terça-feira, 13 de abril de 2010

25 de Abril: Otelo em colóquio na Vidigueira

Integrado nas Comemorações do 25 de Abril, a Câmara Municipal de Vidigueira vai organizar um Colóquio intitulado “25 de Abril de 74”, com a participação de Otelo Saraiva de Carvalho, no próximo dia 20 de Abril, pelas 18h30m, no auditório da Caixa Crédito Agrícola de Vidigueira.

(fonte: CMVidigueira)

13 comentários:

  1. Espero que para dizer novamente que a revolução foi só militar e teve o propósito de acabar com uma guerra perdida que matava aos magotes!
    Nada teve a ver com a democracia e a libertação dos ideais de esquerda!
    E relembrar ainda que Manuel Alegre nada teve a ver com isso, e não é dno do 25 de Abril, ao contrario do que quer fazer passar.

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  2. na Vidigueira ou em Vidigueira. Esclareça-me quem souber. É preferível que seja ainda esta noite senão não vou conseguir dormir. Ah, e há outra questão: no Redondo ou em Redondo? E porquê?

    luís das manias

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  3. Embora discordando de algumas das suas posições no pós 25 de Abril, nunca esquecerei que foi dos mais importantes militares do 25.

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  4. Uma oportinudade para falar dos assassinatos das FP25 e da escória como quem se rodeou e que se mantém por aí

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  5. O Otelo ainda foi do melhorzinho que apareceu entre os militares do 25 de Abril. Dos mais genuínos e solidário. Sem segundas intenções. Quando fala de assassinatos deve estar-se a referir ao MDLP do Spínola que ficaram com as mãos bem cheias de sangue nessa altura. As FP-25? Meninos de coro quando comparados com a escória do MDLP e da sua tropa de choque que era a CAP na altura.

    Elias Matias (alguém que nunca servirá. Sejam ditadores ou não)

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  6. Foram os meninos das FP-25 que colocaram uma bomba em S. Mansos do qual resultou a morte de um bébé que dormia no seu berço. o Elias Matias já pensou se tivessem assassinado um filho seu desta maneira cobarde....................

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  7. 00.04

    Tem toda a razão. Embora se possa sempre dizer que em São Manços houve um acidente, um "dano colateral" como agora se diz, enquanto que, por exemplo, várias mortes do MDLP (p.ex. o Padre Max e a jovem estudante que seguia com ele quando foram vítimas de um atentado) foram premeditadas. Mas não há desculpas para mortes. A vida deve ser o bem supremo.

    em

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  8. O Otelo sempre foi muito coerente: ele próprio afirmou que gostaria era de ter sido actor de teatro.
    Também não esteve mal nos diferentes papeis do "teatro da vida"! (Agora anda um pouco apagadinho, cultivando (ou vendo cultivar melhor dizendo) não sei bem o quê coitado...). Tê-lo como candidato presidencial seria mais divertido que estes três "paezinhos sem sal" que se apresentam.

    Já agora a causa próxima do 25 de Abril de 1974 teve a ver com o descontentamento dos militares de carreira (tenentes e capitães), com a possibilidade da incorporação na carreira militar de milicianos. Esta nos livros. Fora o caso da Guine não se morria muito por bala ou mina nas guerras coloniais. Morria-se mais devido a desastre de viação.

    A guerra colonial dava aos militares de carreira acima de capitão uns dinheirinhos interessantes (a corrupção não nasceu agora com os "laranjinhas e amigos).

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  9. Quantos malfarripos de évora das fp-25 e outros a fingir, bêbados e drogados...fugiram para Moçambique onde foram recebidos e protegidos debaixo da asa do otelo. O Otelo devia era estar na prisão.

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  10. (fora o caso da Guiné não se morria muito por bala ou mina nas guerras coloniais. Morria-se mais devido a desastre de viação.)
    Não se morria muito ( o que se considera muito?) No norte de Moçambique em 1969/70, houve muitas semanas a dezenas mortes.

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  11. "Muito mortos" relativamente ao numero de homens nos diferentes teatros de guerra. Claro que se morria!
    Mas por a mesma altura no norte de Angola morria-se mais por acidente que por contacto directo com o inimigo.
    Na altura que fala julgo haver mais de 200.000 homens nos três teatros de guerra. Claro que as tropas especiais tiveram mais mortos relativamente ao seu número de activos.


    O que hoje ainda me espanta foi a capacidade de sofrimento do soldado portugues nas guerras coliniais: muito mal pago, mal alimentado quando não havia caça, isolado, sem motivação, mal treinado, e com apoio aereo pequeno ou inexistente. Mas a chamada "revolta dos capitães" teve as razões profissionais que indiquei havendo na altura muito poucos politicamente motivados para a revolução.

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  12. O Manuel Alegre durante muitos anos foi durante muitos anos locutor aos microfones da emissora da Frente Patriótica de Libertação Nacional. Segundo constava essa emissora tambem transmitia informações para as guerrilhas que combatiam os portugueses.

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  13. Este comentário foi removido pelo autor.

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