto hu hi e os burros de Boliqueime e os menus das festas do Centro Cultural de Belém e a Caixa Geral dos Depósitos feitos pelo Michel! E o raquítico Marques Mendes, palerma do PSD a quem o Dr. Soares com imensa piada intrujou que era mais alto do que parecia numa recepção em Belém! E todos os que são Políticos e Artistas, excepto os da UDP, como é evidente.

E as Exposições anuais no A.C.A.R.T.E. da Gulbenkian! E todas as obras de fachada? E as do Eduardo Prado Coelho em Paris; e os Vaz da Silva, os Estrela, os Josés de Magalhães, os Pintos da Costa, os Louçãs, os Arnaldos Matos, os Hermínios Martinhos, os Almeidas Santos, os Narcisos de Miranda, os Falcões e Cunha, os Jaimes Gamas, os Torres Coutos, os Fernandos Gomes, os velhos antigos salazaristas, os idiotas eanistas, os arranjistas socialistas, os racistas, os impotentes do PSN, os celerados do PP, os vendidos do PRD, os imbecis do MRPP, os párias vendedores de droga, os ascetas democratas-cristãos, os Fernandos Teixeiras da Maçonaria, os das coligações das Câmaras, os diabo que os leve, os Filipes Menezes, os Jardins, os Ricardos Pais, os La Férias, os Guedes, os Manúeis Alegres, os Esteves Cardosos, os Abrunhosas, as Veras Lagoas, os Motas Pinto, os Joões Bosco, os Alpoins Galvões, os Duartes Pios de Bragança, os Silvas Melos, os Marcos Paulos, as Zitas Seabras, as Simonetas Luz Afonso, os Mendes Botas, os Jaimes Neves, e todos os laranjas cor de rosa que houver por aí!!!!!

E as convicções urgentes do Soares Pai e as convicções catitas do Soares Filho!…

E os concertos de “Os Madre de Deus”! E as estátuas a fascistas, ao Amaro da Costa e ao despertar e a tudo! E tudo o que seja Arte e Cultura, em Portugal! E tudo! Tudo por causa do Cavaco disfarçado de Nogueira afónico!

Pôrra pró Cavaco, pôrra! Pim!

Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação de País mais atrasado da Europa e de todo o Mundo! O País que tão pouco tem ajudado os irmãos Africanos e Timorenses! O exílio dos desiludidos, dos abstencionistas e dos desacreditados e indiferentes dos políticos! A África reclusa dos europeus! O entulho de lixos tóxicos europeus, da poluição e da entrada de droga internacional! O Paraíso dos ricos que não pagam impostos, nem pagam a Crise e a Fome! Portugal inteiro (incluíndo Madeira e Açores) há de abrir os olhos no dia 1 de Outubro de 1995 - se é que a sua cegueira não é incurável - e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ter vozes diferentes na Assembleia da República, Deputados duma “Esquerda a Valer”! Deputados da UDP, claro, e a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado e despoluído.

Pôrra pró Cavaco, (e seus camaradas de várias cumplicidades, cores, silêncios e futuros compromissos), Pôrra! Pim!

Mais de oitenta anos depois do Manifesto dum tal Almada Negreiros.

UDP

UNIÃO DE POETAS “DA ESQUERDA A VALER” HUMORISTAS, FUTURISTAS, REVOLUCIONÁRIOS E BOA GENTE E TUDO!!!

Mário Viegas

Versão de Yesterday com balalaica



sugestão de ALA

sábado, 21 de janeiro de 2012

Tentativa desesperada para vislumbrar a realidade através das cortinas de fumo


Como é que chegámos até este ponto, e o que é que está em causa? 
1. As causas próximas são os erros políticos dos últimos governos, que se resumem: endividamento excessivo, colocando-nos nas garras dos credores. 
2. As causas estruturais são a crescente disparidade, no seio da zona euro e da U.E., entre países grandes, ricos e poderosos e países pequenos, pobres e dependentes e os efeitos perversos dos mecanismos de “ajudas comunitárias” (“fundos estruturais”). 
3. Porque é que os governos continuaram a endividar o país, apesar de saberem (sabiam) o risco enorme que isso comportava? 
          a. Porque distribuir dinheiro (mesmo que adquirido a crédito) era a condição para a sua manutenção no poder. Assim, para além da gorda fatia que as elites reservaram para elas próprias, foram distribuídas migalhas a vastos sectores sociais (nomeadamente através dos mecanismos de redistribuição: subsídios, empregos mais ou menos fictícios, serviços públicos quase gratuitos, etc.). Neste sentido, sim, todos beneficiámos deste regabofe. Uns, muito (“gestores” – que ironia! Melhor - “digestores”, dirigentes, políticos…), outros pouco (utentes dos serviços públicos, subsidiados, etc.).
          b. Porque quando a máquina estadual está lançada, como um transatlântico, a sua inércia é enorme: é difícil virar de bordo e leva tempo (anos!). O Estado português, enleado em redes de interesses inextricáveis, continuou na sua rota de colisão. Destino: bancarrota.
       c. Porque a subida constante e importante das taxas de juro dos empréstimos a que o Estado português foi obrigado a recorrer foram e são um bom negócio: muitos bancos portugueses compraram dívida do Estado, a taxas de juro que passaram de 3 ou 4% para 15%. A dívida pública é um bom negócio (aberto apenas aos bancos, não aos cidadãos, como no Japão). Continua a sê-lo com/para as instituições internacionais
4. E porque é que a redistribuição (“estado social”) só podia funcionar em Portugal com recurso a empréstimos cada vez maiores? 
5. Porque no sistema actual, os Estados só podem redistribuir recursos em benefício (mesmo que limitado) dos mais pobres quando duas condições se realizam: que haja crescimento e que haja excedente das balanças de pagamentos (nomeadamente comércio externo). 
6. Crescimento: Só assim o que “se dá aos pobres” não é retirado ao que os ricos já têm: partilham-se os ganhos futuros, não o bolo existente. Senão, os ricos zangam-se.
7. Balança comercial: se um país compra mais do que vende, empobrece. É “matemático”, como diria a porteira do Coelho. Ora, há exemplos de países que exportam mais (muito mais) do que importam, como a Alemanha e a China. São os exemplos que a Alemanha quer que países periféricos como Portugal, sigam.
8. Má fé: se todos os países europeus exportassem mais do que importam, onde estariam os clientes? Contas: A Alemanha tem um excedente comercial ANUAL de 160.000 milhões de euros; mas mais de 60% desse excedente provém dos países da zona euro, e mais de 80% da União a 27. Questão de aritmética: o que seria preciso para que todos os países da zona euro (e da UE) equilibrassem as trocas com a Alemanha? Que esta perdesse o excedente comercial e portanto a posição dominante que ocupa. Números: arrecadar 160.000 M€ = a arrecadar todos os anos duas vezes a soma que Portugal pediu à Troika.
9. Os Alemães são bons, têm altos níveis de formação e organização, etc., ok. Mas porque é que os países do sul entraram numa rota de divergência em relação a ela (e aos outros países ricos)? 
10. Resposta: em parte graças aos fundos de “convergência”! Veja-se a agricultura. Quando alguns dos GRIPE aderiram à União, os grandes países agrícolas controlavam a PAC e dela beneficiavam de maneira escandalosa. A maior parte dos “grandes” produtos agrícolas estavam em excedente (alguns, a escalas enormes: leite e lacticínios, carnes, cereais…). Os fundos de “convergência” organizaram o desinvestimento na agricultura destes países periféricos, “em troca” dos fundos “estruturais”. O mesmo com as pescas: ambos os sectores foram pagos para NÃO produzirem (aqui): deixar o mercado aos que já os têm. 
11. Muitos fundos estruturais foram distribuídos para criar clientela para produtos dos países dominantes (auto-estradas, TGV, etc.). Quando esses fundos não eram suficientes, foram complementados por créditos desses mesmos países para a compra dos seus produtos. É uma espécie de subsídio à exportação, nomeadamente de produtos de alta tecnologia. Donde endividamento: “Elementar, meu caro Watson”, diria o homem das causas enigmáticas. Bem, isto resume o que penso ser o caminho pelo qual chegámos até ao ponto em que estamos. Mas e a segunda parte da pergunta – e o que está em causa?
Ok, Ok, se calhar lá teremos que ir (e não deixa de ser a custo…). 

JRdS

O verdadeiro significado de troika



Trojka (ros. тройка) - rodzaj trójkonnego zaprzęgu popularny w Rosji, szczególnie przy saniach.
A troika (Russian: тройка, "triplet" or "trio") is a traditional Russian harness driving combination, using three horses abreast, usually pulling a sleigh.

Troika é uma forma tradicional de transporte russo em que três cavalos puxam, em  geral, um trenó

Na miséria em Lisboa e Boliqueime


O protesto é hoje em Lisboa. Entre o Marquês de Pombal e São Bento


Cavaco: bem vindo ao clube dos "tesos"

Anibal Fernandes
elias, o sem abrigo, in jn

Esta noite no Garcia de Resende


Pôr-do-Sol em Vila de Frades (São Pedro)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Évora: este sábado na "é neste país"


21 de Janeiro, pelas 11.30h




Com quantos pontos se conta um conto?


Pimponeta Pitá Pitá Pitucha Pitá Pitá Pitucha PLIM


GERTRUDES PASTOR
NÍDIA CAMBIM