domingo, 25 de abril de 2010

Cada cavadela uma minhoca

Rendeiro recebeu 3 M€ no ano em que o BPP naufragou. Terá sido, como a de António Mexia na EDP, uma gestão exemplar?

O ex-presidente do Banco Privado Português (BPP), João Rendeiro, recebeu três milhões de euros em remunerações da instituição financeira em 2008, ano em que o BPP solicitou a intervenção do Banco de Portugal para evitar a falência, noticiou o semanário Expresso. O jornal refere que Rendeiro recebeu 3.001.750 euros, tendo declarado em sede de IRS apenas 616.808 euros.
O antigo presidente do BPP foi forçado, no ano passado, a pagar mais de quatro milhões de euros ao fisco por ter declarado menos nove milhões de euros de rendimentos entre 1999 e 2008, a maioria dos quais recebidos através de offshores.
Rendeiro avançou com uma acção judicial contra o BPP por considerar que o banco lhe pagou menos do que devia, uma vez que entendia que os 12 M€ que auferiu naqueles dez anos deviam ser líquidos. 

(fonte Lusa)

3 comentários:

  1. Manuel António Domingos25 abril, 2010 15:30

    CARLOS JÚLIO, a propósito de cavadela ainda te lembras do que significa CAVANDELA para Castro Verde?
    Se Cavaco Silva tem autoridade moral para introduzir no seu discurso do 25 de Abril, os vencimentos dos gestores, o que direi eu sobre a minha autoridade moral para falar da Cavandela?
    ( CAVANDELA quereria dizer grande projecto turístico para Castro Verde Verde ( 500 milhões acarinhado por Caeiros desde 2005 )

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  2. nunca desejei mal a ninguém, quase ia jurar. A estes insatisfeitos permanentes, arriscaria desejar não, ainda, uma doença - uma incontinência
    :
    eurofagia

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  3. Trabalho: Chefias do Instituto de Emprego e Formação Profissional
    131 nomeações num dia
    A polémica em torno dos gastos e das nomeações no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) está a adensar-se. Ontem, o CDS decidiu chamar ao Parlamento, com carácter de urgência, a ministra do Trabalho, Helena André, para explicar, preto no branco, o que se passa com as nomeações das chefias intermédias naquele instituto.

    "O que o Instituto de Emprego está a fazer é uma verdadeira fraude à lei. Para fugir a uma regra obrigatória de concursos públicos [cuja legislação é de 2005] nos cargos intermédios das chefias da Administração Pública, regra que permite que a Administração Pública seja despartidarizada, está a nomear as pessoas em regime de substituição", denunciou ao Correio da Manhã Pedro Mota Soares, líder parlamentar dos centristas. E assegura que o seu partido está a receber muitas denúncias. Por exemplo, "só no dia 20 de Abril foram 131 pessoas", revelou Mota Soares, registando que "todas as pessoas que têm alguma ligação à política activa estão ligadas ao mesmo partido: o PS". E são "dirigentes ou militantes socialistas", reforçou.

    "As pessoas já lá estavam. Eu não fui ver à lista, os que são de outros partidos ficam e os que são do partido do Governo saem. Não faço esse tipo de gestão", afirmou à TSF Francisco Madelino, do IEFP.



    400 VIATURAS

    O CDS acusou esta semana o IEFP de estar a adquirir 400 novas viaturas, que custarão ao Estado nos próximos quatro anos cerca de 1,5 milhões de euros.

    PRÉMIOS DO INSTITUTO

    O IEFP vai premiar o desempenho dos seus funcionários com um valor global que ascende aos 761 254 euros. Belas cavadelas esquerdistas!

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