segunda-feira, 26 de abril de 2010

O contraditório é sempre um exercício de inteligência


É a realidade: a esquerda adora os fantasmas do passado e as utopias, não pensando no futuro  O mundo mudou e muito e hoje é necessário arrumar as utopias politicas no baú e os nossos políticos trabalharem juntos para poder salvar o pais da já anunciada banca rota. O presidente da republica apresentou no discurso uma solução de melhorar a economia:  o mar e as empresas criativas. A esquerda ignorou e amuou. Assim é impossível.A esquerda levou ontem a maior queca de que há memoria pós 25 de Abril. Quando saíam do parlamento alguns até espumavam com o discurso de Aguiar Branco que citou os pensamentos de esquerda e de músicos, dizendo claramente que no mundo globalizado esbateram-se as diferenças.
Anónimo
26 Abril, 2010 11:43

Aguiar-Branco denunciou os preconceitos ideológicos que envergonham a esquerda por dizer a palavra "Nação" e impedem a direita de ouvir Zeca Afonso e usar o cravo vermelho. O antigo ministro da Justiça afirmou que os políticos deviam pedir desculpa por terem "prometido Abril" apenas, mas deixarem que "o Estado se enfarte a si próprio à custa de todos".
A esquerda engoliu um sapo do tamanho de Portugal,o cheiro a azia é tremendo!
Anónimo
26 Abril, 2010 12:03

Já na altura da monarquia se atiravam ao Tejo os talheres de ouro para Inglês ver! Os portugueses continuam a acreditar em palavras bonitas e promessas de demagogia por isso é que este país chegou onde chegou. Quem melhor fala, quem tiver as ideias mais bonitas e o rosto mais simpático ganha!
O trabalho não importa, as ideias serias não contam, os bons actos não são importantes!
Aguiar Branco diz umas frases em que não acredita, mas diz e o povo aplaude!
O presidente, que foi primeiro ministro já nós tínhamos mar e o seu governo desmantelou as indústrias ligadas às pescas, descobre-o agora como fonte de rendimento e o povo aplaude!
Como diz a minha mãe e muito bem "sem cabeça governavam-se bem"!
Anónimo
26 Abril, 2010 14:02

Enquanto Portugal não conseguir baixar o nível de compadrio, de nepotismo e de corrupção não há solução!
E, com este PS, dos pequenos interesses, nunca a corrupção será combatida. O problema de Portugal é o PS dos compadres e dos corruptos. O resto é conversa da treta.
Anónimo
26 Abril, 2010 14:37

4 comentários:

  1. A maior queca? que bom!!!

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  2. Sr Anonimo.

    Ha quecas e quecas!

    A "QUECA PRETA" de Minas Gerais (Brasil) e muito boa. Ora prenda lá:

    Os ingleses que trabalharam na Mina de Morro Velho atrás do ouro de Nova Lima, na região metropolitana da capital, deixaram influências na linguagem e culinária da região. Tem gente até que jura que o uai do mineiro tem origem no why britânico… Será? O certo mesmo é que todo mundo adora a queca, que tem origem na palavra cake (no inglês, bolo), e vai bem com o chá das cinco ou com o brasileiríssimo cafezinho. No Natal, é costume as famílias se presentearem com a queca preta, uuma das mais nobres, com frutas cristalizadas variadas, cuja receita remonta ao século XIX.

    Se quiser fazer a sua "queda preta" tem aqui a receita:
    http://sites.uai.com.br/guiagastronomia/novalima_quecapreta.htm

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  3. Senhor anónimo MC, então foi queca ou não foi queca? Foi a maior desde o 25 de Abril ou nãoÉ que quecas interessam-me, excluindo, claro, a do PR.

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  4. Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,

Também faz o pequeno sacrifício 
De trinta contos só! por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.

 JOSÉ RÉGIO
  Soneto (quase inédito), escrito em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos.

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