sábado, 28 de novembro de 2009

Pulido Valente é o novo presidente da Associação de Municípios do Baixo Alentejo

O actual presidente da Câmara Municipal de Beja, Jorge Pulido Valente (PS) foi eleito esta sexta-feira presidente da AMBAAL . A Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral era presidida por João Rocha (CDU), presidente da Câmara de Serpa.

A AMBAAL é a entidade proprietária do jornal "Diário do Alentejo" e está numa situação financeira considerada "catastrófica". "Há dias a situação era tão grave que não havia dinheiro para os salários deste mês, disse uma fonte autárquica ao acincotons.

Ver notícia da Voz da Planície.

5 comentários:

  1. Parece que a situação catastrófica da AMBAAL se deve a algumas das associadas, ou seja algumas autarquias não pagarem o que lhes compete, o que aliás infelizmente é um hábito comum de alguns municipios, não pagarem as suas quotizações, levando as associações a que pertencem definharem, é assim na associação de municipios, é assim no museu regional, é assim no conservatório regional do Baixo alentejo, e no entanto se alguém lhes diz alguma coisa, estes municipios ainda reagem como virgens ofendidas...

    MMRamalho

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  2. Se a JUSTIÇA funcionasse o ps desfazia-se.

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  3. PORTUGAL NÂO TEM SOLUÇÂO,O BLOCO CENTRAL DOS INTERESSES ESCAVACOU POR COMPLETO A NAÇÂO.

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  4. MMRamalho

    É essa também a informação que tenho. E há dívidas já antigas também a pesarem no exercício. Por outro lado, a AMBAAL já não tem grande razão de existir (já só subsiste em grande parte devido ao Diário do Alentejo)dado já existir a comunidade intermunicipal do baixo alentejo. Aliás, no distrito de Beja a grande quantidade de associações de municipios para os mais diversos fins não é certo que seja a solução mais correcta em termos de custos e sinergias. Talvez pudesse haver um novo rearranjo que agelizasse os procedimentos e não criasse tantas estruturas com os inerentes custos. E às vezes ao trabalhar-se numa escala maior diminui, proporcionalmente, os custos.

    bejense

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  5. Mas as Câmaras e alguns organismos públicos ( em alguns casos violando a lei) continuam a investir em publicidade por motivos óbvios não deixando o mercado funcionar e prejudicando os outros meios.

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